E se Jesus encontrasse Freud para um drink?

Por Bia Amorim, no Mixologynews

O canal History Channel lançou uma série de vinhetas chamada “E se os mais importantes personagens da história se encontrassem para um drinque?!” com personagens históricos conversando em um balcão de bar.

Aqui no Mixology News nós já escrevemos sobre As Personalidades Que Gostaríamos De Ter Servido Um Drinque. Acompanhe.

jesus.freud_Quando você imaginaria Jesus Cristo conversando com Sigmund Freud, o pai da psicanálise?

E que tal imaginar o pacifista indiano Mahatma Gandhi se encontrando em um pub londrino com o Jack Estripador?!

E se a mandona rainha do Egito Cleópatra encontrasse com o capitão Napoleão Bonaparte, choramingando por aí.

Thomas Edison, o grande inventor bate um papo com o imperador doidão Nero, que queimou Roma.

Pra terminar, olha o que deu quando Robin Hood, que roubava dos ricos para das aos pobres, encontrou o filósofo chinês Confúcio.

Parabéns à Tortuga Studios, que realizou todo projeto de animação. Todos os vídeos podem ser encontrados na página do designer Fabio Corazza no vimeo.

Leia Mais

Semelhança entre diabo de série religiosa e Obama causa polêmica

O ator Mohamen Mehdi Ouazanni caracterizado em The Bible e o presidente dos EUA (Foto: Reuters / Divulgação)
O ator Mohamen Mehdi Ouazanni caracterizado em The Bible e o presidente dos EUA                                     (Foto: Reuters / Divulgação)

Pulicado por EFE [via Terra]

O semelhança física entre o personagem satã da série de TV The Bible, interpretado pelo ator marroquino Mohamen Mehdi Ouazanni, e o presidente dos EUA, Barack Obama, gerou uma grande polêmica no país nesta segunda-feira (18), segundo a qual algumas pessoas passaram a questionar se a coincidência não poderia também esconder uma suposta mensagem política.

A discussão em torno da semelhança física entre satã e Obama foi repercutida nas redes sociais pelo comentarista conservador cristão Glenn Beck, que, no domingo (17), perguntou aos seus mais de 640 mil seguidores do Twitter se o personagem da série do History Channel era como “esse tipo”, em alusão ao presidente dos EUA.

Junto com a mensagem, Beck também postou uma imagem do personagem interpretado por Ouzanni – encapuzado e com semblante de seriedade -, reproduzida na imprensa local e comparada com outras fotos de Obama.

Ouzanni já havia participado de outras séries de conteúdo religioso antes de The Bible, como Bíblia Sagrada – Davi, Jeremiah, No Começo e Os Dez Mandamentos.

O History Channel ainda não se pronunciou em relação à polêmica, que certamente despertará mais interesse na série. Com apenas dez capítulos, The Bible se transformou rapidamente em grande êxito nos EUA – sua estréia, no início do mês, registrou audiência de 13 milhões de espectadores.

De acordo com o site The Hollywood Reporter, a série conta com produtores que contribuíram financeiramente na campanha presidencial de Obama de 2008, assim como na Convenção Nacional Democrata de 2009 e em outros candidatos do mesmo partido.

Mas não é a primeira vez que uma série de televisão se vê envolvida em uma polêmica deste tipo. No ano passado, os criadores de Game of Thrones tiveram de pedir desculpas pela utilização indevida de cabeças similares à do ex-presidente George W. Bush em sequências de pessoas decapitadas.

Na ocasião, David Benioff e D.B. Weiss admitiram ter usado um modelo de rosto similar ao de Bush por motivos de orçamento.

“A cabeça de George Bush aparece em algumas cenas. Não foi uma escolha e não se trata de uma mensagem de conteúdo político, já que tivemos que usar todas as cabeças que tínhamos ao nosso alcance”, justificaram.

