Homens solteiros lavam lençóis só quatro vezes por ano, diz estudo

Pesquisa aponta que mulheres trocam lençóis de duas em duas semanas.
Estudo revela que a pessoa passa um terço da vida deitada na cama.

Publicado no G1

Cachorra em cima da cama de um dos quartos do hotel Sacher (foto: Leonhard Foeger/Reuters)
Cachorra em cima da cama de um dos quartos
do hotel Sacher (foto: Leonhard Foeger/Reuters)

Homens solteiros trocam e lavam os lençóis de suas camas apenas quatro vezes por ano. A estimativa foi revelada após uma pesquisa australiana feita pelo Woolcock Institute of Medical Research.

De acordo com o estudo, as mulheres solteiras são mais “limpas” e lavam seus lençóis de duas em duas semanas. Já os casais, com a combinação e “troca de experiências”, retiram seus lençóis para lavar entre duas e três semanas.

O “How Stuff Works” também fez uma comparação entre o percentual das pessoas que lavam os lençóis quando casadas – 81% são mulheres que tiram a roupa de cama para limpar. O estudo ainda revelou que a pessoa gasta em média cerca de um terço da sua vida inteira na cama.

dica do Israel Herison

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Indiano gasta R$ 46 mil com camisa de ouro para impressionar mulheres

Fernando Moreira, no Page not Found

Datta Phuge está com dinheiro sobrando e mulheres faltando. O indiano de 32 anos gastou 46 mil reais com uma camisa de veludo toda coberta com pequenos pedaços de ouro na expectativa de impressionar o sexo feminino.

Um equipe de 15 ourives confeccionou a peça em duas semanas – 16 horas de trabalho todos os dias. A peça tem seis botões feitos com cristais Swarovski, de acordo com o “Pune Mirror”.

Para completar, o indiano, que vive de emprestar dinheiro para os mais pobres, tirou da gaveta muitas joias de ouro. Pela “façanha”, Datta está sendo chamado de “O Homem de Ouro de Pimpri” (cidade onde mora e tenta chamar atenção das mulheres).

“Sei que não sou o cara mais bonito do mundo, mas certamente nenhuma mulher escaparia de ficar fascinada por essa camisa”, disse.

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Babá de cachorro fatura R$ 8 mil por mês em São Paulo

Mercado pet impulsiona abertura de serviços especializados. Negócios no setor oferecem enfeites, dentista e até florais.

Publicado originalmente no G1

O mercado pet mais uma vez é apontado por especialistas como tendência de bom negócio. Cada vez mais, os bichinhos são tratados como membros da família e isto impulsiona a abertura de novos negócios.

Em São Paulo, que concentra quase 20 milhões de animais de estimação e 10 mil pets shops, os empresários não poupam esforços para oferecer produtos e serviços diferenciados. Neste grande mercado, há enfeites para os bichos, dentista, florais e até babá.

Adriane Silveira é babá de 25 cachorros, um trabalho bem parecido com o da babá de crianças, com hora de comer, beber água e descansar. “Eu faço a primeira visita de cortesia, conheço o animal, vejo o que ele está precisando”, explica Adriane.

A empresária fatura, em média, R$ 8 mil por mês. Hoje ela atende oito bairros de São Paulo, e quer mais. “A procura está cada vez maior. E assim, sempre tem coisas novas”, diz Adriane.

A cliente Laura Sansone contratou o serviço três vezes por semana e gasta R$ 480 por mês para deixar o buldog Astor bem acompanhado. “Quando ela chega, ele já fica todo animado e eu vejo que quando eu chego do trabalho, ele já está mais calmo. Não tem necessidade de passear com ele logo que eu chego”, diz a dona do cachorro.

Clínica odontológica para cães
Já o médico veterinário Renato Tartalia abriu um consultório dentário para cachorros. O empresário investiu R$ 40 mil na clínica, com sala de cirurgia e todos os equipamentos necessários para atender os animais.

A clínica odontológica para animais atende desde casos de limpeza de tártaro até cirurgias dentárias complexas. Custam de R$ 100 a mais de R$ 1 mil. Atualmente, o empresário atende 120 animais por mês.

Para o consultor Sebastião de Oliveira, oferecer serviços especializados como tratamento odontológico é o segredo para se dar bem no mercado pet.

“Você pode ir pra nichos de mercado, ou seja, pedaços de mercado que não interessa para os grandes players, para os grandes concorrentes. O atendimento diferenciado, isso provavelmente ele não vai encontrar em qualquer lugar, principalmente nos lugares grandes”, diz.

