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Mulheres têm média de 107 peças de roupa, mas dizem não ter o que vestir

Posts de fotos nas redes sociais contribuem para insatisfação delas com as próprias roupas (foto: Getty Images)

Posts de fotos nas redes sociais contribuem para insatisfação delas com as próprias roupas (foto: Getty Images)

Publicado no Terra

Se você reclama do seu guarda-roupa, saiba que não é a única. Uma pesquisa realizada pela Sharps Bedrooms, no Reino Unido, constatou que as mulheres possuem, em média, 107 peças de roupa, mas, pelo menos uma  vez por semana, dizem que não têm o que vestir. Um dos motivos são as fotos postadas nas redes sociais, que fazem com que achem que os modelitos já estão ultrapassados. Os dados são do jornal Daily Mail.

As roupas também são consideradas inadequadas por estarem apertadas demais, grandes, não-lavadas ou amassadas. As entrevistadas consideraram que 36% dos itens de vestuário que possuem não são usáveis e declararam que ainda não estrearam 15% deles.

A pesquisa também descobriu que 67% delas acham traumático ter que encontrar algo para vestir para um evento especial e 64% sempre acabam comprando algo novo. Além disso, 36% adquirem roupas e, em seguida, as escondem dos parceiros.

Casa arrumada dá mais prazer que sexo, diz pesquisa

Pesquisa mostra que 36% dos entrevistados acham que casa limpa é o maior prazer, contra 18% que votaram em sexo

A bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica (foto: Getty Images)

A bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica (foto: Getty Images)

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Responda rápido: você prefere ter a casa limpa e arrumada ou sexo? De acordo com uma pesquisa encomendada pela fabricante de eletrodomésticos Beko, a escolha dos britânicos é o lar em ordem. Os dados são do jornal Daily Mail.

O levantamento apontou que 36% das pessoas entrevistadas disseram que casa arrumada é o maior prazer, em comparação com 34% que escolheram feriado, 18% sexo e 11% uma boa noite fora. Fora isso, constatou-se que bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica.

Mas enquanto toda a família desfruta da limpeza, o trabalho duro é principalmente das mulheres. Elas gastam, em média, seis horas a mais por semana com afazeres domésticos que os homens. São 17 horas por semana, mais de dois dias completos de trabalho. Como resultado, elas têm 23 horas de tempo livre por semana, oito horas a menos que os parceiros.

dica do Sidnei Carvalho de Souza

Gustavo Ioschpe: devo educar meus filhos para serem éticos?

HANNAH ARENDT -  “Os maiores males não se devem àquele que tem de confrontar-se consigo mesmo. Os maiores malfeitores são aqueles que não se lembram porque nunca pensaram na questão” (foto: Getty Images)

HANNAH ARENDT – “Os maiores males não se devem àquele que tem de confrontar-se consigo mesmo. Os maiores malfeitores são aqueles que não se lembram porque nunca pensaram na questão” (foto: Getty Images)

Gustavo Ioschpe, na Veja on-line

Quando eu tinha uns 8 ou 9 anos, saía de casa para a escola numa manhã fria do inverno gaúcho. Chegando à portaria, meu pai interfonou, perguntando se eu estava levando um agasalho. Disse que sim. Ele me perguntou qual. “O moletom amarelo, da Zugos”, respondi. Era mentira. Não estava levando agasalho nenhum, mas estava com pressa, não queria me atrasar.

Voltei do colégio e fui ao armário procurar o tal moletom. Não estava lá, nem em nenhum lugar da casa. Gelei. À noite, meu pai chegou em casa de cara amarrada. Ao me ver, tirou da pasta de trabalho o moletom. E me disse: “Eu não me importo que tu não te agasalhes. Mas, nesta casa, nesta família, ninguém mente. Ponto. Tá claro?”. Sim, claríssimo. Esse foi apenas um episódio mais memorável de algo que foi o leitmotiv da minha formação familiar. Meu pai era um obcecado por retidão, palavra, ética, pontualidade, honestidade, código de conduta, escala de valores, menschkeit (firmeza de caráter, decência fundamental, em iídiche) e outros termos que eram repetitiva e exaustivamente martelados na minha cabeça. Deu certo. Quer dizer, não sei. No Brasil atual, eu me sinto deslocado.

