Pai causa polêmica ao ‘amamentar’

O gesto de Rodolfo para acalmar a filha Valentina dividiu opiniões nas redes sociais; leia o depoimento do jovem

pai

Melina Dias, na Pais&Filhos

Pai de Valentina, o videomaker Rodolfo Francisco Ribeiro Marga, do ABC paulista, expôs um episódio marcante de sua intimidade como pai para demonstrar seu apoio à Semana de Amamentação. A foto dele “amamentando” sua filha causa sensação nas redes sociais. Negativas e positivas. No seu depoimento, Rodolfo explica como tudo aconteceu:

“Em homenagem à semana mundial de amamentação, vou postar a foto polêmica novamente. Sim, essa foto já rodou alguns vários grupos de mães que são a favor da amamentação/ parto natural e, sim, eu já fui xingado por alguma delas com adjetivos do tipo “bizarro,  pedófilo, insano, nojento e etc”, mas  eu não ligo e nem liguei porque a foto tem uma história bem mais interessante por trás que eu vou contar abaixo.

Certo dia, quando Valentina ainda tinha poucos meses de vida (creio que entre 2 e 3 meses) a Jé Bonizzi precisou sair pra fazer um exame, coisa rápida , era algo em torno de 45 minutos e ela já estaria de volta, pois bem, ela amamentou a Valentina e ela foi dormir a soneca da tarde (aquela que dura por volta de 2h).

A  Jé saiu e eu fiquei lá, do lado do berço, vendo de 10 em 10 minutos se o bebê tava respirando. Se você é pai sabe do que eu tô falando, se não é, certeza que você vai ter esse tique também e tal. Passou 1h e plim, o bebê acordou, acordou tranquila e rindo. Liguei para Jé e ela estava presa no trânsito e para ajudar tinha começado a chover.

Bom, distrai o bebê enquanto pude até que veio …. o choro, eu sabia que era o choro de fome (Tina sempre teve choros característicos) e aquele choro foi aumentando até que chegou ao ponto que eu pensei: “E agora? O que eu faço?”. Liguei de novo pra Jé e adivinha? Caixa postal.

Bom, pensei comigo, às vezes não é fome, às vezes é carência. Num súbito acesso fiz o que me veio à cabeça, vou amamentar. ‘Amamentar? tá louco?’. Sim, eu estava, minha filha estava chorando e a mãe estava longe.

Bom ela pegou o peito, cerrou a gengiva (não, não doeu) e ficou lá, parada, sem sugar, sem nada, mas o choro parou , ela ficava me olhando..  devia estar pensando: ‘Minha mãe não tem barba , mas é o que tem pra hoje,  né?.  Isso durou 15 minutos e ela voltou a dormir!

Quando a Jé chegou, depois de 3h — toda desesperada porque a essas horas ela já devia ter sentido (mãe tem essas coisas) que o bebê já devia estar acordado — veio e me perguntou:
– Ela não acordou ainda?
– Acordou
– E não chorou?
– Chorou muito.
– E o que você fez?
Eu, com aquela cara de super-homem (ou super-pai) falei:
– Amamentei.

Lógico que tive que mostrar isso posteriormente para ela e ai ela tirou essa foto.

É assim, eu sou homem, não produzo leite, mas acredito que o amamentar vai muito além disso, é um contato direto que você tem com o seu filho/filha, é como se você mostrasse para ele o que é amor/carinho/atenção, mas numa língua que ambos entendam.

Então tá aí. Parabéns a quem amamenta, a quem tenta amamentar (se tiver dúvida, procure as meninas do Grupo Virtual de Amamentação) e a quem apoia a amamentação.”
#smam2013  #amamentação

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Evangelho das vadias: cadê o Amarildo?

vadias

Nancy Cardoso Pereira, no Facebook

Eu sou daquela religião que espera pelo corpo com o corpo: ressuscitado! A espera se move pela paixão por tudo que é humano… tanta e toda capaz de enfrentar a morte: a cruz.

