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Aplicativo Lulu permite a mulheres dar nota a amigos homens do Facebook

Deborah Schoeneman do “New York Times” [Via Folha de S.Paulo]

Não muito tempo atrás, depois que Alexandra Amin, assistente na Warner Brothers, rompeu com um agente que vinha namorando há um ano, uma amiga contou a ela sobre um novo app social, gratuito e dirigido aos interesses das mulheres, que permite que elas classifiquem anonimamente os homens que fazem parte de suas listas de amigos no Facebook.

“Ela me disse que ‘se o seu ex era assim maluco, você devia avaliá-lo no Lulu”, diz Amin, 29, que vive em Los Angeles. Amin aplicou ao ex hashtags que incluem “#NuncaPassaANoite e #SóParaAmizade. A nota dele foi 6,9, de um máximo possível de 10, o que Amin admite ser “mais baixo do que ele merecia na realidade”.

Com o Lulu, as mulheres classificam os homens em categorias –ex-namorado, paquera, atual, sexo casual, amigo ou parente– e respondem a um questionário de múltipla escolha. E ele chegou ao Brasil, em português, nos últimos dias.

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Telas do aplicativo Lulu, que permite fazer avaliação de amigos homens do Facebook
Telas do aplicativo Lulu, que permite fazer avaliação de amigos homens do Facebook

As mulheres (depois de comprovarem que são mulheres usando suas credenciais de login do Facebook) acrescentam hashtags rosa ao perfil de um homem, com descrições que variam de boas (#TaradoDoJeitoCerto) a ruins (#NuncaPassaANoite) e horríveis (#FormadoEmPornografia).

As hashtags são usados para calcular uma nota gerada pelo Lulu, variando de um a 10, e essa nota é exibida sob a foto do sujeito em seu perfil. (Uma porta-voz da companhia se recusou a explicar o algoritmo que define as notas.)

Os homens também podem acrescentar hashtags, mas elas aparecem em azul e não são computadas na definição da nota.

BUSCA POR HOMENS

Desde que foi criado no ano passado por Alexandra Chong, formada em Direito pela London School of Economics, o serviço vem oferecendo uma espécie de momento de “reconquista da internet” para as jovens que chegaram à maturidade na era dos pornôs de vingança e dos pretendentes anônimos e possivelmente sinistros.

“O que me atraiu no Lulu é que sair com alguém sem ter referências sobre a pessoa é a coisa mais assustadora que você pode fazer”, diz Erin Foster, 31, atriz e escritora. “Conhecer alguém pelo mundo quando você não estuda com a pessoa, não trabalha com ela ou não tem amigos comuns… É difícil saber em que enrascada você poderia estar se metendo”.

Chong, 32, ex-integrante da equipe de tênis Jamaica Fed Cup, está transferindo o Lulu de Londres para Nova York, onde diz que a audiência para seu aplicativo cresceu em 600% nos últimos seis meses, de acordo com a Mixpanel, uma companhia de análise de tráfego na internet. “A capital das tendências é Nova York, para as mulheres, e é lá que precisamos estar”, ela declarou recentemente.

Sewell Robinson, 24, que vive no East Village e trabalha em uma agência de publicidade, estimou que 70% de suas amigas usam o Lulu; ela deu notas a 10 homens no app, algumas das quais generosas. “Escrevi algumas coisas para ajudar amigos homens”, diz Robinson. “Se uma menina qualquer os conhecer em um bar e estiver um pouquinho interessada, quero que eles tenham boas referências no Lulu”.

Mas ela também criticou pesadamente alguns homens, no espírito da solidariedade feminina. “Acho que às vezes as garotas não sentem ter muito poder, no mundo do sexo casual”, diz Robinson, “mas isso oferece um traço de união, e você pode dar conselhos a uma garota a quem não conhece”.

