Na vida sob o califado, histórias de estupros

Estado Islâmico mantém cerca de 40 mulheres, entre 12 e 30 anos, como escravas sexuais

A garota yazidi foi capturada durante uma ofensiva nas Montanhas Sinjar. Ela permanece presa (foto: Reprodução da internet)
A garota yazidi foi capturada durante uma ofensiva nas Montanhas Sinjar. Ela permanece presa (foto: Reprodução da internet)

Rose Troup Buchanan, no The Independent [via O Globo]

Uma jovem yazidi capturada pelo Estado Islâmico (EI) revelou o extremo abuso que sofre como escrava sexual nas mãos dos jihadistas. Com apenas 17 anos, Mayat (nome fictício) foi sequestrada por integrantes do EI em 3 de agosto, durante uma ofensiva dos extremistas nas Montanhas Sinjar. Ela permanece com seus raptores.

Estes homens permitiram que Mayat falasse — ela sabe um pouco de inglês já que queria estudar na Europa — para “nos machucar ainda mais”, nas palavras da garota:

— Eles nos falam para descrever em detalhes aos nossos pais o que eles estão fazendo.

Os pais dela, refugiados no Curdistão, deram o número da filha a um jornalista do jornal italiano La Repubblica. A adolescente implora ao entrevistador para não chamá-la pelo nome, porque tem “vergonha do que eles fizeram” com ela:

— Parte de mim gostaria de morrer imediatamente, afundar sob a terra. Mas há outra parte que ainda tem esperança de ser salva, para ser capaz de abraçar meus pais mais uma vez.

Uma das cerca de 40 mulheres e meninas detidas pelos extremistas em uma cidade desconhecida, Mayat estima a idade delas em torno de 12 a 30 anos.

— O que estão fazendo comigo? — questiona-se, diante da pergunta do repórter. — Tenho muita vergonha de dizer, e nem sei como descrever minha tortura.

Na entrevista, Mayat conta como as mulheres e as jovens são mantidos em uma casa vigiadas por guardas armados. Há, segundo ela, “três quartos de horror”, onde as mulheres são estupradas, ao longo do dia, geralmente por homens diferentes.

— Eles nos tratam como escravas. Somos sempre “dadas” para homens diferentes. Alguns chegam diretamente da Síria — conta a jovem.

O EI tem feito enormes ganhos territoriais ao longo de todo o Norte do Iraque e em partes da Síria, capturando milhares de mulheres e crianças, de acordo com um relatório da Anistia Internacional do mês passado.

— Eles nos ameaçam e nos batem se tentamos resistir. Muitas vezes, eu desejava que eles me batessem tão forte até que eu morresse. Mas eles são covardes até para isto. Nenhum deles têm coragem de acabar com nosso sofrimento — ataca a garota.

Mayat diz que algumas das meninas mais jovens pararam de falar por causa do abuso e foram levadas pelos jihadistas. Muitas das mulheres tentaram acabar com as próprias vidas.

— Às vezes, sinto como se nunca vai ter fim. E se isso acontecesse, minha vida ficaria para sempre marcado pela tortura que sofri nas últimas semanas — conta Mayat. — Mesmo que sobreviva, não acho que serei capaz de remover este horror da minha mente.

A história de Mayat contradiz afirmações anteriores do EI, que pretendia mostrar que a vida sob o regime do Estado islâmico teria muitos mais cuidados com as viúvas e crianças.

O governo britânico prometeu doar armas e munição para o Iraque para combater a insurgência. Em meio a preocupações de terrorismo, o presidente americano, Barack Obama, prometeu mostrar ao povo americano os esforços para “degradar e destruir” o EI.

Mayat termina dizendo:

— Eles já mataram meu corpo. Agora, estão matando minha alma.

