Beber vinho deixa sua vida mais feliz

 foto: flickr.com/jiuck
foto: flickr.com/jiuck

Carol Castro, no Ciência Maluca

Lembra quando a gente contou por aqui que estudantes beberrões são mais felizes? Pois bem, outra pesquisa, dessa vez com um pessoal mais velho, entre 55 e 80 anos, mostrou um resultado parecido: beber vinho todo dia deixa você mais longe da depressão. Ou seja, deixa você mais feliz.

O estudo incluiu 5,5 mil homens e mulheres. Durante sete anos, pesquisadores espanhóis acompanharam a vida dos participantes para saber se haviam sido diagnosticados com depressão e qual era o consumo diário de bebidas alcoólicas. Entre todos os voluntários, apenas 443 entraram numa tristeza profunda. E o que os cientistas perceberam é que quem bebia de 2 a 7 copos de vinho, por semana, era o grupo com menos deprimidos. Em geral, correm 32% riscos de entrar em depressão, em comparação com quem não bebe nada.

Eles não sabem dizer ao certo qual é o papel do vinho na felicidade. Mas suspeitam que alguns componentes da uva protegem o cérebro  contra processos inflamatórios envolvidos na depressão.

Beber muito faz mal, é verdade. Mas se permitir essas pequenas alegrias, com alguma moderação, só traz benefícios.

(Via Live Science)

dica do Douglas Gomes

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Sarah Sheeva: ‘Mulher não foi criada para tomar iniciativa, isso é coisa de homem’

Sarah-SheevaSarah Sheeva, no Facebook

Homem que é homem VENCE A timidez. Timidez na verdade é MEDO. Tem que vencer o medo irmão. Mulher não foi criada para tomar iniciativa, isso é coisa de HOMEM.

Mulher que toma a iniciativa é “JÉZA” (Jezabel! = mulher macha que manda em homem!) Isso é o fim da picada! O fim!!!! Pelamor!!!

Vamos restaurar a cultura do Reino sobre os relacionamentos!

Homens, aprendam a tomar a iniciativa de forma santa, respeitável e saudável.

dica do Sidnei Carvalho de Souza

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Mulheres mais bem-sucedidas têm mais dificuldade no casamento

Dinheiro não traz amor

Paulo Eduardo Nogueira, na Época Negócios

Homem não gosta de mulher endinheirada? (foto: Shutterstock)
Homem não gosta de mulher endinheirada? (foto: Shutterstock)

Uma ótima notícia para as defensoras da emancipação feminina: pela primeira vez na história, as mulheres americanas superam os homens na conquista de diplomas universitários. Trata-se de uma revolução no mercado de trabalho, com mulheres assumindo o papel de principais provedoras da família.

Agora, porém, a má notícia: uma recente pesquisa do Hamilton Project, uma organização de estudos econômicos americana, revela que os homens resistem a se casar com mulheres que ganham mais que eles. E, quando ocorrem, esses casamentos tendem a ser mais infelizes e suscetíveis a pressões, terminando muitas vezes em divórcio. Segundo um levantamento da organização, o índice de casamentos cai drasticamente quando a mulher começa a ganhar mais que 60% da renda do casal.

Para explicar esse fenômeno, os pesquisadores Marianne Bertrand, Jessica Pan e Emir Kamenica deixaram de lado as teorias econômicas clássicas e recorreram à psicologia: possivelmente os maridos detestam ser superados financeiramente pelas mulheres e elas, de seu lado, não conseguem manter uma relação com alguém ressentido.

Um dado curioso: num “comportamento compensatório”, muitas vezes as mulheres mais bem remuneradas acabam trabalhando mais em tarefas domésticas, para agradar ao marido.

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Maioria dos moradores de rua são homens desiludidos com o amor

João de Paula Ribeiro conversa com a coordenadora do Creas-Pop Renata Cristina Correa da Silva em praça de Ribeirão Preto-SP (foto: Edson Silva/Folhapress)
João de Paula Ribeiro conversa com a coordenadora do Creas-Pop Renata Cristina Correa da Silva em praça de Ribeirão Preto-SP (foto: Edson Silva/Folhapress)

Publicado na Folha Ribeirão

Há 30 anos, João de Paula Ribeiro, 52, tinha um casamento aparentemente feliz, quatro filhos, casa, carro, um comércio e uma profissão em Serrana (313 km de São Paulo), sua cidade natal.

Hoje, ele passa o dia nas ruas de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), come o que os outros dão, toma banho quando arruma um lugar, ingere bebida alcoólica a todo momento e tem um barraco em uma favela na zona norte, que pouco frequenta.

Essa reviravolta aconteceu depois que a mulher o abandonou e o trocou pelo sócio de sua própria empresa. A desilusão amorosa acabou com os sonhos de toda a vida, com a vontade de seguir em frente e com as perspectivas de um futuro com a família.

Segundo dados do Creas-Pop, ao menos 92% dos moradores de rua são homens e uma grande parte é usuária de drogas, ingere álcool com frequência e já sofreu alguma desilusão amorosa.

Ele não gosta muito de falar sobre a própria vida. Com olhar triste, barba grande e um chapéu escondendo os cabelos brancos, Ribeiro tenta abafar a tristeza do passado com as pessoas que conheceu nas ruas.

“Sou feliz aqui com meus amigos. Visito os meus filhos de vez em quando, mas não gosto de depender de ninguém”, disse Ribeiro.

