O Viagra pode fazer bem para o coração, dizem cientistas

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publicado na EXAME.com

O principal ingrediente do Viagra pode fazer bem ao coração. A descoberta é de cientistas da universidade Sapienza de Roma.

Em artigo publicado hoje no BMC Medicine, os pesquisadores apresentam os resultados de uma pesquisa sobre o PDE5i.

Principal ingrediente do Viagra e outros remédios contra disfunção erétil, o PDE5i bloqueia a ação da enzima PDE5. Essa enzima é responsável pelo relaxamento do tecido muscular liso. No caso do pênis, sua ação representa o fim da ereção.

Após analisarem dados de mais de 1.600 homens com problemas de coração em estágio inicial, os médicos italianos concluíram que a ingestão diária de doses controladas de PDE5i é capaz de evitar o crescimento do coração a longo prazo.

Além disso, eles também constataram que essa substância melhorou o desempenho do coração em todos os pacientes analisados, sem efeitos negativos para pressão arterial deles.

“Nós descobrimos que o principal ingrediente do Viagra pode ser usado como um tratamento efetivo e seguro para muitos pacientes com problemas de coração”, afirmou em nota Andrea Isidori, um dos cientistas responsáveis pelo estudo.

Agora, Isidori e sua equipe querem fazer novos testes para comprovar a eficácia do PDE5i no combate às doenças do coração em outros segmentos da população – como mulheres e homens com problemas cardiovasculares em fase avançada.

É sempre bom lembrar que o próprio Viagra é fruto de pesquisas ligadas a problemas do coração. Em 1994, os cientistas Nicholas Terrett e Peter Ellis testavam os efeitos do medicamento no tratamento de angina quando descubriram sua capacidade de combater a disfunção erétil.

Quatro anos depois, o Viagra foi lançado no mercado como primeiro remédio contra impotência pela Pfizer.

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Mistério de lua que ‘balança’ intriga cientistas

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publicado no UOL

O interior de Mimas, uma das 62 luas conhecidas de Saturno, pode conter água, de acordo com um novo estudo.

Famosa por causa do formato parecido com a “Estrela da Morte” do filme Guerra nas Estrelas, o satélite apresenta uma espécie de tremor, um movimento oscilante que, segundo astrônomos, é duas vezes maior que o esperado para uma lua com estrutura regular e sólida.

Para os especialistas há duas explicações para o fenômeno de oscilação de Mimas: ou a lua tem um imenso oceano subterrâneo ou tem um núcleo rochoso em formato de bola de rúgbi.

O estudo sobre Mimas foi publicado por um grupo de astrônomos dos Estados Unidos, França e Bélgica na revista Science Magazine.

A existência de água é tida por astrônomos como um dos principais requisitos para a existência de vida em outros planetas.

Interior exótico

A lua de Saturno tem cerca de 400km de diâmetro e é quatro vezes menor que a terrestre.

Os astrônomos basearam seus cálculos em fotos de alta resolução de Mimas enviadas pela sonda espacial Cassini.

A sonda foi enviada ao planeta dos anéis em 1997 e uma de suas principais descobertas foi justamente que Saturno tinha muito mais luas que se supunha – no ano de seu lançamento, astrônomos acreditavam que apenas 18 satélites orbitavam o segundo maior planeta do sistema solar.

Além de construir um modelo em 3-D de Mimas com o auxílio de centenas de imagens de diversos ângulos, os astrônomos mapearam diversos pontos da superfície da lua.

“Depois de examinar a superfície de Mimas, encontramos diversos tremores nos polos”, explicou um dos autores do estudo, Radwan Tajeddine, da Universidade de Cornell (EUA).

Tremores não são incomuns em luas: a Lua terrestre, por exemplo, também passa por pequeno balanços que a fazem mostrar diferentes ângulos de sua superfície com o passar do tempo.

Mas Tajeddine e seus colegas descobriram que o vaivém pendular de Mimas é de 6 km, o dobro do que se pode esperar de uma lua com o tamanho e a órbita de Mimas.

A descoberta surpreendeu os astrônomos, para quem Mimas era apenas uma rocha congelada.

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iOS Autocomplete Song, uma canção feita com as sugestões da Apple

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publicado no Brainstorn9

Como parte do seu projeto de publicar uma música nova todos os dias, Jonathan Mann teve a sensacional ideia de colocar a Apple para trabalhar por ele no vídeo da canção número 2110.

Usando a recente função de auto completar, uma das novidades do iOS 8, ele ‘escreveu’ uma música muito sem noção apenas ao autocompletar as frases com uma das três sugestões feitas pelo algoritmo da Apple. Com a ajuda de um pouquinho de autotune e pausas ritmadas, ele transformou o amontoado de palavras na música ‘iOS Autocomplete Song’.

Teria Jonathan descoberto o segredo da música pop? ;)

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Pesquisa mostra que ninguém liga para suas férias

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publicado na Galileu

Ninguém quer saber se sua viagem para a Grécia foi inesquecível. É isso que umnovo estudo publicado na Psychological Science afirma: você pode até achar que suas experiências merecem ser compartilhadas, mas isso carrega um custo social.

Para os pesquisadores de Harvard, o diálogo costuma funcionar melhor quando as pessoas dividem experiências em comum. Dentro dessa premissa, situações como “acabei de voltar de Miami” normalmente não envolvem uma grande troca, e isso faz com que a atenção diminua.

De acordo com Gus Cooney, autor do projeto, isso pode gerar até mesmo consequências ruins: “As pessoas vão se sentir alheias e com pouco a dizer sobre determinado assunto. E no pior dos casos, podem sentir inveja e ressentimento por ter vivido tal experiência”.

O grupo chegou a essa conclusão depois de uma série de experimentos. No primeiro teste, a equipe dividiu os 68 participantes em grupos de quatro. Depois de divididos, os quartetos eram levados para uma sala com cabines onde alguns vídeos estavam passando. Por grupo, apenas um “sortudo” tinha acesso ao vídeo mais legal (julgamento dos pesquisadores), enquanto os outros ficavam com o menos interessante.

Logo que terminavam os vídeos, os participantes tinham que responder o quão felizes estavam se sentindo. Após isso, os cientistas de Harvard deixaram o quarteto conversando por um tempo após a exibição dos vídeos. Depois da conversa, responderam as mesmas questões.

Os resultados mostraram que aqueles que assistiram aos melhores vídeos ficavam mais “tristes” depois da conversa com seus colegas. Os pesquisadores entenderam que isso aconteceu porque o participante “sortudo” – mas nem tanto – se sentiu isolado da conversa dos outros três.

Para acompanhar o primeiro estudo, outros testes relacionados ao tema foram realizados pelo time de Harvard. Eles descobriram que as pessoas não imaginavam que esse tipo de situação era possível: quando perguntadas como se sentiriam nas respectivas ações, responderam que a conversa não seria capaz de diminuir a felicidade dos que viram o vídeo mais legal.

Como conclui o autor, em divulgação oficial: “Se uma experiência transforma você em alguém que não possui nada em comum com os outros, não o importa o quão bom tenha sido, em longo prazo isso não lhe trará felicidade”.

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