Justin Bieber e Selena frequentam, juntos, culto evangélico

O casal ioiô participou de um grupo de estudos da Bíblia em igreja em NY

Justin Bieber durante apresentação em São Paulo, na Arena Anhembi - (foto: Heitor Feitosa)
Justin Bieber durante apresentação em São Paulo, na Arena Anhembi – (foto: Heitor Feitosa)

Publicado na Veja on-line

Depois de ser batizado em uma cerimônia privada em uma igreja de Nova York, Justin Bieber resolveu investir em seu lado espiritual, talvez para agradecer ao fato de ter reatado o namoro com Selena Gomez – mais uma vez. Segundo o site E! Online, o casal problemático busca redenção. Depois de uma passagem de Bieber pela cadeia e de Selena pela reabilitação, os dois agora decidiram encarar programas mais leves e, nesta semana, integraram um grupo de estudos da Bíblia.

Bieber postou em seu perfil no Instagram uma foto do pastor Judah Smith, seu guia espiritual, pregando em um púlpito. “Estudos da Bíblia com Judah Smith”, escreveu o cantor na legenda. Segundo a fonte do E! Online, Bieber e Selena sentaram lado a lado no culto em questão e estavam carinhosos um com o outro.

O casal despertou suspeitas de que teria reatado o namoro depois que Bieber publicou na rede social uma foto em que aparecia junto com Selena, na última semana. O cantor, no entanto, logo apagou a imagem. Depois disso, eles foram vistos saindo juntos de um estúdio de gravação em Los Angeles.

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Rodolfo Abrantes faz comunicado sobre polêmicas com Raimundos; Digão revida de novo

Rodolfo afirmou que os direitos autorais são a sua principal fonte de renda (Foto: Extra)
Rodolfo afirmou que os direitos autorais são a sua principal fonte de renda (Foto: Extra)

Igor Miranda, na Revista Cifras

Duramente criticado por Digão e Canisso, do Raimundos, o ex-vocalista da banda, Rodolfo Abrantes, justificou por meio de uma publicação no Facebook a declaração que deu à revista Trip, em que diz estar arrependido das letras que fez para o grupo quando fez parte dele, até 2001.

Veja a íntegra da declaração de Rodolfo:

“Declaração de Rodolfo Abrantes

Fico triste com a dimensão e o rumo que minha entrevista tomou, e creio que devo explicações a todos que se sentiram desapontados ou ofendidos por minhas declarações. A noite da apresentação onde ela aconteceu foi muito especial pra ficar marcada dessa forma.

Nunca foi minha intenção denegrir, expor ou culpar qualquer pessoa pelos problemas que tive no passado que não fosse eu. Por isso, minhas sinceras desculpas aos fãs e integrantes do Raimundos, que possam ter levado pra esse lado.

Na cultura do ambiente cristão, arrependimento verdadeiro significa basicamente duas coisas.

Primeiro, não voltar a fazer o que fazia. Jesus disse isso pra muitas pessoas, “vá, e não peques mais”. A segunda é, mostre frutos de arrependimento, ou seja, “faça diferente”. Quando disse estar “100% arrependido das músicas que escrevi”, foi nesse sentido, pois é isso que tenho tentado cumprir como alguém que crê em Jesus. Arrependimento verdadeiro não é remorso, ele não aponta pro passado numa tentativa inútil de tentar apagá-lo. Ele aponta pro futuro, tipo “daqui por diante, bola pra frente”. Meu maior arrependimento é o de ter tido, por um período de tempo, uma geração me ouvindo, e não tê-la edificado como gostaria, pois, naquela época, eu não tinha o entendimento que tenho hoje.

Sinto também que devo, de forma abreviada, explicar como recebo direitos autorais. Desde 1994 recebo royalties pelas canções que escrevi ou tive alguma participação. Sou compositor e essa é minha principal fonte de renda. É lícito, é digno, me permite pagar tributos e me permite servir à igreja voluntariamente, por amor e sem precisar cobrar altos cachês.

Nesses vinte anos lancei, se não me falha a memória, onze cds. Seis com o Raimundos, dois com o Rodox, quatro do meu ministério, além de várias participações nos projetos de bandas como Charlie Brown Jr., Natiroots, Strike, Pregador Luo. Artistas como Nengo Vieira e Lucas Souza também regravaram algumas canções de minha autoria. A instituição que arrecada os valores que tenho direito como autor, repassa mensalmente o que me é devido, num só depósito.

Portanto, eu não vivo as custas do Raimundos, mesmo porque eu não toco nenhuma música deles. Eu recebo os direitos autorais por toda obra que escrevi durante minha vida.

