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A pegadinha publicitária mais brutal que você já viu

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Carlos Merigo, no Brainstorm9

propaganda-pegadinha ganhou contornos nunca antes vistos nesse primeiro semestre de 2013. São diversas ações das mais variadas marcas, geralmente em espaços públicos, que se atingem poucas pessoas no momento da execução, podem acumular milhões em audiência online. Em um Braincast recente, discutimos os limites desse tipo de pegadinha.

Limite (ou a falta dele), aliás, é uma palavra que vem bem a calhar nesse exemplo da ONG britânica Think!. Eles tem o histórico de chocar em suas campanhas, mas dessa vez o choque pode ser fatal.

Uma ação para falar dos perigos de beber e dirigir utiliza uma ideia brutal no banheiro de um pub. É uma variação hardcore dessa outra realizada pela MINI. A única pergunta é: E se fosse com você?

Criação da Leo Burnett, que redefiniu o significado de “propaganda impactante”.

Alemanha abandona uso de sua palavra mais longa

Mudança em regras de segurança animal da UE acaba com uso de palavra de 64 caracteres.

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publicado no G1

O idioma alemão perdeu sua mais longa palavra graças a uma mudança numa lei de conformidade da União Europeia (UE).

‘Rindfleischetikettierungsueberwachungsaufgabenuebertragungsgesetz’, que significa ‘lei que delega monitoramento de rotulação de carne’, foi introduzida em 1999 no Estado de Mecklenburg-Oeste Pomerania.

A palavra perdeu razão para ser usada após mudanças na regulamentação de testes em gado de corte.

Na Alemanha é notório o uso de palavras compostas (sem hifens ou espaços), frequentemente para descrever termos da área científica ou do meio jurídico.

A palavra de 64 caracteres foi criada para ser usada no contexto dos esforços para combater a chamada ‘doença da vaca louca’ ou BSE (do acrônimo inglês bovine spongiform encephalopathy).

Mas depois que a UE pediu o fim dos testes em gado saudável nos abatedouros europeus, a palavra saiu de uso.

A imprensa alemã busca agora outras candidatos a palavra mais longa do idioma.

Entre as concorrentes, está ‘Donaudampfschifffahrtsgesellschaftskapitaenswitwe’, que significa ‘viúva de um capitão da companhia Donau de navios a vapor’.

Entretanto, especialistas dizem que palavras tão longas como estas são raramente utilizadas e dificilmente entrarão no dicionário alemão.

A mais longa palavra que já foi incorporada no dicionário alemão é a ‘Kraftfahrzeughaftpflichtversicherung’, que significa ‘seguro obrigatório de automóvel’.

Pirâmide construída pela civilização Maia há 2.300 anos é destruída por uma escavadeira

O templo Noh Mul, construído pela civilização Maia em Belize, foi destruído propositalmente por uma construtora de estradas

O templo Noh Mul, construído pela civilização Maia em Belize, foi destruído propositalmente por uma construtora de estradas

publicado no Correio do Brasil

Autoridades de Belize, na América Central, confirmaram nesta terça-feira que uma escavadeira destruiu uma das maiores pirâmides maias do país durante a construção de uma estrada. O chefe do Instituto de Arqueologia de Belize, Jaime Awe, disse que o templo Noh Mul foi destruído quando operários de uma empreiteira buscavam cascalho para preencher buracos na estrada antes de ela ser pavimentada.

Construído na era pré-colombiana, o templo datava de 2.300 anos atrás e apenas uma pequena parte da pirâmide permaneceu de pé. A polícia diz que está investigando o incidente, mas arqueólogos belizenhos dizem que esta não é a primeira ocorrência de um incidente desse tipo.

– A destruição de montes maias para preenchimento de estradas é um problema endêmico em Belize – diz o professor Normand Hammond.

Arqueólogos locais disseram que foram alertados sobre a destruição no fim da semana passada. O complexo maia está localizado em terras particulares, mas de acordo com a legislação belizenha, quaisquer ruínas pré-hispânicas estão sob proteção do governo. Segundo John Morris, do Instituto de Arqueologia de Belize, os operários sabiam o que estavam fazendo.

– É inacreditável que alguém de fato tenha tido o descaramento de destruir esta construção. Não há, absolutamente, nenhuma possibilidade de que eles não soubessem que aqueles eram montes maias – afirmou.

Promotores locais consideram apresentar acusações criminais contra a empreiteira.

Chaleira parecida com Hitler provoca polêmica na Califórnia

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publicado no Yahoo!

Um simples recipiente de aço inoxidável para esquentar água provocou uma polêmica nos Estados Unidos, quando alguns usuários de redes sociais disseram que lembrava Adolf Hitler, esgotando seu estoque on-line e fazendo seu preço disparar no site de leilões eBay.

As fotos da chaleira projetada por Michael Graves para a loja JC Penney se tornaram virais. O produto alcançou na quinta-feira 245,90 dólares na internet.

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A chaleira se esgotou on-line mas ainda está disponível nas lojas, e os anúncios de venda do produto nas ruas foram retirados após os protestos.

As fotos que provocaram a confusão apareceram na rede social de notícias Reddit, e apresentavam dois anúncios da chaleira, um em foco e outro borrado, para mostrar as semelhanças entre a chaleira e Hitler fazendo sua infame saudação nazista Sieg Heil.

O prefeito de Culver City, o subúrbio de Los Angeles onde o anúncio publicitário da JC Penney foi colocado, questionou a loja.

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“Como judeu, estou ofendido”, disse Jeff Cooper em um e-mail ao site de notícias Mother Jones. “Como funcionário eleito, estou enojado de que a cidade que represento esteja relacionada a isso”.

A Liga Anti-Difamação (ADL), que luta contra o antissemitismo, disse ao site: “Acreditamos na palavra da JC Penney de que qualquer semelhança com o ditador nazista foi totalmente involuntária”.

O anúncio em Culver City foi retirado das ruas, mas a chaleira estava disponível na JC Penney na quinta-feira a 40 dólares. Contactada pela AFP, a empresa não se pronunciou.