Selfies de animais em nova campanha da National Geographic

publicado no Plugcitários

Até os animais resolveram fazer selfie. Esse é o tema usado na nova campanha da National Geographic para promover sua coleção de imagens da diomedia.com.br.

Os anúncios elaborados pela Heads Propaganda apresentam fotografias tiradas por animais em frente ao espelho, os populares selfies. A campanha de mídia impressa, intitulada “Selfies da Natureza”, tem como objetivo reforçar que apesar da facilidade de se encontrar imagens por aí, as melhores fotos da natureza fazem parte do banco de imagens da Nat Geo. Confira os anúncios:

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Seu nariz pode indicar quando você vai morrer

publicado no GizModo

Se as coisas não estiverem cheirando muito bem, talvez seu tempo no mundo esteja chegando ao fim. De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Chicago, nos EUA, problemas no nosso olfato podem indicar que a morte está próxima.

O grupo de cientistas, liderado por Dr. Jayant M. Pinto, testou a capacidade de detecção de cheiros em 3.005 homens e mulheres com idade entre 57 e 85 anos nos EUA. Eles precisavam reconhecer o cheiro de rosas, laranja, peixe e hortelã-pimenta. E aqueles com mais dificuldade de olfato eram aqueles com menos tempo de vida – a chance deles morrerem em até cinco anos era três vezes maior do que aqueles sem problemas de olfato.

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Com isso, os pesquisadores acreditam que o declínio na capacidade de reconhecer cheiros pode ser um indicativo de alguma outra degeneração relacionada à idade – e eles realmente acreditam que a perda do olfato seja um dos sinais de que a morte se aproxima, de acordo com o estudo publicado no PLOS One.

Então aproveite para cheirar todas as coisas que agradam – um dia você não conseguirá mais sentir nada disso e daí para frente é só esperar a morte chegar.

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Fotógrafos colocam animais no metrô de Paris

publicado no Plugcitários

Metrô, por mais que todos os dias algo de diferente esteja acontecendo, a sensação de rotina nas estações e nos trens se torna inevitável com o passar do tempo. A grande questão é: como driblar isso?

Dois fotógrafos, Thomas Subtil e Clarisse Rebotier, tiveram a ideia de trazer algo inusitado para esse cenário tão rotineiro. Animais! Sim, animais selvagens. Coisa que você com certeza nunca havia visto dessa forma em um metrô. E assim, criaram a exposição “Animetrô”. Um conjunto de fotos bastante divertidas, que colocam os animais ali, junto das pessoas no metrô. “Queremos que as pessoas sonhem e pensem que estão em outro lugar”, disse a fotógrafa em entrevista à BBC Brasil.

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aiio88p276gw6tdejkp173bpr (contando claro, com o grande talento dos fotógrafos.) Confira abaixo:

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Por que existem tipos de sangue diferentes, e o que acontece se você recebe o sangue errado

publicado no GizModo

O sangue é um dos tecidos mais importantes do corpo humano: ele leva nutrientes, oxigênio, hormônios, anticorpos e muito mais para as células, e retira delas os excretas (metabólitos) e o gás carbônico.

Mas cada tipo sanguíneo possui características únicas, que podem causar estragos se estiverem no corpo errado; por isso, é muito importante que você conheça os tipos sanguíneos – e o que eles significam.

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Por que existem tipos de sangue diferentes?

Cientistas acreditam que os diferentes tipos que conhecemos surgiram à medida que os primeiros humanos se adaptaram a doenças infecciosas. Por exemplo, a malária pode estar por trás do tipo O:

… [o tipo O] é mais predominante na África e em outras partes do mundo que sofrem com a malária, sugerindo que o tipo sanguíneo possui algum tipo de vantagem evolucionária. (…) Nesse caso em particular (…) células infectadas com malária não se unem direito às células de sangue dos tipos O ou B (…) Por isso, pessoas com o tipo O ficam menos doentes quando são infectadas pela malária”.

Como os tipos de sangue são classificados?
Hoje, os tipos são classificados de acordo com “a presença ou ausência de dois antígenos, A e B, na superfície dos glóbulos vermelhos”.

Além disso, o sangue também é descrito como positivo ou negativo, de acordo com a presença ou ausência do fator Rh.

Antígenos e anticorpos

De uma forma geral, antígenos são “qualquer substância à qual o sistema imunológico pode responder“. No que diz respeito ao sangue, “a membrana de cada glóbulo do sangue contém milhões de antígenos que são ignorados pelo sistema imunológico (…) [apesar disso,] o sistema imunológico irá atacar quaisquer células vermelhas doadas que contenham antígenos que sejam diferentes dos seus próprios”.

Os elementos que atacam essas células vermelhas também estão no sangue: “o plasma contém anticorpos anti-A ou anti-B, dependendo do grupo sanguíneo (…) Anticorpos são moléculas importantes que nosso sistema imunológico produz para ajudar a nos proteger contra invasores, como vírus e bactérias, [... e] também podem ser formados em resposta a diferentes grupos sanguíneos”.

