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Presidente da Câmara quer, mas Feliciano diz que não sai

Apesar de Henrique Alves ter conseguido a garantia do PSC de que Marco Feliciano deixaria o comando da Comissão, segundo a coluna Radar, o deputado garante que fica

Deputado Marco Feliciano: presidente da Câmara contava com renúncia do pastor ainda hoje, segundo Veja, mas ele voltou a dizer que não renunciará

Deputado Marco Feliciano: presidente da Câmara contava com renúncia do pastor ainda hoje, segundo Veja, mas ele voltou a dizer que não renunciará

Marco Prates, na Exame

Apesar da vontade do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, o presidente da Comissão de Direitos Humanos Marco Feliciano (PSC-SP) garantiu que não renunciará ao cargo. Mais cedo, colunista Lauro Jardim, de Veja publicou que Alves se encontrou com o líder do PSC na casa e saiu com a garantia de que o pastor deixaria o cargo ainda hoje.

“O partido é soberano, mas eu não renuncio. Não renuncio”, declarou Feliciano hoje à tarde após o término de mais uma reunião da comissão, segundo a coluna Radar.

Explica-se: apesar de ser indicado pelo partido à vaga, Feliciano só sai agora, já nomeado, se quiser.

Desde que foi escolhido para ser presidente da CDHM, o pastor tem se envolvido diariamente em polêmicas. A última foi a divulgação de um vídeo que causou mal-estar dentro do próprio partido ontem.

“Não concordamos com esse tipo de vídeo”, afirmou o líder do PSC, André Moura, sobre o material que contém ataques a deputados e defensores dos direitos dos homossexuais. Moura vem sinalizando que há apoio no partido para que Feliciano deixe o comando da comissão.

O próprio pastor sinalizou hoje que presidir a comissão não está sendo fácil. O tuíte abaixo foi publicado pela manhã, em preparação para a segunda reunião comandada por ele, marcada para a tarde desta quarta-feira:

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dica do Fabio Martelozzo Mendes

“Ganharem de brasileirum est mais gostosum”, diz novo papa

D. Odilo rezou uma missa para celebrar o segundo lugar na votação

D. Odilo rezou uma missa para celebrar o segundo lugar na votação

publicado impagavelmente no site da Piauí

VATICANO – Em sua primeira declaração na Praça São Pedro, o cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, nomeado papa Francisco 1º, assegurou aos fiéis: “Ganharem de brasileirum est muitum mais gostosum”. Foi ovacionado. Em segundos, milhares de torcedores do Boca Juniors emocionados tomaram a praça e iniciaram cantorias eclesiásticas pela canonização imediata de Maradona.

Com um sorriso piedoso no canto da boca, Bergoglio fez o sinal da cruz e anunciou suas primeiras medidas. “Galvão Bueno será perdoado dos seus pecados. Terá que rezar apenas 200 Pai Nosso e 350 Ave Maria em latim. Pelé deverá beijar meus pés e reconhecer que Maradona é o melhor”.

Minutos após ver seu favoritismo cair por terra com o anúncio de um papa argentino, D. Odilo Scherer enviou sinais de fumaça branca para José Serra. “Aprendi muito neste conclave e saio fortalecido da disputa. Eu vos ofereço minha consultoria. Nas eleições presidenciais de 2014, la garantia soy yo”, disse, beijando uma santa de joelhos.

Antes de se despedir do público, Francisco 1º negou que substituirá o uso de hóstias por alfajores.

Quem são os eunucos da vez?

eunuco

Hermes C. Fernandes, no Cristianismo Subversivo

Nenhuma classe era tão menosprezada nos tempos bíblicos do que os eunucos. E a razão disso era muito simples: eles não podiam procriar. Fosse por razões orgânicas (costumavam ser castrados), ou por não sentirem-se atraídos pelo sexo oposto. Por conta disso, sofriam preconceito semelhante ao sofrido por mulheres estéreis. Na concepção judaica, a geração de filhos era a garantia da perpetuação da vida. A prole dava continuidade à saga da família. Na ausência destes, não haveria para quem deixar herança, que consistia não apenas em bens materiais, mas também no nome.

