Arquivo da tag: homens

Personal trainer garante que adotar hábitos ‘de homens’ ajuda a emagrecer

2014-728965348-2014-721777442-2014060957466.jpg_20140609.jpg_20140629

Publicado no Extra

Coma como um homem. Esse é o conselho do personal trainer e especialista em dietas americano Jim White a todas as mulheres que querem emagrecer. Em um artigo publicado na revista “Fitness Magazine”, ele defende que adotar hábitos alimentares masculinos — como trocar drinks por cerveja e dispensar produtos light em prol de opções mais gordurosas — pode ser bastante favorável à boa forma feminina.

Segundo White, sete regras explicam o fato de os homens estarem sempre comendo e, mesmo assim, perderem peso com mais facilidade do que as mulheres.

— A abordagem é bem interessante, porque ele se baseia nos princípios da nutrição. A questão é que muito do que ele coloca não é, necessariamente, um hábito masculino. Comer de três em três horas, por exemplo, é um padrão mais das mulheres do que dos homens — comenta a nutricionista Natália Eudes, doutora em nutrição pela Universidade de São Paulo.

De acordo com a especialista, os pontos listados por White realmente podem ajudar no emagrecimento. No entanto, ela faz ressalvas:

— Ele diz que a cerveja é inibidora da fome, mas não vemos isso na prática. O consumo de bebida alcoólica em pequenas quantidades, seja ela qual for, não atrapalha a perda de peso. O problema é o que acompanha a bebida, como uma porção de salame ou de batatas fritas.

Embora também pregue cautela com produtos light, Natália Eudes pede atenção com alimentos gordurosos na dieta. Abacate, azeite, nozes e linhaça são boas fontes de gorduras saudáveis. Além disso, as mulheres devem lembrar que os homens se beneficiam do metabolismo mais acelerado para emagrecer. O ideal é consultar um especialista antes de iniciar a perda de peso.

18_dieta-01_WEB

‘Faceboi’, o app que avisa se você foi traído

O lema é “amigo mesmo, avisa!” - Reprodução

O lema é “amigo mesmo, avisa!” – Reprodução

Programa cria redes anônimas para denunciar traições sem estremecer amizades

Publicado em O Globo

RIO – “O corno é sempre o último a saber”. Para acabar com essa máxima, uma agência carioca lançou recentemente o aplicativo “Faceboi”. Com o lema “amigo mesmo, avisa”, o programinha para celulares android procura pistas sobre possíveis casos das namoradas no Facebook e cria uma rede anônima para que amigos informem casos de traição sem estremecer a amizade.

“Longe da gente fazer inferno na vida dos outros, mas será que aquele ‘chopinho com as amigas’ terminou numa noite de queijos e vinhos entre a sua gata e aquele carinha novo do trabalho?”, diz o aplicativo, que promete ajudar os desavisados.

O aplicativo é direcionado apenas para homens. Para usar, é preciso logar com uma conta do Facebook. Na primeira tela, o programa pergunta se o usuário quer buscar por indícios de traição da sua parceira ou avisar amigos sobre traições alheias.

Para avisar os amigos, o app fornece uma série de hashtags bastante explicativas, como #amigogay, “que não conhece uma música da Madonna, toma cerveja no gargalo e sabe a escalação do Megão de 81”, ou #cartãovermelho, “enquanto você pensa que é o Messi, tem atacante, zagueiro e gandula balançando o capim no fundo dela”.

As mensagens só podem ser enviadas para contatos no Facebook. E, caso algum amigo aviste sua namorada em situação estranha, também pode lhe enviar um recadinho.

O aplicativo é gratuito e está disponível apenas para sistema Android versão 2.33 ou superior. Lançado no início de junho, o programa foi baixado entre 1 mil e 5 mil vezes.

“Com esse app peguei a gata no pulo e me safei de um belo chapéu de touro. Valeu faceboi!”, avaliou um usuário.

Pessoas atraentes são menos propensas a ficarem doentes

Um estudo descobriu que quanto mais bonita a pessoa for, menos chances tem de desenvolver problemas como hipertensão, colesterol alto e depressão

Publicado no Terra

foto: Getty Images

foto: Getty Images

Pessoas atraentes são menos propensas ficarem doentes e a terem doenças como asma, diabetes e hipertensão, segundo nova pesquisa feita pela Universidade de Cincinnati, nos EUA. Eles também se sentem mais saudáveis, se afastam menos do trabalho e têm menos diagnósticos de problemas de saúde física e mental ao longo da vida. As informações são do Daily Mail.

O estudo avaliou 15 mil homens e mulheres, com idades entre 24 e 35 anos, acompanhados desde os 10 anos de idade. É o maior estudo, até o momento, que relaciona a aparência física à saúde.

A pesquisa foi feita com entrevistas cara-a-cara, diferente de muitos estudos. Pesquisadores acreditam que a boa aparência está ligada a bons genes e também sinalizam boa saúde. Homens e mulheres foram questionados se já haviam sido diagnosticados com vários tipos de doença.

O grupo foi dividido em cinco categorias: pouco atraentes, não atraentes, mediano, atraentes e muito atraentes. Quanto mais atraente a pessoa fosse, menos complicação de saúde apresentava. Para cada aumento na classificação de atratividade física para os homens, houve redução de 13% na probabilidade diagnostico para colesterol alto, 20% menos chances de hipertensão, 15% de depressão, 23% menos risco de TDAH, e 21% de gagueira.

