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Falte a igreja neste domingo…

Luciano Maia, no Brasil Metodista [via Os que buscam a verdade]

Tenho nestes anos todos observado que existe um grupo grande de crentes que têm pouca ou nenhuma alegria em viver. A vida é vivida como uma carga a ser levada pela alma. Nada tem graça. Nada é de Deus e não estou falando apenas dos nossos queridos fundamentalistas conservadores ou pentecostais. Falo de pessoas que estão em qualquer denominação e que se culpam por estarem alegres e pensam que a vida sendo vivida com risos e brincadeiras, estará sendo espiritualmente desperdiçada. Um grupo que sente culpa e medo de Deus, caso fique um domingo em casa cumprindo o mandamento do Senhor (“descansar um dia por semana”).

Indivíduos formam grupos e grupos formam igrejas e assim algumas igrejas passam a ser um hospital do qual ninguém recebe alta, nunca! Pessoas chegam doentes e ali permanecem se não doentes, ao menos com a cara daqueles. Jesus veio para os doentes, mas para curá-los, não perpetuá-los. Outros chegam não tão doentes e, passados alguns anos, estão na UTI…

Neste contexto, para tais cristãos o serviço ao Senhor passa a ser pesado, um fardo a ser carregado, debulhando-se em lágrimas. Mas, não deveria ser leve?

Quantas vezes eu já chorei! E penso que muitas outras vezes chorarei pela minha vida, pela de alguém querido ou pela Obra de Deus que não é realizada adequadamente. A vida nos faz sofrer. Ver uma igreja morrendo ou um trabalho sendo destruído nos faz sofrer. Lágrimas, companheira de todos. Entretanto, uma coisa é o sofrimento estar presente, outra é o sofrimento ser parte integrante e indissolúvel da vida da igreja e da vida daqueles que fazem a Obra de Deus.

Já ouvi algumas vezes esposas de pastores, por exemplo, rezando a prece das coitadas: “Ah… Como a gente sofre por ser esposa de pastor… Coitadas de nós, pobres sofredoras…”. Quanto peso, quanta dor, quanto sofrimento… Quanta carga assumida… Neste caso, específico dos cônjuges de vocacionados, percebo que realmente haja um conflito maior dentre elas, uma vez que sofrem uma expectativa anacrônica por parte de algumas igrejas. Ou seja, tais “esposas pastorais”, participantes em um mundo o qual foi conquistada pelas mulheres (independência psicológica, financeira, intelectual e profissional) mas por vezes igrejas fantasiam que a esposa do pastor deva ser uma co-pastora, ou seja, uma profissional que é quase tão responsável quanto ele pelo “sucesso” dos trabalhos e pela manutenção da ordem institucional, entretanto, sem fazer jus a qualquer remuneração.

Se observarmos friamente as escrituras, perceberemos que as esposas dos líderes neo e vétero testamentários eram em sua maioria figuras inexpressivas ou, no máximo, coadjuvantes e muitas sequer são citadas. Não é adequado impor sobre as esposas dos vocacionados expectativas que vão além de mãe, esposa, e profissional. Quem é o “contratado de Deus ” para a instituição  é ele, o vocacionado. Para muitas esposas de vocacionados, a Obra do Senhor converte-se num martírio.

Retornemos ao ponto focal. Muitas pessoas, crentes, honradas, honestas e sinceras diante de Deus, não raro, sentem-se escravizadas pela instituição, pelo horário do culto e pela manutenção física da agenda igreja.

Assim, para muitos, ir à igreja não é um prazer, mas uma obrigação. São, assim, ou possuídas de pavor por não irem ao culto, ou possuídas de sentimento de culpa, a qual não deixa uma pessoa viver emocionalmente saudável. O correto seria ir à igreja porque é bom louvar, mas não por constrangimento. Obrigação, neste caso, é do pastor apenas.