Também entendo que num país onde vivemos uma declarada perseguição religiosa (e todo esse barulho é 100% por causa da minha fé) é quase que prazeiroso chamar um cristão de hipócrita. Nada que eu nunca tenho ouvido, aliás, há 13 anos é o mais leve que eu ouço. Não sou, nem tento passar a idéia de alguém perfeito. Sou, sim, um pecador que é totalmente dependente da misericórdia de Deus. Espero melhorar com o tempo, e peço ao Senhor que me dê mais sabedoria quando falar.

Uma coisa eu repito: eu só sou o carteiro. Quem escreveu a carta (Jesus) não pode levar a culpa pelas minhas falhas.

Desejo uma vida longa ao Canisso e ao Rodrigo. Vocês podem pensar o que quiserem de mim, mais nunca vão se livrar das orações que faço, e continuarei fazendo, em favor de vocês. Mão de vitória?

“Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”

Mateus 5.9

Rodolfo Abrantes”

Digão, vocalista e guitarrista do Raimundos, aproveitou para dar uma resposta a esta nova publicação de Rodolfo, também pelo Facebook. Além de comentar o post de Rodolfo, o frontman do Raimundos também falou de um tweet do ex-vocalista, considerado uma indireta aos atuais integrantes do grupo, em que ele diz: “Mantenedor a gente não escolhe, mas agradece a Deus por eles. Deus abençoe com saúde meus queridos mantenedores”.

Confira a resposta de Digão:

“Como alguns estão enchendo os meus posts com a declaração do Rodolfo em suas mídias sociais OFICIAIS, vou comentar o que acho relevante, o resto é o mesmo blá blá blá sem sentido…

´Nesses vinte anos lancei, se não me falha a memória, onze cds. Seis com o Raimundos, dois com o Rodox, quatro do meu ministério, além de várias participações nos projetos de bandas como Charlie Brown Jr., Natiroots, Strike, Pregador Luo. Artistas como Nengo Vieira e Lucas Souza também regravaram algumas canções de minha autoria. A instituição que arrecada os valores que tenho direito como autor, repassa mensalmente o que me é devido, num só depósito. Portanto, eu não vivo as custas do Raimundos, mesmo porque eu não toco nenhuma música deles. Eu recebo os direitos autorais por toda obra que escrevi durante minha vida´.

Se o Rodolfo não se lembra, os fãs menos ainda porquê tudo o que ele fez FORA do Raimundos não tocou ou toca em rádio. Shows em cultos como os que ele faz o ECAD também não recolhe pois igrejas não pagam impostos, eu liguei pra conferir. O grosso do que ele recebe (95% pra mais) vem do Raimundos, portanto, o Rodolfo dizer de cara lavada ´eu não vivo as custas do Raimundos´ só eleva a hipocrisia dele a níveis astronômicos…

“Mantenedor a gente não escolhe, mas agradece a Deus por eles. Deus abençoe com saúde meus queridos mantenedores”.

Contradições a parte (vide o comentário acima). Sim, somos seus ´mantenedores´ com mais saúde (mental também) e alegria que ele possa imaginar. Mas ele deveria aproveitar a galhada que botaram na cabeça dele e socar esse dinheiro e a ironia “naquele lugar” de quem escreveu isso em seu Twitter oficial…”

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Marcha para Jesus reúne ao menos 250 mil

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Publicado no Estadão

Vestindo camisetas personalizadas da seleção brasileira, pelo menos 250 mil pessoas estiveram presentes ontem na 22.ª edição da Marcha para Jesus, em São Paulo. O número, informado às 15h30, foi dado pela Polícia Militar, mas os organizadores do evento falaram em “milhões de participantes” no site oficial. O uniforme com as inscrições do evento trouxe o número 33 nas costas, que representa a idade da morte de Cristo. O tema de 2014 foi “Conquistando Para Cristo”.

Organizada e presidida pelo apóstolo Estevam Hernandes, da Igreja Renascer, a marcha reuniu igrejas cristãs de várias denominações. Ela percorreu quatro quilômetros pela Avenida Tiradentes, da Praça da Luz, no centro, até a Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, na zona norte. No percurso, oito carros de som variaram pregações, escola de samba, grupos de rap e cantores gospel.

O evento ainda contou com bandas evangélicas como Eyshila, Renascer Praise e a cantora Ana Paula Valadão, organizadas em um palco na praça Campo de Bagatelle, na zona norte. A marcha teve início às 10h. Em alguns pontos, foram vistas faixas de cunho político, de defensores da ditadura militar a jovens pedindo mais ética na política. “Ela (a marcha) representa nosso desejo de expressar essa fé e declarar a bênção do Senhor sobre nosso país!”, afirma Hernandes.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) organizou uma operação especial para o evento em 47 pontos do percurso, mas houve congestionamento nas zonas norte e oeste da cidade.