A Lei era dura com relação aos eunucos. Eles sequer podiam entrar na congregação do Senhor (Dt.23:1). Neste mesmo capítulo, a Lei também exclui da comunidade israelita os filhos bastardos e os estrangeiros.

Alguns pesquisadores propõem que esta exclusão pretendia apartar da assembleia da cidade os sacerdotes de deuses pagãos, dos quais muitos eram eunucos e bastardos (que por não terem direito a herança, eram entregues para o ofício sacerdotal). Enquanto Israel rejeitava completamente esses indivíduos, outras nações descobriram maneiras de aproveitá-los, envolvendo-os em atividades como o cuidado da rainha e do harém do rei.

A primeira vez que encontramos eunucos em Israel é durante o reinado de Acabe (2 Reis 9:32). Provavelmente cuidavam de Jezabel, mulher extremamente vaidosa e malévola que introduziu vários costumes pagãos em Israel. Vemos também que havia eunucos em Judá nos dias em que Jerusalém caiu nas mãos de Nabucodonosor, rei da Babilônia (Jer.29:2). É bem provável que tanto em Israel dos dias de Acabe, quanto em Judá dos dias de Jeremias, os eunucos fossem escravos estrangeiros adotados na corte real.

Quando o rei Ezequias recebeu os embaixadores da Babilônia, mostrando-lhes todos os seus tesouros, Isaías o advertiu dizendo que um dia eles voltariam e levariam seus descendentes para serem eunucos no palácio do rei da Babilônia (Is.39:6-7). Mas Ezequias não percebeu a gravidade e as implicações daquela profecia. Desde que houvesse paz durante seu reinado, tudo bem. Não importava o que o futuro reservasse aos seus descendentes. Ora, se estes fossem castrados, quem herdaria o trono de Judá?

Quando Ciro II, rei da Pérsia, em 537 a.C., invadiu a Babilônia, ele libertou o povo judeu, permitindo que retornassem a Jerusalém. Muitos dos que retornaram a cidade agora eram eunucos. Pela lei do Deuteronômio então seriam destituídos de sua cidadania e, com isso, da participação política e religiosa na cidade. Porém, em Isaías (livro escrito bem antes do cativeiro babilônio) há uma revisão desta regra. O mesmo profeta que anuncia a Ezequias o que aconteceria aos seus filhos ao serem levados cativos para a Babilônia, também diz: “O estrangeiro que por sua própria vontade se uniu ao Senhor, não deve dizer: Javé me excluirá de seu povo. Tampouco deve dizer o eunuco: Não sou mais que uma árvore seca. Porque assim disse o Senhor: Os eunucos que observem meus sábados, que escolhem o que me agrada e são fiéis ao meu pacto, concederei a eles ver gravado seu nome dentro do meu templo e de minha cidade; isso é melhor que ter filhos e filhas! Um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará” (Isaías 56:3-6). A partir de Isaías, então, se cria um mecanismo que torna mais flexíveis as leis do Deuteronômio, adaptando-as a uma nova realidade existente na vida social judaica.

Percebemos nitidamente que a graça está por trás desta “adaptação” à realidade. A Lei aponta para um mundo ideal, onde não haja homens incapazes de reproduzir. Porém, a graça lida com as demandas da realidade. A Lei acentua a distância entre o real e o ideal. A graça reverte este fluxo. Em vez de exclusão, inclusão. Em vez de distanciamento, aproximação.

Creio que, como igreja de Cristo, temos muito que aprender com este episódio. O mundo não é o que deveria ser. Há demandas atuais que exigem posicionamento. Devemos apegar-nos às exigências da Lei ou ceder à concessão da graça? Se marcarmos a opção um, então, nossos filhos terão que ser apedrejados em caso de flagrante rebeldia.