Leia Mais

Minissérie bíblica é uma das maiores audiências da TV a cabo americana

Roma Downey, atriz e co-produtora de 'The Bible'
Roma Downey, atriz e co-produtora de ‘The Bible’

Fernanda Furquim, na Veja on-line

Uma minissérie que narra diversas passagens bíblicas é o novo sucesso de audiência da TV a cabo americana. A audiência de estreia não conseguiu ultrapassar o público conquistado pelo primeiro episódio de Hatfields & McCoys, mas desbancou a estreia da terceira temporada de The Walking Dead, a série sobre zumbis (entre o público geral). O curioso é que Hatfields & McCoys e The Bible são duas produções do History Channel, que apenas recentemente começou a investir na produção seriada.

Em sua primeira noite, Hatfields & McCoys conquistou cerca de 13.9 mihões de telespectadores ao vivo, com 4.8 milhões entre o público alvo. Com as reprises na mesma noite, a estreia desta produção chegou a 17 milhões. Em outubro de 2012, o AMC estreou a terceira temporada de The Walking Dead, que bateu o recorde entre o público alvo, conquistando cerca de 7.2 milhões dos telespectadores na faixa etária entre 18 e 49 anos, sendo que a estreia conquistou 10.9 milhões entre o público geral. Em fevereiro, a estreia dos novos episódios da terceira temporada de The Walking Dead conseguiu ultrapassar seu próprio recorde, chegando a 12.3 milhões, com 7.7 milhões entre o público alvo.

Agora The Bible, que teve seu primeiro episódio exibido no último domingo (3/3) nos EUA, conquistou 13.1 milhões, com 3.3 milhões entre o público alvo. Somando a reprise na mesma noite, ela chegou a 14.8 milhões, com 5 milhões entre o público alvo.

A crítica não gostou da abordagem que Mark Burnett, do reality Survivor, e sua esposa, Roma Downey, atriz da série O Toque de um Anjo, deram ao adaptar as histórias da Bíblia. Mas isto parece não ter influenciado o público, que respondeu de forma positiva ao apelo de Burnett no Twitter. Nas vésperas da estreia da minissérie, o produtor organizou uma campanha na rede social convocando o público a assistir The Bible. O tempo dirá quantos continuarão a acompanhar a produção.

Para o History, foi mais uma noite bem sucedida, a qual é considerada pela mídia americana como a de maior audiência na trajetória do canal. Isto porque, além da estreia de The Bible, o canal também começou a exibir a série Vikings, produção que também conquistou uma grande audiência para a TV a cabo: 6.2 milhões, com 2 milhões entre o público alvo. Somando a reprise na mesma noite, Vikings chegou a 8.3 milhões de telespectadores com 3.4 milhões entre o público alvo.

A Bíblia também é responsável pela boa audiência conquistada pelas minisséries da TV Record no Brasil, que já exibiu A História de EsterSansão e Dalila, Rei Davi e atualmente apresenta José do Egito. O canal já prepara Os Milagres de Jesus Cristo (2013), título provisório, Os Dez Mandamentos (2014) e A Vida de Jesus Cristo (2015).

Informações sobre The Bible aqui e sobre Vikings aqui.

Cliquem na foto para ampliar. Abaixo, chamada do segundo episódio de The Bible.

Leia Mais

Criador do ‘The Voice’ leva a fé para nova minissérie

    Getty Images    Executive producer Mark Burnett
Getty Images
Executive producer Mark Burnett

John Jannarone, no The Wall Street Journal [via Valor Econômico]

Mark Burnett fez fama por ser a força por trás de programas de reality TV de grande sucesso, como “Survivor” e, mais recentemente, “The Voice”. Agora, ele está voltando sua atenção para outro tipo de TV: uma série bíblica.

Burnett está prestes a terminar uma minissérie de 10 horas, “The Bible” (A Bíblia), baseada em histórias como a da arca de Noé e Daniel na cova dos leões. A série, que deve ir ao ar no início do ano que vem no History Channel, é o primeiro trabalho de Burnett em programas de TV com roteiro pré-escrito.