Máquina de fazer lacinhos
A sofisticação desse mercado chegou também aos enfeites para animais. O empresário José Silva desenvolveu uma máquina de fazer laços e gravatas. “O lacinho seria como a azeitona na pizza”, afirma Silva.

A máquina de fazer laços custa R$ 950. Ela faz de 2.500 a 3.000 peças por dia.

Carolina Matsumoto comprou cinco máquinas. Ela produz mais de 25 mil laços e gravatas por mês. Cada um custa de R$ 0,30 a R$ 0,90. “Meu faturamento mensal é de mais ou menos R$ 4 mil a R$ 5 mil, dependendo também do tempo”, diz a empresária.

Já o empresário Joel Aleixo teve a ideia de fazer florais para cães, gatos e outros animais. Em termos de negócio, foi um achado. Após um ano, ele vende por mês 30 mil frascos de florais usados para fins terapêuticos.

A produção é feita em Cotia, na Grande São Paulo. O empresário cultiva mais de 30 tipos de flores no fundo de casa. O empresário investiu R$ 200 mil em equipamentos e testes. As flores são imersas numa mistura de água e álcool que depois é borrifada em bolinhas feitas de farinha e açúcar

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SP gasta R$ 33 milhões por ano com pensões para ex-deputados

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Fernando Gallo, na Agência Estado [via UOL]

Dois ex-ministros, um ex-governador, um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), uma viúva de governador, a madrasta de um senador e até o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) estão entre os 266 ex-deputados ou dependentes que recebem pensão vitalícia relativa à extinta carteira previdenciária dos deputados paulistas. Instituída em 1976, a carteira foi encerrada em 1991, mas aqueles que contribuíam com ela tiveram seus direitos preservados.

O governo do Estado, que atualmente é quem banca as pensões, gasta anualmente cerca de R$ 33 milhões com os 148 dependentes e 118 ex-deputados que recebem o benefício – são 125 na lista, mas sete cumprem mandato e atualmente não ganham.

A lista dos beneficiários foi repassada à reportagem pela Secretaria da Fazenda após pedido com base na Lei de Acesso à Informação. Até a vigência da lei, a secretaria informava o número de pensionistas e o valor total gasto, mas preservava o sigilo da identificação deles.

Os vencimentos variam de R$ 10.021 a R$ 18.725 no caso de ex-deputados, e de R$ 7.515 a R$ 18.725 no caso de dependentes. Como o teto do funcionalismo subirá em janeiro porque o salário do governador Geraldo Alckmin será reajustado, o teto das pensões chegará ao dos salários dos deputados – R$ 20.042.

Os dois ex-ministros que recebem pensão da Assembleia são Wagner Rossi, que chefiou a Agricultura no governo Dilma Rousseff, e Almir Pazzianotto, responsável pelo Trabalho no governo José Sarney. Ambos cumpriram dois mandatos na Assembleia e recebem, mensalmente, R$ 10.021, metade do salário de um deputado estadual.

A lei que instituiu a carteira previa que com oito anos de contribuição o parlamentar poderia requerer metade da pensão, e daí proporcionalmente até 20 anos de contribuição, quando poderia receber o valor total.

Compulsória

Rossi não respondeu os contatos da reportagem. Pazzianotto, que acumula a pensão da assembleia com a do Tribunal Superior do Trabalho, afirmou que, quando entrou no Legislativo, a contribuição com a carteira era compulsória. “E não me pareceu justo deixar de receber depois de ter contribuído. Se eu morresse, minha família não receberia nada.” Ele disse também que contribuiu por mais de 20 anos com a Previdência Social e não recebe nada porque se aposentou no serviço público.

Outro que recebe por ter cumprido dois mandatos é o ex-governador e vice-presidente do PSDB, Alberto Goldman, que ganha R$ 12.025 mensais. Ele foi deputado entre 1971 e 1979. Goldman não quis comentar sobre a moralidade do benefício. “Nem discuto essa questão”.

O conselheiro do TCE Robson Marinho, que recebe cerca de R$ 20 mil líquidos no tribunal, também recebe R$ 10.021 mensais de pensão.

O presidente da CBF, José Maria Marin (foto), que ganha salário de R$ 160 mil na confederação e R$ 110 mil no Comitê Organizador da Copa, ganha R$ 16.033 de pensão por dois mandatos cumpridos na Casa. A assessoria de Marin informou que ele está em viagem e não poderia comentar.

