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Mulheres gastam mais quando vão às compras juntas, diz estudo

Os especialistas descobriram que 62% das mulheres que se jogam nas compras com uma amiga do sexo feminino gastam mais dinheiro do que as que se aventuram sozinhas (Foto: Getty Images)

Os especialistas descobriram que 62% das mulheres que se jogam nas compras com uma amiga do sexo feminino gastam mais dinheiro do que as que se aventuram sozinhas (Foto: Getty Images)

Publicado originalmente no Terra

Para grande parte das mulheres, não existe melhor programa do que compras com as amigas. Mas uma nova pesquisa mostra que, na conta bancária, os resultados deste passeio não são nada bons. Com informações do site Female First.

Os especialistas descobriram que 62% das mulheres que se jogam nas compras com uma amiga do sexo feminino gastam mais dinheiro do que as que se aventuram sozinhas. Na verdade, elas tendem a desembolsar em média 37,45 libras (algo em torno de R$ 115) a mais a cada vez que vão às compras acompanhadas.

O levantamento, feito com 2 mil mulheres e patrocinado pelo shopping Liverpool One, também fez uma projeção do quadro ao longo de um ano, ou 24 idas às compras depois: o gasto das mulheres acompanhadas é de 894 libras a mais (ou R$ 2.762) do que o das que preferem ir ao shopping sozinhas.

Os dados mostram ainda que dois terços das mulheres se sentem mais confiantes nas roupas que compraram se tiveram a opinião de suas amigas; e a mesma porcentagem se sente mais feliz depois de ir às compras em boas companhia.

Um porta-voz do shopping disse que, apesar de mais custoso, o programa é mais feliz acompanhado do que só. “Amigas são boas para ajudar você a escolher algo para vestir, e vão dar opiniões sinceras”, afirmou, acrescentando que quando se está sozinha é mais fácil optar por não levar uma peça quando não há certeza se ficou boa ou não.

Homens preferem cabelos longos e castanhos, mostra levantamento

Pesquisa apontou a morena Megan Fox como dona dos cabelos mais bonitos

Publicado originalmente no Terra

Dizem que as loiras são unanimidade entre o sexo masculino, mas uma nova pesquisa contraria o senso comum: os fios longos e castanhos foram classificados como os mais atraentes na opinião dos homens. A atriz Megan Fox ficou no topo da lista, com 63% das preferências (Foto: Getty Images)

Dizem que as loiras são unanimidade entre o sexo masculino, mas uma nova pesquisa contraria o senso comum: os fios longos e castanhos foram classificados como os mais atraentes na opinião dos homens. A atriz Megan Fox ficou no topo da lista, com 63% das preferências
(Foto: Getty Images)

Dizem que as loiras são unanimidade entre o sexo masculino, mas uma nova pesquisa contraria o senso comum: os fios longos e castanhos foram classificados como os mais atraentes na opinião dos homens. Com informações do site Female First.

Representando a maioria das preferências quando o assunto são os cabelos, a morena Megan Fox atingiu o pódium da lista, conquistando 63% dos votos. O ranking das celebridadades donas das madeixas mais belas, no entanto, parece bem equilibrada – loiras e morenas disputam espaço enquanto uma única ruiva, a atriz Christina Hendrix, figura na votação.

Conduzido pelo site MyVoucherCodes, que entrevistou 1.563 homens solteiros residentes no Reino Unido, o levantamento mostrou a maioria dos homens prefere o tom castanho.

Quanto ao comprimento, de acordo com o estudo, 62% preferem o longo, enquanto 18% elegeram o médio como mais bonito. Apenas 12% citaram os fios na altura do ombro, e 4% aprovam o corte “muito curto”. Confira a lista completa dos cabelos mais bonitos, de acordo com os britânicos participantes.

1. Megan Fox – 63%
2. Jennifer Aniston – 62%
3. Beyonce – 57%
4. Kate Hudson – 52%
5. Elle McPherson – 49%
6. Kim Kardashian – 45%
7. Mila Kunis – 41%
8. Holly Willoughby – 38%
9. Sienna Miller – 36%
10. Christina Hendrix – 24%

Pastor de igreja protestante, pai de Katy Perry diz que cantora é ‘filha do diabo’ e precisa ser ‘curada’

O religioso afirmou que a cantora é “filha do diabo” e que precisa de “cura” para poder alcançar o perdão de Deus e entrar no céu

fonte: Getty Images

fonte: Getty Images

Publicado originalmente no Virgula

O pastor Keith Hudson, pai da cantora Katy Perry, não aprova a profissão que a filha escolheu. Segundo informações do jornal The Sun, o religioso afirmou que a cantora é “filha do diabo” e que precisa de “cura” para poder alcançar o perdão de Deus e entrar no céu.