Fator Rh

A maioria das pessoas (cerca de 85%) possui uma proteína especial em suas células sanguíneas, chamada de fator Rh, o que que as torna Rh positivo; as outras, que não possuem o fator Rh, são chamadas Rh negativo.

Mulheres que já ficaram grávidas devem lembrar do teste de Rh, que procura por qualquer incompatibilidade: “Se [a mãe] é Rh negativo e (…) o bebê é Rh positivo, o corpo [da mãe] vai reagir ao sangue do bebê como sendo um invasor. O corpo [da mãe] vai criar anticorpos (proteínas) contra o sangue Rh positivo do bebê (…) É mais provável que a incompatibilidade de Rh cause problemas na segunda gravidez ou nas seguintes, [quando] os anticorpos contra o Rh podem cruzar a placenta e atacar as células vermelhas do bebê (…) levando o bebê a uma anemia hemolítica”.

Por sorte, se uma incompatibilidade for descoberta cedo, há um tratamento pré-natal (imunoglobulina anti-Rh) que vai prevenir os problemas antes mesmo que comecem.

Quais são os tipos sanguíneos?

Tipo A

No Brasil, os tipos sanguíneos mais comuns são o O e o A, que abrangem 87% da população. O tipo A é caracterizado pela presença do antígeno A em seu glóbulos vermelhos e do anticorpo B em seu plasma.

Ele é seguro para ser doado para outros com o tipo A e para os que tiverem o tipo AB. Além disso, pessoas com o tipo A também podem receber transfusões de sangue tipo O.

Tipo B

Esse tipo é relativamente raro (só ganhando do AB), presente em 10% dos brasileiros. Ele contém o antígeno B nos glóbulos vermelhos e o anticorpo A (para atacar antígenos A) em seu plasma.

Pessoas com o sangue tipo B podem doar com segurança para outras com o mesmo tipo, assim como para as com sangue AB. Quem tem o tipo B também pode receber sangue do tipo O com segurança.

Tipo AB

Incomum, apenas 3% dos brasileiros possuem o sangue tipo AB. Ele é caracterizado pela presença tanto de antígenos A quanto B em suas células vermelhas, e nenhum anticorpo em seu plasma (ou seja, nada irá atacar o sangue recebido de fora).

Por essa razão, aqueles com o tipo AB são às vezes chamados de receptores universais, porque podem receber sangue de qualquer um. Mas, devido à presença de ambos os antígenos nos glóbulos vermelhos AB, as pessoas com esse tipo só podem doar para outras com o mesmo tipo.

Tipo O

Como dissemos, os tipos sanguíneos O e A são os mais comuns no Brasil. O tipo O não tem nem antígenos A nem B em suas células vermelhas, mas possui anticorpos tanto do tipo A quanto do tipo B em seu plasma.

Por isso, aqueles com o sangue tipo O só podem receber esse tipo em transfusões, já que os anticorpos em seu plasma atacariam qualquer outro tipo; porém, aqueles com o tipo O podem doar sangue para qualquer um, já que o tipo O é livre de antígenos que agridam o sistema imunológico. Por isso os com tipo O são chamados “doadores universais”.

O que acontece se você recebe o sangue errado?
Antes de qualquer transfusão de sangue, o hospital faz um teste para determinar seu tipo sanguíneo. Ou seja, não é um problema se você não souber qual é o seu tipo: na verdade, o hospital fará o teste de qualquer maneira.

Afinal, caso você receba o tipo errado, podem acontecer coisas muito ruins, como explica o National Institute of Health:

Ocorre uma reação transfusional hemolítica aguda, seja durante a transfusão ou até 24 horas depois. Estranhamente, o paciente pode relatar uma “sensação de morte iminente“. Ele também pode reclamar de queimação no lugar da infusão, junto a calafrios, febre, dor nas costas e nos flancos (…).

As reações mais severas envolvem hemólise intravascular; as células vermelhas doadas são destruídas ainda nos vasos sanguíneos pelos anticorpos de quem recebeu o sangue. (…)

A hemoglobina é liberada e excretada na urina (…) deixando-a marrom escuro (…).

A bilirrubina (…), normalmente secretada na bile pelo fígado, em vez disso se acumula no sangue, causando icterícia.

A ativação maciça do sistema complemento [que ajuda os anticorpos a limpar patógenos do corpo] pode causar insuficiência cardiovascular. A grande quantidade de tromboplastina liberada pelos restos de glóbulos vermelhos, que ativa um efeito cascata incontrolável de coagulação, também pode causar estado de choque.

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Após quatro anos, zoo percebe que tentava cruzar dois machos

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Um zoológico de Sapporo (Japão) admitiu que nos últimos quatro anos tentou fazer com que dois machos de hiena cruzassem em suas instalações. Os funcionários do zoo achavam que um dos animais do “casal” era uma fêmea, adquirida da Coreia do Sul.

Isso explica porque Kami e Kamutori não procriaram. Após a demora, bioólogos decidiram fazer um teste de gênero sob anestesia. Kami, que todos achavam ser uma fêmea de 5 anos, é também um macho. Ou seja: não era timidez.

Em nota oficial, a direção do Maruyama Zoo explicou o motivo da gafe animal: “A genitália externa de machos e fêmeas é similar”.

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