A fonoaudióloga Priscila Agostinho, de 29 anos, participou da Marcha pela 15.ª vez. Desde os 14 anos ela vem ao evento. Trouxe o namorado Júlio César Alves pela segunda vez na caminhada. “Eu era católico e ela me trouxe pela segunda vez. Me senti muito bem”, disse Alves. “Você é abençoado, é um dia que tira para Jesus”, disse Priscila. Segundo o casal, este ano a edição foi especial por ser época da Copa. “A alegria e a animação são maiores”, contou Priscila, que saiu cedo de Piracicaba (no interior de São Paulo) com o namorado para prestigiar a Marcha.

O produtor gráfico Marcelo Caetano, de 38 anos, está presente na marcha há 11 anos. Ontem, ele levou os filhos Juan, de 10, e Lorena, de 2. “Está sendo ótimo. Aqui não tem confusão. Está sendo uma bênção”, disse.

Insistência. Pela terceiro ano seguido, o manobrista Daniel Francisco da Silva perdeu o evento por causa do trabalho. Aos sábados, a churrascaria em que trabalha costuma estar lotada. Desta vez, ao menos, ele esteve próximo e pode sentir a “vibração” do movimento: a empresa fica na Avenida Olavo Fontoura, primeira via de saída do palco em que as bandas se apresentaram. Era até possível ouvir as músicas. “Gosto da marcha porque todos estão unidos em um só pensamento. São pessoas de denominações diferentes, mas todos demonstram uma forma de expressar amor a deus”, argumenta. Nas edições de 2013 e 2012, Silva trabalhou como garçom. Ele é evangélico desde os 11, por influência do pai. “Meu pai parou de beber e sair muito graças a igreja e eu segui o caminho dele”, explica. Souza diz que não é frequentador assíduo de festas e, nos dias de folga, costuma ir ao shopping com a mulher e à igreja. Para 2015, uma promessa: “vou fazer de tudo para estar lá”.

Bebidas. Diferentemente de outras festas de rua, não há uma cerveja sequer na Marcha.  Quem busca bebida encontra sucos industrializados e refrigerantes. O vendedor Alex Cairos, 34, explica: “está escrito na Bíblia que você pode beber, mas não se embriagar. Ou seja, nada de álcool.  Um vinho, no máximo,  que é o sangue de Cristo”. Alex era católico e se converteu há dois anos, depois de um período em que considerou estar sem propósito na vida. “O queco mundo me oferecia era apenas momentâneo”, relata. Segundo Cairos, depois de entrar para a denominação “Sara nossa Terra”, de uma igreja evangélica da Saúde,  zona sul, sua vida mudou. “Consegui casamento, carro próprio e deixei a casa da minha sogra. Hoje moro em casa alugada e logo compro a minha”, contou. Os 70 reais obtidos por Cairo com a venda dos sucos serão revertidos, segundo ele, para um projeto social de sua comunidade, o Parceiro de Deus, que trabalha com alcoolatras e dependente s químicos.

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Bonita em nome do Senhor: moda gospel aquece mercado bilionário

Na mesma velocidade em que cresce o rebanho cristão, multiplicam-se as lojas de vestuário evangélico

 A cantora Pamela e seu closet, recheado de roupas sofisticadas e comportadas: seu estilo é inspiração para uma legião de fãs evangélicas (foto:  Carlo Wrede / Agência O Dia)

A cantora Pamela e seu closet, recheado de roupas sofisticadas e comportadas: seu estilo é inspiração para uma legião de fãs evangélicas (foto: Carlo Wrede / Agência O Dia)

Maria Luisa Barros, em O Dia

Cafonas, feios e malvestidos. Se algum dia esses três adjetivos foram atribuídos aos evangélicos, definitivamente isso é coisa do passado. Estilosa, dentro de um casaco de oncinha e calça de couro, a cantora gospel Pamela Jardim, 31 anos, é um dos mais fiéis retratos de uma nova geração que quer estar divina sem parecer vulgar.

Na mesma velocidade em que cresce o rebanho cristão — 16 milhões de novos fiéis em 10 anos — multiplicam-se as lojas de vestuário evangélico. Blogueiras, sacoleiras, que compram no atacado artigos de grifes como a ‘Bela Loba’ e lojas virtuais tentam dar conta da demanda de quem não pode ir a São Paulo, centro de moda cristã.

Polo de compras no estado, a Rua Teresa, em Petrópolis, também se rendeu ao look chic crente, de olho num universo que movimenta R$ 15 bilhões por ano (entre produtos culturais e de consumo). Evangélicas chegam a gastar, em média, R$ 6 mil por mês com roupas e sapatos.

