Arquidiocese notifica TV italiana por usar imagem do Cristo Redentor

Imagem do Cristo Redentor foi utilizada em propaganda de TV italiana - Ivo Gonzalez / Agência O Globo
Imagem do Cristo Redentor foi utilizada em propaganda de TV italiana – Ivo Gonzalez / Agência O Globo

A propaganda termina com o Cristo vestido com a camisa azul número 10, do craque italiano Antônio Cassano

Deborah Berlinck, em O Globo

BOLONHA – A Arquidiocese do Rio está pedindo entre 5 e 7 milhões de euros (entre R$15 e R$21 milhões) de indenização à maior rede de televisão da Itália, a RAI, por a emissora ter “vestido” o Cristo Redentor com uma camisa da seleção italiana de futebol, num filme para promover sua programação na Copa do Mundo. Além de desrespeito religioso, a Arquidiocese acusa a rede italiana de exploração “ilitica” da imagem do Cristo, lembrando que é dona exclusiva dos direitos autorais, materiais e morais do monumento.

– A Arquidiocese se sente ultrajada. É como se uma TV brasileira promovesse sua programação colocando mulatas com gladiadores no Coliseu de Roma. É um insulto a um simbolo nacional – disse Alexandro Maria Tirelli, o advogado italiano que enviou notificação a Rai, a pedido de Rodrigo Grazioli, advogado paulista contratado pela Arquidiocese.

Tirelli disse que entrou em contato com a direção da Rai na sexta-feira e que, aparentemente, a propaganda foi retirada. Agora faltam as indenizações. Na notifição por escrito que enviou a Rai, a Arquidiocese não menciona o montante da indenização. A entidade eclesiástica diz que tomou conhecimento da publicidade no dia 30 de abril através da rede social Youtube, e pede a retirada “imediata” do anúncio. A carta acaba com uma ameaça de entrar na Justiça caso não haja acordo que “englobe a indenização pela utilização indevida ja consumada”.

O advogado italiano disse que a Arquidiocese quer usar a indenização para obras caritativas da igreja.

– A motivação não é para fins lucrativos. Uma marca mundial de artigos de esporte propôs pagar à Arquidiocese US$ 2 milhões para vestir o Cristo Redentor com suas camisas. A Arquidiocese se recusou – disse Tirelli.

A Copa do Mundo no Brasil virou uma dor-de-cabeca inesperada para a Arquidiocese. Com o Cristo Redentor sendo o maior cartão-postal do Brasil, a Arquidiocese também ameaça comprar uma briga com a casa de apostas inglesa Landbroke. Numa publicidade, a Landbroke nao apenas vestiu o Cristo Redentor com uma camisa de futebol, como cobriu seu rosto. Um pedido de informação feita pelo GLOBO por email à assessoria de imprensa da Rai não foi respondido.

A propaganda da Rai, de cerca de 30 segundos, reúne todos os clichês do Rio: crianças, futebol, favelas. E termina com o Cristo vestido com a camisa azul número 10, do craque italiano Antônio Cassano.

Ancelmo Gois, em sua coluna desta sexta-feira, publicou uma foto do perfil no Instagram do jogador italiano Mario Balotelli. O craque italiano aparece de braços abertos no alto do Corcovado, como o Cristo Redentor, com a camisa da Azurra.

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Noé e os dinossauros

O fóssil batizado Ebenezer, que seria ‘contemporâneo de Noé’, é a ‘Mona Lisa’ do Museu da Criação (foto: divulgação)
O fóssil batizado Ebenezer, que seria ‘contemporâneo de Noé’, é a ‘Mona Lisa’ do Museu da Criação (foto: divulgação)

Anna Virginia Balloussier, no Religiosamente

Homens e dinossauros caminhando lado a lado. Se você acha que já viu esse filme, pode tirar o tiranossaurozinho da chuva.

No Museu da Criação, essa ideia não é uma fábula ficcional à la “Jurassic Park”.

O espaço, gerenciado pela igreja Answer in Genesis (“Resposta na Gênesis”), reproduz a noção bíblica de que Deus fez o mundo em seis dias e tirou uma folga no sétimo, há provavelmente 6.000 anos.

Os lagartões não seriam incoerentes com o “design inteligente”, como é chamado o planejamento divino da gênese: teriam brotado no sexto dia, junto com gado, répteis, feras, Adão e Eva.

“Nós usamos os dinossauros em todo o museu para proclamar as verdades da ‘Gênesis’ [livro inicial da Bíblia] e rejeitar a evolução darwiniana”, diz Mark Looy, diretor de comunicação do ministério evangélico, por e-mail.

A atual “Mona Lisa” da construção em Peterburg, Kentucky (EUA), é o fóssil de um Alossauro, tipo carnívoro com cerca de nove metros de cumprimento.

Segundo a curadoria criacionista, o animal morreu há aproximadamente 4.350 anos, no grande dilúvio dos 40 dias e das 40 noites, em que poucas e sortudas espécies se salvaram na arca de Noé.

O que vai por água abaixo, nesse caso, é a hipótese de que o último dinossauro desapareceu cerca de 60 milhões de anos atrás. As ferramentas científicas que corroboram a tese são vistas com desconfiança pelo grupo religioso.

“Esses ossos não têm rótulos anexados dizendo quão velhos eles são. A ideia de milhões de anos de evolução é apenas uma visão dos evolucionistas sobre o passado. Nenhum cientista estava lá para ver”, diz um texto no site do museu.

Os dinossauros, por outro lado, teriam deixado suas pegadas na Bíblia. Na “Gênesis”, Deus fala com Jó, aquele da paciência, sobre Behemoth, uma besta gigante que possui ossos “como tubo de bronze” e não treme nem “se o rio transborda”.

