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As 10 invenções mais estranhas do passado

A criatividade humana não tem limites. Ainda é possível se surpreender com invenções malucas da atualidade, mas inventar engenhocas bizarras faz parte do ser humano desde sempre.

Fonte: Google Imagens

Fonte: Google Imagens

Publicado originalmente no Hype Science

1. Chapéu musical

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Quem precisa de um iPod com um chapéu vintage estiloso como esse? Porque além de chapéu, ele é também um rádio portátil. Você pode sair por aí ouvindo as músicas que gosta e ainda se protege do sol. Esse rádio ambulante tinha dois tubinhos para controlar o volume, a antena de captação ficava por cima e o resto do circuito estava localizado dentro do revestimento do chapéu. Apesar de parecer um verdadeiro trambolho, esse acessório pesava apenas 340 gramas. Seria ideal para ouvir aquela música que não sai da sua cabeça, literalmente. Ele foi inventado por um estadunidense em 1931. Confira mais fotos desse chapéu musical aqui. [Telegraph/Modern Mechanix]

2. Carrinho de bebê protegido contra gases tóxicos

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Durante guerras, países em conflito não se importam com a idade das pessoas antes de colocá-las em risco. Por isso, em 1938, foi inventado um carrinho de bebê concebido para resistir aos efeitos dos gases letais durante a Segunda Guerra Mundial. O que é mais bizarro: o carrinho ou essa guerra? [Telegraph]

3. A estranha moto de uma roda só

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Esse estranho veículo de uma roda era conhecido como Motoruotam e foi criado por um eletricista chamado Davide Cislaghi. Ele construiu o protótipo mais simples em 1923 e patenteou o projeto na França, em 1924. Confira o vídeo desse veículo em ação aqui. [Hemmings Daily 1 e 2]

4. Carro com dez rodas

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Algumas pessoas se acham legais só porque tem um carro 4×4. Elas deveriam dar uma olhada neste carro com dez rodas capaz de descer encostas de até 65 graus. Esse monstro foi criado na Inglaterra, em 1936. [Telegraph]

5. Lendo no conforto da sua cama

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Se você gosta de ler, vai concordar que a ideia desses óculos para leitura enquanto está deitado é boa, apesar do aspecto bizarro. Eles foram inventados na Inglaterra, em 1936. [Telegraph]

6. Ponte de emergência

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Precisa atravessar um rio que não tem ponte? Sem problemas! Use essa ponte dobrável, projetada para ser usada em situações de emergências. Ela foi inventada por L. Deth, na Holanda, em 1926. [Telegraph]

7. Como manter um bebê calmo

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Outra ideia bizarra de carrinho de bebê: este vem com uma antena e autofalante, projetados para manter o bebê quieto. Ele foi criado nos Estados Unidos, em 1921. [Telegraph]

8. Carro que apanha pedestres

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Essa é uma das invenções mais inacreditáveis: um carro que apanha pedestres. A engenhoca foi projetada para reduzir o número de pedestres bêbados mortos ou feridos em atropelamentos em ruas movimentadas de Paris, em 1924. Com a velocidade dos carros atuais, acho que não ia funcionar… [Telegraph]

9. Guarda-neve

918Esse cone plástico servia como um protetor para o rosto em dias de nevada forte. Foi inventado em 1939, em Montreal (Canadá). [Telegraph]

10. Ócio criativo

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Seja culto sem sair da cama. Esse piano foi projetado em 1935 para quem tem preguiça de levantar, e permite tocar as músicas clássicas preferidas confortavelmente deitado. [Telegraph]

 

Comissão de Direitos Humanos da Câmara terá pastor Marco Feliciano como presidente

marco3Sueli de Freitas, no UOL

O Partido Social Cristão confirmou, nesta terça-feira (5), que a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara Federal será presidida pelo pastor Marco Feliciano (SP), cujo nome foi envolto em uma série de acusações de racismo e homofobia desde que a presidência da comissão ficou a cargo do partido cristão. A decisão foi tomada em reunião da bancada do partido nesta tarde.

Outros três parlamentares haviam colocado o nome à disposição da legenda: Zequinha Marinho (PSC-PA), Lauriete (PSC-ES) e Antonia Lúcia (PSC-AC).

Até então, o PT da presidente Dilma Rousseff comandava a CDHM, sob a direção do deputado Domingos Dutra, mas o partido preferiu assumir as comissões de Constituição e Justiça e Cidadania; de Seguridade Social e Família e de Relações Exteriores e Defesa Nacional.

A provável indicação do Pastor Feliciano gerou protestos de ativistas de direitos humanos, porque o deputado tem um discurso que pode ser considerado polêmico.

