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10 hábitos para evoluir mental e fisicamente

A vida pode ficar tão movimentada que, em termos simples, nós nos esquecemos de fazer sempre o melhor a nós mesmos

publicado no Administradores

Você está tentando verdadeiramente melhorar a si mesmo?

A vida pode ficar tão movimentada e agitada que acabamos esquecendo de crescer mentalmente, fisicamente, emocionalmente e espiritualmente. Em termos simples, nós nos esquecemos de fazer sempre o melhor a nós mesmos.

O site Lifehack listou 10 hábitos simples que podem ajudá-lo na arte do auto-aperfeiçoamento, de modo que você pode fazer cada dia um trampolim para o “você” que você sempre imaginou!

1. Desenvolva aquela habilidade que você sempre quis
Exista algo que você sempre quis aprender? Mexa-se! Não há melhor momento do que agora, especialmente se é uma nova habilidade que você sempre quis. Vale a pena se é algo que irá melhorar a sua mente de uma maneira que você sempre sonhou.

2. Aprenda com seus amigos
Faça um acordo com um amigo para ensinar um ao outro seus respectivos talentos. É uma forma mais divertida, eficaz e econômica de aprender e enriquecer sua mente.

3. Substitua alimentos não saudáveis por frutas e vegetais
Pense desta forma: o alimento que você come ou é a cura ou o veneno para o seu corpo. Coma frutas e vegetais regularmente e você vai certamente se sentir melhor.

4. Hidrate-se
Pode ser difícil lembrar-se de beber bastante água, especialmente quando a opção de refrigerante ou suco está presente. No entanto, é extremamente importante manter-se hidratado. Leve consigo sempre uma garrafa de água com você. Você vai notar melhorias em sua pele, níveis de energia e no físico em geral.

5. Encoraje os outros
É bom fazer alguém feliz, especialmente se for alguém que você gosta. Além disso, a felicidade é contagiosa.

6. Sorria
Sorrir traz inúmeros benefícios à saúde, e pode liberar endorfinas, que pode torná-lo mais feliz. Mesmo se você forçar um sorriso, por um período de tempo, você vai começar a sentir-se melhor.

7. Cerque-se de pessoas que fazem você se sentir bem 
Comece a perceber como você se sente depois de interagir com as pessoas que estão por perto. Você não pode se sentir verdadeiramente feliz se você se cercar de pessoas negativas. Tente passar o seu tempo com as pessoas que o incentivam e inspiram. Você merece isso.

8. Estabeleça metas para si mesmo 
.Comece o seu dia pensando em uma coisa boa que você pode fazer, se é algo que vai fazer você mais feliz ou fazer alguém feliz. Defina metas para o seu crescimento espiritual.

9. Pratique a gratidão todos os dias 
Haverá sempre coisas na vida que queremos, mas não podemos ter. É importante se concentrar em seus objetivos de vida, mas não há nenhum ponto em negativo. Lembre-se: há sempre alguém que é mais feliz com menos do que aquilo que você tem.

10. Mantenha tudo em perspectiva 
A vida tem seus inconvenientes, os seus problemas e as suas tristezas que podem parecerem avassaladores no momento. Lembre-se que estes problemas não vão ser tão relevantes para você em um ano, muito menos, no final de sua vida. Você só tem uma vida. Faça valer a pena.

Brasileiro vende ‘ar enlatado’ para turistas durante a Copa do Mundo

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Publicado no G1

Existem muitas formas de se lembrar de uma viagem: os sabores, as paisagens, as experiências, os passeios…. Mas o curitibano Alessandro Catenaci, de 37 anos, teve a ideia de vender aos turistas o “cheiro” do Brasil. Enlatado, o ar brasileiro pode ser encontrado em várias lojas de souvenires pelo país.

A ideia, embora estranha, não é novidade, segundo Catenaci. Ele diz que há 20 anos, viu algo parecido em uma viagem a Paris, na França. “Eu viajo com alguma frequência. Em Paris, vendiam a água do Rio Sena e tinha uma lata com o ar de Paris”, conta.