A madrasta do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), Roseli Fátima Gonzales, recebe R$ 7.515 todo mês por ter se casado com o pai do senador, também chamado Aloysio Nunes Ferreira, que foi deputado estadual durante dois mandatos na Assembleia. Detalhe: ele trabalhou no Legislativo paulista de 1954 a 1962, antes, portanto, da criação da carteira, que só seria instituída mais de uma década depois, em 1976. A reportagem não conseguiu localizar Roseli Fátima.

Candidato à Presidência da República pelo PSOL em 2010, Plínio de Arruda Sampaio também figura entre os pensionistas, embora nunca em seus 82 anos de vida tenha sido deputado estadual. Plínio foi deputado federal e foi incluído na carteira porque esta compreendia todos os parlamentares de São Paulo, estaduais e federais. Ele recebe R$ 10.021 mensais.

O ex-candidato diz que chegou a abrir mão da pensão, mas sustenta que o governo do Estado lhe afirmou que não podia por se tratar de uma “verba familiar” e, portanto, compulsória. Ele diz que durante algum tempo não mexeu no dinheiro depositado, até que um filho o convenceu a receber a pensão e sugeriu que ela custeasse sua militância política.

Plínio afirma que a verba hoje ajuda a pagar um jornal de esquerda que edita. “Esse dinheiro vai inteirinho para custear o Correio da Cidadania. Ele não entra na minha fazenda pessoal.”

Também é pensionista Florinda Gomes Covas, a dona Lila, viúva do ex-governador Mário Covas. Covas, assim como Plínio, nunca cumpriu mandato na Assembleia Legislativa, mas foi deputado federal durante três legislaturas. Ela não foi localizada para comentar o assunto. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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Mulher é atacada no Facebook após foto brincando com placa de ‘silêncio’

silencioCampanha no Facebook pede pela demissão de Lindsey Stone após foto polêmica em monumento nacional (Foto: Reprodução/Gawker)

João Kurtz, no TechTudo

Uma foto controversa postada no Facebook custou caro para a americana Lindsey Stone. Em outubro, ela visitou o “Túmulo do Soldado Desconhecido” no Cemitério Nacional de Arlington, na Virgínia, nos Estados Unidos, e tirou uma fotografia perto de uma placa de silêncio enquanto fazia gestos obcenos. No entanto, a recepção da imagem na Internet foi negativa e a mulher perdeu o emprego.

Em resposta à indignação crescente, Stone tentou amenizar a polêmica. “Isto é apenas nós, os babacas que somos, desafiando a autoridade em geral. Assim como a foto que postamos na noite anterior, que me mostra fumando perto de uma placa de proíbido fumar. Nós obviamente não queríamos desrespeitar as pessoas que servem ou serviam nosso país”, afirmou.

A resposta não funcionou. Uma página no Facebook foi criada logo em seguida com o nome “Fire Lindsey Stone” (“Demitam Lindsey Stone”), que já conta com mais de 9 mil curtidas. A página pedia que a americana fosse demitida de seu trabalho na LIFE, uma organização sem fins lucrativos que trata de adultos com dificuldades de aprendizado.

“Os empregadores dela precisam saber o quanto esta pessoa desrespeitosa gasta oxigênio”, disse o criador da página, que afirma ser um inválido da “Operação Iraqi Freedom”. Ele acrescentou que a viagem de Stone para Arlington foi patrocinada pela empresa.

Com a escalada da controvérsia, a LIFE colocou Stone e o funcionário que tirou a foto em licença não remunerada. No último dia 19, a organização afirmou que “a foto não reflete nossas opiniões ou valores. Temos orgulho em ter veteranos em nossa equipe e no conselho administrativo, e valorizamos seus serviços. Os homens e mulheres que lutaram e sacrificaram suas vidas com altruísmo para proteger os direitos e vidas dos americanos merecem nosso respeito e gratidão. Nós sabemos que esta foto é um desserviço para os veteranos e estamos tristes que ela foi compartilhada em um meio público”.

Já na sexta-feira (21/11), a empresa publicou uma nova nota no Facebook, anunciando que os dois funcionários foram demitidos. “Nós ressentimos qualquer desrespeito aos militares e suas famílias. A publicidade do incidente foi frustrante para as pessoas que atendemos”, dizia a nota. A diretora da LIFE, Diane Enochs, afirmou que Stone era uma boa funcionária, que trabalhava no grupo há 18 meses.

O “Túmulo do Soldado Desconhecido”, onde Stone tirou a fotografia polêmica, é uma sepultura que contém os restos mortais de militares não identificados e é dedicada a todos os soldados mortos em guerra. Estes locais costumam ser respeitados como monumentos nacionais.

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