Fotógrafo captura 24 pores do sol ao redor do mundo em apenas um dia

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publicado no Hypeness

Você já deve ter ouvido falar sobre a fama de alguns lugares que têm um pôr do sol sensacional. Alguns locais se tornam conhecidos justamente por proporcionar um espetáculo visual único, mas seria possível presenciar o pôr do sol 24 vezes em um dia?

A marca de relógios Citizen ousou experimentar e convocou o fotógrafo britânico Simon Roberts e o ex-piloto Jonathan Nicol para conseguirem essa façanha quase impossível. O resultado foi o Citizen Chasing Horizons, uma mistura de campanha publicitária e documentário.

A campanha é uma criação da agência Wieden + Kennedy de Tóquio, para promover o novo Eco-Drive Satelite Wave F100, apresentando a característica do relógio de se ajustar ao fuso horário em que você está, em apenas três segundos.

Para cada foto, Roberts tinha que estar preparado para capturar o pôr do sol no mesmo período de tempo, entre as 18.30h e 19h, em cada novo fuso horário. O esforço valeu muito a pena: veja a foto da captura e depois o vídeo onde eles contam como foi o divertido e ambicioso projeto.

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Descontrole em acumular coisas pode se tornar doença, alerta médico

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publicado no G1

O comportamento descontrolado em acumular coisas pode se tornar uma doença. O alerta é do médico psiquiatra paranaense Marcelo Kimati. Ao G1, o especialista explicou que o diagnóstico do transtorno é recente e está ligado normalmente a quadros confusionais onde o certo e o errado não conseguem ser distinguidos. Conforme Kimati, os sintomas podem aparecer em várias situações e, historicamente, estão ligados aos transtornos obsessivos compulsivos (TOC), mas também podem aparecer em quadros psicóticos ou de esquizofrenias. Os casos mais frequentes envolvem acúmulos de objetos em geral e animais como cães e gatos. Segundo o médico, o comportamento deixa de ser normal quando um simples objeto ou qualquer outra coisa sem significado ou utilidade nenhuma, se torna uma coisa vital ou de extrema importância – o que gera a dificuldade ao chamado ato de desapegar.

Ainda de acordo com Kimati, a maioria dos acumuladores em Curitiba, por exemplo, estão se tornando um problema de saúde pública do ponto de vista sanitário. “Eles acumulam coisas de forma a poder começar a transmitir doenças em virtude do acúmulo de ratos e de sujeira”. O diagnóstico da doença, segundo Kimati, foi reconhecido pelo DSM-5, sigla para Diagnostic and Statical Manual of Mental Desorders, ou, em português, Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. O livro é referência mundial e determina quais comportamentos humanos devem, ou não, ser considerados como doença e, consequentemente, serem tratados.

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Para tentar solucionar o problema em Curitiba, a prefeitura, em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), criou um Grupo de Trabalho Municipal de Acumuladores (GTMA). A ação, que visa identificar e ajudar aos possíveis acumuladores da capital, envolve a Rede de Proteção Animal da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o Serviço de Saúde Mental e o Centro de Saúde Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde. Além da Fundação de Ação Social e o Departamento de Medicina Veterinária da UFPR.
As situações da falta de controle do acúmulo, segundo o psiquiatra, começam a ser percebidas quando o ambiente onde estão guardados os objetos começam a ficar descaracterizados. Ou seja, se eles ficam guardados em uma cozinha, o espaço começa a perder a funcionalidade de uma cozinha e passa a se tornar um depósito, por exemplo. No caso dos animais, a falta de controle ocorre quando eles dominam o espaço ou começam a sofrer com a situação. Ou então, quando o cotidiano do proprietário se torna um problema por conta disso, acrescenta Kimati.

O GTMA ainda está em uma fase inicial, mas já identificou 189 acumuladores em Curitiba. Por enquanto, as buscas ocorrem por meio das denúncias registradas no Ministério Público ou na Central 156 das Secretaria Municipal de Saúde, do Meio Ambiente da Fundação de Assistência Social. Os dados apontam que deste total, 76 são acumuladores de animais, 64 de materiais em geral, 22 de animais e materiais. Outros 33 ainda precisam de confirmação.

A gravidade do problema também pode ser caracterizada de outras duas formas, argumenta Kimati. Uma delas é pela ausência de crítica. “Existem acumuladores que mais parecidos com sintoma compulsivo, de acumulação compulsiva, não conseguem se controlar, mas sabem que isso não é apropriado. A outra forma é quando a pessoa não entende o problema e insiste em continuar com o comportamento”.

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No caso dos animais, os acumuladores foram classificados em três tipos pelo GTMA: cuidador sobrecarregado, resgatador e explorador, segundo o coordenador do projeto Alexander Biondo. O primeiro, segundo ele, exibe certo grau de consciência sobre os problemas de cuidados e relaciona o problema provocado por uma alteração de circunstâncias ou recursos sociais, econômicos e/ou médicos. O resgatador, é o tipo mais comum e é característico por pessoas que têm um forte sentido de missão para salvar animais que leva à compulsão inevitável, ou seja, quando teme a morte dos animais e de si próprio e se opõe à eutanásia.

