Hello Kitty é uma menina, não uma gata, diz empresa que criou personagem

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Publicado no UOL

Ela tem jeito de gato, feições de gato, mas, na verdade, é uma menina. A revelação sobre a natureza da famosa personagem Hello Kitty foi feita pela antropóloga Christine R. Yano, curadora de uma exposição sobre a agora “ex-gatinha” no museu nipo-americano de Los Angeles.

“A Sanrio [empresa responsável pela personagem] me disse que Hello Kitty não é uma gata. Ela é um personagem de desenho, e é uma garotinha. Ela é amiga, mas não um gato. Uma razão é porque ela nunca está de quatro. Ela anda e senta como uma criatura bípede. E ela até tem um gato de estimação, o Charmmy Kitty”, disse ao jornal “Los Angeles Times”.

Polêmica, a afirmação repercutiu entre os fãs de Hello Kitty nas redes sociais e lembrou o caso do personagem Pateta, da Disney, que, com traços de cão, é amigo de Pluto, um cachorro quadrúpede.

Criada pelo designer japonês Yuko Shimizu, em 1974, Kitty (“gatinho”, em inglês) ganhou fama mundial por meio de desenhos animados, jogos e dos mais variados acessórios voltados ao público feminino.

A Hello Kitty é o principal produto da Sanrio, que registra, a cada ano, um volume de negócios de US$ 5 bilhões (R$ 11,2 bilhões). Febre na cultura pop, a personagem já inspirou uma música da cantora Avril Lavigne, já foi tema de um vestido usado por Lady Gaga e também já virou objeto de esculturas do artista americano Tom Sachs.

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‘Barbie Humana’ diz sentir nojo de crianças

Modelo ucraniana falou esquisitices durante entrevista

As opiniões da ucraniana (foto) revoltaram seus fãs e causaram revolta nas redes sociais

publico no O Povo

A modelo ucraniana Valeria Lukyanova ficou conhecida mundialmente como a “Barbie Humana”, em razão de ter o corpo e o rosto parecidos com as da famosa boneca.

Recentemente, em entrevista à Revista GQ, a modelo voltou a chamar a atenção, mas dessa vez, com comentários polêmicos:

“Etnias estão se misturando, então há degeneração da beleza. Quantas mulheres bonitas havia em 1950 e 1960, sem qualquer tipo de cirurgia. E agora, graças à degeneração, temos isso. A russa se casa com um armênio, eles têm uma filha, uma linda garota, mas ela tem o nariz do pai. Então, ela vai e faz uma plástica”, disse.

Sobre a possibilidade de se casar e ter uma família, Valeria revelou que fica enjoada só em falar da possibilidade:

“A ideia de ter filhos, crianças, me deixa enjoada. Prefiro morrer torturada, pois a pior coisa do mundo pra mim é ter o estilo de vida de uma família”, definiu.

A modelo também revelou estar aderindo ao respiratorianismo, acreditando ser possível viver apenas de luz e ar.

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On ou Off de que lado você está?

Publicado no Hipercurioso

Uma mensagem muito interessante que vai lhe fazer refletir para o resto da sua vida. Você vive em um mundo de alta tecnologia, um mundo aonde a distância foi encurtada através dos celulares, mensagens e redes sociais. Mas as vezes você esquece de algo! Quando não havia tudo isso, talvez você visitava mais aquela pessoa, mas agora, dá pra matar saudade sem sair de casa! Você sentava naquela roda de amigos e dava mais atenção a eles.

O dia que Einstein temia finalmente chegou.

praiaUm dia na praia

jantando-foraUm jantar fora com os amigos

jantar-romanticoUm jantar romântico

einstein-frase“Eu temo o dia em que a tecnologia vai ultrapassar a interatividade humana. O mundo terá uma geração de idiotas” (Albert Einstein)

Eu prefiro dizer que “To On pra Vida”.

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Cachorros reconhecem, pela voz, se o dono está triste ou feliz, afirma pesquisa

Estudo com ressonância magnética revelou que cérebro de cães identifica vozes humanas e responde de maneira diferente à emoção que elas transmitem

Cachorros no Centro de Pesquisa de Budapeste, na Hungria: áreas do córtex auditivo mostraram maior atividade quando os animais ouviam uma gargalhada do que quando escutavam um choro (Borbala Ferenczy)
Cachorros no Centro de Pesquisa de Budapeste, na Hungria: áreas do córtex auditivo mostraram maior atividade quando os animais ouviam uma gargalhada do que quando escutavam um choro (Borbala Ferenczy)

Publicado na Veja on-line

Um novo estudo acaba de comprovar o que os donos de cachorros talvez já tivessem percebido: pelo tom da voz, o animal identifica se seu proprietário está feliz ou triste. Pesquisadores da Universidade Eötvös Loránd, na Hungria, usaram exames de ressonância magnética para estudar como o cérebro de onze cachorros reagia a diferentes sons. Segundo os cientistas, o cérebro dos bichos parece ter uma área que apresenta uma maior atividade quando ouve vozes humanas ou latidos do que outros ruídos sem importância, como o de um vidro quebrando. A atividade é maior ao ouvir um som emocionalmente positivo do que um negativo. O estudo foi publicado nesta quinta-feira no periódico Current Biology.

No estudo, em várias sessões de 6 minutos cada, os animais ouviram cerca de 200 sons de três categorias — vozes humanas, latidos e barulhos insignificantes —, enquanto os cientistas acompanhavam sua atividade cerebral. O exame também foi feito durante o silêncio. Os pesquisadores submeteram 22 humanos ao mesmo teste, para comparar os resultados, e constaram que as áreas cerebrais que respondiam à voz eram parecidas em homens e cães.

“Parece que o mecanismo que processa informações sociais é o mesmo em homens e cachorros”, diz o neurocientista Attila Andics, líder do estudo. “Nós acreditamos que, por isso, a comunicação vocal entre as duas espécies é fácil e bem sucedida.”

A pesquisa ainda revelou que o cérebro dos cachorros respondia de maneira diferente se o som emitido por cães ou humanos tinha uma tonalidade feliz ou triste. Aos felizes, como uma gargalhada ou um latido de um cachorro quando o dono volta pra casa, algumas áreas do córtex auditivo mostravam maior atividade do que quando ouviam um choro de um cão ou um homem. “O estudo nos faz pensar quais aspectos da chamada habilidade linguística não são específicos da humanidade, mas também existentes em outras espécies”, afirma Andics.

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