Nem mesmo no tempo de Jesus as pessoas sabiam lidar com a questão envolvendo os eunucos. Há conceitos que ainda hoje são difíceis de serem digeridos, principalmente pelos cristãos. Somos inflexíveis como a letra da Lei, esquecendo-nos de que a letra mata, e que somente o Espírito vivifica. Veja como Jesus lidou com o preconceito envolvendo os eunucos de sua época:

“Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido. Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos, por causa do reino dos céus. Quem pode receber isto, receba-o.” Mateus 19:11-12

Ora, se Jesus estivesse falando de algo simples, aceito pelo senso-comum, não teria dito: “Nem todos podem receber esta palavra…”Jesus elenca três tipos de eunucos:

• “Eunucos criados pelo homem”. Castrados. Esterilizados intencionalmente. Prática fartamente disseminada na antiguidade. Geralmente castravam-se os filhos de escravos capturados na guerra, para que, ao crescerem pudessem servir nos haréns dos reis sem oferecer qualquer risco.

 • “Eunucos por causa do reino dos céus”. Não castrados. Que optaram pelo celibato para que pudessem servir a Deus no ministério sem distração com esposa e filhos. Paulo, João Batista e o próprio Jesus poderiam ser contados entre esses. Alguns chegaram a se castrar, como no caso de Orígenes, para se livrar da tentação sexual.

 • “Eunucos desde o ventre materno”. São os que nasceram desprovidos de atração sexual pelo sexo oposto ou são hermafroditas. Muitos, por conta da pressão social para que tenham vida sexual ativa, acabam desenvolvendo atração por pessoas do mesmo sexo. Tais indivíduos possuem libido, porém esta é direcionada para outras atividades além do sexo. Geralmente, atividades ligadas à estética, às artes, que requerem certo grau de sensibilidade. Embora eu os tenha deixado por último em minha exposição, Jesus os coloca encabeçando a lista dos eunucos.

Em outras palavras, uns são eunucos por imposição social, outros por razões psicológicas ou fisiológicas, e outros por decisão própria, geralmente motivados por idealismo.O que faremos a esses indivíduos? Que rótulo lhes daremos? Qual será nossa sentença? Tomaremos Deuteronômio ou Isaías como base? E o que faremos com o que Jesus disse acerca deles? Será que estamos entre os que Jesus denunciou como não estando preparados para recebê-los?

Não foi à toa que Filipe foi o discípulo escolhido por Deus para introduzir o Evangelho ao eunuco etíope. Logo no início de sua caminhada cristã, ele testemunhou a maneira como Jesus lidava com os preconceitos humanos. O mesmo Natanael que comentara com Filipe que da região procedência de Jesus não poderia vir nada que prestasse, ouviu dos lábios do Mestre: Este sim é um verdadeiro israelita! Com este elogio, Jesus interrompeu o ciclo do preconceito. Em vez de rebater, Ele preferiu elogiar. Imagino a cara de Natanael diante de Filipe. O que este não podia supor era que aquela experiência o habilitaria para mais tarde ser tirado do meio das multidões em Samaria para pregar a um eunuco (que ainda por cima era negro!) no caminho de Gaza (At.8:27-39).

Filipe não perde tempo apontando as eventuais falhas morais do eunuco. Em vez disso, fala-lhe de Cristo, tomando como base um trecho do mesmo livro que diz que Deus receberia eunucos e lhes daria um nome eterno. Convencido da disposição divina em recebê-lo como filho, o eunuco diz: “Eis a água, o que me impede de ser batizado?” Se fosse hoje, influenciado por pregadores modernos, talvez Filipe dissesse: Bem, acho que você precisaria tomar um banho de loja primeiro. Trocar essas roupas espalhafatosas por um terno e gravata. Mudar esses trejeitos efeminados. Arrumar uma namorada para comprovar que foi curado. E depois de batizado, gravar um DVD de testemunho para a gente divulgar. Se um eunuco me fizesse a mesma pergunta hoje (o que me impede de ser batizado?), eu responderia: o preconceito. Daí, ele procuraria outro eunuco para evangelizar, conduzia-o a Cristo e abria uma igreja de eunucos.

