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Girafa dá beijo de despedida em funcionário de zoo com doença terminal

Assim que Mário se aproximou do viveiro, as girafas foram em sua direção e lhe deram um beijo

Assim que Mário se aproximou do viveiro, as girafas foram em sua direção e lhe deram um beijo

Publicado no UOL

Um funcionário do zoológico de Diergaarde Blijdorp, em Roterdã (Holanda), que sofre com câncer em estágio terminal pediu para ser levado até o viveiro das girafas, para que pudesse se despedir, e ganhou um beijo de um dos animais, de acordo com reportagem do jornal “The Independent”.

Mário (que não teve o sobrenome divulgado), 54, passou a maior parte de sua vida adulta limpando os cercados dos animais. Assim que se aproximou das girafas, elas vieram em sua direção e uma delas começou a beijá-lo.

Kees Veldboer, presidente da fundação Ambulância do Desejo (que realiza pedidos de doentes terminais), responsável por levar o paciente até o zoológico, afirmou que “os animais o reconheceram e perceberam que havia algo errado com ele. Foi um momento muito especial”.

Holanda paga com cerveja alcoólatras que catam lixo nas ruas

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Publicado na BBC Brasil

A iniciativa, encabeçada pelo grupo Rainbow, uma empresa privada que conta com verbas estatais, visa a proporcionar melhor qualidade de vida aos alcoólatras, ao mesmo tempo em que lhes estimula a contribuir para a sociedade.

“É muito difícil tirar essas pessoas do álcool completamente. Nós já tentamos de tudo e isso é a única coisa que funciona. Podemos não fazer deles pessoas melhores, mas agora eles têm uma vida melhor e também é bom para cidade, porque estão contribuindo para o meio onde vivem”, afirma Janet van de Noord, coordenadora do projeto.

A Rainbow não divulga exatamente quanto o governo gasta provendo cerveja de graça para os participantes do projeto, temendo que uma eventual uma repercussão negativa possa prejudicar o financiamento.

Mas Van de Noord defende que a iniciativa é uma maneira eficaz de lutar contra o impacto do alcoolismo na sociedade holandesa.

“Se as pessoas estão sendo presas, isso também custa dinheiro à sociedade. Então esse projeto só pode ser uma coisa boa e não vejo porque outros países não poderiam fazer o mesmo”, sugere.

Orgulho

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Rene, de 52 anos, percorre as ruas catando lixo. Seus movimentos refletem um certo orgulho que ele agora tem de si mesmo. Um sentimento nada comum para um homem que já pagou tão caro por causa do vício.

“Eu tenho quatro filhos e três ex-mulheres, mas o álcool acabou com tudo”, resume.

“Eu não os vejo mais, eles não sabem onde estou e nem se estou vivo. Agora eu só tenho ele. Ele está aqui há 30 anos, nas horas boas e ruins”, diz ele, em referência ao hábito de beber.

Seu olhar afetuoso navega para baixo e repousa sobre uma lata de alumínio.

Os alcoólatras se reúnem em um salão comunitário, administrado pela Rainbow. A organização ainda presta assistência aos moradores de rua e viciados em drogas, além dos alcoólatras.

Rene acaba de abrir sua terceira cerveja do dia. São apenas 11h30 da manhã.

Ele e outros 19 colegas de trabalho chegam às 9h e catam lixo até às 15h. Eles fazem pausas para tomar cerveja, fumar e almoçar. Tudo de graça.

O inconfundível aroma de stamppot, um traditional ensopado de legumes holandês, predomina na cozinha.

“Eles gostam de cozinhar e acabam descobrindo qualidades que nem sabiam que tinham”, diz Van de Noord.

Quando perguntei a alguns holandeses o que achavam do projeto, todos disseram que apoiavam a iniciativa inusitada do governo.

Queda na criminalidade

A dez minutos de ruas agora sem lixo está o parque Oosterpark.

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Desde que o programa de limpeza por alcoólatras começou, há ano ano, a polícia diz ter recebido menos ocorrências de esfaqueamentos e roubos no local.

A Rainbow está otimista de que o sucesso obtido até agora vá atrair mais financiamentos para que possam incluir mais pessoas no esquema. Outras cidades no país cogitam implantar projetos semelhantes.

Floor van Bakkum, da clínica antinarcóticos de Amsterdã, diz que a iniciativa é uma boa forma de lidar com um grupo muito problemático e associa a estratégia à prática de administrar doses controladas de heroína em viciados na droga.

“Ter um trabalho pode ajudá-los a fazer outra coisa com suas vidas”, afirmou Bakkum, alertando que este tipo de iniciativa deve ser monitorada de perto para que não se torne um “convite aberto para beber no parque”.

“Este esquema não é indicado para alcoólatras que ainda moram em casa e têm emprego”, adverte.

Os fundadores do projeto encaram o alcoolismo como uma “realidade imutável” e resolveram enfrentá-lo com o único artifício que pode agradar os beneficiados pelo projeto.

“Eu venho aqui por causa da cerveja. Se não tivesse a cerveja, por que viria aqui?”, indaga Rene.

Independentemente de suas razões, o fato é que Rene e seus amigos estão fazendo uma diferença na comunidade onde vivem e que um dia os marginalizava.

“É verdade”, concorda Rene, reconhecendo a ironia. “Eles antes nos tratavam como lixo, e agora nós estamos recolhendo o lixo deles e, como consequência, não somos mais o lixo”.

dica do Givaldo Corcínio

Holanda tem 44% da população de ateus e transforma igrejas e templos em livrarias, cafés e casas de shows

Publicado no Catraca Livre

Na Holanda, os ateus correspondem a 44% da população e esse número já está mudando a paisagem do país. Igrejas e templos não conseguem manter as dependências por falta de recursos e são transformadas em pubs, cafés, livrarias e casas de show.

