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9 dicas para gerenciar melhor o tempo em 2013

Luiza Tenente, na Revista PEGN

Saiba como ser eficiente e administrar seu horário, sem sacrifícios

Empreendedores, normalmente, não têm rotina. Querem aproveitar o expediente para resolver o maior número possível de tarefas. Além de sentirem-se exauridos, têm dificuldade de conciliar a correria da profissão com a família, o descanso, a consulta médica, o horário de almoço… É possível ser eficiente e não se estressar? Quem tenta resolver esse desafio dos negócios é Christian Barbosa, empreendedor, especialista em gerenciamento de tempo e fundador da Triad Productivity Solutions, consultoria em produtividade. Confira as dicas dele:

1. Sempre registre suas tarefas: É comum que os empreendedores sintam-se perdidos porque não organizam os compromissos do dia. “Mas não adianta fazer umas anotações em post-its, outras no computador e algumas na agenda”, afirma Barbosa. “Eleja uma única plataforma e registre tudo ali.”

2. Não deixe tudo para a última hora: Ao escrever quais são as suas tarefas, pense sempre no prazo de três dias. Não adianta, pela manhã, planejar o que fará na mesma data. Ter um tempo à frente facilitará sua organização.

3. Planeje em conjunto: Não adianta seguir a estratégia de registrar as tarefas sozinho. “O ideal é que, toda sexta-feira, a equipe faça uma reunião de meia hora para eleger quais são os compromissos mais urgentes da semana seguinte”, diz o empreendedor.

4. Aprenda a delegar: De acordo com Barbosa, é comum que o empreendedor tenha aberto um negócio por possuir uma habilidade individual. E que, por isso, ele centralize a maior parte das tarefas da empresa. Mas não caia nessa cilada: delegue e faça com que todos da equipe criem um trabalho excepcional. “Treinar os funcionários, ouvir os clientes e prestar atenção na concorrência são deveres do empreendedor. Ele deve parar de fazer e aprender a olhar”, diz o especialista. Isso colaborará para que sobre tempo na sua agenda.

5. Descanse: Não adianta querer se enganar. Nenhum empreendedor conseguirá tirar férias de um mês e abandonar a empresa nesse período. No entanto, sobrecarregar-se é prejudicial à saúde. Como solucionar esse problema? Barbosa sugere que, logo no começo do ano, preste atenção ao calendário e eleja pequenos períodos de descanso. Se o Carnaval não afeta o movimento do negócio, é uma boa opção para fazer uma pausa. No caso dos comerciantes, basta pensar em datas de menor demanda. Dois dias, emendados ao fim de semana, já ajudam a relaxar.

6. Desligue-se: A tendência é sempre estar conectado – sair do trabalho e checar o e-mail pelo celular constantemente. É normal que se sinta irresponsável por abster-se dessas tecnologias. Uma alternativa é combinar com a equipe que as decisões e comunicados urgentes devem ser feitos por telefone.

7. Inclua a família no trabalho: “É impossível separar totalmente a vida profissional da pessoal”, diz Barbosa. Para ele, o ideal é estipular qual a carga horária necessária para que as tarefas sejam executadas e para que sobre um tempo para a família. Oito horas? Então, não ultrapasse isso. Outra dica do empreendedor é envolver os filhos na empresa. “Um garoto no ensino médio já pode fazer um estágio na empresa”, afirma.

8. Faça intervalos durante o dia: Um amigo de Barbosa possui um restaurante e acorda às 4h da manhã para receber os alimentos. Como ele vai ao dentista? Aproveita o intervalo entre 15h30 e 19h, quando o movimento cai, para ficar com a família e resolver os problemas pessoais. Às 19h30, retorna ao estabelecimento. “Ache um horário na agenda para você. Emendar é pedir para se estressar”, diz.

9. Use aplicativos a seu favor: Se há afinidade com tecnologias, uma boa ideia é usar aplicativos móveis para gerir o tempo. “Google Tasks, Remember the Milk e Neotriad são boas opções”, afirma Barbosa. Mas nada impede que se use o bom e velho caderno.

Empresa inaugura espaço para ‘cochilo’ na região da Av. Paulista

Publicado por G1

Loja tem cabines individuais com luz negra, música e cama em ‘s’.
Ideia de conforto e privacidade surgiu de necessidade de fundador.

Cabines para cochilo são individuais e prometem
privacidade (Foto: Divulgação/Cochilo)

A região da Avenida Paulista ganhou nesta semana um espaço para que empresários, estudantes e baladeiros de plantão possam tirar uma soneca a qualquer hora do dia. A empresa familiar que leva o nome do serviço que oferece – Cochilo – abre sua loja-piloto dentro de um shopping na Rua Augusta com a proposta de propiciar descanso a quem circula pela região.

“Queremos não apenas que a pessoa durma, mas que ela entenda que esse cochilo significa saúde, melhora na qualidade de vida e no rendimento profissional”, diz André Jankavski, responsável pela área comercial da empresa.

A loja conta com quatro cabines, todas individuais. As camas em “s” foram desenvolvidas especialmente para o pequeno período de sono, e o cliente conta ainda com luz negra e fones de ouvido com músicas relaxantes. Desde que o espaço foi aberto, em 5 de julho, os proprietários estimam que cerca de 500 pessoas passaram pelo local para matar a curiosidade e 30 experimentaram o serviço gratuitamente. A inauguração ocorrerá oficialmente na próxima segunda-feira (16), quando o cochilo passará a ser cobrado.

A ideia é oferecer conforto, mas com garantia de privacidade. “As cabines são trancadas por dentro e ninguém tem acesso. Para acordar o cliente usamos um sistema que faz o colchão vibrar, luz, um telefone, e em último caso batemos na porta. Claro que em caso de emergência temos como abrir a cabine, mas o objetivo é deixar as pessoas à vontade”, diz Jankavski.

Foi de uma necessidade da própria família que surgiu a ideia de abrir o negócio. “Meu marido sempre teve esse gosto de cochilar depois do almoço e um dia, esperando por uma reunião que estava atrasada, ele me ligou reclamando que não tinha um lugar com esse perfil para passar o tempo e descansar. À noite me peguei pensando e conclui que não tinha um espaço assim em São Paulo. No dia seguinte nós registramos o nome ‘cochilo’ e começamos a planejar a loja”, conta uma das sócias da empresa, Alícia Jankavski.

O público-alvo da Cochilo é, segundo os empresários, funcionários de empresas da região, estudantes e até mesmo baladeiros que querem descansar no horário do almoço. “Queremos que as empresas da região façam parcerias para propiciar esse serviço a seus funcionários, com cartões de fidelidade. Só não queremos fugir da ideia do cochilo. Não é um espaço para massagem, não é para passar a noite, é para tirar um cochilo”, diz.

O espaço fica aberto de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h. A empresa fica dentro do Shopping Porto Paulista, na Rua Augusta. Para 15 minutos de cochilo o cliente paga R$ 15. Trinta minutos saem por R$ 20, 45 minutos saem por R$ 25 e uma hora custa R$ 30.

Luz negra, cama em ‘s’ e música relaxante contribuem para descanso (Foto: Divulgação/Cochilo)