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As 10 fotografias brasileiras mais famosas de todos os tempos

Publicado na Revista Bula

Para se chegar ao resul­tado fiz uma compilação de exposições, reportagens, listas publicadas por sites especializados em fotografia, es­por­tes, cultura pop, política e história. O objetivo de minha pesquisa era identificar quais são as 10 fotografias brasileiras mais famosas de todos os tempos. Participaram do levantamento as publicações: “Uni­verso Online”, “Arquivo Pú­blico do Estado de São Paulo”, “Folha de S. Paulo”, “O Es­tado de S. Paulo”, revista “Placar” revista “Isto é”, revista “Veja”, “Jornal do Brasil”, “O Globo”, “World’s Famous Photos”, “Al Fotto”, “Images e Visions”. Eis, em ordem classificatória, as 10 fotografias selecionadas baseadas nas pu­blicações pesquisadas.

1 — O coração do Rei (1970)

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Fotografia feita em 30 de setembro de 1970, durante o jogo Brasil 2 x México 1, no estádio do Maracanã, Rio de Janeiro. Na imagem, o suor na camiseta de Pelé forma desenho de um coração. A versão que a foto teria sido simulada já foi desmentida dezenas de vezes. “Ainda hoje há quem me pergunte se não foi Photoshop, sempre tenho de explicar que isso nem existia naquela época”, afirma Luiz Paulo Machado. Fotografia: Luiz Paulo Machado.

2 — A piscada de Ayrton Senna (1989)

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Fotografia feita em 26 de março de 1989, durante o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, no Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Na fotografia, Ayrton Senna pisca o olho para o chefe de equipe da McLaren, Ron Dennis, sinalizando que estava pronto para correr. Fotografia: Evandro Teixeira.

3 — Serra Pelada gold mine (1986)

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Fotografia feita em abril de 1986, no garimpo de Serra Pelada, no sul do Estado do Pará. Serra Pelada se tornou mundialmente conhecida por ter abrigado a maior corrida do ouro da era moderna, onde foram extraídas, oficialmente, 30 toneladas de ouro. Fotografia: Sebastião Salgado.

4 — A garota de Ipanema (1960)

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Fotografia feita em março de em 1960 pelo fotógrafo francês Milan Alram, na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. Dois anos depois, a garota da foto, Eneida Menezes Paes Pinto Pinheiro (Helô Pinheiro), seria imortalizada por Vinícius de Moraes e Tom Jobim na canção “Garota de Ipanema”, uma das músicas mais executadas no mundo. Fotografia: Milan Alram.

5 — O suicídio de Vladimir Herzog (1975)

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A fotografia, que tornou-se um símbolo da repressão promovida pela ditadura militar, foi feita em 25 de outubro de 1975 nas dependências do DOI-CODI (Destacamento de Operações de Informações — Centro de Operações de Defesa Interna), em São Paulo. Na fotografia, o jornalista Vladimir Herzog é encontrado enforcado com um cinto. Mais de três décadas depois, o fotógrafo Silvaldo Leung Vieira, autor do registro, afirmou, em entrevista a “Folha de S. Paulo”, ter sido usado pela ditadura para forjar uma cena de suicídio. Fotografia: Silvaldo Leung Vieira.

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Fotografia feita em 15 de agosto de 1971 na ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro. A imagem de Leila Diniz de biquíni — grávida de seis meses — escandalizou o Brasil e virou um clássico da iconografia feminina no país. A fotografia, na ocasião, despertou a ira dos conservadores. Fotografia: Joel Maia.

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Fotografia feita em 5 de julho de 1982, no estádio Sarriá, em Barcelona, Espanha. Paulo Roberto Falcão comemora o gol de empate contra a Itália, na Copa do Mundo de 1982. A seleção brasileira, considerada uma das melhores da história das copas e favorita ao título, acabaria sendo desclassificada por 3 x 2. O jogo ficou conhecido como o Massacre do Sarriá. Fotografia: J.B. Scalco.

