Mulheres preferem abandonar sexo a chocolate, diz pesquisa

De acordo com o levantamento, as pessoas têm mais dificuldade de abrir mão de chocolate, álcool, sexo, cafeína e falar palavrões

Os especialistas justificam a escolha do chocolate por causa da endorfina que o alimento oferece,causando uma sensação de prazer e bem estar
Os especialistas justificam a escolha do chocolate por causa da endorfina que o alimento oferece,causando uma sensação de prazer e bem estar

Wendy Candido, no Virgula

Tomar decisão nunca é algo fácil. Mas se você tivesse que passar um mês sem algo, o que preferiria renunciar: chocolate ou sexo? Segundo um levantamento feito pela Instituição Pesquisa de Câncer, do Reino Unido, para as mulheres é mais difícil abandonar o doce e os homens não abrem mão do sexo.

Para chegar a essa conclusão foram entrevistadas duas mil pessoas; foi constatado que chocolate, álcool e sexo, não necessariamente nesta ordem, são as coisas mais complicadas de renunciar.

Enquanto 22% dos homens afirmaram que o sexo é uma das coisas mais difíceis de viver sem, apenas 9% delas concordaram, e em contrapartida, 22% das mulheres colocaram o chocolate como a coisa mais difícil de abandonar.

De acordo com o DailyMail, a pesquisa foi realizada para marcar o lançamento de uma campanha que incentiva testar sua força de vontade e abandonar o álcool.

“Indivíduos com mais força de vontade são provavelmente mais propensos a alcançar os seus objetivos. Alguns acreditam que a força de vontade é como um músculo, pode ficar cansado, mas também pode ser reforçado com o treinamento”, disse o psicólogo Robert West em entrevista ao tabloide britânico.

Em 2008, a Unilever realizou uma pesquisa com 13 países, incluindo o Brasil, para descobrir o que era mais irresistível para as mulheres e o estudo mostrou que as brasileiras são as maiores fãs do doce: 84% das participantes colocaram o chocolate no topo da lista e o sexo apareceu somente em quinto lugar, com 73% dos votos.

Na pesquisa, elas afirmam que comer um bom chocolate, além de garantir o bom humor, é como se presentar.

Leia Mais

Descubra quais são os perfumes mais usados por homens e mulheres que traem

Elas preferem cheiros sensuais, eles, fragrâncias mais frescas

Os perfumes mais usados por homens e mulheres que traem (fotos: Divulgação)
Os perfumes mais usados por homens e mulheres que traem (fotos: Divulgação)

Publicado em O Globo

A traição tem cheiro. O site de relacionamento extraconjugal “Gleeden.com” perguntou a mil homens e mil mulheres que traem quais são as suas fragrâncias prediletas. Na ala feminina, o posto mais alto foi ocupado pelo Shalimar, da Guerlain, seguido pelo Coco Mademoiselle, da Chanel, que tem como musa a atriz britânica Keira Knightley.

Entre os homens, o favorito é L’Homme, da Yves Saint Laurent. Na sequência, vem o One Million, de Paco Rabanne. De acordo com o “Daily Mail”, elas preferem cheiros mais sensuais e poderosos, enquanto eles optam por fragrâncias frescas, como Acqua Di Gio, de Giorgio Armani, e Eau Sauvage, de Dior.

Os favoritos das mulheres

1) Guerlain, Shalimar

2) Chanel, Coco Mademoiselle

3) Guerlain, La petite robe noire

4) Dior, Hypnotic Poison

5) Givenchy, Very Irresistable

6) Lancôme, La Vie Est Belle

7) Giorgio Armani , Si

8) Yves Saint-Laurent, Parisienne

9) Lancôme, Trésor

10) Nina Ricci, L’air du temps

Os favoritos dos homens

1) Yves Saint Laurent, L’Homme

2) Paco Rabanne, One Million

3) Chanel, Bleu

4) Dior, Dior Homme

5) Paco Rabanne, Invictus

6) Lancôme, Hypnose Homme

7) Yves Saint-Laurent, La Nuit de L’Homme

8) Jean Paul Gaultier, Le Mâle

9) Giorgio Armani, Acqua Di Gio

10) Dior, Eau Sauvage

Leia Mais

Aécio 54% x Dilma 46%: primeira pesquisa sobre o segundo turno

Em levantamento exclusivo para ÉPOCA, o instituto Paraná Pesquisas ouviu 2.080 eleitores em 152 municípios