É… Jesus tinha razão. Não estávamos preparados à época, e provavelmente, muito menos hoje. Chegamos a Gaza, mas nos recusamos a aproximar-nos da carruagem em movimento. Talvez por amá-los na mesma proporção de que amamos os bandidos… Dizemos amá-los, mas optamos por manter distância. E assim, preferimos a inflexibilidade da Lei ao Espírito da Graça. E é justamente a Lei que nos oferece a chave com a qual trancamos o armário no qual muitos se escondem (alguns dos quais exercem cargos eclesiásticos, usando o púlpito como armário). Somente um ambiente impregnado de graça oferecerá acolhimento e compaixão. Afinal, somos todos humanos, desesperadamente carentes desta graça capaz de fazer-nos renunciar às próprias paixões e concupiscências (Tt.2:11-12). Graça que, igualmente, nos capacita a vencer nossos preconceitos e medos.

Respondendo à pergunta proposta no título deste post. O eunuco da vez é todo aquele que desprezamos, do qual queremos distância. Pelo menos assim, não seremos obrigados a amá-los, já que esta obrigação só diz respeito ao próximo… só que não!

O tempo e o acaso no jogo da vida – Eclesiastes 9.11

Imagem: Google

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Ricardo Gondim

A vida se parece com um jogo de cartas; cinqüenta e duas são embaralhadas e distribuídas entre os que se propõem jogar. Importa que todos participem em pé de igualdade. Jogam-se várias partidas. As cartas não priorizarão ninguém. Pelas leis da probabilidade, quanto mais partidas, menos entrará o fator sorte. No baralho, ninguém pode ser privilegiado pelo acaso.

Na vida, sempre alguém recebe uma “boa mão”. Como só vivemos uma vez, alguns nascem “privilegiados”, “predestinados”, “abençoados”, “afortunados” (pela deusa Fortuna). Os demais, para permanecerem no jogo, precisam se desdobrar. Para compensar a “má sina”, arriscam, suam, varam madrugadas, sobem ladeiras.

Tanto no desenrolar do jogo como na existência, os privilégios devem se alternar. Quem começa bem, não tem garantia de continuar com a mesma “sorte”. Os que amargam um péssimo início não precisam se desesperar: mais cedo ou mais tarde, pela matemática, todos se nivelarão. Quem perde hoje pode ganhar amanhã; os vencedores atuais, se permanecerem na mesa, chorarão. Se vivêssemos em uma sociedade perfeita, as gerações se alternariam no topo da escada. Acontece que os poderosos usam de todos os mecanismos para nunca permitir que os desventurados saiam da condição em que se encontram.

Comparar a vida a um jogo carrega, portanto, significados éticos. As cartas não podem ser marcadas. Não vale trapacear. Assim, como o “dealer” não antecipa a vitória de qualquer um, a divindade não premia ou amaldiçoa ninguém.

Comparar a vida a um jogo, esvazia conceitos religiosos deterministas. Basta que um cromossomo não se encaixe no código genético e a criança terá alguma anomalia genética e isso não vem prescrito desde a eternidade como sina. Caso uma membrana cardíaca, uma válvula, não cresça durante a formação intra-uterina, o bebê precisará de uma intervenção cirúrgica na hora do parto. A incubadora não é câmara de castigo, que purga o recém nascido de pecados da vida passada. Quem depende de uma cadeira de rodas para se locomover não está sob maldição, preso às forças cegas do destino. No decorrer dos anos, tempo e acaso podem mutilar, cegar, ensurdecer (Eclesiastes 9.11).

A genialidade herdada pela feliz combinação da erudição materna com a perspicácia paterna – ou vice versa – pode trazer ao mundo um menino prodígio. Mozart encantou a corte europeia antes dos dez anos de vida. A luminosidade de Shakespeare, Leonardo da Vinci, Voltaire, Karl Marx, Heidegger, Thomas Edson, Gandhi, Simone Weil, Garrincha, Pelé, Michael Jordan e Nelson Mandela não pode ser explicada senão por uma gratuidade fortuita.