Por isso, o app foi introduzido em fraternidades universitárias femininas, e representantes da empresa continuam a visitar essas organizações. “As fraternidades femininas são uma rede estabelecida de garotas que conversam sobre relacionamentos, e as informações se espalham com muita rapidez”, diz Chong. “Mudamos bastante o produto com a ajuda delas”. (Chong, com base em dados da Mixpanel, diz que um quarto das universitárias norte-americanas usam o Lulu, hoje.)

Chong mesmo nunca fez parte de uma dessas fraternidades. Ela estudou na Universidade Internacional da Flórida com uma bolsa conquistada por sua competência no tênis, e depois de concluir a escola de Direito trabalhou para a Upstream, uma grande companhia de marketing para a internet móvel.

Ela atribui seu espírito empreendedor em parte à sua mãe canadense, cuja família ajudou a criar o Calgary Stampede, um rodeio de verão, e em parte ao seu pai sino-jamaicano, que ela conta ter nascido pobre mas ganho na loteria, usando o dinheiro para criar uma companhia de turismo.

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Nota dada a usuário depende de um questionário sobre aparência, comportamento, sexo etc.
Nota dada a usuário depende de um questionário sobre aparência, comportamento, sexo etc.

CRIAÇÃO

A ideia do Lulu surgiu em uma noitada de bebida com amigas um dia depois de um desastroso encontro arranjado para o Dia dos Namorados. “Estávamos todas contando histórias sobre homens, relacionamentos e sexo”, diz Chong. “Rimos e choramos.” Ela concluiu que as mulheres precisavam de um serviço de buscas cujo foco fossem os relacionamentos: um “Guygle”.

“Quando você procura informações sobre um cara no Google, não quer saber se ele votou no Partido Republicano ou sobre o que ele escreveu um trabalho de faculdade”, diz Chong. “Quer saber se a mãe dele gosta dele. Se tem bons modos. Se é carinhoso”. Continue lendo

Casa arrumada dá mais prazer que sexo, diz pesquisa

Pesquisa mostra que 36% dos entrevistados acham que casa limpa é o maior prazer, contra 18% que votaram em sexo

A bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica (foto: Getty Images)

A bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica (foto: Getty Images)

Publicado no Terra

Responda rápido: você prefere ter a casa limpa e arrumada ou sexo? De acordo com uma pesquisa encomendada pela fabricante de eletrodomésticos Beko, a escolha dos britânicos é o lar em ordem. Os dados são do jornal Daily Mail.

O levantamento apontou que 36% das pessoas entrevistadas disseram que casa arrumada é o maior prazer, em comparação com 34% que escolheram feriado, 18% sexo e 11% uma boa noite fora. Fora isso, constatou-se que bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica.

Mas enquanto toda a família desfruta da limpeza, o trabalho duro é principalmente das mulheres. Elas gastam, em média, seis horas a mais por semana com afazeres domésticos que os homens. São 17 horas por semana, mais de dois dias completos de trabalho. Como resultado, elas têm 23 horas de tempo livre por semana, oito horas a menos que os parceiros.

dica do Sidnei Carvalho de Souza

Inteligência e indigência

Drauzio Varella, na Folha de S.Paulo

Mil vezes ser filho de intelectuais ricos do que ter pais pobres e ignorantes. Nutrição inadequada, infecções de repetição e indigência cultural comprometem o desenvolvimento do cérebro da criança.

Vamos à pobreza.

O cérebro é o órgão que mais consome energia. No recém-nascido, 87% das calorias ingeridas são consumidas por ele. Esse número cai para 44% aos cinco anos; 34% aos dez; 23% nos homens e 27% nas mulheres adultas.

As infecções parasitárias interferem no equilíbrio energético, porque prejudicam a absorção de nutrientes e obrigam o organismo a investir energia na reparação dos tecidos lesados e na mobilização do sistema imunológico, para localizar e atacar os germes invasores.

As diarreias na infância têm custo energético especialmente elevado. Antes de tudo, por causa da alta prevalência: estão entre as duas principais causas de óbitos em menores de cinco anos; depois, porque dificultam a absorção de nutrientes.