Podemos perceber muitos pastores não colaboram com a saúde mental e emocional de seus liderados, impondo sobre eles excessiva carga com grande dose de exigência, impondo presença em vários trabalhos. Pastores que não têm nada mais o que fazer, além de ser pastor, e pensam que seus membros não trabalham, não possuem família, não merecem descanso e lazer, que não vivem.

O pastor deve ser o primeiro a estimular as famílias a tirarem pequenas férias ou fazerem pequenos passeios fez ou outra: um domingo de pic-nic numa cachoeira: Qual é o ser humano que não necessita disto? Mas domingo? Não, domingo não é o dia do descanso!  Aliás, Deus equivocou-se quando instituiu um dia para o descanso, ele errou, deveria ter sim instituído um dia para o “trabalho na igreja”, assim como alguns, sabiamente, têm feito com suas ovelhas.

- Que descanse no sábado!

- Mas pastor, sábado é o dia que tenho para cuidar dos afazeres da casa, consertar o carro, pregar o varal, comprar roupas com meus filhos…

- Azar, seu mundano.”

Excesso de exigências tira a alegria. Muita carga cansa… Exigências pastorais ou auto – exigências provocam estresse e depressão… O serviço deixa de ser alegria e prazer, mas a obra torna-se pesada e para muitos vira obrigação. Adeus alegria no Senhor!

Meu sonho? Que os pastores passem a estimular as famílias e descansarem ao menos uma vez por mês, separando um domingo para lazer, descanso e comunhão, pois sucesso pastoral não é apenas uma igreja cheia, mas, sobretudo, uma igreja com pessoas emocionalmente saudáveis e que se alegram em estarem ali, cultuando espontaneamente.

Dar liberdade aos cristãos funciona? Bem, se Deus e Jesus fez assim, eu cri que funcionasse e assim tenho dirigido meu rebanho. Um rebanho que não existia a quatro anos atrás. De zero, hoje somos 80 membros, ativos, felizes e espontaneamente trabalhadores, sem pressão eclesial… Ovelhas que geram ovelhas, naturalmente, crescendo, como qualquer corpo saudável cresce…

Sim, Paulo está certo: “…foi para a liberdade que Cristo vos libertou”.

Sim, os religiosos estão errados, “…pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens;  eles, porém, nem com o dedo querem movê-los…”

Salmo do desespero

Ricardo Gondim

Certa mulher sofria de uma síndrome rara. Na flor da idade, dores, mal estar, debilitação, passaram a fazer parte do seu cotidiano. Na cabeceira do seu leito de hospital, enfermeiras encontraram um papel amassado. Abriram imaginando tratar-se de alguma receita médica ou talvez alguma correspondência recebida durante o tratamento. Para a surpresa de todos, era um Salmo desesperado:

Hoje quero escrever um Salmo em que derramo todo o meu rancor contra um Deus que nos faz esperar sem necessidade. Deus nos deixa sofrer sem precisão.

Que Deus é esse que se revela conceitualmente, mas não se mostra em um prosaico remédio que cura uma doença banal? Que Deus é esse que se faz carne para revelar seu rosto amoroso, mas não se faz carne para revelar a vacina contra malária.

Em meu Salmo, digo o que os cantores de Israel nunca tiveram coragem de dizer: fomos criados para a tragédia; nossa breve e estúpida existência não passou de um erro cósmico.

No dia em que o sol explodir e a terra deixar de existir, o universo não sentirá nossa falta. Deus não sentirá falta da humanidade.

Mas nós, desaparecidos e reduzidos a nada, retribuiremos nosso desprezo ao Divino. Nossa não-existência será um tapa na cara de Deus. Nós também não sentiremos sua falta. 

As enfermeiras choraram. Mas, nas lágrimas derramadas, jamais se entenderá a angústia de alguém que precisou escrever uma poesia tão dolorida.