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Alckmin e Haddad decidem voltar tarifa de ônibus e metrô para R$ 3

Daniela Lima e Bruno Boghossian, na Folha de S.Paulo

Após negociação entre os governos municipal e estadual, a tarifa de ônibus e metrô de São Paulo voltará a custar R$ 3. O anúncio será feito pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) e pelo prefeito Fernando Haddad (PT), na noite de hoje, no Palácio dos Bandeirantes.

Ontem, ocorreu o sexto protesto contra as tarifas na capital paulista. O ato começou de forma pacífica na praça da Sé, mas um grupo mais exaltado atravessou a grades que faziam o isolamento na frente da prefeitura e atiraram objetos contra os guadas-civis que faziam um cordão na frente do prédio. Ao menos dois guardas ficaram feridos.

Houve ainda pichações ao prédio da prefeitura e bandeiras hasteadas na frente do prédio foram arrancadas. Mais tarde, um grupo de pessoas ainda depredou e saqueou lojas da região central. Até a madrugada, ao menos, 63 pessoas tinham sido detidas.

VANDALISMO

Sobre os episódios de violência ocorridos ontem, durante o sexto protesto contra o aumento da passagem de ônibus, o prefeito disse que existem grupos no movimento que querem interditar o diálogo.

“Infelizmente o debate tem sido interditado por grupos que não confiam na democracia. São criminosos os que estão agindo nas ruas”, criticou.

“Gestos como o de ontem não contribuem para o funcionamento da cidade. Independente da manifestação, as pessoas têm o direito de chegar ao trabalho, de chegar em casa. Mas você não precisa, para ter manifestação, excluir os demais direitos das pessoas. O que aconteceu foi uma atrocidade contra a cidade.”

Sobre as críticas de que a Polícia Militar demorou a agir ontem, Haddad disse que telefonou ao secretário Fernando Grella (Segurança Pública) e ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) e ouviu explicações de que existe uma preocupação da polícia em só agir em último caso.

“Obviamente, depois da quinta-feira, existe uma preocupação muito grande para que, de parte da população, não haja uma percepção de que a polícia esteja em contradição com ela. Existe uma preocupação grande da Polícia Militar neste momento de só agir em último caso, preservando a integridade física das pessoas.”

Na quinta-feira (13), a PM foi criticada por ter contido a manifestação com uso indiscriminado de balas de borracha, que atingiram inclusive jornalistas, e detenções de pessoas que portavam apenas frascos com vinagre –usado para amenizar os efeitos do gás lacrimogêneo.

Haddad disse ainda que a GCM (Guarda Civil Metropolitana) preservou o prédio da prefeitura e só acionou a PM “no tempo devido”.

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Conheça a prisão-clube que está mexendo com o sistema penal europeu

Afrouxando as algemas, o presídio de baixa-segurança da ilha de Bastoy, na Noruega, conseguiu alcançar a menor taxa de reincidência criminal do mundo

Condenado por homicídio toma banho de sol no lado de fora dos aposentos onde vive, na prisão norueguesa
Condenado por homicídio toma banho de sol no lado de fora dos aposentos onde vive, na prisão norueguesa

Felipe Amorim, na revista Samuel

À disposição dos 120 moradores da ilha norueguesa de Bastoy, há quadra de tênis, campo de futebol, saunas, câmara de bronzeamento artificial, sala de cinema, estúdio musical e uma biblioteca. Os quartos são mobiliados e equipados com TV a cabo. O trabalho na fazenda, na colheita, na lavanderia, na balsa ou na pesca rende cerca de 57 coroas norueguesas (ou 20 reais) por dia para cada um. Ao contrário do que se imagina, no presídio com a menor taxa de reincidência da Europa não há celas, armas, cassetetes ou câmeras de monitoramento; apenas uma regra: nada de álcool, drogas e violência.