Já em relação às mulheres, as mais atraentes se mostraram 21% menos propensas a terem hipertensão, 22% a serem diagnosticadas com diabetes, 12% com asma, 17% com depressão, 18% menos risco de TDAH e 18% de gagueira.

Ver muita pornografia pode ser prejudicial ao cérebro, sugere estudo

Pesquisadores alemães encontram relação entre passar muito tempo vendo pornografia e redução de matéria cinzenta

(foto: miguelb/Flickr/Creative Commons)

(foto: miguelb/Flickr/Creative Commons)

Publicado na Galileu

Homens que passam muito tempo vendo pornografia na internet parecem ter menos matéria cinzenta em certas partes do cérebro e sofrem redução de sua atividade cerebral, revelou um estudo alemão publicado nesta quinta-feira, 29, nos Estados Unidos.

“Encontramos um importante vínculo negativo entre o ato de ver pornografia durante várias horas por semana e o volume de matéria cinzenta no lóbulo direito do cérebro”, assim como a atividade do córtex pré-frontal, escrevem os cientistas do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano em Berlim.

“Estes efeitos poderiam incluir mudanças na plasticidade neuronal resultante de intensa estimulação no centro do prazer”, acrescentou o estudo, publicado na edição online da revista “Psychiatry”, da Associação Médica Americana.

Os autores, no entanto, não puderam provar que estes fenômenos sejam causados diretamente pelo consumo de pornografia e, por isso, afirmam que é necessário continuar com as pesquisas.

Mas, segundo eles, o estudo já fornece um primeiro indício da existência de uma relação entre o ato de assistir pornografia e a redução do tamanho e da atividade do cérebro como reação ao estímulo sexual.

Para realizar a pesquisa, os autores recrutaram 64 homens saudáveis com idades de 21 a 45 anos, aos quais pediram para responder a um questionário sobre o tempo que dedicavam a assistir a vídeos pornográficos. O resultado foi, em média, de quatro horas semanais.

Os voluntários também foram submetidos a tomografias computadorizadas (MRI) do cérebro para medir seu volume e observar como ele reagia às imagens pornográficas. Na maioria dos casos, quanto mais pornografia os indivíduos viam, mais diminuía o corpo estriado do cérebro, uma pequena estrutura nervosa bem abaixo do córtex cerebral.

Os cientistas também observaram que, quanto maior o consumo de imagens pornográficas, mais se deterioravam as conexões entre o corpo estriado e o córtex pré-frontal, que é a camada externa do cérebro encarregada do comportamento e da tomada de decisões.

Relação estressante com outras pessoas encurta a vida

Nova pesquisa descobriu que pessoas que brigam frequentemente com seus parceiros, filhos e até vizinhos têm maior risco de morte

Brigas: Conflitos frequentes com o parceiro pode triplicar risco de morrer, diz estudo (foto: Thinkstock)

Brigas: Conflitos frequentes com o parceiro pode triplicar risco de morrer, diz estudo (foto: Thinkstock)

Publicado na Veja on-line

Manter relações estressantes e desgastantes com outras pessoas – sejam elas amigas, familiares ou vizinhas – eleva o risco de morte prematura. Essa é a conclusão de um novo estudo feito na Universidade de Copenhague, Dinamarca. Segundo a pesquisa, tais conflitos afetam mais a saúde dos homens do que das mulheres, e mais intensamente indivíduos que estão desempregados.

De acordo os autores do trabalho, os médicos reconhecem que manter relações estreitas com familiares e amigos tem um efeito protetor sobre a saúde das pessoas. Porém, pouco se sabe sobre os efeitos do stress provocado por relações sociais conflitantes.

A pesquisa se baseou em um levantamento nacional feito na Dinamarca com 9 870 pessoas entre 30 e 60 anos. Elas foram acompanhadas entre 2000 e 2011. Durante esse tempo, os participantes responderam a questionários que incluíam perguntas sobre suas relações com parceiros, filhos, familiares, amigos e vizinhos. Esses indivíduos também relataram se sofriam algum sintoma depressivo.

Análise — Ao longo do estudo, 4% das mulheres e 6% dos homens morreram. Quase metade das mortes foi provocada por câncer – as outras causas incluíram doenças cardiovasculares e hepáticas, acidentes e suicídio.

Segundo os resultados, a chance de morrer durante a pesquisa foi duas vezes maior entre pessoas que brigavam frequentemente com seus parceiros ou amigos em comparação com quem não enfrentava esse problema. Esse risco foi três vezes mais elevado se os conflitos aconteciam com os vizinhos do indivíduo — e 4,5 maior caso ele estivesse desempregado.

Além disso, as pessoas cuja relação com o parceiro era desgastante ou causava preocupação com frequência (mas sem necessariamente envolver brigas) tiveram o dobro do risco de morrer durante o estudo do que aquelas que raramente sofriam com esse tipo de problema. No caso de esses problemas acontecerem nas relações com seus filhos, a chance de morrer foi 50% mais elevada.

Os resultados foram publicados na edição deste mês do periódico Journal of Epidemiology & Community Health.