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Mulher pede divórcio após marido não gostar de ‘Frozen: Uma Aventura Congelante’

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Publicado no Cinepop

Ao que parece, nem todo mundo sonha em construir um boneco de neve falante… Uma mulher no Japão entrou com a papelada do divórcio após seu marido admitir que não gostou da animação ‘Frozen: Uma Aventura Congelante’.

Segundo o site Kikonsha no Hakaba, a mulher de 29 anos foi aos cinemas várias vezes sozinha para assistir a animação e se encantou com a obra da Walt Disney. Ele inicialmente resistiu ao seu pedido, mas percebendo que ela não iria deixá-lo em paz, cedeu e topou assistir ao sucesso de bilheteria.

Quando o marido revelou que não gostou do longa , sua esposa preferiu pedir o divórcio, após seis anos de casamento:

“Se você não é capaz de entender o que faz desse filme algo maravilhoso, há algo muito errado em você como ser humano. Eu quero o divórcio”, afirmou a querente.

Let it go…

Assista ao trailer do filme “separa casais“:

Jovem autodidata cria bolos que reproduzem planetas fielmente

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Publicado no Hypeness

Rhiannon podia ser só uma cozinheira de bolos saborosos e com boa aparência. Mas a sua paixão por astronomia a levou a algo ainda melhor – bolos em forma de planetas. O que mais impressiona é o detalhe que ela alcança, reproduzindo até camadas de hidrogênio molecular com recurso a manteiga de amêndoa.

A australiana é autodidata e começou suas investidas no mundo dos bolos planetários depois de ter criado um para a sua irmã levar para uma aula de geologia. O que começou em brincadeira acabou num talento divertido, visto que os bolos que ela produz são cientificamente precisos, quanto às camadas utilizadas.

Por exemplo, no caso de Júpiter, o centro é feito de bolo de chocolate molhado, representando o gelo e a rocha próprias desse planeta. Do centro pra fora, é possível ver outras camadas, como a de hidrogênio metálico, conseguida com manteiga de amêndoa, ou a de hidrogênio líquido, feita com baunilha colorida. Lá não faltam a marcante Grande Mancha Vermelha ou as nuvens à superfície, pintadas com uma cobertura que reproduz fielmente a imagem que temos do planeta.

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O bolo Terra também é geograficamente preciso, com os continentes desenhados com uma mistura de pasta de gel. O legal é que Rhiannon criou um blog onde posta todas as suas criações – vale a pena acompanhar o Cakecrumbs.

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E pensar que Rhiannon aprendeu tudo isso sozinha (ela tem 25 anos). No entanto, a cozinheira artística parece disposta a ajudar e criou um tutorial detalhado explicando como fazer essas camadas esféricas em bolos. E vem com vídeo e tudo:

Sertanejo universitário por quê?

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Marcelo Rubens Paiva, no Estadão

Difícil detectar como surgiram alguns achados brasileiros, o chorinho [não a música, mas a dose extra que nos é servida na maioria dos bares] e o sertanejo universitário [a música, não o interiorano que entrou na faculdade].

Quando começou?

1. Chorinho.

Peça um uísque. O garçom trará a garrafa, para você conferir a procedência, exigência de uma economia que convive há séculos com contrabando e pirataria, servirá a dose numa pequena cuia de alumínio de 15 a 60 ml chamada dosador, ou medidor, passará o maltado para o copo com ou sem gelo, e em seguida banhará da própria garrafa as pedras que flutuam. É lançado o sorriso cúmplice, vem a piscada:

“Só pra você, que é exclusivo.”

Se você é da casa, sabe para que time o garçom torce e até o apelido dele, a dose extra é “no capricho”, outra expressão brasileira dúbia, pois indica que há doses e porções que não vêm caprichadas, já que existem aquelas especiais para clientes preferenciais.

Com um chorinho, o cliente se sente mimado, qualificado.

O estabelecimento aparenta ofertar mais do que o usual, fugir à regra, tratar você com devoção, sem mesquinharia, sem se importar com os lucros, pois foi com a sua cara, gostou do seu jeito, você é um cara bacana, que merece a quebra de protocolos. Ambas as partes ficam satisfeitas.

Pode-se dizer que, como em Casablanca, é o começo e a prova de uma longa amizade.

No entanto, é evidente que a dose extra já está embutida no preço, que os R$ 20 em média que você paga por uma dose de um bom escocês envelhecido é exorbitante, já que a garrafa de um litro custa perto de R$ 100, dependendo do fornecedor- se não atravessou o Rio Paraná numa balsa improvisada, proveniente das destilarias do Chaco-, garrafa em que vem muito mais do que quatro ou cinco doses, talvez 30, talvez 40, ou 66,6 doses, se utilizado o medidor de 15 ml, cuja matemática tira do coma alcoólico o mais dedicado dos boêmios: está-se pagando R$ 1.320 por garrafa, 13,2 vezes mais.

Portanto, o chorinho não é um favor, é um truque que entorpece e ilude o brasileiro.