eleicoes-graficos-pesquisa-2turnovd_valendoAlberto Bombig, na Época

Aécio Neves (PSDB) largou na frente da presidente Dilma Rousseff (PT) neste início da campanha de segundo turno nas eleições presidenciais deste ano. É o que mostra uma pesquisa feita com exclusividade para ÉPOCA, pelo instituto Paraná Pesquisas. Se a eleição fosse hoje, Aécio teria 49% das intenções de voto contra 41% de Dilma. Não sabe ou não responderam somam 10%. Em votos válidos, Aécio tem 54%, e Dilma, 46%. Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os candidatos, Aécio tem 45%, e Dilma, 39%.

O instituto Paraná Pesquisas entrevistou, entre a segunda-feira (6) e esta quarta-feira (8), 2.080 eleitores. Foram feitas entrevistas pessoais com eleitores maiores de 16 anos em 19 Estados e 152 municípios. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral, sob o número BR 01065/2014. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, com uma margem de erro de 2,2% para mais ou para menos. Isso significa que a probabilidade de a realidade corresponder ao resultado dentro da margem de erro é de 95%. Se a eleição fosse hoje, a votação de Aécio variaria, portanto, de 52% a 56%; e a de Dilma, de 44% a 48% dos votos válidos.

“Podemos afirmar que Aécio Neves inicia o segundo turno com uma boa vantagem, porque herdou mais votos de Marina Silva (a terceira colocada). Vamos ver como o eleitor se comportará após o início do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão”, afirma o economista Murilo Hidalgo, presidente do Paraná Pesquisas.

A pesquisa também avaliou a rejeição dos candidatos. Dilma Rousseff é rejeitada por 41%. Outros 32% afirmaram que não votariam em Aécio “de jeito nenhum”. Apenas 16% disseram que não rejeitam nenhum dos candidatos, e 8% não souberam ou não quiseram responder. De acordo com Hidalgo, a rejeição é sempre um fator fundamental em eleições de segundo turno.

No quesito escolaridade, Dilma é a preferida dos eleitores com apenas o ensino fundamental. Ela tem 46% das intenções, ante 45% de Aécio. Entre os eleitores com ensino superior completo, Aécio lidera com 55% das intenções, e Dilma apresenta 34%. Aécio também está na frente no eleitorado feminino, com 50% das intenções de voto, ante 40% de Dilma. Entre os homens, Aécio tem 47% das preferências, para 43% de Dilma.

dica do Fabio Martelozzo Mendes

Leia Mais

Mulheres preferem os barrigudos aos sarados, revela pesquisa

Mulheres preferem os barrigudos aos sarados, revela pesquisa (foto: Gustavo Stephan / Agência O Globo)
Mulheres preferem os barrigudos aos sarados, revela pesquisa (foto: Gustavo Stephan / Agência O Globo)

Publicado no Extra

Para os homens que querem fazer sucesso com o sexo oposto, é melhor passar longe da academia e ir direto a um bar. Segundo uma nova pesquisa realizada no Reino Unido, três a cada quatro mulheres preferem os barrigudos aos sarados. O estudo mostrou ainda que 96% da população feminina acham que caras obcecados em malhar são chatos durante encontros.

No entanto, o levantamento — feito para marcar o lançamento do DVD do filme “Vizinhos”, estrelado pelo sarado Zac Efron e pelo gordinho Seth Rogen — não sugere que as mulheres consideram corpos definidos pouco atraentes. Em vez disso, descobriu-se que elas não ligam para a boa forma dos homens para não expor suas próprias inseguranças.