Aborreço os senhores – horrorizai-vos – que querem travestir a fé de Jesus numa expressão obediente de louvores estéreis: não louvo pra que a “som livre” toque – deslouvado seja! Nem me deixo convencer pelo balbucio do senso comum da bondade: eu quero mais! Bem aventuradas as desobedientes porque elas quebram os espelhos de quem manipula deuses, ofertas & santidade.

Minha religião é aquela entre outras de Jesus que goza com o corpo vivo, morre com o corpo solidário de paixão e ressuscita na espera ativa das mulheres que não admitem que a morte diga a última palavra: nem não!

Não esperamos que nos deixem subir no altar, galgar posições e traficar influência como padres, pastores, profetas, ministros, bispos, arcebispos, cardeais, vigários & teólogos a granel. Esperamos a ressurreição do corpo com a menina dos olhos ardida de desejo, gás de pimenta e sono.

Nossa tradição religiosa vem das mulheres que ressuscitaram Jesus com sua espera audaciosa e persistente: “onde colocaram o corpo de quem eu amo?” – elas perguntavam com o zelo de quem cultiva um orgasmo, arrisca um jardim, desenha um doce, faz o salário chegar no fim do mês, apoia a amiga que vai abortar, organiza uma greve, alimenta a fome com a vontade de comer e lava as roupas ciente de que o que suja o mundo é o medo, a desigualdade e a opressão.

Onde colocaram o corpo de quem eu amo? – diz Madalena.

“Porque levaram embora o corpo do meu Senhor, e não sei onde O colocaram.”  Evangelho de João 20, 13

Repetiam o gesto antigo de amante e mãe, companheira e irmã que insiste em saber:

” me digam onde colocaram o corpo e eu cuidarei dele…” Evangelho de João 20, 15

Reivindicam o corpo porque denunciam as muitas mortes e já não aceitam um deus que exige sacrifício, que justifica a injustiça ou atenua o desespero. Elas perguntam pelo corpo do homem morto e se atrevem com perfumes, os seios a mostra e panos, bandeiras e cartazes que desnudam toda pretensão das virtuosas.

Herdamos o gesto des-esperado de Rispa que teve dois filhos mortos pela disputa pelo poder nos tempos do rei Davi… que uma história assim não se esquece! Aquele-no-governo disputava o poder na ponta da espada, na lógica do medo e traição e entregou para mercenários os 2 filhos de Rispa e outros 5 filhos de outra mulher. Os sete enforcados em praça pública, expostos como ação de polícia pacificadora… mas ninguém se atrevia a baixar os corpos, a assumir a morte, a dizer o que aconteceu.

E a mulher antes de todas nós foi lá e fez:

Então Rispa, filha de Aiá, tomou um pano de cilício, e estendeu-lho sobre uma penha, desde o princípio da sega até que a água do céu caiu sobre eles; e não deixou as aves do céu pousar sobre eles de dia, nem os animais do campo de noite. 2 Samuel 21, 10

E ela perguntava pelos corpos dos filhos, pelos filhos da outra: sem cansar, sem desistir: onde está o responsável? quem tinha o poder de deixar que tirassem a vida do corpo desses meninos: que assuma! Que venha a público! Que se assuma a responsabilidade! E assim ela fez dias e dias, semanas e meses… até que o grande poderoso, violento e dissimulado rei Davi assumisse o crime: não foi ele… mas foi a política dele! Criminoso!

e depois disto deus fez paz com a terra…2 Samuel 21, 14

Minha religião é essa, essa minha tradição, as apóstolas da justiça, as herdeiras da coragem que move a esperança. Nós também queremos saber: Onde está o Amarildo da Rocinha? O que fizeram com ele? Quem fez? Quem vai assumir a responsabilidade? E nesse domingo com todas as mães de maio – guerreiras de todas as periferias – e todos os outros dias necessários repetiremos o gesto amoroso de perguntar pelo corpo d@s filh@s do povo e todas as igrejas e comunidades que se comprometem com o evangelho de Jesus vão entoar o único cântico que Deus acolhe: aonde está o teu irmão? aonde está tua irmã?  Gênesis 4

Pastora Metodista, Nancy é autora de Receitas de Vida: Na cozinha com Elias e Eliseu e de A Leitura Popular da Bíblia: À Procura da Moeda Perdida

dica do Pércio Faria Rios

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Amamentou em público e ganhou uma pizza

Publicado originalmente no Nerd Pai

Acreditem, mas existem muitos e muitos casos que mães, ao amamentar seus Jovens Padawans em público, recebem olhares de reprovação. Sim, as pessoas acham nojento e sem educação colocar o peito para fora e deixar que o moleque beba seu leitinho tranquilo.