A iniciativa dos franceses ficou na mente do curitibano, que também é dono de uma agência de viagens e câmbio. Com a chegada da Copa do Mundo, ele encontrou uma oportunidade para colocar a ideia no mercado. Em 2013, ele foi um dos beneficiados com o Projeto Sou Curitiba, uma iniciativa do Sebrae com a Prefeitura de Curitiba.

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“Fiz de Curitiba e achava que seria só da cidade. O negócio pegou bem. Se destacava por ser inusitado”, explica o curitibano. Além da capital paranaense, há latinhas com o ar de Foz do Iguaçu, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, bem como uma sexta, com o ar “genérico” de todo o Brasil.

As latinhas, na verdade, possuem, uma brincadeira, diz Catenaci. O propósito maior é divulgar os pontos turísticos de cada cidade e também do país. Em cada lata, a “fórmula” do ar local traz detalhes que podem fazer as pessoas lembrarem dos locais onde passaram ao visitar as cidades. “Ela alivia a saudade com boas lembranças”, afirma. Embora o presente seja o ar, Catenaci sugere que os compradores evitem abrir a latinha. “Podem perder todo o ar da cidade”, brinca.

O curitibano conta que fazer as latinhas referentes ao Brasil e às outras cidades foi fácil. O problema maior foi com a primeira, que tratava de Curitiba. “Foi preciso retomar a visão de um turista, andar na Linha Turismo, conversar com historiadores”, lembra. A latinha curitibana, conforme Catenaci, trata da diversidade cultural da cidade. A arte que a enfeita tem desenhos do Museu Oscar Niemeyer, Jardim Botânico, do Bondinho da Rua XV de Novembro, entre outros.

Cada latinha pode ser encontrada por valores que variam entre R$ 9,00 e R$ 10,00, diz Catenaci. Segundo ele, a ideia deve crescer após a Copa. Ele prevê nos próximos meses mais latinhas, com o ar de diversas cidades turísticas do Brasil. “É um souvenir pequeno, numa faixa que concorre com os imãs de geladeira. A pessoa acaba comprando mais de um”, pontua.

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Caminhar ativa a criatividade, aponta estudo nos EUA

Em todos os experimentos, a caminhada parece ter eriçado raciocínios menos óbvios

Caminhar ativa a criatividade, aponta estudo nos EUA Henrique Tramontina/Arte ZH

Demétrio Pereira, no ZH

Friedrich Nietzsche deve ter pisado muito chão antes de se permitir um aforismo decisivo destes: “Todos os pensamentos verdadeiramente grandes são concebidos durante uma caminhada”.

O alemão sapateava os morros da Riviera Francesa ocupado com ideias graúdas – o óbito de Deus, por exemplo –, mas até para filosofias de menos ambição está servindo uma passeada a pé, dizem pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Investigando as respostas cognitivas à atividade corporal, os professores Daniel Schwartz e Marilyn Opezzo acabam de achar vínculo entre a criatividade e o ato de caminhar.

Foram quatro experimentos com 176 participantes. Em um dos testes, 48 pessoas foram monitoradas dentro de uma sala fechada, de frente para a parede, ora sentadas, ora caminhando em uma esteira; e também traçando percurso pré-determinado ao ar livre, ora empurradas em cadeira-de-rodas, ora volteando a pé pelo campus afora.

A tarefa de “medir” criatividade ficou a cargo de testes de “pensamento divergente”: os participantes tinham quatro minutos para sugerir aplicações para objetos. O sujeito criativo se saía com propostas únicas, não levantadas pelos demais e, além disso, válidas (diante do objeto “pneu”, houve quem arriscasse “anel para o dedo mínimo”, e aí já é forçar a barra).

Em todos os experimentos, a caminhada parece ter eriçado raciocínios menos óbvios. Nunca baixou de 81% o índice de cobaias que descobriram perambulando, e não acomodadas numa cadeira, o seu palavrório mais fértil. Mesmo o uso da esteira, sem cenário nem avanço, impulsionou em 60% a média de respostas raras.