É também um projeto que toca fundo no coração de Burnett. Nos últimos dois anos, esse ex-paraquedista militar de 52 anos diz que se tornou profundamente religioso, uma transição que ele atribui a Roma Downey, sua esposa desde 2007. “Foi só quando conheci Roma que realmente compreendi a minha fé, e isso vem sendo uma mudança dinâmica para mim”, disse Burnett.

Ele também dá à mulher o crédito da ideia da série. “Minha esposa tinha a sensação de que há muita coisa por aí que parece estar difamando a Bíblia”, disse ele. “Roma disse que deveríamos filmar a verdadeira história.”

Nos últimos anos, Burnett e Downey fizeram amizade com o famoso televangelista Joel Osteen, pastor de uma igreja de Houston, no Texas, que é a sede da maior congregação dos Estados Unidos. Osteen está dando assessoria a Burnett na série.

“Ele veio [à nossa igreja] várias vezes e nós fomos jantar na sua casa e coisas assim”, disse Osteen.

Mark Burnett e a esposa, Roma Downey, estão produzindo ‘A Bíblia’. A série foi filmada este ano no Marrocos. Durante a produção, Downey passou quase seis meses ininterruptos no país. Burnett voltava de avião para a Califórnia semanalmente para produzir a edição americana “The Voice”, viagem que leva até 30 horas em cada sentido.

O projeto de US$ 20 milhões, financiado pelo History Channel e pela Hearst Corp., dona de 50% do canal, ocorre num momento em que o gênero reality show dá sinais de já ter chegado ao pico.

Desde a estreia de “Survivor”, em 2000, na rede americana CBS Corp., a televisão do país foi inundada por reality shows sem roteiro prévio, desde “Extreme Makeover”, da rede ABC, mostrando cirurgias plásticas, até “Here Comes Honey Boo Boo”, da TLC, estrelando uma criança candidata a um concurso de beleza.

Burnett tem atualmente cinco reality shows no horário nobre em três redes de TV nos EUA, a maior presença na carreira do produtor. O que mais se destaca é “The Voice”, na NBC, rede da Comcast Corp. A série “Survivor” já está agora em seu 13º ano.

Embora o público de “Survivor” nos EUA seja hoje menor que o máximo de quase 30 milhões que atingiu em 2001, ainda consegue uma saudável média de 12 milhões de espectadores e continua sendo o programa de maior audiência em seu horário, segundo a Nielsen.

Burnett disse que está havendo um excesso de programas de reality TV, em especial nos canais a cabo. “Os programas da TV a cabo [...] não podem ser todos sobre gente que tem um emprego estranho sendo seguida pelas câmeras”, disse ele.

Ele disse acreditar que as redes muito dependentes de reality shows vão se afastar dessa fórmula. “A TV a cabo está evoluindo”, disse. “Aposto que daqui a cinco anos um terço dos programas da TV a cabo terá algum tipo de roteiro, com narrativa.”

No ano passado, ele vendeu para a Hearst uma participação de 50% na maioria dos seus negócios, incluindo programas como “The Voice”, fazendo com eles uma sociedade em que Burnett vai criar programas de TV.

Embora preferisse não dar detalhes sobre outros planos para programas com roteiro, ele disse que “A Bíblia” não será uma iniciativa isolada. “Estamos desenvolvendo ativamente uma tonelada de material roteirizado nesse momento [...]. Meu instinto me diz que provavelmente vamos acabar fazendo mais programas roteirizados do que reality shows nos próximos 10 anos.”

A Hearst espera que “A Bíblia” agrade a muita gente. Nos EUA, “há um grande número de cristãos, talvez 60 milhões ou mais, que vão à igreja toda semana”, disse Scott Sassa, presidente de entretenimento e distribuição da Hearst.

Leia Mais