Porém algo inusitado ocorreu em uma pizzaria nos Estados Unidos. Uma família, pai, mãe e um bebê, pediram uma pizza e a mãe aproveitou a espera e deu de mamar para o seu filho. Quando veio a conta, uma linda surpresa.


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Eu paguei uma de suas pizzas. Por favor, agradeça a sua esposa por amamentar

A garçonete da pizzaria PAGOU uma das pizzas e agradeceu o gesto da mãe, de amamentar o seu filho.

E a fé na humanidade é restaurada, não?

Quantas curtidas essa garçonete merece?

Confira AQUI o post que a mãe fez no Facebook.

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Karen Armstrong: “Não espere muito do papa Francisco”

A mais importante historiadora das religiões diz que o novo pontífice não será capaz de reformar a Igreja Católica

TRANSCENDENTE Karen Armstrong, em São Paulo. Para ela, Deus responde à necessidade humana de alcançar o inexplicável (Foto: Alexandre Severo/ÉPOCA)
TRANSCENDENTE
Karen Armstrong, em São Paulo. Para ela, Deus responde à
necessidade humana de alcançar o inexplicável
(Foto: Alexandre Severo/ÉPOCA)

Luís Antônio Giron, na Época

A britânica Karen Armstrong, de 68 anos, tornou-se freira em 1962, num gesto de revolta contra o materialismo de sua família. Seus ideais religiosos se desfizeram nos sete anos em que esteve no convento. Quando desfez os votos, depois de se formar em letras na Universidade Oxford, já não acreditava em Deus. Passou a estudar as religiões para tentar recuperar a fé. Tornou-se a mais eminente historiadora das religiões da atualidade. Escreveu duas dezenas de livros sobre o tema. Foi pela ciência que ela diz ter reencontrado Deus. Há duas semanas, ela participou da série de debates Fronteiras do Pensamento, em Porto Alegre e São Paulo. Falou com ÉPOCA sobre intolerância religiosa, fundamentalismo e ateísmo. Para ela, Deus não existe se não é praticado.

ÉPOCA – O papa Francisco promoverá mudanças importantes na Igreja Católica?
Karen Armstrong –
A chegada de um papa latino-americano está dando um ar novo ao Vaticano, um local que precisa se livrar da poeira. O cardeal Jorge Mario Bergoglio conviveu com a pobreza na Argentina. A escolha do nome Francisco comprova seu compromisso com um voto de pobreza. Gostei de vê-lo se hospedar num hotel modesto de Roma. Foi um gesto natural e bonito. Mas ele continua a ser conservador, escolhido pelo mais retrógrado dos papas, João Paulo II. Não espere muito do papa Francisco. Não só porque é difícil romper com a rigidez e a decadência do Vaticano, mas também porque seu perfil é austero. Ele não realizará as reformas radicais de que a Igreja Católica precisa.

ÉPOCA – Uma reforma poderia abrir a Igreja à maior participação das mulheres. Se a senhora fosse eleita papisa num conclave, quais seriam suas primeiras medidas?
Karen –
Seria impossível. Mas começaria fazendo aquilo que Bergoglio deveria ter feito no instante em que apareceu à multidão do balcão da igreja de São Pedro: pedir desculpas pelos pecados que a Igreja cometeu nos últimos anos. Pediria perdão às crianças assediadas sexualmente por sacerdotes. Pediria perdão às vítimas, porque o papa João Paulo II ocultou esses problemas, incentivando a pedofilia no seio da Igreja. Eu me desculparia com as freiras, por elas sempre ocuparem um lugar secundário tanto nas missas como na hierarquia da Cúria romana. Decretaria, além da participação das mulheres religiosas em todos os níveis da Igreja, o fim do celibato e o direito à opção sexual dos religiosos. Isso traria uma renovação espiritual ao catolicismo. O celibato clerical surgiu arbitrariamente, no século XI, por decreto do papa Gregório VII. Esse decreto está mais do que na hora de cair. É impossível manter a Igreja com proibições que vão contra a natureza humana. O resultado são escândalos sexuais em todos os lugares envolvendo padres.