Para as entrevistadas, é muito provável que um homem sarado fique reparando nos defeitos do corpo feminino quando uma mulher fica nua na frente dele. Dessa forma, a pesquisa concluiu que os efeitos da aparência física sobre o desejo sexual são bem maiores para elas do que para eles.

De acordo com o escritor Michael Alvear, autor de “Não esta noite, querido, eu me sinto gorda”, 50% das mulheres admitem que já recusaram uma noite de sexo com seus parceiros por julgarem estar acima do peso, apesar de estarem com vontade de transar. As informações são do site do jornal britânico Metro.

Leia Mais

Homens baixos têm menos probabilidade de divórcio que homens médios ou altos, diz estudo

Pesquisa recolheu informações sobre 4.500 famílias de 1986 até 2011

homem-baixo-580x559

Publicado em O Globo

NOVA YORK – Um novo estudo da Universidade de Nova York (NYU) afirmou que a altura do homem não só influencia na compra de um terno, como pode estar relacionada com o sucesso de seu casamento. Analisando dados do Painel de Estudo de Dinâmicas de Renda (PSID, na sigla em inglês), sociólogos recolheram informações sobre as mesmas 4.500 famílias desde 1968 e descobriram que homens mais baixos têm 32% menos probabilidade de divórcio do que homens médios ou altos.

Foram analisados dados de 1986 até 2011 para determinar se a altura, registrada no primeiro ano, afetava a dinâmica do relacionamento de um homem. Os homens foram classificados como baixos (menos de 1,67m, em 1986, menos de 1,70m, em 2009), médios ou altos (mais de 1,85m, em 1986, mais de 1,88m, em 2009).

Os pesquisadores também mediram a renda, a educação e a diferença de altura entre os cônjuges, uma vez que os homens estavam casados. Por exemplo, em 1986, 92,7% dos homens eram mais altos do que suas mulheres; em 2009, 92,2% eram mais altos.

A partir dos dados, os pesquisadores descobriram outras grandes diferenças nos padrões de relacionamento entre homens baixos e altos. Homens mais baixos eram também eram mais propensos a se casar com mulheres menos escolarizadas e mais jovens. Uma vez casados​​, eles fizeram menos do trabalho doméstico e ganharam uma renda muito maior do que o seu cônjuge.

Os pesquisadores acreditam que, uma vez que altura está relacionada à masculinidade, homens baixos podem usar outros aspectos da relação – renda ou trabalho doméstico – para demonstrar a sua masculinidade.

“Homens baixos trocam seu status de provedor por menos trabalho doméstico (…) por que uma menor ajuda no trabalho doméstico ou uma parcela maior nos lucros relativos permitem que homens baixos representem os ideais tradicionais de gênero, assim demonstrando a sua masculinidade na ausência de diferenças antropomórficas simbólicas”, informaram os pesquisadores no artigo.

Já os homens altos tendem a se casar mais cedo na vida, mas tinham mais risco de divórcio mais tarde, enquanto os homens mais baixos tiveram casamentos mais estáveis​​. No entanto, pesquisadores observam que a ligação entre os homens curtos e casamentos estáveis ​​poderia ser porque eles escolheram se casar mais tarde (ou não têm a opção até mais tarde).

Os homens altos também foram mais propensos a se casar com mulheres mais perto de sua idade, e que foram mais bem educadas.

“Do ponto de vista dos modelos de relacionamento, isso indica que os homens mais altos trocam seu atributo atraente (altura) por cônjuges mais instruídos, enquanto os homens curtos são incapazes de fazê-lo”, escreveram os estudiosos.

Por ter sido estudado no intervalo de 1986 – 2011 e por não se aplicar a todos os casais, naturalmente, o estudo pretende apenas lançar luz sobre uma possível ligação da aparência física do sexo masculino com seu desempenho econômico.

Como explicam os pesquisadores no artigo: “Casamento e divórcio têm implicações para a estratificação socioeconômica e a acumulação de ativos, nossos efeitos observados sugerem que a altura dos homens podem afetar indiretamente a sua situação econômica e mobilidade socioeconômica através destes processos demográficos.”

Leia Mais