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Seguranças discutem com cliente que filmou Feliciano em churrascaria

Cliente, que pediu para não ser identificado, foi abordado por seguranças. Polícia registrou ocorrência em vias de fato, quando não há lesão corporal.

utado federal Marco Feliciano (PSC-SP) veio ao RS inaugurar uma igreja em Canoas (Foto: Divulgação/ Assessoria Marco Feliciano)

Deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) veio
ao RS inaugurar uma igreja em Canoas
(Foto: Divulgação/ Assessoria Marco Feliciano)

Publicado no G1

A Brigada Militar registrou uma ocorrência na madrugada desta sexta-feira (16), em Porto Alegre, envolvendo um segurança do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP). Segundo a polícia, um cliente de uma churrascaria da capital filmava o político quando a confusão se iniciou.

O homem, que pediu ao G1 para não ter seu nome divulgado, conta que foi abordado por pelo menos quatro seguranças quando foi ao banheiro. Eles pediram para que ele apagasse a gravação no celular. Houve discussão. Ofendido, o cliente chamou a BM ao estabelecimento e foi lavrado um termo circunstanciado, assinado pelas duas partes.

A ocorrência, conforme a Brigada Militar, foi registrada como vias de fato. De acordo com o cliente, outras pessoas que jantavam no restaurante reclamavam da presença do político. Ao perceber a movimentação, um dos seguranças pessoais de Feliciano encarou um homem. Neste momento, o cliente resolveu iniciar a gravação.

Segundo um funcionário da churrascaria, que também não se identificou ao G1, a discussão ocorreu ainda do lado de fora do estabelecimento, na chegada do deputado. Depois, segundo ele, Marco Feliciano entrou no local com seus seguranças para jantar.

A assessoria do deputado garantiu ao G1 que Feliciano não presenciou o fato. Segundo o assessor, o político veio ao Rio Grande do Sul participar da inauguração de uma igreja em Canoas, na Região Metropolitana, na noite de quinta-feira (15).

Google diz que usuários do Gmail não esperam por confidencialidade

Gmail

 

Publicado no G1

Google afirmou, por meio de documentos entregues à Justiça dos Estados Unidos, que os usuários de seu serviço de e-mail, o Gmail, não possuem expectativa de que as mensagens enviadas e recebidas sejam confidenciais.

Segundo reportagem do jornal britânico “Guardian”, o grupo que defende o consumidor Consumer Watchdog chamou a afirmação do Google de “admissão chocante”.

“O Google enfim admitiu que não respeita a privacidade”, disse John Simpson, diretor da entidade. “Se você se incomoda com a privacidade de sua correspondência via e-mail, não use o Gmail.”

O documento do qual faz parte a declaração do Google foi apresentado à Justiça em julho. O texto consta da defesa da empresa para encerrar um processo em que a empresa é acusada de acessar o conteúdo dos e-mails para direcionar anúncios aos usuários.

Alegando que isso violaria leis de privacidade, a ação judicial, aberta em maio, afirma que a companhia não só abre e lê os e-mails como também obtém o conteúdo ilegalmente.

“Todos os usuários de e-mail devem necessariamente esperar que seus e-mails sejam sujeitos a processamento automático”, afirma o Google no documento judicial, afirmando que a acusação tenta “criminalizar práticas comuns de negócios”.

“Da mesma forma que quem envia uma carta a um parceiro de negócio não pode se surpreender se a secretária ele abrir a carta, as pessoas que usam e-mail baseado não devem se surpreender se sua comunicação for processada pelo serviço de comunicações eletrônicas do destinatário durante o processo de entrega”, escrevem os advogados do Google.

Desdenhando do argumento, Simpson diz que não espera que o carteiro leia suas correspondências.

Brasileiro inventor de ‘luz engarrafada’ tem ideia espalhada pelo mundo

Ideia já se espalhou por mais de 15 países e pode beneficiar 1 milhão de pessoas com carência de energia elétrica.

A ideia de Moser já é utilizada em mais de 15 países onde a energia elétrica é escassa (Foto: BBC)

A ideia de Moser já é utilizada em mais de 15 países onde a energia elétrica é escassa (Foto: BBC)

Publicado no G1

Alfredo Moser poderia ser considerado um Thomas Edison dos dias de hoje, já que sua invenção também está iluminando o mundo.

Em 2002, o mecânico da cidade mineira de Uberaba, que fica a 475 km da capital Belo Horizonte, teve seu próprio momento de “eureka” quando encontrou a solução para iluminar a própria casa em um dia de corte de energia.