Em 2011, ele usou o Twitter para dizer que os descendentes de africanos seriam amaldiçoados. “A maldição que Noé lança sobre seu neto, Canaã, respinga sobre o continente africano, daí a fome, pestes, doenças, guerras étnicas!”, escreveu.

Em outra ocasião, o pastor postou na rede social que “a podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam ao ódio, ao crime e à rejeição”. No ano passado, o pastor defendeu em debate no plenário os tratamentos de “cura gay”.

No último domingo (3), a ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) publicou nota de protesto contra a indicação do pastor evangélico. Um abaixo-assinado no site Avaaz, no qual são disponibilizadas petições públicas, diz que “é inaceitável que a comissão fique nas mãos de alguém que irá lutar contra qualquer avanço em direção ao reconhecimento dos direitos humanos no Brasil”. Os ativistas lembram que Feliciano é “conhecido por comentários racistas e homofóbicos, além de não respeitar as religiões de matriz africana”.

Disputa na web

Quando foi anunciado que o PSC ficaria com a presidência da comissão, vários abaixo-assinados começaram a se espalhar pela internet, contra e a favor da indicação de Feliciano para o cargo.

Na semana passada, uma petição no site Avaaz pedia que ele fosse deposto da comissão. Em seguida, o próprio deputado cricou uma petição em seu site defendendo sua indicação.

Agora, uma petição no site Change.org assinada por um grupo de religioso diz que nem todos os evangélicos apoiam Feliciano.

Mensagem que foi postada no Twitter do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) e depois apagada

Mensagem que foi postada no Twitter do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) e depois apagada

dica do Felipe Nogs

O que vai acontecer com o planeta em 2012

Saiba de onde saíram as profecias que preveem o fim do mundo para dezembro

O que é verdade e o que é mito sobre 2012?

publicado na Galileu

Você com certeza já ouviu a previsão de que o mundo vai acabar no dia 21/12/2012. Pode até ter ficado com aquela dúvida: será que vale a pena eu ir para o trabalho, cumprir minhas obrigações e me esforçar para ter um futuro melhor? Ou será que eu caio na gandaia, afinal de contas o que nos resta é curtir nosso último ano na face da Terra? Bom, 2012 começou e as pessoas parecem estar tocando a vida normalmente. Deve ser porque pouca gente levou a profecia a sério. A GALILEU explica o porquê.

Essa previsão surgiu por causa de um calendário usado pelos Maias no auge de sua civilização. Acontece que ele se encerra justamente no dia 21 de dezembro deste ano, gerando especulações de que eles já teriam previsto o fim do mundo. A ideia do apocalipse em 2012 fez sucesso, gerou filmes, livros, palestras e programas de TV. Essa popularidade é o ponto culminante de um processo que começou há quase 25 anos, quando o artista e escritor americano José Argüelles publicou o livro “O Fator Maia”. Nele, Argüelles misturava seus estudos sobre o fim do calendário maia com suas próprias idéias, ligadas à astrologia e ao New Age. Ele concluiu que 2012 marcaria o fim do ciclo do Homo sapiens e o início de uma época ecologicamente mais harmoniosa, que acabaria com os males do mundo moderno, como guerras, materialismo, violência, injustiça e opressão.

Argüelles conclamou os leitores a se reunirem em várias partes do mundo nos dias 16 e 17 de agosto de 1987 para meditar e rezar, dando um pontapé inicial para o grande dia que ainda estava 25 anos no futuro. Esse evento, batizado de Convergência Harmônica, atraiu grande atenção da mídia americana e ganhou o apoio de celebridades como a atriz Shirley McLaine. A partir do evento, 2012 se tornou uma data conhecida, e uma das favoritas dos profetas do fim do mundo.
No entanto, o calendário usado para fazer a previsão é apenas um entre os vários que os maias usavam. Assim como os nossos meses, anos e séculos, ele se estrutura em unidades de tempo. Cada 20 dias formam um uinal. Cada 18 uinals, 1 tun, e cada 20 tuns faziam um katun. Enquanto o nosso sistema de contagem de séculos não leva a um fim, o calendário maia dura cerca de 5.200 anos e se encerra na data 13.0.0.0.0, que para muitos estudiosos corresponde ao nosso 21/12/2012.

Isso não significa que eles esperassem pelo fim do mundo naquele dia. Na verdade, eles não pensavam no tempo de modo linear, e sim de modo mais cíclico. Há textos míticos maias que falam em eras anteriores à atual, e nada indica que esta seria a última. A maioria dos estudiosos acredita que, após chegar à data final, o calendário simplesmente se reiniciaria, assim como o nosso passa do 31 de dezembro para 1 de janeiro.

