Versão do Facebook para ser usada no trabalho já está em testes

A novidade competirá diretamente com as soluções corporativas do Google (Drive, Gmail) e da Microsoft (Office, OneDrive)

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Publicado no Olhar Digital

O Facebook está próximo de lançar uma versão da rede social exclusiva para o ambiente corporativo. A novidade, segundo o Financial Times, já está em testes dentro de algumas companhias.

Não é a primeira vez que se fala sobre a iniciativa. O FT diz que a versão é chamada de “Facebook at Work”, o que combina com uma notícia publicada pelo TechCrunch em junho. A diferença entre as reportagens está na escrita: para o TechCrunch, fontes disseram que é “FB@Work”, mas como @, em inglês, se diz “at”, as duas histórias combinam. Em português, seria algo como “Facebook no Trabalho”.

O FB@Work teria um formato quase idêntico ao Facebook convencional, com feed de notícias, grupos e chat, mas sem fotos de família, baladas etc. Ao separar a vida pessoal dos usuários da profissional, o Facebook dribla a desconfiança de muitas empresas que bloqueiam o acesso à rede social para evitar distrações.

Há muito tempo os funcionários de Mark Zuckerberg usam a rede social para se comunicar profissionalmente, e há alguns meses essa comunicação passou a ser feita pela versão corporativa do site, segundo o FT. Então surgiu a necessidade de expandir a ferramenta, levando-a a outras empresas.

Caso venha a ser lançada – o que não demoraria a ocorrer – a novidade competirá diretamente com as soluções corporativas do Google (Drive, Gmail) e da Microsoft (Office, OneDrive), porque o Facebook entende que documentos e mensagens poderão ser trocadas exclusivamente por ali. Também seria uma afronta ao LinkedIn.

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Novos computadores vestíveis são usados na pele

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publicado na Folha de S. Paulo

É quase certo que a próxima era da computação será dominada por vestíveis, porém ninguém sabe como eles serão nem em que parte do corpo serão usados.

A Apple e a Samsung, por exemplo, estão apostando no pulso, enquanto o Google investe no rosto.

Algumas empresas de tecnologia acreditam que todo o vestuário será eletrônico. Há também um novo segmento de start-ups que acha que os humanos se tornarão verdadeiros computadores ou pelo menos repositórios de tecnologia.

Essas start-ups estão desenvolvendo computadores vestíveis que colam à pele como tatuagens temporárias ou como uma bandagem adesiva.

Muitas dessas tecnologias são flexíveis, dobráveis e extremamente finas. Elas também podem ter formas exclusivas para se destacar como uma tatuagem ousada ou se confundir com a cor da pele.

Computadores vestíveis serão mais baratos de produzir e funcionarão com mais precisão, pois os sensores ficarão rentes ou dentro do corpo das pessoas.

A empresa MC10, com sede em Cambridge, Massachusetts, está testando um tipo de computador vestível do tamanho de um pedaço de chiclete, que pode ter antenas sem fio, sensores de temperatura e de batimentos cardíacos e uma bateria minúscula.

Scott Pomerantz, diretor da MC10, disse: “Nosso computador vestível fica sempre ligado à pessoa. Ele é menor, mais flexível e estirável, e possibilita colher todos os tipos de dados biométricos relacionados aos movimentos”.

Recentemente, a MC10 uniu esforços com John A. Rogers, professor da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign. Há quase uma década, ele aperfeiçoa dispositivos flexíveis que possam ser usados na pele ou implantados.

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Como esses dispositivos funcionariam? A pessoa colocaria alguns sensores no corpo na hora de sair para correr, depois veria uma análise altamente detalhada de seu exercício no telefone.

Outra função seria descobrir o melhor desodorante para certa pessoa. Um adesivo que monitora o grau de transpiração enviaria um e-mail com algumas recomendações. Outra utilidade seria monitorar a respiração de seu bebê colocando um pequeno sensor no peito dele para alertá-la caso ocorra qualquer problema.

“Os sistemas biológicos e eletrônicos serão muito mais integrados”, afirmou Rogers. “Sem esse contato físico estreito, é difícil ou talvez até impossível extrair dados relevantes.”

As aplicações para a saúde são numerosas. No ano passado, Rogers e sua equipe de cientistas trabalharam com pacientes com mal de Parkinson para monitorar seus movimentos, com dermatologistas que tratam doenças de pele e com empresas de cosméticos como a L’Oréal, a fim de desenvolver adesivos digitais que verificam a hidratação cutânea.

Anke Loh, da Escola de Arte do Instituto de Chicago (SAIC), está fazendo experimentos para que os computadores vestíveis pareçam body art. “Ao ver esses adesivos, dá vontade de colocá-los na pele, mesmo sem saber para que servem”, disse.

Cientistas da Universidade de Tóquio estão desenvolvendo uma “e-pele”, uma pele eletrônica que fica sobre a pele real. Ela parece um pedaço de plástico estirável, porém contém vários sensores relacionados à saúde.

Em outra versão, cientistas estão trabalhando para adicionar uma camada de LEDs, transformando a pele em uma tela fixada ao corpo. Além de monitorar a saúde, as peles digitais poderão ser uma interface visual e talvez até substituam os smartphones.

Porém, ainda é cedo para se desfazer de seu smartwatch ou do Google Glass.

Vai demorar para que o futuro vestível vire realidade.