Bastoy é um dos únicos quatro presídios de baixa-segurança do mundo. Na ilha, os apenados — que durante as noites têm apenas cinco guardas para vigiá-los — fazem tudo do que a criminologia moderna os privou. Os ex-assassinos, ex-ladrões e ex-traficantes trabalham, estudam, se divertem, se exercitam e tomam sol. Aqui, o prefixo “ex” não é por mera generosidade, e sim pela baixíssima taxa de reincidência criminal. Apenas 16% dos que cumpriram pena em Bastoy voltam ao crime; no Brasil, o índice supera os 70%. O êxito do “corretivo” aplicado na ilha já faz com que a Noruega pense em expandir o modelo, iniciativa que causa arrepios nos penalistas mais rígidos e revanchistas.

Único presídio-ilha da Noruega, Bastoy e está a alguns quilômetros do continente e abriga 120 presos
Único presídio-ilha da Noruega, Bastoy e está a alguns quilômetros do continente e abriga 120 presos

“Bastoy faz exatamente o oposto dos presídios convencionais, onde os presos são trancafiados sem qualquer tipo de responsabilidade pessoal, alimentados e tratados como animais”, diz o diretor da prisão. No cargo desde 2007, o psicoterapeuta (especializado na escola da Gestalt) Arne Nilsen já trabalhou em presídios ingleses e passou mais de dez anos no Ministério da Justiça norueguês antes de mudar-se para a ilha. Para ele, é preciso olhar as punições com um sentimento menos vingativo e repressor. “Privar uma pessoa da sua liberdade por um certo período já é um castigo suficiente em si, sem que seja necessário precarizar as condições do presídio”, disse Nilsen, ao jornal inglês The Daily Mail.

Ao contrário dos modelos mais rígidos, o sistema penal norueguês não prevê nem pena de morte nem prisão perpétua, e o tempo máximo que um cidadão pode passar na cadeia é de 21 anos (no Brasil, são 30). Assim, a sociedade norueguesa é obrigada a se conformar com o fato de que a maioria dos prisioneiros, por mais hediondos que tenham sido seus crimes, vai ser libertada mais dia, menos dia.

Além de exercitar a convivência social dos condenados, as tarefas de trabalho também ajudam a gerir o modelo de negócios da ilha. “Bastoy é na verdade a prisão mais barata da Noruega”, defende Nilsen. Com a força de trabalho dos presos, Bastoy precisa contratar menos funcionários e ainda assim consegue produzir parte da sua comida e do seu combustível. Para ajudar a fechar as contas, medidas “sustentáveis” como o uso de energia solar e restrição da circulação de automóveis diminuem os custos.

No vídeo abaixo, em norueguês, conheça um pouco mais de Bastoy:

Fengselslivet på Bastøya from Robert Hansen, Fargefilm AS on Vimeo.

Rotina

Bjorn Andersen é um sociólogo e pesquisador de 52 anos que chegou a Bastoy após passar três anos em um presídio comum, condenado por tentativa de homicídio. Casado há mais de duas décadas e pai de cinco filhos, Andersen agrediu a esposa, após ouvir que ela havia comprado um apartamento e estava para fazer a mudança. “Eu surtei e a ataquei”, diz ele, balançando a cabeça.

De segunda a sexta-feira, Andersen é responsável por acordar tomar café e embalar o seu almoço, antes das 8h30, horário em que entra no trabalho. Como os presos, ele é liberado às 14h30 e o “jantar” é servido logo em seguida. A partir daí, todos têm até as 23h para fazer o que bem entenderem. Andersen aproveita para terminar a dissertação que estava concluindo antes de ser preso.

Entre os 70 funcionários (35 guardas) que compõem a equipe, Bastoy oferece aos presos enfermeira, dentista, fisioterapeuta e uma creche para crianças. Pelo menos uma vez por semana, todos podem receber uma visita de até três horas. “Encontros íntimos” também são permitidos e prisioneiros com filhos pequenos podem passar um dia inteiro com suas namoradas e companheiras.