Quadros diarreicos de repetição durante os primeiros cinco anos de vida podem privar o cérebro das calorias necessárias para o desenvolvimento pleno e comprometer para sempre o quociente intelectual (QI).

Diversos estudos demonstraram que infecções parasitárias e quociente intelectual trilham caminhos opostos. Um deles, realizado no Brasil pelo grupo de Jardim-Botelho, mostrou que crianças em idade escolar com ascaridíase apresentam performance mais medíocre nos testes de capacidade cognitiva. Naquelas parasitadas por mais de um verme intestinal os resultados são piores ainda.

A hipótese de que infecções parasitárias prejudicariam as faculdades intelectuais explica por que a média do QI aumenta rapidamente quando um país se desenvolve (efeito Flynn), por que o QI é mais alto nas regiões em que o inverno é mais frio (menos parasitoses) e por que nos países pobres os valores médios do QI são mais baixos.

Agora, à ignorância.

Aos três anos de idade, o cérebro da criança atingiu 80% das dimensões do adulto. Nessa fase, já existem 1.000 trilhões de conexões entre os neurônios (sinapses), aparato essencial para que o desenvolvimento intelectual aconteça em sua plenitude.

Dos 18 meses aos quatro anos de idade, a maturação do córtex pré-frontal acontece com velocidade máxima. Essa área, que coordena linguagem, resolução de problemas, comunicação, interações sociais e autocontrole, funções de altíssima complexidade, depende de estímulos cognitivos múltiplos e variados, para formar novas sinapses e reforçar a arquitetura das já existentes.

Enquanto conversam, brincam, contam e leem histórias para os filhos, os pais os ajudam a construir as conexões necessárias para o pensamento bem articulado.

O estresse causado por ambientes domésticos conturbados interfere com a construção de novas sinapses, deixando falhas duradouras no cérebro infantil.

Estudos com ressonância magnética funcional mostram que existem diferenças marcantes entre as crianças mais pobres e as mais ricas, não apenas no córtex pré-frontal, mas também no hipocampo, área essencial para a memória e o aprendizado.

Estrutura cuja característica fundamental é a plasticidade, isto é, a capacidade de formar novas conexões neuronais para suprir as que se perderam ou nem chegaram a se formar, o cérebro adulto poderá se recuperar mais tarde.

A reconstrução, no entanto, será um processo trabalhoso, lento e imperfeito. Alfabetizar pessoas de idade, ensinar-lhes um novo idioma e a linguagem dos computadores é possível, mas não é tarefa simples.

Sem minimizar o impacto da escolaridade e sua influência na formação do cérebro adulto, o papel da família é crucial. Vivam juntos ou separados, mães e pais que conversam, contam histórias, leem e criam um ambiente acolhedor promovem no cérebro dos filhos respostas hormonais e neuronais decisivas para o desenvolvimento pleno.

No Brasil, existem 38% de residências sem saneamento básico. Quase metade dos bebês nascidos anualmente pertencem à classe E, que sobrevive com renda familiar abaixo de dois salários mínimos. Mais de 20% dos partos do SUS são realizados em meninas de dez a 19 anos.

A esse caldo de cultura acrescentamos um sistema educacional de baixa qualidade.

A força das pastoras

As mulheres ganham espaço nos altares evangélicos do Brasil, conquistando cada vez mais fiéis para essas denominações. Em algumas igrejas, quase metade do corpo pastoral é feminino