Na hora das compras, um olho na vitrine e outro na Bíblia. O livro sagrado respalda a vaidade: “A mulher de verdade cuida bem da aparência e dos que dela dependem”, diz o provérbio. Na Igreja ou no trabalho, as fiéis devem se vestir de acordo com a palavra de Deus. “Que Deus ponha em nossos corações a vontade de sermos fiéis a Ele e que possamos dar bom testemunho através do nosso vestir”, citou a blogueira Mari Raugust, no blog ‘Passarela Estreita’.

A regra, no caso, é que as mulheres de Deus são a atração, não as partes do seu corpo. É o que procura seguir a cantora Pamela. “Não uso roupas curtas e provocantes. As meninas da Igreja se inspiram em mim”, conta ela, que tem em seu closet marcas de luxo, como Chanel, Dior e Louis Vuitton.

O sucesso não a livrou do preconceito. “Uma vez, gostei de uma bolsa da Dior, mas a vendedora disse que custava R$ 5 mil e tinha que ser à vista. Minha tia, que estava comigo, pediu duas e pagamos no ato”, diz Pamela, que vendeu 400 mil cópias (o novo CD, ‘Tempo de Sorrir’, sai em agosto).

A empresária Liz Lanne, ex-cantora gospel, deixou os palcos para se dedicar ao mundo fashion depois de muito garimpar peças sofisticadas, mas recatadas. Abriu uma grife, a 7Liz, no Recreio, na Zona Oeste. “Antes, as pessoas tinham vergonha de ser evangélicas. A imagem era a pior possível. Hoje, é sinal de status”, diz.

Liz explica o que pode ser usado. “Não é colocar tudo justo, transparente e curto. Fica demais. A Igreja só quer que a gente esteja decentemente vestida”. Ela completa: “Não tem que ser feia só porque é crente. Temos o direito de sermos lindas e de usar as melhores roupas”.

‘Se a Igreja proíbe o que você gosta, vá para outra’

Na dúvida entre vestir o modelito preferido ou seguir as regras da Igreja, fique com a primeira. A dica é da blogueira evangélica Maanuh Scotá, que tem 270 mil visualizações por mês em sua página na internet, no ‘Blog da Maanuh’. “A pessoa tem que se sentir bem. Se a Igreja proíbe o que você gosta de usar, vá para outra”, aconselha Maanuh, 25 anos, que adora roupas coloridas e descoladas.

A blogueira, que é casada e não tem filhos, dita as tendências da moda gospel para suas fãs, a maioria adolescentes, que acompanham religiosamente seu “look do dia”. “Elas se identificam muito com o meu perfil: bonita sem ser vulgar”, diz a baiana, que frequenta os cultos da Igreja Maranata. O pastor libera o uso de calças compridas, mas Maanuh gosta mesmo é de saias rodadas. Todas as roupas e sapatos exibidos no blog são doados a ela por lojas de grifes.

O fotógrafo é o próprio marido, Diogo Scotá, 25 anos. É ele quem limita o tamanho da saia. “Quando está muito curta ele pede para trocar. O jeito é usar com meia por baixo, que fica legal”, ensina Maanuh, que vê como uma bênção o espaço virtual recém-conquistado. “Serviu para desmistificar a imagem de que o evangélico é cafona”, reconhece.

Outros dois blogs _‘Evangélicas Top’ e ‘Crente Chic’ _também dão sugestões para as princesas.

A VEZ DELES

Terno e gravata: indispensáveis

Elas não são as únicas a se preocupar com a aparência. Os homens também têm o seu estilo e gostam de estar na moda. O blog ‘Essas e Outras’ dá algumas dicas para acertar no visual. O estilo social é um dos mais usados pelos evangélicos. Terno, camisa e gravata são artigos indispensáveis.

Assim como para as mulheres, o que vale é a discrição. “Nada de camisas muito coloridas, gravatas estampadas demais. Nada como um pretinho básico ou um tom de cinza para dar seriedade à composição”, sugere.

Para os homens, não podem faltar no armário a calça e a camisa social. “Nesse caso, aposte em tons claros de camisas e sapatos sociais. Não é necessário usar gravatas, mas tome cuidado com a cor do cinto”. Com a chegada da estação mais fria do ano, os evangélicos ficam muito elegantes vestidos com blazers, suéteres e casacos.

Para os homens evangélicos que são adeptos de um visual mais básico, a dica é usar uma boa calça jeans, uma camiseta ou camisa polo; e nos pés, um sapatênis.

dica do Ailsom Heringer

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