Menor casa do mundo tem 17m² e custa R$ 1 milhão


60a73b718ae3ae1450b8b07bd58f1dee

publicado no Yahoo!

O que você faria se tivesse R$ 1 milhão para investir em um imóvel? Uma das possibilidades é comprar a casa que leva o título de menor mundo, com apenas 17 m². Segundo o jornal britânico The Guardian, a casa fica na disputada Richmond Avenue, em Islington, região norte de Londres.

Para dormir, o proprietário da casa precisará usar a escada em cima da pia (você leu certo) para chegar ao quarto, localizado no mezanino do imóvel. Na sala, apenas algumas almofadas fazem as vezes de sofá. No banheiro, mais aperto: o vaso sanitário fica embaixo do chuveiro. Ou seja, a perda de espaço é a menor possível.

Segundo os corretores imobiliários, imóveis do tipo fazem parte de um conceito chamado hutch living (hutch, em inglês, é poleiro). O preço é justificado pela procura na região; os imóveis mais baratos no bairro custam acima de R$ 3 milhões, por conta dos bares e da vida noturna local. Você viveria numa casa assim para estar perto da badalação?

eded2ca0-392e-11e4-85de-2ba3c4255b37_casa_londres

Leia Mais

“Os Simpsons” irão encontrar sua primeira versão, de 1989, em episódio especial de Halloween

publicado no Papel Pop!

Tem mais novidade legal na nova temporada de “Os Simpsons”. Depois de se encontrar com o pessoal de “Uma Família da Pesada”, a família amarela irá encontrar uma versão deles mesmos – só que do jeitinho que estrearam na TV, em 1989.

As duas versões da família de Homer travarão uma batalha sangrenta inspirada no filme “Os Outros” (2001).

simpsons1

“Sugerimos que eles fossem assassinados e enterrados embaixo da casa, então isso é uma expansão daquele pensamento”, disse o produtor Al Jean ao EW, sobre o episódio especial. “Se as pessoas querem um verdadeiro massacre para o dia das bruxas, elas terão”.

Os Simpsons da “primeira geração” já fizeram algumas participações na série ao longo dos anos, mas essa será a primeira vez em que as duas versões da mesma família irão contracenar e se enfrentar.1987

“Treehouse of Horror” vai ao ar em outubro.

Leia Mais

Descubra as mentiras que o seu cérebro conta para você

como-desmascarar-um-homem-mentiroso

publicado na Super Interessante

Você fica cego 4 horas por dia. Já foi enganado por um rótulo nesta semana. Tem preconceitos sobre todos os assuntos (por mais que ache que não). Toma decisões irracionais, que vão contra os seus interesses. Você não está no controle da própria mente. Mas não se preocupe: você é normal. Não é maluco e possui um cérebro perfeito, como o de qualquer outra pessoa. Só que ele inventa coisas para iludir você. Não é por mal. É só uma maneira de economizar energia.

O cérebro humano é o objeto mais complexo do Universo. Tem 100 bilhões de neurônios, que podem formar 100 trilhões de conexões. Se fosse possível criar um computador com o mesmo número de circuitos do cérebro, ele consumiria uma quantidade absurda de eletricidade: 60 milhões de watts por hora, segundo uma estimativa de cientistas da Universidade Stanford. É o equivalente a quatro usinas de Itaipu trabalhando simultaneamente. Mas o cérebro humano gasta pouquíssima energia – 20 watts, menos que uma lâmpada. E mesmo assim consegue fazer coisas extremamente sofisticadas, de que nenhum computador é capaz.

Só que isso tem um preço. O seu cérebro não consegue analisar as situações de forma completamente racional, avaliando todas as variáveis envolvidas em cada caso. Para fazer isso, ele precisaria de ainda mais circuitos – e muito mais energia. Mas, ao longo da evolução, a natureza encontrou uma solução: o cérebro pode mentir para seu dono. Sim, mentir. Descartar informações, manipular raciocínios e até inventar coisas que não existem. Dessa forma, é possível simplificar a realidade – e reduzir drasticamente o nível de processamento exigido dos neurônios. “São efeitos colaterais do funcionamento normal do cérebro”, diz Suzana Herculano-Houzel, neurocientista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Tudo começa pela visão. Você não percebe, mas o cérebro edita o que você vê. Das 16 horas por dia que uma pessoa passa acordada, em média, 4 horas são preenchidas por imagens “artificiais” – que não foram captadas pelos olhos, e sim criadas pelo cérebro.