Rodrigo Cardoso, na IstoÉ

O papa Francisco voltou a surpreender o mundo na quinta-feira 19, quando, durante longa entrevista, de 29 páginas, publicada no jornal jesuíta italiano “La Civiltà Cattolica”, não se furtou a falar sobre assuntos indigestos para a Igreja Católica, como aborto, gays e o papel das mulheres. “É necessário ampliar os espaços para uma presença feminina mais incisiva na Igreja. O gênio feminino é necessário nos locais onde se tomam decisões importantes”, afirmou, num discurso que, à primeira vista, pode soar progressista, mas continua tão engessado quanto as colunas da Praça de São Pedro. Em seu comentário, o pontífice enaltece o gênero, mas o coloca como apêndice dos homens na estrutura da Santa Madre Igreja. Ou seja, nada mudou desde sua visita ao Rio de Janeiro, para a Jornada Mundial da Juventude, há dois meses, quando, na volta para o Vaticano, foi questionado por um jornalista durante o voo, sobre o direito das religiosas. Francisco, assim como fizeram seus antecessores, deixou claro que as mulheres são semelhantes aos homens – mas não iguais; são importantes para o crescimento do catolicismo – mas jamais irão atingir o status de sacerdotes. “Sobre a ordenação das mulheres, a Igreja falou e disse: não! Esta porta está fechada”, sentenciou. Enquanto a Igreja Católica segue acorrentada a essa tradição milenar, o grupo dos evangélicos, aquele que mais cresce e faz frente aos católicos no País, anda em sintonia com as mudanças em relação ao lugar das mulheres na sociedade. Transformações essas que vêm fazendo com que elas ocupem cada vez mais postos de liderança e atraiam milhares de fiéis para os templos cristãos.

sarah5O mais novo e fulgurante exemplo de liderança feminina religiosa é Cristiane Cardoso, filha de Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus. A jovem acaba de superar a marca de um milhão de cópias vendidas de seu livro “Casamento Blindado” e faz sucesso na tevê à frente do programa “Escola do Amor”, na Record, que apresenta junto com o marido, Renato. “Entendemos que a liderança da mulher é uma necessidade da igreja e vai muito além do título ou cargo que ela exerce”, afirma Cristiane. “Temos pastoras consagradas no Brasil e ao redor do mundo.” Quem abriu caminho para Cristiane e tantas outras foi Sônia Hernandes, da Igreja Renascer em Cristo. Apesar de Estevam Hernandes, seu marido, ter o título de apóstolo, é atribuído à bispa Sônia o papel de protagonista. É ela quem arrebata multidões na Marcha para Jesus e reúne milhares de evangélicos nas ruas de São Paulo todos os anos. “Sem o viés feminino que Sônia trouxe à igreja, por certo a denominação não teria tido tanto avanço como houve no Brasil, sobretudo em São Paulo”, afirma Rogério Rodrigues da Silva, pesquisador da Universidade de Brasília.

LIDERANÇA Apresentadora da Rede Record, Cristiane Cardoso, filha de Edir Macedo, da Universal do Reino de Deus, vendeu mais de um milhão de exemplares de seu último livro

LIDERANÇA
Apresentadora da Rede Record, Cristiane Cardoso, filha de Edir Macedo,
da Universal do Reino de Deus, vendeu mais de um milhão de exemplares de seu último livro

Para a professora Sandra Duarte de Souza, de ciências sociais e religião da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), em muitas instituições religiosas as mulheres conseguem criar uma empatia muito mais sólida com a comunidade do que os homens. Na Igreja Batista da Lagoinha, fundada em Belo Horizonte (MG), 44,6% do corpo pastoral é do sexo feminino – a cultuada cantora gospel Ana Paula Valadão é uma delas. Entre os metodistas, as mulheres representam aproximadamente 30% dos pastores – a mesma porcentagem é verificada entre os presbíteros da Igreja Anglicana. Até mesmo uma das mais conservadoras denominações pentecostais brasileiras, a Assembleia de Deus, tem aberto caminhos para as fiéis ocuparem altos postos na sua hierarquia. No mês passado, a denominação permitiu pela primeira vez em sua história que mulheres assumissem o cargo de evangelistas. Para essa posição, que permite, por exemplo, que a eleita dirija um templo, duas jovens foram consagradas no ministério do Brás, em São Paulo. “Já não dá mais para negar a importância da mulher dentro das nossas igrejas”, diz Samuel Ferreira, pastor da Assembleia. “Eu não tenho o direito de negar a elas a prerrogativa de exercerem essa liderança.” Especialistas no tema ouvidos por ISTOÉ têm notado um aumento no número de ordenações de mulheres, principalmente daquelas que estudam para atingir um alto posto na instituição. Ainda é bem maior o contingente de religiosas escaladas para tarefas como limpar e ornamentar a igreja, cozinhar e assessorar pastores em visitas externas. Mas vê-las pregando em púlpitos, batizando, realizando casamentos e celebrando a ceia são cenas vistas já com normalidade e frequência em muitos templos.