ÉPOCA – O aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo podem ser aceitos por alguma igreja cristã?
Karen –
A permissão do aborto e do casamento gay será muito difícil, senão impossível, pois são temas tabus, que chocam milhões de pessoas. Para ser sincera, considero o aborto e o homossexualismo reflexo da civilização egoísta, materialista e consumista em que vivemos. São temas pouco relevantes numa revolução religiosa. Há coisas mais urgentes a fazer, como as que citei anteriormente.

ÉPOCA – Seu livro 12 passos para uma vida de compaixão afirma que a solução para os conflitos mundiais está em aplicar a “regra de ouro”, de Confúcio: “Não trate os outros como você não gostaria de ser tratado”. É suficiente?
Karen –
Sim, porque a regra de ouro é prática. Ela implica uma ação. Ela sugere a prática de um valor que está em quase todas as religiões: a compaixão – palavra que significa “colocar-se no lugar de outra pessoa e sentir o que ela sente”. Daí nasce a atitude altruísta, que pode mudar a história. As religiões são disciplinas que levam seu praticante a agir.

“Alcançar Deus requer disciplina
e desprendimento. Não combina com a era tecnológica”

ÉPOCA – Um dos passos que a senhora arrola para viver em compaixão é bem difícil de praticar: “Ame seus inimigos”. Como é possível?
Karen –
Quando Cristo prega que precisamos amar o inimigo, ele não sugere que você se entregue a ele. Na realidade, ele aconselha evitar o ódio e a vingança. Nelson Mandela (ex-presidente da África do Sul) e o Dalai-Lama (líder espiritual tibetano) são exemplos atuais de homens que não praticaram o revanchismo nem o ódio em relação a seus inimigos. Mandela buscou a reconciliação, mesmo depois de ter permanecido na prisão por 27 anos. O Dalai-Lama não condenou os algozes do budismo, os chineses. Os dois não se vingaram. Preferiram a vida da compaixão.

ÉPOCA – No ensaio Em defesa de Deus (2009), a senhora associa a intolerância, o fundamentalismo e o ateísmo, como movimentos que reduzem o sentimento religioso. Como explica esse entrelaçamento?
Karen –
Um fenômeno leva ao outro. O ateísmo contemporâneo de Richard Dawkins (zoólogo inglês) e Sam Harris (neurocientista americano) é resultado do fundamentalismo religioso. Tanto ateístas como fundamentalistas são intolerantes, pois condicionaram a existência de Deus a provas factuais e materiais. Para eles, Deus deixou de envolver a transcendência.

ÉPOCA – Num mundo regido pela ciência, a visão reducionista de Deus pode ser contagiante. Seus estudos nas mais variadas religiões constituíram uma maneira de encontrar Deus. Onde podemos encontrar Deus nos dias de hoje, afinal?
Karen –
Há um Deus comum às três grandes religiões monoteístas, que surgiram na era que chamo “axial”. Foi então que os grandes filósofos, também teólogos, chegaram à ideia de Deus. Deus está no ar, nos pássaros, nas plantas. Deus está em você neste instante. Ele não existe dessa forma, não é o sujeito barbudo das representações pictóricas. Deus é o símbolo da transcendência, uma necessidade humana de alcançar o inexplicável. Nesse aspecto, religião e arte são atividades parecidas. Ambas tentam explicar de forma não racional o que não pode ser explicado, como a mortalidade, a injustiça e a dureza da vida. Parece algo simples, mas alcançar Deus requer disciplina e desprendimento. Não combina com a era tecnológica. Mas Deus pode retornar, pois uma revolução espiritual terá de acontecer. As religiões podem ajudar nessa mudança.

