Fofocar aumenta sua autoestima

foto: flickr.com/calleephoto/
foto: flickr.com/calleephoto/

Carol Castro, no Ciência Maluca

Vai dizer que você não se interessa por uma fofoquinha às vezes? É normal. E até bom. Já disseram que é um ótimo jeito de começar uma amizade. Mas há ainda outro ponto favorável: fofocar faz bem à autoestima. Desde que você não seja o alvo das fofocas, claro.

Foi o que descobriram pesquisadores holandeses após entrevistarem um grupo de pessoas para saber como elas reagiam às fofocas. As fofocas positivas sobre outras pessoas costumavam fazer muito bem aos ouvintes: eles tendiam a se sentir mais capazes de aprimorar as próprias capacidades. Quando o comentário era negativo, os voluntários relatavam que se sentiam mais confiantes para falar de si, causar uma boa impressão. Mas, nesses casos, também se preocupavam mais em se proteger de fofocas.

“Escutar histórias positivas sobre outras pessoas pode ser informativa, já que elas sugerem caminhos para você mesmo progredir”, explica Elena Martinescu, uma das autoras da pesquisa. “Escutar fofoca negativa pode fazer com que você se sinta lisonjeado, porque isso sugere que os outros podem ser piores do que nós”, conclui.

Claro que um ambiente repleto de fofoca não faz bem a ninguém. Só serve para criar conflitos e insegurança. Mas uma fofoquinha assim de leve, um desabafo com o mais chegado do escritório, está liberado, ok?

Leia Mais

Empresa holandesa cria ‘baseado’ eletrônico

Publicado no Catraca Livre

Depois do cigarro, agora é a vez da maconha. A empresa holandesa E-Njoint BV diz que desenvolveu o “primeiro” baseado eletrônico do mundo. O E-Njoint é descartável e não contém THC (princípio ativo da maconha), tabaco ou nicotina, tornando o produto inofensivo e 100% legal.

O produto tem a forma típica de um cigarro de maconha e uma luz verde com o símbolo da folha de cannabis acende e aparece na ponta cromada toda vez que o usuário dá uma tragada. São oferecidos seis sabores diferentes de frutas.

baseado1

 

A questão agora é de como as instituições governamentais vão classificar esta nova invenção que está sendo atualmente comercializada na Europa.

Só mesmo os holandeses para pensarem numa versão eletrônica do baseado. “A Holanda é famosa no mundo inteiro por sua atitude tolerante e liberal com relação às drogas leves, sendo que a introdução deste novo produto defende claramente a posição de que, desde que você não perturbe ou prejudique outras pessoas e se mantenha dentro dos limites legais, tudo estará muito bem”, diz Menno Contant, CEO da E-Njoint.

The Dutch invent world’s first electric joint

Na realidade o E-Njoint não é o primeiro cigarro eletrônico de maconha. Desde o começo do ano, Open Vape fabrica e vende um produto similar nos Estados Unidos.

No caso do “baseado” eletrônico americano, o refil contém óleo extraído da folha e de partes da cannabis descartadas no processo de preparação da maconha para a venda, como caule e flores.

Leia Mais

Girafa dá beijo de despedida em funcionário de zoo com doença terminal

Assim que Mário se aproximou do viveiro, as girafas foram em sua direção e lhe deram um beijo
Assim que Mário se aproximou do viveiro, as girafas foram em sua direção e lhe deram um beijo

Publicado no UOL

Um funcionário do zoológico de Diergaarde Blijdorp, em Roterdã (Holanda), que sofre com câncer em estágio terminal pediu para ser levado até o viveiro das girafas, para que pudesse se despedir, e ganhou um beijo de um dos animais, de acordo com reportagem do jornal “The Independent”.

Mário (que não teve o sobrenome divulgado), 54, passou a maior parte de sua vida adulta limpando os cercados dos animais. Assim que se aproximou das girafas, elas vieram em sua direção e uma delas começou a beijá-lo.

Kees Veldboer, presidente da fundação Ambulância do Desejo (que realiza pedidos de doentes terminais), responsável por levar o paciente até o zoológico, afirmou que “os animais o reconheceram e perceberam que havia algo errado com ele. Foi um momento muito especial”.

Leia Mais

Holanda paga com cerveja alcoólatras que catam lixo nas ruas

140106100844_alcoolatras_lixeiros_464x261_bbc_nocredit

Publicado na BBC Brasil

A iniciativa, encabeçada pelo grupo Rainbow, uma empresa privada que conta com verbas estatais, visa a proporcionar melhor qualidade de vida aos alcoólatras, ao mesmo tempo em que lhes estimula a contribuir para a sociedade.

“É muito difícil tirar essas pessoas do álcool completamente. Nós já tentamos de tudo e isso é a única coisa que funciona. Podemos não fazer deles pessoas melhores, mas agora eles têm uma vida melhor e também é bom para cidade, porque estão contribuindo para o meio onde vivem”, afirma Janet van de Noord, coordenadora do projeto.