O olho humano só capta imagens com clareza em uma pequena parte, a fóvea, que tem 1 milímetro de diâmetro e fica no centro da retina. Então, para compor a linda imagem que você está vendo agora, os seus olhos estão constantemente em movimento. Eles focam determinado ponto e depois pulam para o ponto seguinte. Cada um desses saltos tem duração de 0,2 segundo. Quer comprovar isso na prática? Na próxima vez em que você estiver conversando com uma pessoa, preste atenção nos olhos dela. Você irá perceber que eles se movimentam o tempo todo para escanear vários pontos do seu rosto.

O problema é que a cada pulo desses, enquanto os olhos estão se movendo para a próxima posição, o cérebro deixa de receber informação visual por 0,1 segundo. Durante esse tempo, você está cego. E, como nossos olhos fazem pelo menos 150 mil pulos todos os dias, o resultado são 4 horas diárias de cegueira involuntária. Você não percebe isso porque o cérebro preenche esses momentos com imagens artificiais, que dão a sensação de movimento contínuo. Mas que, na prática, você não viu.

Tem mais: o que você enxerga não é o que está acontecendo – e sim o que vai acontecer no futuro. É sério. Isso acontece porque a informação captada pelos olhos não é processada imediatamente. Ela tem de passar pelo nervo óptico e só depois chega ao cérebro. O processo leva frações de segundo, e você não pode esperar – um atraso na visão pode fazer com que você seja atropelado ao atravessar a rua, por exemplo. Então, o que faz o cérebro? Inventa. Analisa os movimentos de todas as coisas e fabrica uma imagem que não é real, contendo a posição em que cada coisa deverá estar 0,2 segundo no futuro. Você não vê o que está acontecendo agora, e sim uma estimativa do que irá acontecer daqui a 0,2 segundo.

As mentiras invadem a razão
Com R$ 1,10, você pode comprar um café e uma bala. O café custa R$ 1 a mais do que a bala. Quanto custa a bala? Responda rápido. Dez centavos, certo? Errado. Você acaba de ser enganado pelo próprio cérebro. Mas não está sozinho – mais da metade dos estudantes de universidades prestigiadas como Harvard, MIT e Princeton responderam a essa mesma pergunta e também erraram (entre alunos de instituições menos badaladas, o índice de erro é ainda maior, cerca de 80%). Essa charada é um dos exemplos citados no livro Thinking, Fast and Slow (Pensando, Rápido e Devagar, ainda sem versão em português), do psicólogo israelense Daniel Kahneman, que ganhou o Prêmio Nobel de Economia por suas pesquisas sobre o comportamento humano.

Para Kahneman, o cérebro tem dois tipos de pensamento. O primeiro é rápido e intuitivo e confia na experiência, na memória e nos sentimentos para tomar decisões. O segundo é lento e analítico – e serve como uma espécie de guardião do primeiro.

Se estamos decidindo sobre o que comer, podemos ficar em dúvida entre um sanduíche e um prato de feijão. Mas por que essas duas opções, justo elas, surgiram como as alternativas válidas para o momento? Por que você não considerou um bacalhau com batatas? Por que não um sorvete de abacaxi? Porque o seu pensamento intuitivo já estava inclinado para optar pelo sanduba ou pelo feijão e restringiu previamente as escolhas antes mesmo que você se desse conta de que estava chegando a hora de almoçar. Do contrário, passaríamos horas avaliando todas as possíveis opções de refeição – e morreríamos de fome. Se o pensamento intuitivo não existisse, seria extremamente difícil escolher uma roupa ou responder a perguntas banais, do tipo “como você está?” ou “gostou do filme?”. De certa forma, o pensamento intuitivo é o que nos diferencia dos robôs. E é ele que permite ao cérebro processar informações na velocidade necessária. “Ele é mais influente. É o autor secreto de muitas decisões e julgamentos que você faz”, explica Kahneman no livro. Foi o pensamento intuitivo que apontou os dez centavos como resposta para o enigma do café. Só que ele mentiu para você. A resposta certa é R$ 0,05. Se a bala custasse R$ 0,10, o café custaria R$ 1,10 – e o total daria R$ 1,20.

