Mulheres preferem os barrigudos aos sarados, revela pesquisa

Mulheres preferem os barrigudos aos sarados, revela pesquisa (foto: Gustavo Stephan / Agência O Globo)
Mulheres preferem os barrigudos aos sarados, revela pesquisa (foto: Gustavo Stephan / Agência O Globo)

Publicado no Extra

Para os homens que querem fazer sucesso com o sexo oposto, é melhor passar longe da academia e ir direto a um bar. Segundo uma nova pesquisa realizada no Reino Unido, três a cada quatro mulheres preferem os barrigudos aos sarados. O estudo mostrou ainda que 96% da população feminina acham que caras obcecados em malhar são chatos durante encontros.

No entanto, o levantamento — feito para marcar o lançamento do DVD do filme “Vizinhos”, estrelado pelo sarado Zac Efron e pelo gordinho Seth Rogen — não sugere que as mulheres consideram corpos definidos pouco atraentes. Em vez disso, descobriu-se que elas não ligam para a boa forma dos homens para não expor suas próprias inseguranças.

Para as entrevistadas, é muito provável que um homem sarado fique reparando nos defeitos do corpo feminino quando uma mulher fica nua na frente dele. Dessa forma, a pesquisa concluiu que os efeitos da aparência física sobre o desejo sexual são bem maiores para elas do que para eles.

De acordo com o escritor Michael Alvear, autor de “Não esta noite, querido, eu me sinto gorda”, 50% das mulheres admitem que já recusaram uma noite de sexo com seus parceiros por julgarem estar acima do peso, apesar de estarem com vontade de transar. As informações são do site do jornal britânico Metro.

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Homens baixos têm menos probabilidade de divórcio que homens médios ou altos, diz estudo

Pesquisa recolheu informações sobre 4.500 famílias de 1986 até 2011

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Publicado em O Globo

NOVA YORK – Um novo estudo da Universidade de Nova York (NYU) afirmou que a altura do homem não só influencia na compra de um terno, como pode estar relacionada com o sucesso de seu casamento. Analisando dados do Painel de Estudo de Dinâmicas de Renda (PSID, na sigla em inglês), sociólogos recolheram informações sobre as mesmas 4.500 famílias desde 1968 e descobriram que homens mais baixos têm 32% menos probabilidade de divórcio do que homens médios ou altos.

Foram analisados dados de 1986 até 2011 para determinar se a altura, registrada no primeiro ano, afetava a dinâmica do relacionamento de um homem. Os homens foram classificados como baixos (menos de 1,67m, em 1986, menos de 1,70m, em 2009), médios ou altos (mais de 1,85m, em 1986, mais de 1,88m, em 2009).

Os pesquisadores também mediram a renda, a educação e a diferença de altura entre os cônjuges, uma vez que os homens estavam casados. Por exemplo, em 1986, 92,7% dos homens eram mais altos do que suas mulheres; em 2009, 92,2% eram mais altos.

A partir dos dados, os pesquisadores descobriram outras grandes diferenças nos padrões de relacionamento entre homens baixos e altos. Homens mais baixos eram também eram mais propensos a se casar com mulheres menos escolarizadas e mais jovens. Uma vez casados​​, eles fizeram menos do trabalho doméstico e ganharam uma renda muito maior do que o seu cônjuge.

Os pesquisadores acreditam que, uma vez que altura está relacionada à masculinidade, homens baixos podem usar outros aspectos da relação – renda ou trabalho doméstico – para demonstrar a sua masculinidade.

“Homens baixos trocam seu status de provedor por menos trabalho doméstico (…) por que uma menor ajuda no trabalho doméstico ou uma parcela maior nos lucros relativos permitem que homens baixos representem os ideais tradicionais de gênero, assim demonstrando a sua masculinidade na ausência de diferenças antropomórficas simbólicas”, informaram os pesquisadores no artigo.

Já os homens altos tendem a se casar mais cedo na vida, mas tinham mais risco de divórcio mais tarde, enquanto os homens mais baixos tiveram casamentos mais estáveis​​. No entanto, pesquisadores observam que a ligação entre os homens curtos e casamentos estáveis ​​poderia ser porque eles escolheram se casar mais tarde (ou não têm a opção até mais tarde).

Os homens altos também foram mais propensos a se casar com mulheres mais perto de sua idade, e que foram mais bem educadas.

“Do ponto de vista dos modelos de relacionamento, isso indica que os homens mais altos trocam seu atributo atraente (altura) por cônjuges mais instruídos, enquanto os homens curtos são incapazes de fazê-lo”, escreveram os estudiosos.

Por ter sido estudado no intervalo de 1986 – 2011 e por não se aplicar a todos os casais, naturalmente, o estudo pretende apenas lançar luz sobre uma possível ligação da aparência física do sexo masculino com seu desempenho econômico.