Hudson, ao lado de Mary Hudson, que é mãe da estrela, criticaram a filha por ter uma música que fala sobre beijar outra garota, o hit I Kissed A Girl And I Liked It. “Me perguntam como posso pregar se eu sou pai de uma garota que canta sobre beijar outra mulher?”, disse durante um culto na Califórnia, nos Estados Unidos.

“Eu estive em show da Katy onde estiveram 20 mil pessoas. Fiquei observando essa geração que vai a esse tipo de lugar. A apresentação quase parecia uma igreja. Eu estava lá e fiquei apenas lamentando. Eles estão amando e adorando a coisa errada”, finalizou.

 

 

Frequentar igreja uma vez por semana pode acrescentar até dois ou três anos de vida

título original: Antropólogo realiza observações científicas a respeito do impacto da religião na vida das pessoas

T. M. Luhrmann, no The New York Times [via UOL]

Mario Tama/Getty Images/AFP

Mario Tama/Getty Images/AFP

Uma das descobertas científicas mais impressionantes sobre religião nos últimos anos é que ir à igreja uma vez por semana faz bem. Frequentar a igreja – e no mínimo, a religiosidade – melhora o sistema imunológico e diminui a pressão arterial. Isso pode acrescentar até dois ou três anos de vida. A razão para isso não está inteiramente clara.

O apoio social é sem dúvida uma parte da história. Nas igrejas evangélicas que estudei como antropólogo, as pessoas realmente parecem cuidar umas das outras. Elas apareciam com o jantar quando os amigos estavam doentes e se sentavam com eles quando estavam tristes. A ajuda às vezes era surpreendentemente concreta. Talvez um terço dos membros da igreja pertencia  a pequenos grupos que se encontravam semanalmente para falar sobre a Bíblia e suas vidas. Uma noite, uma jovem de um grupo no qual eu tinha entrado começou a chorar. Seu dentista tinha dito que ela precisava de um procedimento de US$ 1.500, e ela não tinha o dinheiro. Para meu espanto, nosso pequeno grupo – cuja maioria era de estudantes – simplesmente cobriu os custos, com doações anônimas. Um estudo realizado na Carolina do Norte descobriu que fiéis frequentes tinham redes sociais maiores, com mais contatos, mais afeição e mais tipos de apoio social do que as pessoas que não frequentavam igrejas. E nós sabemos que o apoio social está diretamente ligado a uma saúde melhor.

O comportamento saudável é, sem dúvida, outra parte. Certamente muitos fiéis lutam com comportamentos que gostariam de mudar, mas, em média, os frequentadores regulares de igrejas bebem menos, fumam menos, usar menos drogas recreativas e são menos sexualmente promíscuos do que os outros.

Isso corresponde às minhas próprias observações. Numa igreja que eu estudei no sul da Califórnia, a história de conversão mais comum parecia ser ter encontrado Deus e nunca mais ter tomado metanfetaminas. (Uma mulher me disse que ao esquentar sua dose, ela desencadeou uma explosão no apartamento de seu pai que estourou as portas de vidro. Ela me disse: “Eu sabia que Deus estava tentando me dizer que eu estava indo pelo caminho errado.”) Na igreja seguinte, lembro-me de ter ido a um grupo que ouvia uma mulher falar sobre um vício que ela não conseguia largar. Assumi que ela estava falando sobre sua própria batalha contra a metanfetamina. No fim, ela achava que lia romances demais.

No entanto, acho que pode haver outro fator. Qualquer religião demanda que você vivencie o mundo como algo mais do que é apenas material e observável. Isso não significa que Deus é imaginário, mas que, como Deus é imaterial, os que creem nele precisam usar sua imaginação para representar Deus. Para conhecer Deus numa igreja evangélica, você deve experimentar o que só pode ser imaginado como real, e você deve experimentar isso como algo bom.

Quero sugerir que esta é uma habilidade e que pode ser aprendida. Podemos chamá-la de absorção: a capacidade de se envolver em sua imaginação, de uma maneira que você goste. O que eu vi na igreja como um observador antropológico foi que as pessoas eram incentivadas a ouvir a Deus em suas mentes, mas apenas para prestar atenção às experiências mentais que estavam de acordo com o que elas considerassem ser o caráter de Deus, que elas consideram bom. Vi que as pessoas eram capazes de aprender a vivenciar Deus dessa forma, e que aquelas que eram capazes de vivenciar um Deus amoroso de forma vívida, eram mais saudáveis – pelo menos, julgando por uma escala psiquiátrica padronizada. Cada vez mais, outros estudos confirmam esta observação de que a capacidade de imaginar um Deus amoroso vividamente leva a uma saúde melhor.