Para isso, ele utilizou nada mais do que garrafas plásticas pet com água e uma pequena quantidade de cloro.

Nos últimos dois anos, sua ideia já alcançou diversas partes do mundo e deve atingir a marca de 1 milhão de casas usando a “luz engarrafada”.

Mas, afinal, como a invenção funciona? A reposta é simples: pela refração da luz do sol em uma garrafa de dois litros cheia d’água.

“Adicione duas tampas de cloro à água da garrafa para evitar que ela se torne verde (por causa da proliferação de algas). Quanto mais limpa a garrafa, melhor”, explica Moser.

Moser afirma que a lâmpada funciona melhor se a boca for coberta por uma fita preta (Foto: BBC)

Moser afirma que a lâmpada funciona melhor se
a boca for coberta por uma fita preta (Foto: BBC)

Ele protege o nariz e a boca com um pedaço de pano antes de fazer o buraco na telha com uma furadeira. De cima para baixo, ele então encaixa a garrafa cheia d’água.

“Você deve prender as garrafas com cola de resina para evitar vazamentos. Mesmo se chover, o telhado nunca vaza, nem uma gota”, diz o inventor.

Outro detalhe é que a lâmpada funciona melhor se a tampa for encapada com fita preta.

“Um engenheiro veio e mediu a luz. Isso depende de quão forte é o sol, mas é entre 40 e 60 watts”, afirma Moser.

Apagões
A inspiração para a “lâmpada de Moser” veio durante um período de frequentes apagões de energia que o país enfrentou em 2002. “O único lugar que tinha energia eram as fábricas, não as casas das pessoas”, relembra.

Moser e seus amigos começaram a imaginar como fariam um sinal de alarme, no caso de uma emergência, caso não tivessem fósforos.

O chefe do inventor sugeriu na época utilizar uma garrafa de plástico cheia de água como lente, para refletir a luz do sol em um monte de mato seco e, assim, provocar fogo.

A ideia ficou na mente de Moser que, então, começou a experimentar encher garrafas para fazer pequenos círculos de luz refletida. Não demorou muito para que ele tivesse a ideia da lâmpada.

“Eu nunca fiz desenho algum da ideia. Essa é uma luz divina. Deus deu o sol para todos e luz para todos. Qualquer pessoa que usar essa luz economiza dinheiro. Você não leva choque e essa luz não lhe custa nem um centavo”, ressalta.

Pelo mundo
O inventor já instalou as garrafas de luz na casa de vizinhos e até no supermercado do bairro. Ainda que ele ganhe apenas alguns reais instalando as lâmpadas, é possível ver pela casa simples e pelo carro modelo 1974 que a invenção não o deixou rico. Apesar disso, Moser aparenta ter orgulho da própria ideia.

“Uma pessoa que eu conheço instalou as lâmpadas em casa e dentro de um mês economizou dinheiro suficiente para comprar itens essenciais para o filho que tinha acabado de nascer. Você pode imaginar?”, comemora Moser.

Carmelinda, mulher de Moser há 35 anos, diz que o marido sempre foi muito bom para fazer coisas em casa, até mesmo para construir camas e mesas com madeira de qualidade.

Mas parece que ela não é a única que admira o inventor. Illac Angelo Diaz, diretor executivo da fundação de caridade MyShelter, nas Filipinas, parece ser outro fã.

A instituição MyShelter se especializou em construção alternativa, criando casas sustentáveis feitas de material reciclado, como bambu, pneus e papel.

Para levar à frente um dos projetos do MyShelter, com casas feitas totalmente com material reciclado, Diaz disse ter recebido “quantidades enormes de garrafas”.

“Enchemos as garrafas com barro para criar as paredes. Depois enchemos garrafas com água para fazer as janelas”, conta.

“Quando estávamos pensando em mais coisas para o projeto, alguém disse: ‘Olha, alguém fez isso no Brasil. Alfredo Moser está colocando garrafas nos telhados”’, relembra Diaz.

Seguindo o método de Moser, a entidade MyShelter começou a fazer lâmpadas em junho de 2011. A entidade agora treina pessoas para fazer e instalar as garrafas e assim ganhar uma pequena renda.

Nas Filipinas, onde um quarto da população vive abaixo da linha da pobreza (de acordo com a ONU, com menos de US$ 1 por dia) e a eletricidade é muito cara, a ideia deu tão certo, que as lâmpadas de Moser foram instaladas em 140 mil casas.