As restrições ao álcool, às drogas e às condutas violentas são claras e inflexíveis. Se alguém quebrar as regras, Bastoy conta com duas celas escondidas e fechadas, com portas de ferro e sem janela especialmente para os infratores aguardarem a transferência de volta para os presídios comuns. Segundo um dos presos, já faz mais de dois anos desde que foi habitada pela última vez, quando um dos condenados foi pego com bebida no quarto.

A casa acima abriga a biblioteca da ilha; das 15h às 23h presos podem consultar o acervo e fazer outras atividades
A casa acima abriga a biblioteca da ilha; das 15h às 23h presos podem consultar o acervo e fazer outras atividades

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Você acha as prisões brasileiras ruins?

Alexandre Versiani, no El Hombre

Então veja a nossa lista dos 10 piores presídios do planeta, que possuem atividades como roleta-russa e canibalismo.

A prisão americana de Guantánamo, em Cuba, rendeu a medalha de prata aos EUA no ranking
A prisão americana de Guantánamo, em Cuba, rendeu a medalha de prata aos EUA no ranking

Se você pensa que sair no trânsito de São Paulo, encarar uma viagem de três dias dentro de um ônibus lotado, ver seu time empatar e ainda acabar trancafiado em uma remota prisão boliviana é a pior situação do mundo, está muito enganado, cabrón. Para acalmar os 12 corintianos acusados pelo assassinato de Kevin Beltrán e que seguem presos na cidade de Oruro, o El Hombre dá uma lição de moral e ensina que as coisas sempre podem piorar. Para isso, preparamos uma lista com os 10 piores presídios do planeta. De roleta-russa à canibalismo, conheça abaixo um pouco de como funciona a vida nestas prisões.

10# Bang Kwang

Bang-Kwang

Apelidada de Hotel Hilton, a prisão central de Bang Wang, na Tailândia, está na lista por ser uma das mais peculiares do planeta. Todos os presos por ali estão condenados no mínimo a 25 anos de cadeia. Cerca de 10% deles estão no corredor da morte. E, para quem gosta de números, todos são obrigados a usar bolas de ferros amarradas aos pés. Além disso, água e comida não são suficientes para todos, o que impõe uma lei de sobrevivência aos detentos.

9# Drapchi

Drapchi

Localizado no Tibet, o presídio de Drapchi não estaria na seleção dos mais perigosos do mundo se considerássemos apenas a superlotação e a violência entre os detentos. Drapchi abriga monges e os grandes líderes religiosos do país que não é reconhecido pela China. Ela ficou mundialmente conhecida e ganhou sua vaga na lista por causa dos tiros propositais disparados pelos guardas e das brincadeiras de “roleta-russa” realizada pelos mesmos de tempos em tempos contra os prisioneiros.

8# ADX

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Esta prisão de segurança máxima no Colorado (EUA) é a casa de alguns dos terroristas mais procurados do planeta. É considerada pelos próprios detentos como uma espécie de versão do inferno na terra. As celas não recebem luz natural nunca e os presos são obrigados a passar 23 horas diárias por lá. Detalhe: sem contato com os outros parceiros.

7# Diyarbakir

Diyarbakir

Símbolo de tortura e repressão, o presídio de Diyarbakir, na Turquia, é o lugar onde ninguém gostaria de ir nem por roubar uma maçã. A falta de comida e o desrespeito ao direito de seus inquilinos já fez milhares de presos cometerem suicídio. As formas são variadas, mas a maioria morre queimada ao botar fogo no próprio colchão.

6# Louisiana State Penitentiary

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Formalmente conhecida como “A Prisão de Angola”, a penitenciária de segurança máxima de Louisiana é a maior dos EUA. Nela, os prisioneiros são obrigados a trabalhar sob condições desumanas o ano inteiro. Depois do assassinato de um guarda, as coisas pioraram por lá — e muito. Herman Wallace e Albert Woodfox que digam: há 40 anos estão na solitária (recorde mundial).