Soli Deo Gloria

fonte: site do Ricardo Gondim

Igreja Maranata: mais de R$20 milhões teriam ido parar no bolso de pastores

Letícia Cardoso e Vilmara Fernandes, na Gazeta Online

Um esquema de corrupção para desviar recursos provenientes do recolhimento do dízimo foi montado na cúpula da Igreja Cristã Maranata, com o envolvimento de pastores, diáconos e até fornecedores. A ação, identificada em uma investigação da própria instituição, foi parar na Justiça. Nela, aparece o nome do vice-presidente, Antônio Ângelo Pereira dos Santos. Estimativas iniciais da igreja indicam que o rombo é de, no mínimo, R$ 21 milhões. Mas a ação protocolada na Justiça pede o ressarcimento de R$ 2,1 milhões.

A Igreja Cristã Maranata é uma das que mais crescem no país. Acima, foto do templo na Praia da Costa

A diretoria da Maranata diz que a situação é grave e que já adotou as providências contra as irregularidades que vinham sendo praticadas. Uma delas foi afastar três pastores e um diácono das funções administrativas e religiosas.

O caso está sendo investigado pelo Ministério Público Estadual. Em nota, o MP adiantou que os documentos exigem melhor apuração, mas apontam para várias irregularidades e crimes. Diz ainda que, se aproveitando da isenção de tributos que as igrejas possuem e da boa-fé dos fiéis, pastores estariam usando bens da igreja em benefício próprio. A lista de prováveis crimes praticados inclui desvio de recursos para o exterior, criação de empresa irregular, contrabando, fraudes ao Fisco e ao sistema financeiro.

O pastor Antônio Ângelo e o contador Leonardo Alvarenga, vice-presidente e o contador da instituição, respectivamente, são acusados de desvio

Derrame

Cerca de 5 mil templos no Brasil são administrados pelo presbitério da igreja, em Vila Velha, que concentra o dízimo doado no país. O dinheiro foi desviado desse caixa único. A igreja não informa quanto arrecada, mas sabe-se que é a segunda em número de evangélicos no Estado e uma das que mais crescem no país.

O golpe era viabilizado por notas fiscais frias, que permitiam a retirada de valores do caixa da igreja. Segundo documentos obtidos pela Rádio CBN Vitória e pelo jornal A GAZETA, as notas eram emitidas por fornecedores do Presbitério da Maranata. Há indícios de que empresas foram criadas – em nome de laranjas – somente para essa finalidade.

O dinheiro desviado era destinado a um grupo de pastores. Além do nome do vice-presidente, as investigações chegaram ao do contador da Maranata, Leonardo Meirelles de Alvarenga. Eles foram denunciados na ação judicial aberta pela igreja. Há indícios de participação de mais pastores e funcionários. Nas apurações, envolvidos afirmaram que o dinheiro serviria para “ajudar irmãos no exterior”.

As informações fazem parte de investigação interna da igreja, que orientou uma auditoria externa, cuja análise preliminar confirma as irregularidades. “Elementos obtidos (…) são contundentes quanto à ocorrência de fraudes e desvios perpetrados pelo vice-presidente e o contador”, diz trecho do relatório da auditoria citado na ação judicial.

Parte dos recursos desviados era usada na compra de carros e imóveis e no pagamento de contas pessoais. “Por várias vezes fui orientado a depositar valores na conta do Antônio Ângelo para pagamento de cartão de crédito, prestação de veículos, condomínios, compras de equipamentos”, diz um funcionário ouvido na investigação.

Outra parte dos recursos era investida na compra de dólares, diz um empresário no mesmo relatório: “O valor era depositado nas contas das minhas empresas. No mesmo dia, eu comprava os dólares e os entregava no presbitério”. Os dólares eram levados para o exterior nas malas de fiéis.