Até hoje chego pontualmente aos meus compromissos, e na maioria das vezes fico esperando por interlocutores que se atrasam e nem se desculpam (quinze minutos parece constituir uma “margem de erro” tolerável). Até hoje acredito quando um prestador de serviço promete entregar o trabalho em uma data, apenas para ficar exasperado pelo seu atraso, “veja bem”, “imprevistos acontecem” etc. Fico revoltado sempre que pego um táxi em cidade que não conheço e o motorista tenta me roubar. Detesto os colegas de trabalho que fazem corpo mole, que arranjam um jeitinho de fazer menos que o devido. Tenho cada vez menos visitado escolas públicas, porque não suporto mais ver professores e diretores tratando alunos como estorvos que devem ser controlados. Isso sem falar nas quase úlceras que me surgem ao ler o noticiário e saber que entre os governantes viceja um grupo de imorais que roubam com criatividade e desfaçatez.

Sócrates, via Platão (A República, Livro IX), defende que o homem que pratica o mal é o mais infeliz e escravizado de todos, pois está em conflito interno, em desarmonia consigo mesmo, perenemente acossado e paralisado por medos, remorsos e apetites incontroláveis, tendo uma existência desprezível, para sempre amarrado a alguém (sua própria consciência!) onisciente que o condena. Com o devido respeito ao filósofo de Atenas, nesse caso acredito que ele foi excessivamente otimista. Hannah Arendt me parece ter chegado mais perto da compreensão da perversidade humana ao notar, nos ensaios reunidos no livro Responsabilidade e Julgamento, que esse desconforto interior do “pecador” pressupõe um diálogo interno, de cada pessoa com a sua consciência, que na verdade não ocorre com a frequência desejada por Sócrates. Escreve ela: “Tenho certeza de que os maiores males que conhecemos não se devem àquele que tem de confrontar-se consigo mesmo de novo, e cuja maldição é não poder esquecer. Os maiores malfeitores são aqueles que não se lembram porque nunca pensaram na questão”. E, para aqueles que cometem o mal em uma escala menor e o confrontam, Arendt relembra Kant, que sabia que “o desprezo por si próprio, ou melhor, o medo de ter de desprezar a si próprio, muitas vezes não funcionava, e a sua explicação era que o homem pode mentir para si mesmo”. Todo corrupto ou sonegador tem uma explicação, uma lógica para os seus atos, algo que justifique o porquê de uma determinada lei dever se aplicar a todos, sempre, mas não a ele(a), ou pelo menos não naquele momento em que está cometendo o seu delito.

Cai por terra, assim, um dos poucos consolos das pessoas honestas: “Ah, mas pelo menos eu durmo tranquilo”. Os escroques também! Se eles tivessem dramas de consciência, se travassem um diálogo verdadeiro consigo e seu travesseiro, ou não teriam optado por sua “carreira” ou já teriam se suicidado. Esse diálogo consigo mesmo é fruto do que Freud chamou de superego: seguimos um comportamento moral porque ele nos foi inculcado por nossos pais, e renegá-lo seria correr o risco da perda do amor paterno.

Na minha visão, só existem, assim, dois cenários em que é objetivamente melhor ser ético do que não. O primeiro é se você é uma pessoa religiosa e acredita que os pecados deste mundo serão punidos no próximo. Não é o meu caso. O segundo é se você vive em uma sociedade ética em que os desvios de comportamento são punidos pela coletividade, quer na forma de sanções penais, quer na forma do ostracismo social. O que não é o caso do Brasil. Não se sabe se De Gaulle disse ou não a frase, mas ela é verdadeira: o Brasil não é um país sério.