5# Kwan Li So

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Viver na Coréia do Norte não soa lá tão bem. Agora, viver em uma prisão da Coréia do Norte pode se transformar em um verdadeiro inferno. Em Kwan Li So, homens e mulheres são tratados como animais selvagens. As informações são poucas, mas acredita-se que as punições de trabalho e tortura não são limitadas apenas aos adultos, elas valem também para as pequenas crianças condenadas por pequenos delitos.

4# La Sante

La-Sante

A prisão de La Sante é a atual casa do sanguinário terrorista Carlos, o Chacal, e já abrigou ditadores como o panamenho Manuel Noriega. Ela fica em Paris, mas a beleza e o charme da capital francesa obviamente não transpõem os muros desta cadeia. Um estudo realizado pelo instituto francês de demografia nos presídios apontou que o lugar é o responsável pelo maior número de suicídios entre as prisões da União Européia. Em La Sante, os presos são trancados 23 horas por dia. Fatores internos (e propositais) fazem a temperatura beirar sempre os 40 graus.

3# Tadmor

Tadmor

Depois de uma tentativa de assassinato ao então presidente Hafez al-Assad, em 1980, a prisão de Tadmor, localizada no árido deserto sírio, passou por uma grande faxina. E não estamos falando de tapetes e janelas. Cerca de 800 presos foram massacrados e a matança durou duas semanas. A prisão acabou fechada depois da morte de Hafez al-Assad em 2001. Seu filho, o atual presidente Basshir al-Assad, a reabriu em 2011. Por causa da atual guerra civil no país, quase ninguém sabe como anda a vida dos rebeldes nesta prisão.

2# Guantánamo

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Só por ser uma prisão norte-americana localizada em Cuba, Guantanamo já merecia estar no topo da lista. A controversa cadeia abriga centenas de prisioneiros de guerra vindos do Iraque e Afeganistão. Torturas psicológicas, humilhações e a administração militar, que impossibilita uma chance de defesa aos detentos, já não são mais segredos para ninguém. E o pior de tudo, nem sua mãe sabe que você está lá. Os americanos só não levaram esta medalha de ouro porque a campeã de nossa lista é hors concours.

1# Gitarama

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Ser enviado à prisão de Gitarama, em Ruanda, é a mesma coisa do que ter um pesadelo acordado. O número de presos supera em 20 vezes a capacidade máxima do presídio. Não há espaço nem comida para todos. Por isso, o canibalismo volta às raízes africanas e são os iniciantes que acabam servidos como prato principal. Assim, matam a fome e a superlotação em uma tacada só.

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GCM afasta agentes após confusão com skatistas na praça Roosevelt (SP)

974la0nz0xabj03dwvkdpyea5Guarda civil à paisana é visto imobilizando jovem enquanto outros três agentes usam spray de pimenta contra grupo de jovens. Envolvidos serão ouvidos pela Corregedoria

Publicado originalmente no iG

Um jovem flagrou o momento em que pelo menos quatro guardas civis metropolitanos realizavam uma abordagem agressiva com spray de pimenta contra um grupo de skatistas na praça Roosevelt, no centro da capital paulista.

Um dos agentes, que estava à paisava, foi visto imobilizando um rapaz, que faria parte do grupo.

A cena que causou confusão ocorreu na última sexta-feira (4). O autor da gravação, identificado como Edu, explicou que estava na praça com o grupo de skatistas quando um dos amigos foi abordado pelos guardas por subir em um banco com um skate. Veja o vídeo abaixo:

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana, pasta responsável pela Guarda Civil Metropolitana, informou que os responsáveis pela abordagem foram identificados e afastados dos serviços.

Ainda em nota, a secretaria disse que “não tolera conduras como a dos agentes envolvidos” e que todos seriam ouvidos pela Corregedoria Geral da Guarda Civil Metropolitana, que adotará as providências cabíveis.

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