Um último teste mostrou que todos que marcharam pelo campus, ao serem confrontados com frases curtas, devolveram pelo menos uma analogia “original e de alta qualidade”, contra metade dos que estiveram sentados na sala. A mágica, conclui o estudo, não é obra apenas da troca de ambiente, mas do próprio ato de caminhar.

– Seja lá qual for a mudança fisiológica que acontece, ela retém algum efeito até oito minutos depois do fim da caminhada. Pode ser um desligamento do nosso típico repressor de pensamentos (sangue desviado para o controle motor, por exemplo) ou então um impulso no ânimo (de repente há uma menor hierarquia de ideias quando estamos de bom humor) – aventa a professora Opezzo.

Daniel Schwartz, que agora quer conferir se a música altera o fenômeno, diz que o efeito foi “intenso e abrangente, o que significa que muitas pessoas, de diferentes especialidades, podem pesquisar quando e por que isso acontece”. Exercícios em geral, ressalta Schwartz, produzem mudanças biológicas, inclusive desacelerando o declínio cognitivo na velhice, então não seria nenhum absurdo dar uma esticada nas pernas para resolver o tédio do brainstorming ou a brancura da página.

– O bloqueio criativo frequentemente resulta de nos focarmos demais em uma única ideia, inclusive a ideia destrutiva de que “não consigo pensar em nada para escrever”. Caminhar parece relaxar o controle de um pensamento e abrir espaço para outros. Importante notar que, nos nossos estudos, as pessoas estavam explicitamente tentando achar novas ideias. Não é o caso de uma ideia surgindo do nada – observa o professor.

Os pesquisadores hesitam quanto à inclusão da caminhada no receituário médico.

– Ainda é cedo para dizer. A depressão já foi referida como a perda temporária de criatividade ou imaginação. Talvez a inabilidade de imaginar outras interpretações, cenários, caminhos. Não testamos distúrbios de humor, mas há estudos mostrando que exercícios aeróbicos são um bom remédio para a mente. É uma conexão promissora – conclui Opezzo.

GÊNIOS DE PASSO VÃO

O modernismo foi em parte pavimentado pela exploração distraída das ruas de Paris. Para Balzac, flanar era uma “gastronomia do olho”. Charles Baudelaire fez da calçada uma terra firme para a poesia. Deixar-se à toa pela cidade rendeu letra boa também para lá do Canal da Mancha, com outro Charles, o Dickens. Cá no Brasil, tivemos João do Rio.

Heróis da modernidade, segundo o filósofo Walter Benjamin, combatendo o progresso técnico com o cronismo solitário da cidade industrializada: anomalias no sistema. Vai na mesma linha Rebecca Solnit, autora do livro Wanderlust: A History of Walking, no qual a caminhada aparece como a reclamação do espaço público frente ao avanço das áreas privadas.

Mais do que isso: Solnit escreve que, quando andamos, o mundo se dá a conhecer a partir do corpo, e o corpo se dá a conhecer a partir do mundo. Assim, no contrapé de quem flana investigando a paisagem, há quem se lance à paisagem investigando a si próprio, como nota Merlin Coverley, que lançou recentemente o livro The Art of Wandering. Seria o caso do filósofo Jean-Jacques Rousseau e do poeta William Wordsworth. Coverley considera que caminhar e escrever são uma mesma atividade, assim como caminhar e filosofar teria sido para Aristóteles, famoso por zanzar para lá e para cá enquanto falava. Os seguidores do sábio de Estagira acabariam apelidados de “peripatéticos”, palavra grega que veio parar nos dicionários de português, dando nome a quem ensina passeando.