Assim é que, criando filhos brasileiros morando no Brasil, estou às voltas com um deprimente dilema. Acredito que o papel de um pai é preparar o seu filho para a vida. Essa é a nossa responsabilidade: dar a nossos filhos os instrumentos para que naveguem, com segurança e destreza, pelas dificuldades do mundo real. E acredito que a ética e a honestidade são valores axiomáticos, inquestionáveis. Eis aí o dilema: será que o melhor que poderia fazer para preparar meus filhos para viver no Brasil seria não aprisioná-los na cela da consciência, do diálogo consigo mesmos, da preocupação com a integridade? Tenho certeza de que nunca chegaria a ponto de incentivá-los a serem escroques, mas poderia, como pai, simplesmente ser mais omisso quanto a essas questões. Tolerar algumas mentiras, não me importar com atrasos, não insistir para que não colem na escola, não instruir para que devolvam o troco recebido a mais…

Tenho pensado bastante sobre isso ultimamente. Simplesmente o fato de pensar a respeito, e de viver em um país em que existe um dilema entre o ensino da ética e o bom exercício da paternidade, já é causa para tristeza. Em última análise, decidi dar a meus filhos a mesma educação que recebi de meu pai. Não porque ache que eles serão mais felizes assim – pelo contrário -, nem porque acredite que, no fim, o bem compensa. Mas sim porque, em primeiro lugar, não conseguiria conviver comigo mesmo, e com a memória de meu pai, se criasse meus filhos para serem pessoas do tipo que ele me ensinou a desprezar. E, segundo, tentando um esboço de resposta mais lógica, porque sociedades e culturas mudam. Muitos dos países hoje desenvolvidos e honestos eram antros de corrupção e sordidez 100 anos atrás. Um dia o Brasil há de seguir o mesmo caminho, e aí a retidão que espero inculcar em meus filhos (e meus filhos em seus filhos) há de ser uma vantagem, e não um fardo. Oxalá.

Estudo: dois terços das pessoas comprometidas sentem falta de carinho

De acordo com especialistas, o toque pode aumentar a autoestima das mulheres em 40%

Oito em cada dez britânicos disseram que o toque é o elemento mais importante para um relacionamento (foto: Getty Images)

Oito em cada dez britânicos disseram que o toque é o elemento mais importante para um relacionamento (foto: Getty Images)

Publicado originalmente no Terra

Viver uma relação amorosa deveria ser um motivo óbvio para dar e receber carinho, mas muitas vezes a rotina agitada, estresse e cansaço atrapalham a vida dos casais. De acordo com uma pesquisa encomendada pela Durex, marca especializada em produtos sexuais, dois terços dos entrevistados disseram que sentem falta de contato com o parceiro, mesmo que estejam em um relacionamento feliz. As informações são do Daily Mail.

O levantamento, realizado com 2 mil britânicos comprometidos, mostra que três em cada cinco entrevistados gostariam de passar mais tempo beijando e abraçando o companheiro, mas quase 30% dos casais costumam passar dias sem tocar um no outro.

Oito em cada dez britânicos disseram que o toque é o elemento mais importante para um relacionamento. Ainda assim, eles contam que o contato corporal diário, como acariciar, abraçar e dar as mãos, costuma ser deixado de lado.

A pesquisa mostra ainda que o carinho pode substituir os tratamentos de beleza, já que quatro em cada dez mulheres se sentem mais bonitas quando tocadas pelo parceiro e a autoestima feminina pode aumentar em até 40% com carinho. Isso porque o toque estimula o fluxo sanguíneo, que traz novos nutrientes para a pele, gerando um brilho natural.

Pesquisa mostra que pessoas se apaixonam apenas 2 vezes na vida

Nada impede que as pessoas sigam comprometidas mesmo sem acreditar que não estão no relacionamento mais feliz de suas vidas (foto: Getty Images)

Nada impede que as pessoas sigam comprometidas mesmo sem acreditar que não estão no relacionamento mais feliz de suas vidas (foto: Getty Images)

Publicado originalmente no Terra

Quantas vezes você já se apaixonou? De acordo com um estudo realizado pela Siemens Festival Nights com 2 mil participantes, as pessoas costumam se apaixonar apenas duas vezes na vida – e a maioria acredita que seu parceiro atual é a sua alma gêmea. As informações são do Huffington Post.

Apesar disso, há uma pequena parte dos entrevistados que decidiu encarar o relacionamento mesmo sem estar completamente envolvido. Uma em cada sete pessoas acredita que o(a) atual namorado(a) não é o “grande amor de sua vida”, mas nem por isso abre mão da relação. Dessas, 73% contaram que começaram o relacionamento depois de ter deixado um verdadeiro amor “escapar pelas mãos”.

O estudo mostra ainda que nada impede que as pessoas sigam comprometidas mesmo sem acreditar que não estão no relacionamento mais intenso e feliz de suas vidas.