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Monique Evans: ‘Eu sigo a Jesus, oro muito, leio muito a Bíblia’

Monique Evans diz estar adorando a atenção que tem recebido desde que resolveu procurar um namorado na TV, fala sobre sua depressão e diz acreditar na conversão de Bárbara Evans após deixar A Fazenda

Monique Evans fala sobre a busca de um namorado na TV: Deixei de ser Titia para ser Monique
Monique Evans fala sobre a busca de um namorado na TV: Deixei de ser Titia para ser Monique

Publicado originalmente na CARAS Online

Desde que o programa A Fazenda começou, Monique Evans passa a maior parte do seu tempo em função da filha, Bárbara Evans, que está confinada no reality show. Apesar de todo o suporte que vem prestando à modelo, a apresentadora de 57 anos também tem arranjando um espaço na sua agenda para rever sua vida amorosa.

Monique está participando de um quadro no programa O Melhor do Brasil, da TV Record, em que tentará arranjar um namorado. Em entrevista à CARAS Online, ela falou com franqueza sobre sua depressão, disse que percebeu uma mudança nos olhares dos homens na rua e afirmou acreditar na conversão de Bárbara após o reality show. “A Bárbara está mais desgastada psicologicamente do que eu“, afirmou. Leia abaixo os melhores trechos da entrevista:

- Desde que A Fazenda começou, você tem passado bastante tempo nas redes sociais fazendo campanha para a Bárbara. Como está sua vida nesse período?
Eu mal durmo, mal como, fico o tempo todo acompanhando, com o coração na mão. No dia em que ela brigou com a Denise e a Andressa, ficamos até as 9 horas da manhã pedindo para o diretor do programa mostrar se ela estava bem. Vários fãs dela, que são crianças, viraram a noite, não foram ao colégio no dia seguinte. Muitas mães deles ficaram comigo, deixaram os filhos faltarem na escola, elas são umas gracinhas. Estou pasma com todo esse carinho.

- A entrada da Bárbara em A Fazenda foi uma idéia sua?
Não! Para mim foi uma surpresa. Ela só me contou com tudo assinado e eu chorei por dias, e choro até hoje. Ela sabe o quanto o programa me deprimiu, o quanto estou mal por ele até hoje. Fiquei arrasada com essa história dela ir, porque eu sei o que é aquilo lá.

- Foi o fato de ter sua vida tão exposta que te deixou mal ao sair da Fazenda?
Não, não foi isso. É que você percebe como o ser humano é, me deu medo das pessoas, eu vi um lado delas que me enoja. Ninguém nunca sai normal de lá de dentro.  Sofro até hoje.  Você é humilhada pelos seus concorrentes, a pressão é imensa, o trabalho é brutal, coisa para homem. Lá a Bárbara tem o Mateus, eu estava sozinha, tenho depressão… nunca me recuperei.

- Você acha que a Bárbara foi para lá como uma maneira de vingar o prêmio que você não ganhou?
Não sei… Acho mais que ela sabe como eu estou com essa coisa de não poder trabalhar, eu nunca mais procurei trabalho, só fico dentro do meu quarto. Acho que é uma maneira dela tentar ganhar dinheiro para ter uma grana e se sustentar, uma segurança para ela e para mim. Eu não tenho marido, não tenho pensão. Mas acho que ela vai precisar do dinheiro para um tratamento.

- Como assim?
A Bárbara está desgastada psicologicamente, mais do que eu.  Lá dentro, eu fui massacrada, mas eu tenho religiosidade, nada me atingia. A Bárbara não conhece a palavra, não se converteu, fica mais vulnerável. Eu acho que ela vai sair e vai querer se converter.

- Você tem um apego forte com a religiosidade?
Sim. A igreja que eu freqüentava era em São Paulo era em uma comunidade, bem humilde, com um pastor bem pobrezinho, que vai à casa da gente, prefiro assim.  Eu sigo a Jesus, tento ao máximo seguir os ensinamentos Dele. Não sigo muito denominações, isso não é importante. Oro muito, leio muito a Bíblia, sou batizada há 18 anos.

- Estando tão focada na sua filha, dá tempo de focar na vida amorosa?
Ah, eu não tenho vida amorosa. Já procurei namorado até na Internet. Não sou de sair muito, fico mais em casa. E também, os homens que a gente conhece na noite acham que na primeira saída você precisa transar com eles. Eu não quero isso não, parei de namorar faz quatro anos. Há quatro anos não beijo na boca, não faço sexo.

- Não sente falta?
Olha, sexo nunca foi tão importante na minha vida não, já fiquei anos sem sexo, só dando beijo, e agora nem isso. Me interessa ter alguém se for para namorar, não para uma noite.

- Por quê buscou essa experiência de arranjar um namorado na televisão?
Isso é uma grande brincadeira, eu acho muito divertido. Duas ou três pessoas se inscreveram mais seriamente, e quem sabe dessas três pessoas pode surgir uma coisa, mas faço para rir, me divertir, não tenho grandes expectativas.

- Como tem lidado com essa exposição no dia a dia?

Eu notei uma coisa bem legal, que tem acontecido nas viagens de avião, durante as corridas de táxi e até quando passo na frente de uma obra e estou adorando. Os homens têm me olhado diferente, tem me paquerado, só isso me deixa tão feliz! Acho que eles pensavam que eu era casada. Ninguém me paquerava antes, eu estou amando. Estão me dando atenção.

- Como acontecem essas investidas?
São olhares mesmo, conversas, uma frase ou outra. Antes os homens me chamavam de Titia, agora chamam de Monique, a abordagem é outra, reparam no meu cabelo, olham meu bumbum, eu adoro. Para diferenciar, já sei: se não me chamam de titia, só de Monique, já sei que o interesse é outro. Deixei de ser a Titia para ser a Monique.

- E como tem que ser esse homem que vai te conquistar?
A primeira coisa é que ele tem que estar querendo ter um relacionamento sério. Não quero perder tempo. A mulher, quando amadurece, vai perdendo um pouco esse interesse por sexo, vai dando um valor maior ao companheirismo. Quero namorar, não fazer sexo casual.

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