REMÉDIO: NOVIDADE

Um estudo liderado pelo neurocientista Iván Izquierdo, do Centro de Memória do Instituto do Cérebro da PUCRS, descobriu um fluxo de proteínas entre as sinapses das células responsáveis pelo processamento do medo e das novidades. Isso significa que um paciente, exposto a novidades (como uma canção, um livro ou um filme) pouco antes do tratamento psicológico, pode estar mais sujeito a se “curar” de um trauma.

– A novidade deve ser administrada num momento bastante preciso, e seu efeito é totalmente explicável por uma interação entre sinapses de células piramidais do hipocampo – explica o Dr. Izquierdo, que concorda que a neurociência vem amparando uma “diluição” do dualismo corpo / mente.

Uma narrativa mecanicista da criatividade, entretanto, é história ainda por ser contada:

– A criatividade é uma atividade que depende muito das memórias. É a partir delas que se cria. Se há áreas mais vinculadas com a criatividade do que outras, devem ser as responsáveis pelo armazenamento ou evocação de memórias: hipocampo, córtex pré-frontal, córtex parietal posterior. Não há dados para afirmar se é uma ou outra ou todas elas – conclui.

Por que eu nunca vi isso antes? 10 ideias geniais!

Dario Barbosa, no SOS Solteiros

Criatividade deveria ser muito mais valorizada, afinal o que seria do mundo se não fosse a gambiarra a arte? Que mundo chato. Mas, e quando a arte encontra o dia-a-dia, as coisas que usamos frequentemente, não se engane achando que arte é somente aquele amontuado de formas sem sentido, ou desenhos realistas. Arte é qualquer forma de expressão criativa, inclusive na forma como comemos pizza, batata frita, tomamos nossa cerveja… Tudo é arte.

A seguir 10 ideias geniais, que poderiam estar no museu.

 

#1 – Amendoim com Cerveja para viagem

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A não existência disso aqui no Brasil ainda um segredo da humanidade, sabemos que a fabricante alemã KIM, é responsável pelo amendoim e a cerveja, também alemã (#babando) é da Royal Unibrew. Ótima parceria, excelente ideia!

 

#2 – Suco e Snack com Nutella para viagem

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Um clássico da internet que não poderia ficar fora da lista, afinal, nunca vi isso no Brasil. Quando pesquisei tudo sobre esse produto, tive uma grande surpresa. Além das varetinhas, que devem ser deliciosamente lambuzadas pelo elixir da vida na Nutella, o kit vem com suco de limão, pois é, não é suco de nutella, nem leite com nutella, nem nutella liquida com nutella em pedacinhos crocantes. Segundo a empresa, serve para digerir melhor, termo elegante para: mandar tudo pra dentro. Enfim, uma delícia de qualquer maneira.

 

#3 – O melhor Suporte de Bebidas para viagem

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Simples assim. Com toda segurança e praticidade, é possível fazer uma média e levar, além do seu café, o do chefe sem muito trabalho. O da esquerda, com suporte para guardanapos dizem ser da Starbucks, e o da direita, com suporte para misturador de bebida, é de uma cafeteria canadense, La Distributrice.

 

#4 – O Mais econômico Suporte para Lanches Fast Food

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Sustentabilidade pessoal. Sanduba + Batata + Refri, imagina quanto papel é gasto em embalagem com o trio ternura. Tá certo que no exemplo acima o refrigerante continua no mesmo copo, mas conta com um suporte, que acredito nem ser o suficiente para sustentar todo o peso dele (mas posso estar errado). Mas a ideia de organizar a batata e o sanduiche no mesmo lugar é muito interessante. Além de economizar na embalagem, organiza a sua bandeja. Essa ideia, que conta com a logo do McDonald’s, foi criada pelo designer Rob Eye.

 

#5 – Máquina automática de Batata Frita

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Enfim, O PARAÍSO… só que não. Essa máquina de batata frita, infelizmente, não existe no mundo real, essa cena foi retirada do seriado infantil Visões de Raven. Mas antes que fique chateado,existem várias máquinas que fazem um trabalho parecido com esse, só que mandam o pacote prontinho, não adianta ficar com o braço esticado esperando cair mais. Claro, não tem no Brasil.