Entre os milhares de textos maias conhecidos, há apenas um que faz menção à data. Uma inscrição encontrada na ruína de Tortuguero (Costa Rica) diz que nela virá à Terra Bolon Yokte K’u, deus associado à guerra e à criação. Mesmo assim, a profecia não parece ser levada muito a sério nem entre os descendentes dos Maias. No período colonial e depois houve rebeliões populares inspiradas pelas profecias ancestrais. Mas basta dar um pulo à América Central para ver que os maias de hoje estão cheios de projetos e nem um pouco preocupados com 2012.

E tem mais

Mas nem só de maias vive o apocalipse. De lá para cá, só fez crescer o número de pessoas que têm desenvolvido suas próprias especulações sobre o que vai acontecer na data tão esperada. E para isso vale recorrer a todas as ferramentas. Um belga utilizou a matemática e a mitologia para fazer uma análise comparativa das civilizações maia e egípcia, concluindo que as duas são originárias de Atlântida e que o fim do mundo será causado por uma mudança no campo magnético da Terra. Outro americano usou drogas psicodélicas e um computador para analisar o I Ching e concluiu que o livro é um calendário de eventos que prevê o fim da história humana em novembro de 2012. Um matemático, também usando um software, encontrou uma profecia codificada no Antigo Testamento falando de um asteróide que atingiria a Terra. Um jornalista preferiu compilar os dados sobre vulcanismo, terremotos, queda de asteróides, radiação vinda do espaço etc. e concluiu que todos esses eventos devastadores têm forte possibilidade de acontecer em um futuro muito próximo.

Um ufólogo calculou a distância entre a linha do Equador e a cidade americana de Roswell, onde um disco voador teria caído. Encontrou o valor de 2.012 milhas – sinal, acredita, de que a queda do óvni foi uma mensagem cifrada sobre a data em que os ETs irão se revelar. Aliás, os apaixonados por óvnis talvez sejam o grupo que tenha mais esperanças positivas para 2012. Eis um exemplo típico de profecia ufológica, colhida entre as centenas de sites que debatem o tema: “Crescem os rumores de que civilizações extraterrestres estão preparando um evento espetacular em 2012. Ninguém sabe ao certo o que os maias realmente esperavam para o iminente cataclisma. Mas agora muitos centros de pesquisa crêem que a Terra passará por um grande perigo em 2012 e depois. No momento certo, avançadas civilizações extraterrestres resgatarão a civilização humana. De acordo com pesquisadores, a Federação do Universo, representando todas as 88 constelações, virá oficialmente visitar a Terra. Isso irá por um fim à ocultação de óvnis em todos os continentes”.

Outra teoria diz respeito ao planeta Nibiru, que iria colidir com a Terra no final deste ano. Ela tem início nas ideias do israelense Zecharia Sitchin sobre a origem da Terra, inspiradas, segundo ele, na decifração de antigos textos babilônicos. De acordo com Sitchin, há em nosso sistema solar um objeto que a ciência moderna desconhece e que os antigos chamavam de Nibiru. Esse objeto, que pode ser um planeta ou uma pequena estrela, passaria próximo ao Sol a cada 3.600 anos. Sitchin afirma que, em uma dessas passagens, uma colisão entre um de seus satélites e um planetóide que existia entre Marte e Júpiter teria dado origem à Terra.

Outros autores passaram a usar as idéias de Sitchin nos anos 1990. Eles dizem que Nibiru vai passar por perto de nosso planeta em 2012, e a atração gravitacional entre os dois resultará em dilúvios e terremotos. Segundo os astrônomos, a possibilidade de uma outra estrela no sistema solar está descartada, pois isso alteraria toda a dinâmica da rotação dos planetas. Quanto a planetas desconhecidos, eles podem até existir, mas não dividiriam a mesma órbita – isso só acontece com cometas e asteróides.

 

Icebergs

Marina Silva

Mais um grande bloco de gelo (do tamanho de Nova York, disseram os cientistas) se desfaz na Antártida. As catástrofes do aquecimento global já não espantam os brasileiros, que ficam, porém, apreensivos com o início das chuvas.

Como um iceberg, o Brasil tem uma parte visível, acima da linha do noticiário, e outra parte que não se vê, mas pode-se imaginar o tamanho. O escândalo da vez é uma história rocambolesca, com personagens próximos do poder político, que denunciam a superficialidade da “faxina” feita no início deste ano.

Ainda se discute os resultados do julgamento do “mensalão” e ouvem-se os ecos da guerra urbana em SP e SC. Em silêncio e submersas, outras guerras continuam.

Na semana passada, lemos na internet, estarrecidos e indignados, a carta do pesquisador em saúde pública Luiz Carlos Meirelles, gerente-geral de toxicologia da Anvisa, que denunciou irregularidades na liberação de agrotóxicos não avaliados, desaparecimento de processos e até falsificação de sua assinatura. Recebeu, como resposta, sua exoneração.