A Rainbow não divulga exatamente quanto o governo gasta provendo cerveja de graça para os participantes do projeto, temendo que uma eventual uma repercussão negativa possa prejudicar o financiamento.

Mas Van de Noord defende que a iniciativa é uma maneira eficaz de lutar contra o impacto do alcoolismo na sociedade holandesa.

“Se as pessoas estão sendo presas, isso também custa dinheiro à sociedade. Então esse projeto só pode ser uma coisa boa e não vejo porque outros países não poderiam fazer o mesmo”, sugere.

Orgulho

140106101416_rene_amsterda_464x261_bbc_nocredit

 

Rene, de 52 anos, percorre as ruas catando lixo. Seus movimentos refletem um certo orgulho que ele agora tem de si mesmo. Um sentimento nada comum para um homem que já pagou tão caro por causa do vício.

“Eu tenho quatro filhos e três ex-mulheres, mas o álcool acabou com tudo”, resume.

“Eu não os vejo mais, eles não sabem onde estou e nem se estou vivo. Agora eu só tenho ele. Ele está aqui há 30 anos, nas horas boas e ruins”, diz ele, em referência ao hábito de beber.

Seu olhar afetuoso navega para baixo e repousa sobre uma lata de alumínio.

Os alcoólatras se reúnem em um salão comunitário, administrado pela Rainbow. A organização ainda presta assistência aos moradores de rua e viciados em drogas, além dos alcoólatras.

Rene acaba de abrir sua terceira cerveja do dia. São apenas 11h30 da manhã.

Ele e outros 19 colegas de trabalho chegam às 9h e catam lixo até às 15h. Eles fazem pausas para tomar cerveja, fumar e almoçar. Tudo de graça.

O inconfundível aroma de stamppot, um traditional ensopado de legumes holandês, predomina na cozinha.

“Eles gostam de cozinhar e acabam descobrindo qualidades que nem sabiam que tinham”, diz Van de Noord.

Quando perguntei a alguns holandeses o que achavam do projeto, todos disseram que apoiavam a iniciativa inusitada do governo.

Queda na criminalidade

A dez minutos de ruas agora sem lixo está o parque Oosterpark.

140106101250_parque_amsterda_464x261_bbc_nocredit

 

Desde que o programa de limpeza por alcoólatras começou, há ano ano, a polícia diz ter recebido menos ocorrências de esfaqueamentos e roubos no local.

A Rainbow está otimista de que o sucesso obtido até agora vá atrair mais financiamentos para que possam incluir mais pessoas no esquema. Outras cidades no país cogitam implantar projetos semelhantes.

Floor van Bakkum, da clínica antinarcóticos de Amsterdã, diz que a iniciativa é uma boa forma de lidar com um grupo muito problemático e associa a estratégia à prática de administrar doses controladas de heroína em viciados na droga.

“Ter um trabalho pode ajudá-los a fazer outra coisa com suas vidas”, afirmou Bakkum, alertando que este tipo de iniciativa deve ser monitorada de perto para que não se torne um “convite aberto para beber no parque”.

“Este esquema não é indicado para alcoólatras que ainda moram em casa e têm emprego”, adverte.

Os fundadores do projeto encaram o alcoolismo como uma “realidade imutável” e resolveram enfrentá-lo com o único artifício que pode agradar os beneficiados pelo projeto.

“Eu venho aqui por causa da cerveja. Se não tivesse a cerveja, por que viria aqui?”, indaga Rene.

Independentemente de suas razões, o fato é que Rene e seus amigos estão fazendo uma diferença na comunidade onde vivem e que um dia os marginalizava.

“É verdade”, concorda Rene, reconhecendo a ironia. “Eles antes nos tratavam como lixo, e agora nós estamos recolhendo o lixo deles e, como consequência, não somos mais o lixo”.

dica do Givaldo Corcínio

Leia Mais

Holanda tem 44% da população de ateus e transforma igrejas e templos em livrarias, cafés e casas de shows

Publicado no Catraca Livre

Na Holanda, os ateus correspondem a 44% da população e esse número já está mudando a paisagem do país. Igrejas e templos não conseguem manter as dependências por falta de recursos e são transformadas em pubs, cafés, livrarias e casas de show.

A livraria Selexuz foi construída na igreja de Maastricht e casa de shows Paradiso, foi construída em uma igreja do século 19.

Veja galeria de fotos que mostram essa transformação.

Leia matéria completa no Tech Guru.

hliY5Vm - Imgur Z8BIOle - Imgur QUJPtFa - Imgur 9y1Etzm - Imgur PessWZs - Imgur ZhKIL7i - Imgur ybcfghG - Imgur

dica do Vinicius Silva Mesquita

Leia Mais