Destruição

Para evitar que a prática dos crimes fosse descoberta, funcionários foram orientados a destruir cópias de recibos. “Fui orientado pelo Antônio Ângelo e pelo Leonardo a destruir todos os documentos, recibos e depósitos que não passavam pelo caixa central do presbitério para não cair em nenhum tipo de fiscalização”, relata um funcionário da igreja.

Há informações de que computadores foram formatados para que os rastros dos desvios fossem destruídos. “Os HDs foram corrompidos. Programas de envio de relatórios fiscais por internet (Receitas Federal e Estadual) foram apagados”, consta num dos documentos. Outro problema detectado são atrasos na contabilidade da igreja há pelo menos quatro anos.

“Um montante muito elevado, chegando a cerca de R$ 500 mil mensais nos últimos 30 meses e R$ 6 milhões em 2010″, relatório da Igreja Maranata sobre os desvios

Trechos da ação
“A igreja pagou um total de R$ 941 mil em notas fiscais que não correspondem a mercadorias efetivamente entregues”
“Relatório elaborado culmina com o prejuízo financeiro para os cofres da igreja equivalente a R$ 2,1 milhões”
“A senha do contador Leonardo Meirelles lhe dava amplos poderes, alguns dos quais extrapolavam os limites das atividades próprias de contador”
“Verifica-se que documentos emitidos pela empresa do contador Leonardo Meirelles, assim como os registros da contabilidade, foram fraudulentos”
Depois do questionamento, a expulsão
“Fui usado como mula. No ano passado, foram três viagens”
X, 28 anos, frequentava a igreja desde pequeno
“Fui um dos muitos fiéis que transportaram os equipamentos do projeto de videoconferência dos Estados Unidos para o Brasil. Fui usado como mula. Só no ano passado, foram três viagens. Trazia-os em minha bagagem, escondidos no meio das roupas. Nunca foram descobertos pela Alfândega. Após ganhar a confiança dos pastores, fui convidado pelo vice-presidente, Antônio Ângelo Pereira dos Santos, no final do ano passado, para uma outra viagem. Só que desta vez deveria levar US$ 10 mil, valor máximo permitido para entrada nos Estados Unidos, e entregar a um outro pastor. Nesse dia, percebi que algo estava errado e o questionei sobre a legalidade das ações do Presbitério. Não aceitei levar os dólares e fui comunicado de que seria expulso de todos os trabalhos dentro da igreja.”

Filósofo Alain de Botton propõe templo para ateus em Londres

Matéria da BBC publicada no portal Terra

O filósofo e escritor suíço Alain de Botton propôs a construção de um prédio de mais de 45 metros de altura que serviria como uma espécie de templo para ateus. O templo seria construído no coração financeiro de Londres.

Segundo o filósofo, o templo seria usado para celebrar uma nova forma de ateísmo, que seria um contraponto ao ateísmo proposto pelos pensadores Richard Dawkins e Christopher Hitchens.

De Botton argumenta que o ateísmo proposto pelos dois pensadores é “destrutivo”, por atacar as religiões, ao contrário de sua proposta de harmonia entre as religiões.

“Em geral, um templo é feito para Jesus, Maria ou Buda, mas é possível construir um templo para qualquer coisa positiva e boa”, disse De Botton ao jornal britânico Guardian.

“Isso poderia significar um templo ao amor, amizade, tranquilidade e perspectiva. Porque o ateísmo de Richard Dawkins e Christopher Hitchens ficou conhecido como uma força destrutiva. Mas há muitas pessoas que não acreditam em Deus e não são agressivas contra outras religiões.”

Polêmica
A proposta de Alain de Botton provocou uma polêmica entre os pensadores, com declarações publicadas na imprensa britânica. Richard Dawkins criticou o plano do filósofo suíço, dizendo que isso seria um desperdício de dinheiro. Para ele, um templo para ateus é uma contradição.

“Ateus não precisam de templos”, disse Dawkins. “Eu acho que já formas melhores de se gastar este tipo de dinheiro. Se você vai gastar dinheiro com ateísmo, você poderia melhorar a educação secular e construir escolas não-religiosas que ensinam pensamentos racionais, céticos e críticos.”