As luzes “engarrafadas” também chegaram a outros 15 países, entre eles Índia, Bangladesh, Tanzânia, Argentina e Fiji.

Diaz disse que atualmente podem-se encontrar as lâmadas de Moser em comunidades que vivem em ilhas remotas. “Eles afirmam que viram isso (a lâmpada) na casa do vizinho e gostaram da ideia”.

Pessoas em áreas pobres também são capazes de produzir alimentos em pequenas hortas hidropônicas, usando a luz das garrafas para favorecer o crescimento das plantas. Diaz estima que pelo menos 1 milhão de pessoas vão se beneficiar da ideia até o começo de 2014.

“Alfredo Moser mudou a vida de um enorme número de pessoas, acredito que para sempre”, enfatiza o representante do MyShelter.

“Ganhando ou não o Prêmio Nobel, queremos que ele saiba que um grande número de pessoas admira o que ele está fazendo.”

Mas será que Moser imagina que sua invenção ganharia tamanho impacto? “Nunca imaginei isso, não”, diz, emocionado. “Me dá um calafrio no estômago só de pensar nisso.”

Moser criou a lâmpada durante a série de apagões que o Brasil enfrentou em 2002 (Foto: BBC)

Moser criou a lâmpada durante a série de apagões que o Brasil enfrentou em 2002 (Foto: BBC)

dica do Jarbas Aragão

Pinturas em 3D são atração em ponto turístico de Pequim

Desenhos divertiram famílias que passavam pelo local.
Chineses posaram ao lado das pinturas que criam efeitos inusitados.

Publicado originalmente no G1

Pinturas em 3D viraram atração na Rua Qianmen, um popular ponto turístico em Pequim, na China, e encantaram quem passava pelo local neste domingo (11). Os chineses aproveitaram para interagir com os desenhos, posando ao lado das pinturas que criam efeitos inusitados.

Pedestres observam pintura em 3D enquanto comem sorvete (foto: Andy Wong/AP Photo)

Pedestres observam pintura em 3D enquanto comem sorvete (foto: Andy Wong/AP Photo)

Pintura em 3D retrata dragão em rua de Pequim (foto: Andy Wong/AP Photo)

Pintura em 3D retrata dragão em rua de Pequim (foto: Andy Wong/AP Photo)

Criança interage com pintura em 3D de fonte e é fotografada pela mãe (foto: Andy Wong/AP Photo)

Criança interage com pintura em 3D de fonte e é fotografada pela mãe (foto: Andy Wong/AP Photo)

Maioria dos homens prefere que mulher ajude a pagar conta

Estudo foi feito por psicólogo de universidade da Califórnia.
39% das mulheres se oferecem para pagar, mas esperam ouvir recusa.

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Publicado originalmente no G1

Dois em cada três homens pensam que as mulheres deveriam ajudar a pagar em um encontro, apesar de a maioria deles se sentir culpado aceitando o dinheiro, sugere um estudo divulgado no sábado (10) nos Estados Unidos.

De 64% dos homens que prefere dividir a conta, 44% disseram que perderam o interesse por mulheres que nunca se ofereceram para pagar.

Contudo, 76% deles se sentiram mal de aceitar a parte que correspondia a sua acompanhante.

Os números se baseiam em um estudo realizado pelo psicólogo David Frederick, da Chapman University na Califórnia.

O acadêmico supervisionou uma equipe que processou informações de mais de 17 mil pessoas para ver como as mudanças nas normas de gênero tinham impacto nas noções mais aceitas da conquista.

Oitenta e quatro por cento dos homens e 58% das mulheres disseram que os homens pagam a maior parte dos gastos dos encontros, mesmo depois de ter um relacionamento durante um tempo.

Cinquenta e sete por cento das mulheres afirmaram que se ofereceram para pagar em um encontro, apesar de 39% confessar que esperava que o homem que rejeitasse sua oferta.

Em qualquer caso, a grande maioria dos participantes, tanto homens como mulheres, disse que dividiam os gastos dos encontros nos primeiros seis meses de namoro.

Frederick, cujas pesquisas anteriores focaram na imagem corporal, disse que o estudo foi motivado pelo desejo de “entender por que algumas práticas de gênero resistem mais que outras”.

O estudo foi apresentado no encontro anual da Associação Americana de Sociologia que começou em Nova York no sábado e se estenderá até terça-feira.