ÉPOCA – Os atentados a bomba na maratona de Boston, em 15 de abril, trouxeram de volta a questão do fundamentalismo. Os irmãos Tamerlan e Djokhar Tsernaev cometeram os atentados por excesso de fé?
Karen –
Eles não sabiam nada de islamismo. Não cumpriram nenhum decreto islâmico, não fazem parte de nenhum culto organizado. Fundamentalismo foi um desculpa esfarrapada. Os dois não professavam a fé islâmica, e sim participavam de grupos de discussão e redes sociais por motivação totalmente política. Tamerlan tinha o visto de trabalho, Djokhar é cidadão americano, ambos estavam entrosados na cultura americana, com seus valores consumistas e tudo o mais.

ÉPOCA – Muitos analistas associaram o atentado à vingança islâmica.
Karen –
É uma tendência ocidental associar o terrorismo político ao fundamentalismo religioso. Não há uma frase no Corão que pregue a violência e a destruição de outro ser humano. Osama Bin Laden morreu com fama de profeta maometano, mas agiu como um militante político contra a política internacional dos Estados Unidos e de Israel. Os manifestos de Osama tinham conteúdo materialista e militante. Ele menciona os “cruzados”. Esse termo não tem, em árabe, uma conotação religiosa. É o modo como os árabes se referem às tropas ocidentais. Quando dizia “sionistas”, referia-se ao Exército israelense. Osama lutava contra a interferência do Ocidente na Palestina, na Arábia Saudita e no Iraque. Os conflitos no Oriente Médio são seculares. Não existe uma luta pela supremacia de uma religião sobre a outra. Trata-se de uma guerra tradicional, por territórios e poder.

>> O filho de dois Franciscos  

ÉPOCA – Diante de sua atual visão não religiosa em relação ao conflito entre Oriente e Ocidente, como a senhora explica sua afirmação, publicada no livro de memórias A escada espiral (2004) de que o 11 de setembro mudou o curso de sua vida e sua visão sobre religião?
Karen –
Afirmei isso porque, a partir de então, o debate sobre o choque de culturas e religiões tornou-se central. Até 2001, não se falava tanto nisso. Trabalhava mais ou menos tranquila, à sombra das bibliotecas de universidades. De repente, comecei a ser chamada a falar sobre religião. Aí me dei conta de que uma historiadora da religião, como eu, passava a ser importante para as pessoas pensarem sobre o mundo contemporâneo. Fiquei surpresa. E me tornei uma viajante mundial, não porque goste disso – odeio avião –, mas porque fui levada a me manifestar.

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Ignorada na ‘câmera do beijo’, garota joga refrigerante na cara do namorado

Publicado originalmente no UOL Jogos

Um vídeo gravado durante um dos intervalos da partida de beisebol entre os times Fresno Grizzlies e Colorado Springs Sky Sox, na Califórnia (EUA), acabou de maneira infeliz e com grande repercussão nas redes sociais. Para se ter ideia, o vídeo já teve mais de 1,1 milhões de visitas na página do Fresno Grizzlies no YouTube, conforme mostra essa matéria do site norte-americano Huffington Post.

Conhecida como a “câmera do beijo”, a imagem mostra casais nas arquibancadas. Pela tradição da brincadeira, ao ser flagrado pela câmera, o casal deve se beijar. Entretanto, uma garota foi ignorada três vezes pelo namorado. Nas duas primeiras vezes em que foram focalizados pelas câmeras, o rapaz falava ao celular e a evitou. Projetada nos telões do estádio, a imagem surpreendeu os espectadores da partida.
Irritada com a atitude do namorado, na terceira vez em que ele evitou o beijo, ela se levantou da cadeira e jogou um copo de refrigerante no rosto do rapaz. A imagem causou uma reação no público. O namorado ficou atônito, enquanto o público gritava e aplaudia o gesto da garota.

dica do Rogério Moreira

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