Por exemplo, num estudo, quando Deus era experimentado como algo mais remoto não  amoroso, quanto mais alguém rezava, mais sofrimento psiquiátrico parecia ter; quando Deus era experimentado como próximo e íntimo, quanto mais alguém orava, menos doente ficava. Em outro estudo, numa faculdade cristã particular no sul da Califórnia, a qualidade positiva de um apego a Deus diminuiu significativamente o estresse e fez isso de forma mais eficaz do que a qualidade das relações da pessoa com outras pessoas.

Eventualmente, isso pode nos ensinar como aproveitar o efeito “placebo” – uma palavra terrível, porque sugere uma ausência de intervenção em vez da presença de um mecanismo de cura que não depende de produtos farmacêuticos nem de cirurgia. Nós não entendemos o efeito placebo, mas sabemos que é real. Ou seja, temos cada vez mais provas de que o que os antropólogos chamariam de “curas simbólicas” têm efeitos físicos reais sobre o corpo. No cerne de alguns destes efeitos misteriosos pode estar a capacidade de confiar que aquilo que só pode ser imaginado seja real, e seja bom.

Mas nem todos se beneficiam da cura simbólica. No início deste mês, o filho mais novo do famoso pastor Rick Warren se suicidou. Sabemos poucos detalhes, mas a perda nos lembra que sentir desespero quando você quer sentir o amor de Deus pode piorar a sensação de alienação. Necessitamos com urgência de mais pesquisas sobre a relação entre doença mental e religião, não só para que possamos compreender mais intimamente essa relação – as formas pelas quais elas estão ligadas e são diferentes –, mas para reduzir a vergonha daqueles que são religiosos e ,no entanto, precisam buscar outros cuidados.

*T. M. Luhrmann, professor de antropologia na Universidade de Stanford e autor do livro “When God Talks Back: Understanding the American Evangelical Relationship With God” [algo como: "Quando Deus Responde: Entendendo a Relação dos Evangélicos Norte-Americanos com Deus"] é um colunista convidado.

Tradução: Eloise De Vylder

Michel Teló leva prêmio de música do ano da ‘Billboard’

Cantor venceu em duas das sete categorias nas quais concorria.
‘Ai se eu te pego’ foi eleita a melhor música do ano e a melhor música pop.

(Foto: John Parra / Getty Images North America / AFP)

(Foto: John Parra / Getty Images North America / AFP)

Publicado originalmente no G1

Michel Teló venceu em duas das sete categorias nas quais concorria a prêmios no “Billboard Latin Music Awards”, o Prêmio Billboard da Música Latina, que aconteceu no BankUnited Center da Universidade de Miami na noite desta quinta-feira (25).

De acordo com o site da Billboard, a canção “Ai se eu te pego” foi eleita a melhor música do ano e a melhor música pop.

Único brasileiro entre os indicados desta premiação da música latina, Teló concorreu em três categorias pessoais (Novo Artista, Artista em Redes Sociais e Artista Pop) e mais quatro relacionado ao hit “Ai se eu te pego” (Música do Ano, Música Pop, Música Digital e Música em Rádio). Veja a lista completa dos vencedores no site da Billboard.

Mais cedo, Teló havia dito que sua segunda presença na festa de entrega do prêmio era um momento “muito especial”. Durante a premiação, também subiu ao palco junto ao colombiano Carlos Vives para interpretar “Cómo le gusta a tu cuerpo”.

“Estou muito feliz de estar aqui. É um momento muito especial para mim, pois hoje somos indicados em sete categorias”, disse Teló no tapete vermelho dos Prêmios Billboard, segundo a agência de notícias EFE.

O cantor Michel Teló estava confirmado para se apresentar na cerimônia, realizada em Miami, EUA. “Incrível estar aqui no Billboard Awards 2013. Estamos nominados em 7 categorias e vou cantar com Carlos Vives! É ‘nóis’ Brasil!”, Teló escreveu em seu perfil no Instagram.

Os Prêmios Billboard da Música Latina reconhecem os álbuns, canções e intérpretes mais populares da indústria segundo os resultados de vendas, execuções, “streaming” e redes sociais que fornecem informações às listas semanais de Billboard.

A cerimônia de premiação também marca o encerramento da 24ª Conferência da Música Latina de Billboard, realizado entre os dias 23 e 25 de abril no JW Marriott Marquis de Miami , com a cantora Gloria Estefan como convidada especial.

Morta em novembro de 2012, em um acidente aéreo, a cantora Jenni Rivera foi eleita a Artista do Ano, além de ter conquistado outros dos prêmios mais importantes. Outro destaque da cerimônia foi o cantor portorriquenho Don Omar, premiado em dez das 18 categorias em que havia sido lembrado, entre elas artista masculino.

Enrique Iglesias e Jennifer López levaram a láurea por turnê do ano, pelo excursão que passou por 18 cidades dos Estados Unidos e Canadá. Outro expoente da música latino-americana, a colombiana Shakira foi reconhecida nas categorias artista em redes sociais e artista feminina.

Dica do Rogério Silva