A livraria Selexuz foi construída na igreja de Maastricht e casa de shows Paradiso, foi construída em uma igreja do século 19.

Veja galeria de fotos que mostram essa transformação.

Leia matéria completa no Tech Guru.

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dica do Vinicius Silva Mesquita

É oficial: cientistas agora conseguem ler a sua mente

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Publicado no Gizmodo

A ideia existe em contos de ficção científica há décadas, mas agora está perto de se tornar realidade: pesquisadores da Universidade Nijmegen de Radboug, na Holanda, descobriram uma forma de ler a mente das pessoas. Ou, mais especificamente, como decodificar para quais letras do alfabeto uma pessoa está olhando ao analisar ressonância magnética com um modelo matemático especial criado por eles. Assustador.

A imagem sugere que os pesquisadores encontraram uma forma de determinar letras a partir de uma varredura no cérebro de uma pessoa, mas não é exatamente isso. O que eles fizeram foi quebrar imagens de ressonância magnética do córtex visual de uma pessoa em 1.200 pequenos cubos que aleatoriamente acendiam quando a pessoa olhava para uma letra do alfabeto. Mas não era exatamente aleatório; os segmentos individuais acendiam seguindo o mesmo padrão para determinada letra. E este padrão permitiu aos pesquisadores ensinar o modelo matemático a reconhecer qual letra está sendo visualizada.

O modelo matemático então foi um passo adiante e manipulou os resultados da ressonância magnética para eles parecerem as letras do alfabeto de forma que a gente consiga reconhecer. Pode parecer uma forma de roubar, mas a abordagem é bem parecida com a forma como humanos rapidamente reconhecem coisas baseando-se em memórias de ter visto aquilo antes – um fenômeno conhecido como conhecimento prévio.

E considerando quão bem isso funciona nos humanos, faz sentido que cientistas usem a mesma abordagem enquanto tentam expandir a pesquisa para conseguirem ser capazes de reconstruir um rosto humano, e não apenas algumas letras.

Guitarrista do Queen diz que programa The Voice é um insulto à música

Em seu site, May disse acreditar que o reality show não merece qualquer legitimidade e que é “o programa mais deprimente da TV”.

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Publicado originalmente no Rock Nordeste

Parece que o lendário guitarrista do Queen, Brian May, quer mesmo comprar briga com o pessoal da BBC e toda uma legião de fãs do programa The Voice, que aqui no Brasil é conhecido por The Voice Brasil. Em seu site na  internet, May disse acreditar que o reality show não merece qualquer legitimidade e que é “o programa mais deprimente da TV”. A postagem já tem quase um mês que foi feita, mas só agora parece que fez o efeito desejado pela grande mídia britânica.

Outros adjetivos foram dados ao  musical, como “estúpido” e “depressivo”. Ele defendeu ainda que o programa acabe o mais rápido possível, naturalmente, quando as pessoas irão perder o gosto por isso.

“Quando alguém canta ou toca, de verdade, não precisa ficar se esgoelando para tentar persuadir alguém a notá-lo. Basta ter alguma mensagem, emoções sublimes, algo belo que possa ser compartilhado pelo músico com um público, que dá a atenção àquilo que ele acredita merecer”, disse o músico que emendou ainda afirmando que “ é totalmente estúpida a ideia de que alguém possa julgar um cantor virado de costas para ele e perder todo esse contato”.

O The Voice foi lançado originalmente na Holanda e atualmente tem edições em diversos países, inclusive no Brasil. Na atração, os jurados selecionam os candidatos de costas e apenas se viram para os competidores caso aprovem sua performance. Na versão da BBC, o programa é comandado Jessie J  e Will.iam e Tom Jones.

E aê, o que vocês acharam da opinião do virtuoso guitarrista, Phd em astrofísica e reitor da Universidade John Moores de Liverpool? Vocês concordam ou não?

Segue a íntegra da declaração do guitarrista do Queen.

“Desculpe, eu odeio ser negativo – mas eu tenho que dizer isso.

Na minha opinião, o ‘The Voice’ é absolutamente o programa mais irritante, estúpido e depressivo na televisão. É também um insulto à música e aos músicos.

Toda vez que eu vejo jovens cantores arrebentando suas entranhas para tentar conquistar a atenção de alguém, que está grosseiramente sentado de costas para o cantor… eu me sinto enojado.

O programa rebaixa o ato de cantar a um nível de um obstáculo estúpido. Isso não é definitivamente o sentido da música.

Quando alguém canta ou toca, de verdade, não precisa ficar se esgoelando para tentar persuadir alguém a notá-lo. Basta ter alguma mensagem, emoções sublimes, algo belo que possa ser compartilhado pelo músico com um público, que dá a atenção àquilo que ele acredita merecer. A apresentação é tudo que um músico pode oferecer… sua voz, seu som, sua linguagem corporal, sua expressão facial, um contato visual íntimo. É totalmente estúpida a ideia de que alguém possa julgar um cantor virado de costas para ele e perder todo esse contato. Para mim, isso não faz o menor sentido. É totalmente venenoso para o crescimento de jovens músicos.

Eu odeio ver o ótimo  Tom Jones preso nesse cenário, que parece depravar todos a perderem sua dignidade.

Eu espero que esse programa tenha uma morte natural em breve.”