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Exame de sangue identificará tendências suicidas

O teste também será utilizado em pesquisas relacionadas à depressão e outras doenças relacionadas ao cérebro, como o mal de Alzheimer

Editora Globo
Estudo da Suécia indica relação entre tendências suicidas a níveis elevados de ácido quinolínico no sangue / Créditos: U. S. Navy

publicado na Revista Galileu

No ano passado, pesquisas realizadas na Suécia publicaram um estudo que indicava relação entre tendências suicidas a níveis elevados de ácido quinolínico no sangue, um neurotransmissor associado à inflamação.

Atualmente, uma equipe de cientistas da Austrália trabalha com esta constatação para desenvolver um exame de sangue capaz de medir o nível do ácido no sangue. A intenção é que o teste auxilie os médicos no diagnóstico das condições mentais de uma pessoa depressiva.

Além disso, espera-se que o exame contribua como ferramenta de pesquisa que permita estabelecer relações entre a depressão e o sistema imunológico das pessoas e também investigar o papel do ácido quinolínico em doenças relacionadas ao cérebro, como mal de Alzheimer, autismo e esquizofrenia.

Animais com deficiência vivem felizes com ajuda de próteses

Foto: Reuters

Foto: Reuters

publicado na ANDA

Um cão usando uma espécie de muleta para movimentar-se não é uma imagem de todo desconhecida. Mas, e um cavalo? Ou uma tartaruga? Um golfinho?

A verdade é que existem próteses para os diferentes tipos de animais que padeçam de alguma deficiência.

É o caso de um golfinho com 37 anos de idade estimados que perdeu 75 por cento de sua barbatana caudal devido a uma doença desconhecida. Felizmente, esse golfinho que vive em Motobu, uma cidade no sul da ilha japonesa de Okinawa, agora pode nadar e saltar com uma cauda artificial que acredita-se  ser a primeira do mundo a ser usada nesse animal, segundo a Reuters.

Existe também a história de um porquinho chamado Chris P. Bacon que movimenta-se com a ajuda de uma cadeira de rodas. Ele nasceu com uma deficiência congênita nas patas traseiras.

Foto: Reuters

Foto: Reuters

Com 48 anos, o elefante Motala caminha graças à sua prótese colocada no Elephant Hospital situado no norte de Bancoc. Ele perdeu a perna esquerda dianteira depois de ter pisado em uma mina terrestre na fronteira de Mianmar, Tailândia, há 10 anos.

A tartaruga Tzvika também teve a vida mais facilitada com a ajuda de rodinhas que lhe foram colocadas no Hospital Wildlife Hospital Ramat Gan Safari, perto de Tel Aviv.

Além dos vários cães, há também um gato, Oscar, que ficou sem as patas traseiras após acidente em uma máquina agrícola. Ele conseguiu voltar a andar com a ajuda de próteses colocadas pelo cirurgião veterinário Noel Fitzpatrick.

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CHINA
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THAILAND/
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Ter barba faz bem à saúde

Carol Castro, no Ciência Maluca

Se alguém ousar falar mal da sua estimada barba, não se abale. Ela faz bem para a sua saúde: protege contra alergias e tosse. E ainda funciona como protetor solar.

Quem cuidou de provar os benefícios foi o pessoal da Universidade de Southern Queensland, na Austrália. Os pesquisadores expuseram manequins ao sol – metade ganhou uma bela barba feita de Barba de pau (uma espécie de planta que se apoia em outras para viver), enquanto a outra parte continuou com a cara lisinha –, e depois mediram a quantidade de radiaçãoabsorvida por cada um deles. Os barbados tiveram quase 35% menos de exposição aos raios UV. Dependendo do tamanho e grossura dos pelos, a barba pode funcionar como um protetor solar com FPS de até 21.

E tem mais. Dizem os pesquisadores que o bigode serve como uma barreira de proteção contra as bactérias trazidas pela poeira. Em alguns casos, é essa sujeira toda que desencadeia os sintomas da asma. E se a barba for longa, cobrir parte do pescoço, os ataques de tosse causados por inflamações na garganta podem durar menos tempo. É que a barba deixa a região mais aquecida.

Por último, sua barba ainda te deixa jovem por mais tempo – pelo menos na região facial. Com o rosto coberto, a pele se protege melhor contra o vento e permanece hidratada por mais tempo.

Só não dá para ser largado ao extremo e deixar a barba toda suja, ok? E sem pelos encravados.

Seleção para tatuador utiliza QR-Code

A empresa pôs um anúncio no jornal que continha um QR-code – e os interessados na vaga deveriam preencher este QR-code para poder ter acesso ao formulário para candidatar-se a vaga

publicado no blogCriativo

Como um studio deve selecionar um tatuador? A Berrge Tattoo, da Turquia, abriu uma seleção diferente para escolher novos tatuadores para compor a sua equipe.

A empresa pôs um anúncio no jornal que continha um QR-code – e os interessados na vaga deveriam preencher este QR-code para poder ter acesso ao formulário para candidatar-se a vaga.

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Parar de fumar diminui ansiedade, diz estudo

Um estudo feito na Inglaterra com fumantes que estavam tentando abandonar o cigarro revelou que os que conseguiram deixar o tabagismo tiveram uma diminuição ‘significativa’ de seus níveis de ansiedade.

cigarro

Para cientistas, preocupação com ansiedade entre os que tentam parar são infundadas

publicado na BBC Brasil

A pesquisa, divulgada pela publicação científicaBritish Journal of Psychiatry, acompanhou quase 500 fumantes que frequentam clínicas do sistema público de saúde britânico para parar de fumar.

Os 68 dos que tiveram sucesso após seis meses relataram ter sentido uma redução dos seus níveis de ansiedade.

A diminuição foi mais intensa entre aqueles que fumavam por transtornos de humor e ansiedade do que entre os que fumavam por prazer.

Temor infundado

Os pesquisadores – vindos de várias universidades, incluindo Cambridge, Oxford e Kings College de Londres – afirmam que os resultados devem ser usados para tranquilizar os fumantes que tentam parar, já que mostram que as preocupações com o aumento dos níveis de ansiedade são infundadas.

No entanto, o estudo sugere que uma tentativa frustrada de abandonar o cigarro pode aumentar levemente os níveis de ansiedade entre aqueles que fumam devido a transtornos de humor.

Para aqueles que fumaram por prazer, uma recaída não alterou os níveis de ansiedade.

O estudo foi publicado dias depois de o governo britânico ter lançado uma nova campanha de publicidade antitabagismo.