PROTAGONISTA O carisma, na Renascer em Cristo, está em poder da bispa Sônia Hernandes: referência para as fiéis

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Aos 48 anos, a gaúcha Margarida Ribeiro é reverenda da Igreja Metodista, que possui uma bispa entre as oito pessoas que ocupam esse posto no Brasil. Para tanto, ela encarou seis anos de preparação por meio de estudos teológicos e experiências em comunidades. Hoje, em 27 anos de pastorado, já foi titular em 20 igrejas. Mas o início não foi fácil. Quando pisava em alguma comunidade para pregar a palavra, Margarida ouvia o seguinte questionamento: “Você quem vai fazer o culto? Onde está o seu pai ou marido?” Hoje, no entanto, conta com orgulho que, ao ser convidada a dirigir cultos em igrejas pentecostais que possuem dois púlpitos, é frequentemente instada a pregar no principal, local costumeiramente ocupado por um homem. A reverenda, hoje, cuida da criação da primeira comunidade em Santa Isabel, interior de São Paulo. No Rio Grande do Sul, já esteve à frente de templos em zonas rurais, atuou na pastoral do agricultor, desenvolveu atividades sociais, ecumênicas e com mulheres, além de ter supervisionado trabalhos de outros pastores.

“Uma liderança feminina dá credibilidade à igreja evangélica.
Mulher não é vista como exploradora da fé”

Bispo Hermes C. Fernandes, da Igreja Reina

Para Margarida e outras lideranças femininas de origem protestante histórica, a ascensão dentro da hierarquia está muito atrelada à formação teológica, o que facilita o acesso delas a posições de destaque. É o que aponta a professora Sandra, da Umesp. No universo pentecostal e neopentecostal, no entanto, fazer parte do corpo sacerdotal depende em muitos casos do apadrinhamento de personalidades da instituição. Recentemente, só para citar um exemplo, um ministério da Assembleia de Deus consagrou compulsoriamente todas as mulheres de pastores presidentes no Brasil. “Ordenar ou não mulheres não classifica uma igreja como mais ou menos patriarcal. Ter mais mulheres na hierarquia pode significar apenas um dado”, alerta a professora Sandra.

BELAS DA FÉ Em Vila Velha, no Espírito Santo, três amigas fundaram e administram uma igreja desde 2011: únicas pastoras de um templo

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Ensaio fotográfico mostra o quanto a barba pode dizer sobre uma pessoa

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Publicado no Hypeness

É um interessante estudo sociológico, feito a partir de uma das caraterísticas mais marcantes, e ao mesmo tempo mais pessoais, dos homens: a barba. O fotógrafo Joseph D.R. OLeary passou um ano captando homens com diferentes tipos de barba e estilos. Ao todo são mais de 130 e o resultado vale a pena ser conhecido.

Nenhum dos homens fotografados tinha experiência em posar para uma câmera e esse foi o primeiro desafio – fazê-los ser eles mesmos e assim deixar transparecer um pouco de suas personalidades. OLeary convidou os homens para trazer uma ou duas mudas de roupa e alguns acessórios que os definissem, “pessoal, profissional e espiritualmente”.

As barbas documentadas são bem diferentes e as imagens que resultam também, cada uma contando uma história que você pode imaginar. Desde bigodes encaracolados a barbas espessas e compridas, há uma gama de interpretações deste símbolo de masculinidade. Veja algumas que selecionamos:

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