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Google aluga terreno da Nasa por 60 anos por US$ 1,2 bi para exploração espacial

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publicado na Folha de S. Paulo

O Google arrendará mil acres (cerca de 4 milhões de metros quadrados) de uma histórica base aérea na Califórnia para exploração espacial e projetos de aviação e de robótica. A Nasa diz que uma subsidiária da gigante de internet pagará US$ 1,16 bilhão no aluguel de 60 anos da propriedade.

É uma parte do Moffett Field, uma antiga base aérea na região da baía de San Francisco que também sedia o Centro de Pesquisa Ames da Nasa.

O Google vai gerenciar a propriedade, um marco local, que inclui um campo de aviação em funcionamento, um campo de golfe privado e um enorme hangar que foi construído para dar abrigo a aeronaves no estilo de dirigíveis nos anos 1930.

O Google planeja reformar três hangares na propriedade. A Nasa diz que o negócio também vai poupar à agência US$ 6,3 milhões em custos anuais de manutenção e operação.

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Google muda algoritmo e grandes sites de torrent “desaparecem” das buscas

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Publicado no Gizmodo

Este mês, o Google anunciou que mudaria seu algoritmo de busca para rebaixar sites que distribuem conteúdo pirata. E isso surtiu efeito: o TorrentFreak relata que grandes sites de torrent sofreram uma forte queda em visibilidade e no tráfego.

O Google avisou há alguns dias que a busca passaria a penalizar sites envolvidos em pirataria, baseado no número de pedidos válidos que eles recebessem para remoção de link. A empresa diz: “esperamos afetar visivelmente o ranking de alguns dos sites mais famosos”.

Dito e feito: alguns sites de torrent dizem que, nos últimos dias, passaram por quedas significativas no tráfego. Segundo a equipe do Isohunt.to, “todo o tráfego vindo de buscas caiu pela metade”.

Após a mudança do algoritmo, como ficaram os resultados de busca? Bem, alguns sites de torrent “sumiram”, enquanto outros tomaram seu lugar. Do TorrentFreak:

Uma busca por “Breaking Bad torrent” antes destacava o Kickass.to, Torrentz.eu e Isohunt.com no topo, mas eles basicamente desapareceram. Curiosamente, em alguns casos, seu lugar foi tomado por outros sites de torrent menos populares.

No Google Brasil, aconteceu algo semelhante. Agora, a busca destaca outros sites que permitem baixar Breaking Bad, seja via sites de compartilhamento de arquivos, seja via links magnet (que substituem os tradicionais arquivos .torrent).

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O Google também testa exibir anúncios com fontes legítimas de conteúdo. Por exemplo, alguns usuários nos EUA se deparam com o seguinte ao pesquisarem por “assistir Walking Dead”:

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Todo dia, o Google recebe um número enorme de pedidos para retirar links envolvidos em violação de direitos autorais. Em 2013, o Google removeu 222 milhões de links relacionados à pirataria. Entre os domínios mais afetados, estão sites de compartilhamento de arquivos – como 4shared, Zippyshare e FilesTube – e grandes sites de torrent.

Por isso, eles estão sumindo aos poucos da busca. No entanto, outras fontes estão surgindo em seu lugar. E sites maiores dizem nem sentir a mudança: o Pirate Bay diz ao TorrentFreak que não depende de tráfego vindo do Google: quando as pessoas querem torrents, elas sabem para onde ir.

Afinal, mesmo os concorrentes do Google – como Bing e Yahoo – também escondem resultados de sites como IsoHunt e Pirate Bay. A exceção fica para o motor de busca DuckDuckGo, que destaca esses sites nos resultados.

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Paulistanos usam internet para aprender a fazer sexo e a cozinhar

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Rafael Balago, na Folha de S.Paulo

O que querem os paulistanos? Açúcar, carne, vinho e sexo. É o que aponta um levantamento feito pelo Google especialmente para a sãopaulo.

A maior empresa de buscas do mundo montou listas com os termos mais procurados na cidade ao longo deste ano em várias categorias.

Nas buscas iniciadas por “como fazer”, predomina a culinária. No topo da lista está “como fazer cupcake”. “O maior erro ao tentar fazer em casa é achar que vai acertar de primeira. Em dias quentes, o creme pode derreter rápido”, adverte Luana Davidsohn, dona da Confeitaria da Luana, na Vila Madalena. Confira aqui uma receita de cupcake.

O Google não divulga quantas vezes cada termo foi procurado.

Outras receitas que despertam curiosidade são costela, ganache (creme de chocolate), chantili e a versão caseira do Cinzano, um vermute (vinho combinado com ervas).

Prepará-lo exige paciência: o processo pode levar de uma semana a um mês. “A maior dificuldade é encontrar as ervas certas. Depois, é deixar a natureza trabalhar”, afirma Renan Tarantino, barman do restaurante BOS BBQ, no Itaim Bibi, região oeste.

Tarantino, que já produziu a bebida por conta própria, conta que houve aumento nos pedidos de coquetéis que levam vermute, como o negroni. “Faço no mínimo quatro por noite.”

Outra curiosidade frequente dos moradores da capital é “como fazer sexo”. Entretanto, a maior parte dos resultados não é muito didática em relação ao
beabá do ato. O que aparece são maneiras de sair do convencional, como transar no mato, na balada e tentar novas posições.

“É uma forma de descobrir como as outras pessoas fazem sexo. A maioria tem curiosidade, mas fica com vergonha de falar disso”, comenta Carmita Abdo, fundadora do Projeto de Estudos da Sexualidade da USP.

 

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