A menina vende doce no sinal de trânsito; por que nasceu em alguma choupana imunda da periferia? Que outra opção lhe foi dada? Por que não em algum palácio real? O que explica o garoto ver-se condenado a passar a maior parte da infância convivendo com traficantes, sem conhecer abraço ou elogio paterno? Os olhos azuis da atriz, os seios volumosos, a aptidão para decorar, encenar, dançar, a tornaram milionária, mas quem orquestrou tais privilégios em um mundo em que ao contrário do caráter, estética conta para o sucesso?

Depois ainda há a longa estrada que, a qualquer instante, pode surpreender a todos. A partida, a jornada, que começou esplendidamente pode tornar-se trágica. Aviões caem, matando todos a bordo: o empresário e o mecânico, os noivos em lua de mel e o piloto, o padre e o cafetão. O poeta pode ficar cego; o escultor, aleijado; o atleta, sem uma das pernas; o general, sem os dois rins; e o presidente da república, cair com leucemia.

Todos estão sujeitos a tempestades, raios fulminantes, balas perdidas. Princesas lindas e queridas morrem prematuramente, basta que o carro, dirigido por um motorista alcoolizado, bata contra a parede do túnel. O contrário também pode acontecer: o menino galgar as estreitas malhas da peneira econômica para tornar-se músico erudito; do gramado de um vilarejo, nascer o craque que encanta o mundo com dribles mirabolantes.
Quem seriam vencedores e perdedores? Na complexidade do jogo da vida, perder ou ganhar não tem receita simples. Quem junta dinheiro não triunfa, necessariamente. A vida simples do camponês não é insignificante. A história foi entulhada por personagens que jamais alcançaram uma existência inspiradora, apesar da riqueza – ouro foi a maldição de Midas!

Integridade não se restringe a jogar de acordo com as regras, e sim desistir do desejo de suplantar os pares. No jogo de baralhos, o intuito não é vencer, mas tornar o instante lúdico.

Na vida, “jogamos” não para ultrapassar os demais. Somos convocados a repartir as boas cartas com os menos privilegiados e estender as mãos aos que não conseguiram sequer entrar no jogo. No outro extremo, quem para de lamentar as péssimas cartas distribuídas, aceita as mãos estendidas sem se sentirem humilhados. Assim, triunfos gratuitos perdem a força de escravizar com egoísmo e desgraças deixam de ser sinônimo do esconjuro divino. E grandeza pode significar outra coisa que chegar primeiro, ganhar mais, pisotear o próximo: é mudança de atitude, deixar de ver cada movimento do jogo como uma batalha e fazer da “partida” um desafio de coexistência. Adversários hoje podem vir a ser parceiros amanhã.

Soli Deo Gloria

Fonte: Blog do Ricardo Gondim

Durma de bruços e… tenha sonhos eróticos!

Estudos da Universidade Shue Yan University, de Hong Kong, trazem essa boa nova. Quer ter sonhos quentes? Agora você já sabe o que deve fazer!

De bruços, com prazer! Já escolheu como vai dormir hoje? (Foto: ShutterStock)

publicado na Glamour

A posição que escolhemos para dormir pode fazer tooooda a diferença. Pelo menos quando o que está em jogo é ter bons sonhos – e entenda por bons aqueles com uma pitadinha erótica, tá? Quem revela essa boa nova pra gente são os dedicados estudantes da Shue Yan University, em Hong Kong.

O teste feito por eles e que chegou a essa brilhante conclusão contou com 670 voluntários – a maioria mulheres – e analisou o que apareciam em seus sonhos com mais freqüência de acordo com a posição em que deitavam para dormir. E tchanam: de bruços os sonhos mais recorrentes foram os intensos com perseguição e sexo.

A explicação do autor da pesquisa, Calvin Kai-Ching Yu, é simples: “Nessa posição a respiração fica mais difícil e os estímulos físicos externos são mais intensos, já que os órgãos genitais estão em contato com a cama”. É mais ou menos o que acontece quando temos vontade de fazer xixi e começamos a sonhar com isso. Como os órgãos estão sendo estimulados isso influencia completamente o que passa em nossa mente. O resultado é a garantia de uma noite quente.