Allain de Botton está lançando um livro novo sobre ateísmo, chamado Religion for Atheists: A Non-believer’s Guide to the Uses of Religion (ou Religião para Ateus: Um guia para Não-crentes sobre as Utilidades da Religião, em tradução livre).

Em fevereiro de 2010, o filósofo encomendou um projeto ao arquiteto Tom Greenall para a criação do templo. “Com 46 metros de altura e no coração da City londrina, o templo representa toda a história da vida na Terra: cada centímetro da sua altura equivale a um milhão de anos de vida do planeta “, afirma o arquiteto, em seu site.

“A um metro a partir do solo, uma fina linha de ouro – com não mais que um milímetro – representa toda a existência da humanidade. A visita ao templo serve dar outra perspectiva da vida aos visitantes.”

O filósofo afirmou ao Guardian que já captou metade dos recursos necessários para o templo, mas que os doadores preferem o anonimato. O templo começaria a ser construído no final de 2013, caso seja aprovado pela prefeitura. Ele disse que escolheu o centro financeiro da cidade porque seria onde as pessoas mais “perderam perspectiva” sobre as prioridades da vida.

Os pastores feiticeiros e seu evangelho pagão

Pastores da Igreja Universal do Reino de Deus inovam. Pela TV, em Brasília, prometem bom desempenho em concursos públicos. O fiel só precisa levar caneta ou comprovante de inscrição ao templo para ser ungido. O discurso? “Se Deus te iluminar, te der a direção, nada dá errado” [Sonia Racy, no Estadão]

Ed René Kivitz

O pior dessa notícia é que tem uma lógica danada. Literalmente, a lógica é danada. É dos quintos dos infernos. Mas faz todo o sentido dentro da cosmovisão religiosa popularmente identificada como cristã, isto é, da subcultura sociologicamente definida como segmento religioso que se pretende cristão. Senão, observe.

  • Para quem crê em um Deus intervencionista, que se mete no cotidiano da vida humana vindo de fora (de outro mundo, da sala do trono, ou sei lá de onde), qual é o problema de pedir a Deus que favoreça um dos seus filhos em um concurso público?
  • Para quem acredita em unção como ritual litúrgico, e sai por aí passando óleo e azeite em portas e janelas, carros, pessoas, animais de estimação, propriedades, galpões empresariais e escritórios, e outras coisas mais, qual é o problema de ungir ritualisticamente uma caneta ou uma ficha de inscrição para um concurso público?
  • Para quem acredita que Deus revela segredos aos seus filhos, fala pela boca dos profetas e dá palpite na vida dos outros, qual é o problema em pedir uma iluminação ou uma direção, tipo informação privilegiada, como ajuda para o êxito num concurso público?
  • Para quem acredita que o templo é a Casa do Senhor, e que os pastores, bispos, apóstolos e patriarcas são Servos do Senhor, pessoas especiais, com uma unção especial de Deus, qual é o problema de participar dessa unção ritualística no Templo Sede Internacional e receber a bênção do homem de Deus antes de atravessar o desafio de um concurso público?
  • Para quem faz promessas de subir escadas de joelhos, realiza peregrinações carregando cruz nas costas, amarra fitinhas de santos no pulso, pendura no pescoço colares benzidos nos terreiros, carrega santinhos na carteira, ou participa de correntes da fé em busca de bençãos materiais e soluções para problemas circunstanciais, qual é o problema de ungir a caneta ou a inscrição para o concurso público?

Em síntese, apesar de grotesca e de causar espanto, respeitada a lógica religiosa popular cristã, não há nada de errado nessa prática noticiada pela Agência Estado. O desafio é responder se essa lógica expressa de fato o Evangelho de Jesus Cristo.

fonte: Blog do Ed René Kivitz