‘Barbie Humana’ diz sentir nojo de crianças

Modelo ucraniana falou esquisitices durante entrevista

As opiniões da ucraniana (foto) revoltaram seus fãs e causaram revolta nas redes sociais

publico no O Povo

A modelo ucraniana Valeria Lukyanova ficou conhecida mundialmente como a “Barbie Humana”, em razão de ter o corpo e o rosto parecidos com as da famosa boneca.

Recentemente, em entrevista à Revista GQ, a modelo voltou a chamar a atenção, mas dessa vez, com comentários polêmicos:

“Etnias estão se misturando, então há degeneração da beleza. Quantas mulheres bonitas havia em 1950 e 1960, sem qualquer tipo de cirurgia. E agora, graças à degeneração, temos isso. A russa se casa com um armênio, eles têm uma filha, uma linda garota, mas ela tem o nariz do pai. Então, ela vai e faz uma plástica”, disse.

Sobre a possibilidade de se casar e ter uma família, Valeria revelou que fica enjoada só em falar da possibilidade:

“A ideia de ter filhos, crianças, me deixa enjoada. Prefiro morrer torturada, pois a pior coisa do mundo pra mim é ter o estilo de vida de uma família”, definiu.

A modelo também revelou estar aderindo ao respiratorianismo, acreditando ser possível viver apenas de luz e ar.

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On ou Off de que lado você está?

Publicado no Hipercurioso

Uma mensagem muito interessante que vai lhe fazer refletir para o resto da sua vida. Você vive em um mundo de alta tecnologia, um mundo aonde a distância foi encurtada através dos celulares, mensagens e redes sociais. Mas as vezes você esquece de algo! Quando não havia tudo isso, talvez você visitava mais aquela pessoa, mas agora, dá pra matar saudade sem sair de casa! Você sentava naquela roda de amigos e dava mais atenção a eles.

O dia que Einstein temia finalmente chegou.

praiaUm dia na praia

jantando-foraUm jantar fora com os amigos

jantar-romanticoUm jantar romântico

einstein-frase“Eu temo o dia em que a tecnologia vai ultrapassar a interatividade humana. O mundo terá uma geração de idiotas” (Albert Einstein)

Eu prefiro dizer que “To On pra Vida”.

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Cachorros reconhecem, pela voz, se o dono está triste ou feliz, afirma pesquisa

Estudo com ressonância magnética revelou que cérebro de cães identifica vozes humanas e responde de maneira diferente à emoção que elas transmitem

Cachorros no Centro de Pesquisa de Budapeste, na Hungria: áreas do córtex auditivo mostraram maior atividade quando os animais ouviam uma gargalhada do que quando escutavam um choro (Borbala Ferenczy)
Cachorros no Centro de Pesquisa de Budapeste, na Hungria: áreas do córtex auditivo mostraram maior atividade quando os animais ouviam uma gargalhada do que quando escutavam um choro (Borbala Ferenczy)

Publicado na Veja on-line

Um novo estudo acaba de comprovar o que os donos de cachorros talvez já tivessem percebido: pelo tom da voz, o animal identifica se seu proprietário está feliz ou triste. Pesquisadores da Universidade Eötvös Loránd, na Hungria, usaram exames de ressonância magnética para estudar como o cérebro de onze cachorros reagia a diferentes sons. Segundo os cientistas, o cérebro dos bichos parece ter uma área que apresenta uma maior atividade quando ouve vozes humanas ou latidos do que outros ruídos sem importância, como o de um vidro quebrando. A atividade é maior ao ouvir um som emocionalmente positivo do que um negativo. O estudo foi publicado nesta quinta-feira no periódico Current Biology.

No estudo, em várias sessões de 6 minutos cada, os animais ouviram cerca de 200 sons de três categorias — vozes humanas, latidos e barulhos insignificantes —, enquanto os cientistas acompanhavam sua atividade cerebral. O exame também foi feito durante o silêncio. Os pesquisadores submeteram 22 humanos ao mesmo teste, para comparar os resultados, e constaram que as áreas cerebrais que respondiam à voz eram parecidas em homens e cães.

“Parece que o mecanismo que processa informações sociais é o mesmo em homens e cachorros”, diz o neurocientista Attila Andics, líder do estudo. “Nós acreditamos que, por isso, a comunicação vocal entre as duas espécies é fácil e bem sucedida.”

A pesquisa ainda revelou que o cérebro dos cachorros respondia de maneira diferente se o som emitido por cães ou humanos tinha uma tonalidade feliz ou triste. Aos felizes, como uma gargalhada ou um latido de um cachorro quando o dono volta pra casa, algumas áreas do córtex auditivo mostravam maior atividade do que quando ouviam um choro de um cão ou um homem. “O estudo nos faz pensar quais aspectos da chamada habilidade linguística não são específicos da humanidade, mas também existentes em outras espécies”, afirma Andics.

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Aparelho promete ‘traduzir’ pensamentos dos cachorros para a linguagem humana

“Estava escondido debaixo da varanda porque te amo”
“Estava escondido debaixo da varanda porque te amo”

Anderson Leonardo, no Blog de Tec

O cachorro Dug (no gif acima), do longa-metragem da Pixar “Up!”, tem uma coleira especial que pode traduzir a linguagem canina para a humana.

Um dispositivo avançado desses ainda é coisa de filme, mas a NSID (Sociedade Nórdica de Invenção e Descoberta, na sigla em inglês) já começou a desenvolver um aparelho que promete transformar latidos em frases que nós podemos entender.

Em campanha no site de financiamento coletivo Indiegogo, o No More Woof [sem mais latidos] é um gadget que, através de sensores, identifica padrões na atividade cerebral dos cães e emite a mensagem traduzida por um alto-falante. O dispositivo é movido por um Raspberry Pi, que é o menor computador do mundo.

O No More Woof consegue detectar padrões neurais como “estou com fome”, “estou cansado” e “quem é você?”, segundo a NSID. As mensagens só podem ser traduzidas para o inglês, por enquanto, mas versões em mandarim, francês e espanhol devem vir em breve.

Versão 3.0 do protótipo do No More Woof (Divulgação)
Versão 3.0 do protótipo do No More Woof (Divulgação)

A NSID ressalta que o aparelho ainda não está finalizado, mas é um protótipo funcional, em constante desenvolvimento. “Alcançamos alguns resultados, mas estamos longe de algo que pode ser produzido em massa”, explica. “Quanto mais dinheiro levantarmos, mais trabalho podemos fazer em prol de algo verdadeiramente surpreendente.”

Nos planos da empresa para o futuro, estão novas aplicações e acessórios, como:

• um dispositivo similar que transforma o pensamento humano em linguagem canina;
• a possibilidade de usar o dispositivo para controlar membros artificiais;
• uma edição sem censura do No More Woof, para reconhecer pensamentos caninos obscenos.

Para receber uma unidade do gadget, interessados no projeto podem investir entre US$ 65 e US$ 5.000. Estima-se que os primeiros No More Woof sejam entregues em abril de 2014.

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