Outro exemplo: o milk-shake que vem acompanhado pela sobra. O garçom deposita o copo de vidro e o de alumínio em que o sorvete foi batido. Em lanchonetes, a sobra dá outra dose. E tem aquela que a sobra é maior do que a dose original, como o prato “que dá pra dividir”, outra invenção brasileira.

É verdade que é difícil dosar a quantidade de cada cliente.

O que um surfista adolescente bebe ou come é diferente daquilo que uma modelo que fará teste para o próximo desfile deixa no prato, ou moças com colesterol alto e rapazes com glicemia alta evitam.

Mas se você se encanta pela generosidade de quem serve, relaxa.

Está tudo embutido no preço.

copo 2. Sertanejo Universitário.

Universitário por quê?

Tem pensamento pré-socrático, semiótica, behaviorismo, sociobiologia, antropologia e darwinismo social, niilismo e hipóteses do pensamento ocidental debatidas nas letras? Algum indício das contradições do pensamento marxista? Marx aparece como historiador ou economista? A dialética é retratada num rasta pé ou bate-coxa com diploma?

Mimesis, de Auerbach, dá para ser anunciado. Rola a letra “Auerbach é das mais significativas referências, nos estudos de cunho hermenêutico, eu, eu, eu, de exegese literária, ai, ai, ai, fez uma abordagem original da questão da representação, sai do chão!”?

k50 Nada disso. Sertanejo universitário retrata o pensamento que rola fora das salas de aula nas baladas estudantis.

Como o forró universitário, que nasceu no Remelexo, casa de Pinheiros frequentada pela juventude dourada da USP, que queria em São Paulo aquilo que dançava nas férias de Trancoso, Itaúnas e Canoa Quebrada, o sertanejo universitário se apresenta como uma releitura distanciada do modelo anterior. É influenciado pelo sertanejo de raiz, de Tonico & Tinoco, Alvarenga & Ranchinho, e pelo sertanejo mullets, de Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo, mas com um conteúdo que recupera a futilidade do novo pagode e detalha os efeitos macroeconômicos da expensão da fronteira agrícola e do lulismo- como exaltação do consumo, facilidade do crédito e mudanças na pirâmide social.

O Camaro, símbolo das pistas de corrida Nascar do Meio-Oeste americano, é retratado como uma arma para a vingança na batalha da luta de classes da sedução amorosa no sucesso de Munhoz & Mariano, Camaro Amarelo: “Agora eu fiquei doce igual caramelo, tô tirando onda de Camaro amarelo, e agora você diz ‘vem cá que eu te quero’, quando eu passo no Camaro amarelo. Quando eu passava por você na minha CG, você nem me olhava. Fazia de tudo pra me ver, pra me perceber, mas nem me olhava. Aí veio a herança do meu véio, e resolveu os meus problemas, minha situação.”

O antigo motoqueiro de uma humilde mas eficiente CG 125 cilindrada, modelo da Honda de motor 4-tempos monocilíndrico arrefecido a ar, cuja potência máxima é de 11,6 cavalos e custa em torno de R$ 5,5 mil, ficou doce e rancoroso ao adquirir um carro da Chevrolet, que custa a partir de R$ 200 mil, V8 de 406 cavalos, com câmera de estacionamento com visualização através de uma tela de LCD de sete polegadas.

“Do dia pra noite fiquei rico, tô na grife, tô bonito, tô andando igual patrão. E agora você vem, né? Agora você quer. Só que agora vou escolher, tá sobrando mulher”, finaliza o novo-rico.

Já dupla Ronny & Rangel, do sucesso Puxa, Agarra e Chupa, que virou obrigatório em formaturas universitárias, deu um troco mais ambicioso no projeto da dupla anterior.

Camaro?

marcelo“Todo mundo fala de carrinho, mas meu negócio é outro, comprei jatinho, a playboyzada sai de caminhonete, meu avião lotado só de piriguete. Estoura uma champanhe pra gente comemorar, o clima tá gostoso, o bicho vai pegar. Vai se acostumando que ninguém é de ninguém. Ai meu deus do céu, ram, hoje tem!”

Se Puxa, Agarra e Chupa era o reflexo de um evidente caso de transferência do desejo pela mãe, que impedia o autor de tomar atitudes, expor suas vontades ao viver encolhido num espectro de castração (“com as palavras eu me perco, eu não sei falar direito, e quando eu tô a fim, timidez é meu defeito”), Festa no Jatinho acredita no sonho sem limites, no projeto de redistribuição de renda, proveniente de um novo sertão rural irrigado, terra do agronegócio, de oportunidades que proporcionam inversão da pirâmide social aliada ao ProUni e sistema de cotas que oferece chances antes remotas de ascensão.

E pensar que Menino da Porteira e Chico Mineiro, compostos pela universidade da vida, deram em ganância e esnobismo “universitários”.

Cientista da Nasa diz que busca por vida em lua de Júpiter é promissora

Lua Europa teria maior probabilidade por possuir oceano líquido sob o gelo. Robert Pappalardo, do laboratório Jet, comentou fato em evento nos EUA.

publicado no G1

Na busca por vida no sistema solar, a Europa, uma lua de Júpiter que abriga um oceano, parece mais promissora do que Marte, o grande deserto onde os Estados Unidos concentram seus esforços limitados por cortes orçamentários, afirmam especialistas.