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Fotografia feita em fevereiro de 1970, na cidade do Rio de Janeiro, onde Janis Joplin passou 10 dias acompanhada pelo pelo fotógrafo Ricky Ferreira e pelo cantor Serguei. “Creio que a viagem ao Brasil não foi uma boa experiência para ela. Foi muito maltratada. Acho que eles pensavam que a superstar Janis Joplin era mais uma das belezas do cenário hollywoodiano”, afirma o fotógrafo. Fotografia: Ricky Ferreira.

9 — JK e a inauguração de Brasília (1960)

Gervasio Batista (fotografo) Palacio do Planalto

Fotografia feita em 21 de abril de 1960. Gervásio Baptista, repórter fotográfico da revista “Manchete”, tinha ido a Brasília com a missão de fazer a foto de uma edição especial sobre a inauguração da nova capital. A fotografia, na subida da rampa do Palácio do Planalto, com Juscelino Kubitschek acenando com a cartola correu o mundo e virou um dos símbolos da cidade. Fotografia: Gervásio Baptista.

10 — Passeata dos Cem Mil (1968)

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Fotografia foi feita em de 26 de junho de 1968, na cidade do Rio de Janeiro, durante uma manifestação popular de protesto contra a ditadura militar, organizada pelo movimento estudantil e que contou com a participação de artistas, intelectuais e setores da sociedade brasileira. Fotografia: Evandro Teixeira.

Escola para meninas ensina modos de princesa

As alunas Caroline, Giovanna, Gabriela de Paula e Gabriela Araújo no quarto das princesas da escola de Uberlândia

As alunas Caroline, Giovanna, Gabriela de Paula e Gabriela Araújo no quarto das princesas da escola de Uberlândia

Publicado na Folha de S. Paulo

Uma bandeira cor-de-rosa e dourada tremula no alto de uma casa branca. Não é um conto de fadas. Naquele castelo, em Uberlândia, fica a Escola de Princesas.

Coroas de vários tipos e tamanhos decoram a sala de chá, a suíte da princesa, o quarto onde ela se veste e se maquia e outros espaços. Lá, princesas assistem a filmes, ouvem histórias, aprendem culinária, costura, noções de etiqueta e princípios humanos.

“Você não se torna uma princesa ao usar um belo vestido e tiara brilhante”, diz a criadora da escola, Nathália de Mesquita. “Precisa se tornar a melhor versão de si mesma.” Ela considera sua escola uma prestadora de serviços aos pais, “que não têm tempo para ensinar as coisas que nossas avós ensinavam”.

Nathália passou oito meses planejando todos os passos do empreendimento. Por ser um projeto inédito, a ideia foi registrada e patenteada.

A inauguração foi em janeiro e, desde então, 500 meninas passaram pela escola (em módulos que vão de workshops de duas horas a cursos que duram três meses, uma ou duas vezes por semana).

A maior procura é de alunas entre seis e nove anos, mas há meninas de até 15, e o aprendizado vai de prendas domésticas a primeiros socorros. “Minha expectativa era que a Júlia melhorasse a organização das próprias coisas e conhecesse as regras de etiqueta”, diz Adriana Miranda, mãe da garota de 9 anos.

“Mas ela também aprendeu culinária, artesanato, a arrumar a mesa para uma refeição formal, a usar os talheres e o guardanapo”, completa.

Formada em letras, com especialização em psicopedagogia, Nathália lecionou durante 17 anos em escolas particulares. Casada, mãe de dois meninos, acha que criou “uma escola prática para a vida, que inclui valores morais e princípios éticos imutáveis”.

As alunas vestem-se normalmente no dia a dia. Quando uma delas faz aniversário, ela se veste de princesa e as amigas usam coroas.

OPRESSÃO

A escola vem provocando reações em redes sociais, como na página do Facebook “Escola de Ogras”, criada para “confrontar os princípios de tal educação [de princesas], e expor as consequências [...] na sociedade”.

A professora de literatura da Universidade Federal do Ceará Lola Aronovich critica o que considera culto à ostentação e à maneira como as crianças são obrigadas a se comportar.
“A admiração aos padrões de beleza pela riqueza material e pela forma como as meninas devem se comportar merecem atenção dos defensores dos direitos da criança e do adolescente”, diz.