 

#6 – Rodízio de Pizza Delivery

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Sério, POR QUE EU NUNCA VI ISSO ANTES? O responsável por essa grande criação foi umempregado da pizzaria Domino’s. Não vou escrever mais nada, o silêncio é meu protesto.

 

#7 – Bebidas de Graça por uma boa causa

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Pois é, isso a Globo não mostra, nem lugar nenhum… É ou não é uma excelente solução para evitar acidentes no trânsito, por conta da ingestão de bebidas alcoólicas? Nessa história todo mundo sai ganhando, e o bar, além da simpatia, vai sempre garantir clientes. Pode apostar.

 

#8 – Solução para Escadas Rolantes

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Pronto, chega de gente travando escada rolante. Não precisa de placa, não precisa de funcionário. Sinceramente, quem não entender isso, por favor, fique em casa, você não está pronto para viver em sociedade. Essa ideia genialmente simples foi do designer Yonii Alter.

 

#9 – Semáforo Ampulheta

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Quem nunca acelerou no sinal amarelo que jogue a primeira pedra. Conceito criado pela designer Thanva Tivawong, promete facilitar a vida de todos os motoristas. Com esse semáforo em forma de ampulheta, é possível ver claramente quando é para continuar, e o melhor, quando vai precisar parar o trajeto, isso porque além da cor, e posição, existe uma contagem regressiva quando está no sinal amarelo, alertando o motorista que em 3 segundos vai dar o sinal vermelho. Genial.

 

#10 – Comemorando um Dia sem Carro

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22 de setembro é comemorado o Dia Mundial Sem Carro… só que nunca. Mas em alguns países, como nesse caso, a Inglaterra, existem datas comemorativas que ganham todo o apoio de seus governantes na hora de coibir carros na rua. Se você acha que a imagem acima é montagem, errou. A cidade de Bristol, assim como toda europa, comemora com todo fervor a chegada de dias quentes, Faça seu Domingo Especial é um desses projetos comemorativos. O toboaguas de 90 metros, no meio da cidade, foi ideia do artista Luke Jerram.

Eu vou mostrar para moçada como fazer, olhando esses GIFs

Maurício Cid, no Não Salvo

Uma série de GIFs hipnóticos de como as coisas comuns do dia a dia são feitas nas fabricas! Algumas vc provavelmente não fazia nem ideia e vai ficar olhando por 38 seg ate entender.(38 seg foi um chute…não sou medium)

Série de imagens captadas no BF e izismile e aconselho antes de começar a ver o post completo a dar play na musiquinha antiga do Ra Tim Bum para entrar no clima da parada…

Agora sim vc esta pronto para o post!



Cerca de Arame – Pare de subir no alambrado da quadra do bairro e estragar essa obra-prima!



Lápis apontados – Pare de morder a ponta desse produto tão qualificado agora mesmo!



Garfo – Coma toda a comida em respeito ao trabalho que é pra fazer esse garfo maravilhoso!



Macarrão – Respeito a macarronada da sua avó a partir de hoje!



Corrente – Fiquei 38 seg olhando esse GIF. Foi tão dificil criar essa máquina que vc deve agradecer a Deus td vez que amarrar sua vitima de sequestro em uma corrente dessas



Baralho de Cartas – De um truco marreco com mais vontade agora!




Molas – Pule mais devagar e respeite o processo dessas molas!!



Munição – Use suas balas com carinho, não desperdice munição



Pretzels – Coma devagar, aproveite cada segundo




Balões/Bexiga – Não credito que era tão dificil. Vou parar de atacar coisas dessas cheias de agua no vizinho



Sanduíche de Sorvete – Compre todos do mercado!



Luvas – Use-as com carinho, da trabalho pra fazer!



Donuts – Engorde sabendo que existe todo um processo pra isso



Camisinhas (NA CHINA) – Não parece higiênico, essa pode passar…




Capacete camuflado – Mas WTF…!?