Esse duelo entre os dois tipos de pensamento, o rápido-intuitivo e o lento-analítico, também tem uma explicação evolutiva. O córtex pré-frontal, região do cérebro responsável pelo processamento lógico, surgiu relativamente tarde na evolução da espécie humana – já as emoções e os instintos estavam com nossos ancestrais há muito mais tempo. Por isso elas são tão fortes e nos influenciam tanto. “A filosofia considera o ser humano um animal racional. Mas o que sabemos é que apenas em certas circunstâncias e à custa de muito esforço conseguimos ser racionais”, afirma Vitor Haase, médico e professor de psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O pensamento intuitivo está sempre presente, até nas situações em que a racionalidade é supremamente importante. Um estudo de pesquisadores das universidades de Ben Gurion, em Israel, e Columbia, nos EUA, analisou o comportamento de juízes que deveriam decidir sobre a liberdade condicional de presos (um processo rápido, que leva 6 minutos). Em média, somente 35% dos condenados ganhavam a condicional. Mas os cientistas perceberam que os juízes eram muito mais benevolentes depois de comer. Quando eles tinham acabado de fazer uma refeição, a taxa de aprovação subia para 65%. Com o passar do tempo, a fome vinha chegando, e a concessão de liberdade condicional ia caindo. Minutos antes do próximo lanche, o índice de aprovação era quase zero.

Decidir sobre liberdade condicional e julgar a própria felicidade são tarefas complexas. Para avaliar todas as variáveis envolvidas, muitas delas subjetivas, o cérebro tenderia a ficar sobrecarregado. Por isso, ele usa atalhos. “Os nossos problemas são resolvidos no piloto automático, através de soluções que a cultura já embutiu no nosso cérebro”, diz Haase.

Estudos têm revelado outra distorção: toda pessoa sempre tende ao otimismo, mesmo quando não há motivos para isso. A pesquisadora Tali Sharot, da University College London, gravou a atividade cerebral de voluntários enquanto eles imaginavam situações banais – como tirar uma carteira de identidade. Ela também pediu que os voluntários pensassem em coisas do passado. Os testes mostraram que as mesmas estruturas cerebrais são ativadas para recordar o passado e imaginar o futuro. Só que, ao imaginar o futuro, os voluntários criavam cenários magníficos – era o cérebro tentando colorir os eventos sem graça. “Cerca de 80% das pessoas têm tendência ao otimismo, algumas mais do que outras”, diz ela. Para Tali, autora do livro Optimism Bias (O Viés do Otimismo, ainda sem versão em português), o otimismo é sempre mais comum que o pessimismo – seja qual for a faixa etária ou o grupo socioeconômico da pessoa. Assim, nunca acreditamos que algo vá dar errado – mesmo quando o mais racional seria pensar que sim. “As taxas de divórcio, por exemplo, chegam a 40%, 50%. Mas as pessoas que estão para casar sempre estimam suas chances de separação em o%”, exemplifica Tali. Segundo ela, a inclinação natural ao otimismo também é um dos fatores que levaram à crise econômica global de 2008. “As pessoas achavam que o mercado continuaria subindo cada vez mais e ignoraram as evidências contrárias”, afirma.

Ele está no controle
As manipulações criadas pelo cérebro afetam até a capacidade mais essencial do ser humano: tomar as próprias decisões. Quando você decide alguma coisa, na verdade o cérebro já decidiu – com uma antecedência que pode chegar a 10 segundos. Uma experiência feita no Centro Bernstein de Neurociência Computacional, em Berlim, comprovou que as nossas escolhas são resolvidas pelo cérebro antes mesmo de chegarem à consciência. Voluntários foram colocados em frente a uma tela na qual era exibida uma sequência aleatória de letras. O voluntário tinha que escolher uma das letras e apertar um botão sempre que ela aparecesse. Os cientistas monitoraram o cérebro dos participantes durante o experimento. E chegaram a uma descoberta impressionante: 10 segundos antes de os voluntários escolherem uma letra, sinais elétricos correspondentes a essa decisão já apareciam nos córtices frontopolar e medial, as regiões do cérebro ligadas à tomada de decisões. Cinco segundos antes de o voluntário apertar o botão, o cérebro ativava os córtices motores, que controlam os movimentos do corpo. Isso significa que, 10 segundos antes de você fazer conscientemente uma escolha, o seu cérebro já tomou a decisão para você – e até já começou a mexer a sua mão.