Como explicam os pesquisadores no artigo: “Casamento e divórcio têm implicações para a estratificação socioeconômica e a acumulação de ativos, nossos efeitos observados sugerem que a altura dos homens podem afetar indiretamente a sua situação econômica e mobilidade socioeconômica através destes processos demográficos.”

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Homens mentem mais do que mulheres, afirma estudo

Síndrome de Pinóquio: homens mentem mais do que mulheres, diz estudo (foto: Walt Disney Pictures)
Síndrome de Pinóquio: homens mentem mais do que mulheres, diz estudo (foto: Walt Disney Pictures)

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É oficial: os homens são mais desonestos do que as mulheres. Pelo menos, é o que afirma um levantamento feito pelo site britânico Paying Too Much, e divulgada pelo jornal Daily Mail. Em média, eles mentem quatro vezes por semana, e elas, três.

O estudo também mostrou os motivos pelos quais ambos os sexos evitam dizer a verdade. Enquanto a intenção das mulheres é, na maioria dos casos, preservar os sentimentos de alguém, os homens mentem para economizar dinheiro e para “vencer” uma discussão.

Eles também são mais propensos a ser desonestos para conseguir algo que querem ou para parecer mais interessantes ou melhores do que realmente são.

A mentira mais comum é dizer “Eu estou bem” quando, na verdade, se está chateado, apontou a pesquisa da qual participaram 2.000 adultos britânicos.

A segunda mentira mais contada é dizer que gostou de um presente quando o detestou, seguida de esconder a verdade sobre o preço de alguma coisa e fingir que está doente.

Outras inverdades citadas foram elogiar a comida mesmo quando está ruim, dizer que alguém ficou bonito com uma roupa que não lhe cai bem e esconder o quanto de álcool se bebeu.

Quase metade dos entrevistados admitiu que já foi descoberto quando falou mentira, geralmente pelo parceiro, pais ou chefe.

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Homem são mais felizes ao lado de mulheres inteligentes

Casais intelectualmente equilibrados são mais propensos a ficar juntos

Estudo comprova que casais intelectualmente equilibrados são mais propensos a ficar juntos (foto: Custódio Coimbra / Custódio Coimbra)
Estudo comprova que casais intelectualmente equilibrados são mais propensos a ficar juntos (foto: Custódio Coimbra / Custódio Coimbra)

Publicado em O Globo

O jornal britânico “Telegraph” divulgou um estudo que diz que os homens são mais felizes ao conviverem com mulheres inteligentes. Segundo a pesquisa, casais intelectualmente equilibrados são mais propensos a ficar juntos do que quando o marido tem um nível superior de educação. Liderado pela professora Christine Schwartz, uma socióloga da Universidade de Wisconsin, o estudo dividiu as duplas em três grupos – aqueles em que a mulher era mais educada que o marido (medida pelos anos de escolaridade); aqueles em que o casal estavam equilibrados, e os casais em que a mulher era menos educada do que seu marido.

A professora diz que no lugar de aderir a normas em que as mulheres devem ser menos escolarizadas que seus maridos, homens e mulheres estão formando relacionamentos em que as mulheres têm vantagem educacional – tanto que agora é mais comum para as mulheres ter mais educação do que seus maridos.

– O estudo mostra que os maridos mais jovens de hoje são a primeira geração a não entender que mulheres com uma educação igual ou melhor seja algo ameaçador – diz a pesquisadora – Mas também confirmamos que em gerações anteriores casamentos onde o marido estava mais qualificado eram mais propensos a durar.

Christine afirma que, no geral, os resultados vão contra os temores de que a crescente vantagem educacional das mulheres teria efeitos mais negativos sobre a estabilidade conjugal.

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Segundo estudo, homens se tornam sexualmente invisíveis aos 39 anos

Segundo estudo, homens se tornam sexualmente invisíveis aos 39 anos

David Beckham: Invisível aos 39? (foto:   LEON NEAL / AFP)
David Beckham: Invisível aos 39? (foto: LEON NEAL / AFP)

Publicado em O Globo

Segundo um estudo realizado pela Crown Clinic, em Manchester, os homens viram invisíveis sexualmente para as mulheres mais jovens quando chegam aos 39 anos. A pesquisa obviamente ignorou o fascínio que Bradley Cooper, David Beckham e Leonardo DiCaprio — só para citar alguns nomes — causam no público feminino — de qualquer idade.

De acordo com o jornal britânico “The Telegraph”, 52% das entrevistadas disseram que os homens perdem o seu “allure” quando chegam na casa dos 40. Dessa fase em diante, eles passam a ser “vistos como figuras paternas em vez de símbolos sexuais”.

Entre as principais causas apontadas para o desinteresse das jovens em homens nessa faixa são o “queixo dublo”, “madeixas grisalhas”, “queda de cabelo” e “dentes ruins”. Ou seja: apenas a aparência é levada em consideração. Tanto que Bibi Lynch, autora do artigo publicado pelo “The Telegraph”, diz que o mais relevante, em sua opinião, é a atitude, a confiança e o charme.

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