Samara Castro, universitária, postou: “Uma escola de princesas precisa causar incômodo”, pois incentiva, “a submissão da mulher, especialmente na idade de formação, quando ela deixa de buscar o caminho da liberdade”.

Apesar das críticas, um novo “castelo” vai surgir em Belo Horizonte, onde sócios de Nathália preparam o lançamento. A “rainha Nathália” luta por um final feliz.

Menina decide mudar de sexo para ficar igual a astro teen

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Lorran Schoechet, no Pode isso?

A jovem moradora da cidade de Lisboa (Portugal), Catrina Best, é fã incondicional de Harry Styles, vocalista da banda britânica One Direction. Porém, essa paixão tomou conta da garota de 20 anos e ela decidiu mudar de sexo para ficar parecida com o astro teen.

Catrina já veste roupas parecidas com as de Harry e usa o mesmo penteado do menino. Ela espera ficar igual a ele após a mudança de sexo, segundo o tablóide ‘The Sun’.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

“Quando ouvi pela primeira vez o One Direction, eu não sabia como os integrantes eram. Mas gostei da música deles. E, quando vi Harry pela primeira vez, eu disse: Meu Deus, poderíamos ser irmãos!”, afirmou Catrina, que agora quer ser apenas chamada de Best.

E aí, achou parecidos?

#Podeisso, One Direction?

Polícia prende pastor acusado de estuprar duas jovens em sessão de “descarrego”

Aliny Gama, em UOL Notícias

Dica do Obadias de Deus

A polícia de Sergipe prendeu um pastor acusado de abusar sexualmente de duas adolescentes, de 13 e 16 anos, durante “sessões de descarrego”, supostamente ocorridas em agosto deste ano e maio de 2010. A prisão de Robério Lopes da Silva, 46, ocorreu nessa quarta-feira (14) enquanto ele se divertia no balneário Rio do Prata, no município de Japaratuba (a 56,4km de Aracaju).

O pastor era considerado foragido da Justiça desde o dia 19 de outubro quando foi decretada a prisão dele pela 11ª Vara Criminal.

Segundo a Delegacia da Criança de Aracaju, o acusado foi preso enquanto tomava “banho de rio e bebia cerveja calmamente”. Ao ser dada voz de prisão, o pastor ainda negou sua identidade dizendo que se tratava de outra pessoa, mas não conseguiu enganar a polícia, que vinha o procurando há mais de duas semanas.

“Tentamos cumprir o mandado várias vezes, mas ele não era mais encontrado em nenhum local de Aracaju. Em virtude disso, ele estava sendo considerado foragido”, disse a delegada Lara Schuster.

A polícia informou que a mãe da garota de 16 anos procurou a Delegacia da Criança de Aracaju para denunciar que o acusado havia estuprado a filha durante uma oração para “tirar os maus espíritos”.

Em depoimento à polícia, a mãe da jovem de 16 anos contou que Silva telefonou para ela para pedir autorização para ir à casa da família para realizar uma operação a fim de tirar os “encostos” que estavam atormentando a vida da garota.

A mulher relatou ainda que o pastor disse para ficar sozinho com a adolescente para fazer a oração. Depois que a família entrou na casa “encontrou a filha em estado de choque. Na época, um lençol sujo foi apresentado à polícia como prova da consumação do ato sexual.”

Após investigações sobre o caso e devido a repercussão que teve, a família de outra adolescente, de 13 anos, procurou a polícia e acusou o pastor de ter praticado o mesmo crime contra a garota.

Segundo a polícia, o pastor costumava abusar sexualmente de adolescentes, mas para ficar a sós com a vítima dizia que tinha “revelações divinas” para fazer e pedia que a família saísse da casa. “Ele aproveita-se da imaturidade das vítimas e da relação de confiança que mantinha com suas famílias, prometendo benefícios religiosos enganosos, o que caracterizava a fraude”, afirmou a delegada Mariana Diniz, do DAGV (Departamento de Atendimento aos Grupos Vulneráveis).

Procurada pela reportagem do UOL, nesta quinta-feira (15), as famílias das adolescentes informaram que não iriam se “manifestar para preservar o momento difícil que estariam passando.”

A reportagem do UOL tentou contato com o advogado do acusado, mas não conseguiu.