“O indivíduo não é livre para escolher”, afirma Renato Zamora Flores, professor de genética do comportamento da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O cérebro restringe previamente as suas possíveis opções e, pior ainda, escolhe uma delas antes mesmo que você se dê conta. É possível lutar contra isso. Lembra-se daquele outro tipo de pensamento, o lento-analítico? Basta colocá-lo em ação. E isso você consegue tendo calma, refletindo sobre as coisas e duvidando das suas escolhas e opiniões. Os truques do cérebro são poderosos, mas não invencíveis. Agora que você sabe como funcionam, está muito mais preparado para lidar com eles – e se tornar realmente livre para tomar as próprias decisões.

Leia Mais

É possível ficar muito tempo dentro d’água até derreter?

publicado no Oráculo

Querido e sempre lido Oráculo: Quando ficamos muito tempo na água nossa pele começa a enrugar e tudo volta ao normal em alguns minutos após sair da água. Porém, o que acontece se ignorarmos isso e permanecermos na água, quanto tempo nossa pele aguenta submersa?
Obrigada!
Rita Braga, São Paulo, SP

 

underwat

Querida e sempre respondida Rita, nossa pele ficaria tão murcha e fraca que nos tornaríamos extremamente vulneráveis à ação de agentes externos como fungos ou bactérias. Em vez de ficarmos hidratados debaixo da água, ocorre o contrário. Nossa pele fica escamada porque perde água para o meio, por conta da osmose. Esse processo físico-químico acontece porque nosso corpo tem uma maior concentração de elementos (a saber, sódio, potássio e cloro) do que a água do mar, por exemplo. Por isso, a pele desidrata e murcha.
A camada de gordura que envolve a cútis e serve como barreira é a primeira a ser afetada. “Quanto mais tempo ficarmos debaixo d’água, mais fina essa camada fica, porque a gordura se dissipa”, explica a dermatologista Jorgeth de Oliveira Carneiro da Motta, professora da Universidade de Brasília (UnB). Assim, a pele se torna mais ressecada e mais suscetível a feridas e inflamações. Quanto ao tempo de resistência que nossa pele aguenta, não há como precisar. “É uma questão de dias”, afirma a médica. Por via das dúvidas, não tente virar um peixe.

Leia Mais

Robô transmite imagens de câmara secreta da Pirâmide de Gizé

egitopiramidegize

publicado no Terra

Um robô transmitiu, pela primeira vez, imagens do interior de uma câmara secreta na Grande Pirâmide de Gizé, localizada no Egito. O lugar não é visto por ninguém há 4.500 anos. As informações são do site Science Alert.

Segundo a publicação, a Grande Pirâmide é o único vestígio remanescente das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Quando construída, por volta de 2.560 a.C., ela tinha 146,5 metros de altura. Parcialmente desintegrada, hoje mede 138,8 metros.

A pirâmide possui três câmaras conhecidas: a de base, a do rei e a da rainha. Ao lado delas, existe um estreito corredor que é bloqueado por portas de pedra. Por anos, cientistas tentaram enviar robôs a fim de descobrir o que existia atrás dessas portas.

Em 1993, um robô foi enviado ao local, mas não conseguiu avançar. Quase uma década depois, um outro robô conseguiu perfurar um bloco das pedras e surgiu, então, a hipótese de que haveria uma câmara secreta por trás das portas.

Neste ano, uma equipe de engenheiros liderada por Rob Richardson, da Universidade de Leeds, no Reino Unido, desenvolveu um terceiro robô que conseguiu rastejar para dentro do túnel entreaberto e gravar imagens no interior da câmara.

Foram encontrados hieróglifos de 4.500 anos, escritas em tinta vermelha, e esculturas de pedra. Segundo os especialistas, é provável que as descobertas sejam resquícios do trabalho dos trabalhadores que construíram a pirâmide. Eles dizem ainda que o lugar deveria ser simbólico e não funcional, logo, não há uma tumba nessa passagem. As pesquisas continuam.

egitocamarasecretapiramidedjediteam

Leia Mais