A “flexibilização” das regras para agrotóxicos vai no mesmo rumo do fim da exigência de rotulagem para os transgênicos, que a chamada “bancada ruralista” quer votar na Câmara. Juntam-se ao esvaziamento do Ibama e demais órgãos de controle, às barreiras para a criação de novas terras indígenas, à desfiguração do Código Florestal e a todas as iniciativas de abolir direitos da população sob pretexto de “remover barreiras” aos negócios. Removem-se as barreiras aos negócios no curto prazo e, em barreiras, os negócios ao longo do tempo, por falta de compromisso com o futuro do país, inteligência e visão.

Abaixo do visível, as tragédias das comunidades. No início deste mês, a aldeia munduruku (AM) sofreu com os excessos de uma ação policial que resultou no assassinato de um índio e em agressões generalizadas. A violência no Brasil rural não é menor que nas grandes cidades.

Há momentos em que o mundo parece explodir, porém, é só uma agitação na superfície. Mas as crises atuais provêm de regiões mais profundas. O declínio econômico da Europa não é só uma fase passageira com a qual se possa jogar nas Bolsas de Valores. Os desastres do aquecimento global não são oportunidades de melhoria nos preços das commodities. São emergências que comprometem o futuro do planeta, das quais não haverá como tirar dividendos.

Da mesma forma, as crises brasileiras, acima e abaixo da linha de visibilidade, nos desafiam a um salto de consciência. Devemos aproveitar as festas de fim de ano para refletir, meditar, encontrar novos rumos. Sem interromper a luta, que está longe do fim, contra a locomotiva de retrocessos, que levam à devastação.

fonte: Folha de S.Paulo

imagem: Internet

Deus não é genocida

Imagem: Google

Publicado por Sostenes Lima

Uma boa parte dos cristãos, ancorada numa interpretação ideologizada e equivocada da bíblia, sempre foi simpática, conivente e, em alguns casos, cooperadora com as ações genocidas de Israel, como a que está em curso no momento.

São muitos os cristãos que, sem ativar o menor senso ético, concebem as batalhas de guerra dos hebreus, registradas no Antigo Testamento, em especial nos livros de Josué, Juízes, I e II Samuel, I e II Reis e I e II Crônicas, como sendo ordenadas e sancionadas por Deus. Algumas dessas batalhas, massacres para ser mais preciso, são comumente citadas em sermões, como exemplos do cuidado e provisão de Deus para com aqueles que lhe são fiéis. É muito comum ver pregadores citando as ações militares de Josué (algumas delas com conteúdo claramente impróprio para crianças) sem sentir o menor constrangimento ético.

Invasões e expedições de horror, abertamente genocidas, como as de Josué[1], são normalmente interpretadas, por correntes fundamentalistas, como demonstração do cumprimento da vontade de Deus. Aliás, a ocupação de Canaã como um todo, com a consequente destruição dos povos locais, é vista como o ponto culminante do plano de Deus em instituir para si uma nação: Israel.

Vitórias esmagadoras, com a dizimação de prisioneiros de guerra e civis (em sua maioria mulheres e crianças), são alardeadas por pregadores fundamentalistas como um prêmio que Deus concedia aos hebreus por eles serem o povo escolhido. Triunfos, quando em desvantagem militar, são frequentemente apresentados como exemplos máximos de situações em que Deus pode intervir em favor dos seus escolhidos, providenciando vitórias onde há pouquíssima ou nenhuma possibilidade de acontecer.

Para quem interpreta literalmente a bíblia, a aliança de Deus garantia aos hebreus, caso estivessem em dia com as leis cerimoniais, civis e morais editadas pelo próprio Deus no deserto, sucesso em quaisquer incursões de guerra. Mesmo planos imperialistas eram abonados por Deus.

Falta a muitos cristãos a coragem de fazer uma leitura ética mais radical do Antigo Testamento, levando em conta os princípios defendidos no sermão do monte. Isso implica, certamente, a coragem de instabilizar e, por vezes, devastar algum dogma. Levar o sermão do monte e a mensagem de Jesus às últimas consequências tem efeitos perigosos.

Eu sei que ler as narrativas de guerra do Antigo Testamento a partir de outros pressupostos de éticos, isto é, fora da caixa de conserva da ortodoxia, é opção bastante provocadora. Contudo, penso que, quando amparados por um valor ético superior, não devemos ter medo de enfrentar os dogmas. O princípio ético segundo o qual todo ser humano tem direito à vida sobrepõe qualquer dogma. Então, não me preocupo em tocar no dogma da inerrância e inspiração verbal plena da bíblia. Afinal, busco seguir Jesus, não a bíblia. Ela é para mim o mapa que aponta para o destino, não o destino em si. E, se vista como mapa, a bíblia necessariamente precisa de leitura e interpretação. Continue lendo