Os acumuladores classificados como exploradores são os mais difíceis e problemáticos, conforme Biondo. As características são de pessoas que acumulam para atender às necessidades próprias como sociopatas e/ou com distúrbios de personalidade, falta de empatia por pessoas e animais. De acordo com Biondo, essas pessoas se consideram superiores a todos os outros e muitas vezes adotam o papel de especialistas com extrema necessidade de controlar tudo.

Colecionadores x acumuladores

O médico também apontou a diferença entre colecionadores e acumuladores. “A pessoa que coleciona, também pode colecionar compulsivamente. A diferença pode ser notada no quesito organização”, explica.
“O colecionador tende a organizar os objetos de forma racional, respeita o espaço, entende o valor das coisas e também se deixa desfazer de algo. Ou seja, eles possuem algum grau de autocontrole. Já os acumuladores, perdem completamente essa questão da valorização e do significado funcional do objeto”.

Tratamento

Os tratamentos podem ser feitos de várias formas e dependem da gravidade do problema, afirma Kimati. “Não existe um tratamento único e uma grande saída para isso. A taxa de insucesso de um tratamento exclusivamente medicamentoso, por exemplo, é muito alta”. O médico também argumentou que, em alguns casos, o transtorno pode ser solucionado com reabilitações sociais e tratamentos multidisciplinares.

As pessoas que se caracterizam como acumuladoras normalmente não procuram ajuda sozinhas, conforme o psiquiatra. “Essas pessoas têm uma tendência maior ao isolamento porque em casos muito graves, a pessoa começa a dedicar uma boa parte da vida dela a comportamento acumulador. Então, isso tende a ser muito disfuncional”.

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Animação chama atenção para o câncer testicular

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publicado no Brainstorm9

Em inglês, assim como em português, há diversas palavras para se referir aos testículos, que vão de bolas às jóias da família. Daí que entra o raciocínio de #Feelingnuts, campanha criada pelo Studio AKA para o movimento de conscientização do câncer testicular Check One For Two:

“NÓS REALMENTE DEVEMOS AMAR NOSSOS TESTÍCULOS PARA DAR A ELES TANTOS NOMES CARINHOSOS.”

O problema é que, apesar de todo esse amor, os homens não conseguem dar a devida atenção aos riscos de desenvolverem um câncer testicular, apesar de inúmeras campanhas sobre o assunto, como por exemplo essa aqui, da Asociación Española de Adolescentes y Adultos Jóvenes con Cáncer, e essa aqui, criada pela BBDO de Toronto.

#Feelingnuts, entretanto, chama a atenção por ser muito mais divertida e simpática, sem perder o foco na informação. A animação mostra dois testículos correndo inúmeros riscos que são comparados à doença, explicando as chances de cura diante de um diagnóstico precoce, etc.

Apesar de estarmos no Outubro Rosa, mês dedicado à conscientização do Câncer de Mama, prevenção é uma palavra que vale em qualquer época do ano.

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Novo vírus faz caixas eletrônicos ejetarem dinheiro

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publicado no Olhar Digital

A Interpol (Política Internacional) e a empresa de segurança Kaspersky informaram ter detectado um novo malware que permite ejetar dinheiro em caixas eletrônicos. Conhecido como “Tyupkin”, o malware gera códigos que mudam de forma rotativa e possibilitam sacar notas no caixa eletrônico. Sendo assim, com o código em mãos, o criminoso pode repassar o algoritmo para um parceiro por alguma forma de comunicação, como telefone.

O hack ainda mostra quanto dinheiro está no caixa eletrônico e, para não chamar a atenção, ele só funciona nas noites de domingo e segunda-feira. Com o malware, é possível liberar até 40 notas de uma só vez. Estima-se que até agora, 50 caixas foram afetados no Leste Europeu, no entanto, relatos informam que o malware também foi usado nos Estados Unidos, China e Índia.

Confira abaixo um vídeo demonstrando o malware:

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Bebê com nanismo é prova de traição em despedida de solteira

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publicado no Terra

Uma mulher – que contou com o show de um stripper anão em sua despedida de solteira – foi obrigada a revelar que traiu o marido quando seu filho nasceu: a criança veio ao mundo com nanismo. As informações são do Mirror.

Segundo a publicação, o caso aconteceu na Espanha e ninguém imaginava que a noiva tivesse tido um caso com o stripper, nem mesmo suas amigas. O nome da mulher não foi revelado, tão pouco o do stripper.

A despedida de solteira aconteceu na noite anterior ao casamento, há nove meses. Semanas depois, a mulher declarou gravidez e comemorou, ao lado do marido, a vinda do filho.

No entanto, nesta sexta-feira, quando a criança nasceu com nanismo, a verdade teve que ser revelada. “Ninguém na família dela ou do marido tinham nanismo e nunca soube de nenhum outro anão na vida dela. Logo, não foi difícil imaginar o que tinha acontecido”, falou uma amiga do casal.

Nesta sexta-feira, o marido pediu divórcio assim que soube do que tinha acontecido.

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