“Fora da Terra, a Europa é o lugar do nosso sistema solar com a maior probabilidade de se encontrar vida, e deveríamos explorá-la”, afirmou Robert Pappalardo, cientista responsável do Jet Propulsion Laboratory (JPL), laboratório da agência espacial americana Nasa.

Ele comenta que a lua é recoberta por uma camada de gelo relativamente fina, possui um oceano (líquido sob o gelo) em contato com rochas no fundo, é geologicamente ativa e bombardeada por radiações que criam oxidantes e formam, ao se misturar com a água, uma energia ideal para a vida.

No entanto, a pedido da Nasa a missão que exploraria a lua Europa foi revista devido a um corte de custos, explicou à imprensa o cientista, durante a conferência anual da Associação americana pelo avanço da ciência (AAAS, em inglês), que acontece em Boston até o dia 18 de fevereiro.

O JPL, aliado ao laboratório de física aplicada da Universidade Johns Hopkins, em Maryland, concebeu um novo projeto de exploração chamado “Clipper” num valor total de US$ 2 bilhões, sem contar com o lançamento da nave.

O aparato seria colocado na órbita de Júpiter e realizaria vários vôos de aproximação à Europa, seguindo o exemplo da sonda Cassini em Titã, uma lua de Saturno. “Desta forma, podemos cobrir de forma eficaz toda a superfície da Europa, pela metade do custo inicial”, assegurou Pappalardo. Se for aprovado, o “Clipper” pode ser lançado em 2021 e demoraria de três a seis anos para chegar à lua Europa.

Em comparação, são necessários apenas seis meses para se chegar a Marte. De qualquer forma, a Nasa informou não possuir fundos suficientes para sustentar a missão Clipper no atual contexto de cortes orçamentários.

Uma prioridade científica 
No entanto, a agência espacial anunciou em dezembro o envio de um novo robô a Marte em 2020 seguindo o exemplo do Curiosity, um projeto de US$ 2,5 bilhões. Tendo chegado ao planeta vermelho em agosto de 2012, o Curiosity busca determinar se Marte pode ter desenvolvido alguma forma de vida.

De acordo com os projetos atuais de exploração robótica da Nasa, os Estados Unidos não terão mais sondas na parte mais longínqua do sistema solar após a chegada da nave Juno à órbita de Júpiter em 2016, programada para se chocar contra o planeta um ano mais tarde.

Por outro lado, a Nasa pode participar da missão da Agência Espacial Europeia (ESA) a Júpiter e as suas luas, batizada de “Jupiter Icy Moon Explorer”, com previsão de chegada para 2030.

O robô Curiosity em Marte (Foto: Divulgação / Nasa)
O jipe Curiosity em Marte (Foto: Divulgação / Nasa)

Embora Pappalardo admita que Marte representa grande parte da exploração do sistema solar pela Nasa, ele acredita que a agência “também deveria explorar lugares que constituem uma grande prioridade científica”. “Uma das perguntas fundamentais é saber se existe vida fora do sistema solar”, completou.

Enquanto Marte pode ter sido habitada a bilhões de anos atrás, a Europa pode ser propícia à vida neste momento, insistiu o cientista. “Se a Europa é o melhor lugar do sistema solar para abrigar vida depois da Terra, a Encelade, uma lua de Saturno, a segue de perto”, ressaltou Amanda Hendrix, do Instituto de ciência planetária em Tucson (sudoeste).

A Encelade conta com ‘um mar e um oceano de água líquida embaixo de uma camada de gelo e é geologicamente ativa com uma fonte de calor no polo sul, além de um gêiser que emite partículas de água’, explicou na mesma coletiva de imprensa. A Europa foi observada de perto pela primeira vez pelas sondas americanas Voyager em 1979 e Galileo nos anos 1990.

Natal mágico da China

Quem visita o Harbin Ice and Snow Festival’s não só se vislumbra as esculturas, como pode subir as escadas de gelo, deslizar em escorregadores e rodar a cidade à bordo de carruagens

publicado no BlogCriativo

Há um lugarzinho no nordeste da China, quase na Rússia, que tem o poder de transformar o gélido inverno do hemisfério norte em uma época mágica! Pra quem já esteve em temperaturas abaixo de zero sabe que o estímulo tem que ser bem grande para colocar os pezinhos para fora de casa! Mas na cidade de Harbin essa tarefa não é nada difícil! Isso porque todo ano, na noite de Natal, surge por lá uma cidade mágica, inteiramente de gelo! São diversas esculturas em tamanho real iluminadas por luzes impressionantes. Vê só!

Não precisa nem dizer que, apesar do inverno extremo, o lugar atrai milhares de turistas de todo o mundo, todos os anos. Quem visita o Harbin Ice and Snow Festival’s não só se vislumbra as esculturas, como pode subir as escadas de gelo, deslizar em escorregadores, e rodar a cidade à bordo de carruagens, no maior estilo de conto de fadas!

O Natal em Harbin é um gelo sim! Mas a gente duvida que o coração não esquente por lá! :)