Estudiosos das Escrituras costumam associar essa criatura a um hipopótamo, mas criacionistas acreditam se tratar de um braquiossauro –dino herbívoro e pescoçudo.

Para desqualificar a teoria propagada por Charles Darwin, o museu questiona por que fósseis não revelam “dinossauros em transição”, ou seja, ossadas que mostrem como “répteis gigantes” teriam se transformado aos poucos em outro animal.

“Na verdade, se entrar em qualquer museu, você vai ver fósseis de dinossauros que são 100% dinossauro, e não algo entre os dois. Não há 25%, 50%, 75% ou mesmo 99% dinossauros. Eles são todos 100% dinossauros!”

O CARA DA CIÊNCIA’

Em fevereiro, um debate exibido pela internet opôs Ken Ham, presidente da Answer in Genesis, e Bill Nye, vencedor do Emmy pelo programa infantil em que se apresenta como “The Science Guy” (“o cara da ciência”).

A cena a seguir é relatada por um ex-criacionista: David MacMillan, blogueiro do site Huffington Post.

Nye foi disposto a mostrar uma verdade que estava o tempo todo aos pés do rival. Trouxe um pedaço de rocha do estrato que fica bem embaixo do Museu da Criação. Apontou camadas de criaturas fósseis microscópicas que só poderiam ter vivido e morrido em águas calmas e rasas. Ou seja, demoraram milhões de anos para se formar e jamais passaram por uma fulminante inundação global, como a enfrentada por Noé.

“Mas o criacionismo não é bem-sucedido porque ignora a evidência. O criacionismo é bem-sucedido porque sempre encontra maneiras de reinterpretar a evidência para encaixá-la em seus pressupostos”, escreve MacMillan.

“Ao longo do debate, Ham insistentemente repetiu que, enquanto a pesquisa científica do presente é testável e reproduzível, a investigação científica sobre o passado, o que ele chama de ‘ciência histórica’, nunca pode ser provada.”

MACACADA

Ken Ham, contudo, não está só. Cerca de um terço da população estadunidense não acredita, por exemplo, que o homem evoluiu de outra espécie, de acordo com uma pesquisa do Pew Research Center feita com 1.983 adultos em 2013 (a margem de erro é de 3%).

Mark Looy, o chefe de comunicação da igreja, afirma que o Museu da Criação atraiu dois milhões de visitantes em sete anos –na semana passada, aliás, esbarrou com uma família de São Paulo por lá.

A entrada para adultos custa US$ 29,95. Para matar a fome, o Café do Noé tem sanduíches como o “Cheese and Bacon Creation Burguer” (US$ 5,59).

Há ainda oferta de oficinas como “Monkey Business” (“negócio de macaco”).

Eis a descrição: “Os macacos são diversão para crianças de todas as idades, mas tornam-se um negócio sério quando alguns cientistas afirmam que os seres humanos vieram dos macacos! Neste workshop divertido e interativo, as crianças vão aprender que Lucy [famoso fóssil hominídeo] e outros homens chamados de macacos não estão na árvore genealógica humana. Em vez disso, entenderão que as pessoas foram criadas especialmente à imagem de Deus”.

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Boneco desbocado de Ratinho vira pastor e critica Macedo e Santiago

Eduardo Mascarenhas manipula Xaropinho em culto da Igreja Evangélica Missão Vida em Cristo (foto: Arquivo pessoal)
Eduardo Mascarenhas manipula Xaropinho em culto da Igreja Evangélica Missão Vida em Cristo (foto: Arquivo pessoal)

Paulo Pacheco, no Notícias da TV

O rato Xaropinho, personagem desbocado do Programa do Ratinho, virou pastor. Seu manipulador, Eduardo Mascarenhas, pastor da Igreja Evangélica Missão Vida em Cristo há quatro meses, leva o boneco aos cultos, mas não para orar ou ler a Bíblia, e sim para tirar sarro dos fiéis. A liderança religiosa faz parte da nova rotina do artista, que pretende, aos poucos, deixar o mascote da atração do SBT, por problemas de saúde e para se dedicar à igreja.

“Eu não descaracterizo o Xaropinho. Na igreja, ele continua doido, brincalhão, falando abobrinha. Não quero ficar podando meu humor por causa do puritanismo. Quando não estou fazendo humor, sou pastor Eduardo. Não vou deixar de fazer piada, mas sem falar nenhum palavrão cabeludo”, diz Mascarenhas, que pede permissão a Ratinho, dono de Xaropinho, para manipular o personagem nos cultos.

A ideia de levar Xaropinho à igreja surgiu após Mascarenhas perceber que os frequentadores dos cultos não fazem outra atividade cultural senão ir à igreja: “Quando anuncio o Xaropinho, claro, sempre atrai um ou outro curioso para a igreja, mas levo porque a Igreja é muito séria, sisuda, carrancuda. Pensei nas famílias que não podiam pagar para irem ao cinema, ao teatro”.

O artista, hoje pastor, faz questão de se manifestar contrário às grandes igrejas, como a Mundial, de Valdemiro Santiago, e a Universal, de Edir Macedo. Para Mascarenhas, essas igrejas são “caça-níqueis” e visam apenas o dinheiro.

“Sou contra essas igrejas caça-níqueis que surgem a todo instante. Os caras não fazem nada útil, só fazem igreja para encher de gente, tomar grana [dos fiéis] e comprar emissoras de TV”, critica o pastor, que se sustenta com o salário do SBT e arrecada dinheiro na igreja para seu projeto social, o Instituto Xaropinho.

Na igreja, Mascarenhas manipula Xaropinho como ventríloquo. O rato já aparece gritando e xingando. Chama os fiéis de “feios” e diz que os pastores se parecem com o pugilista Adílson Maguila ou o apresentador José Luiz Datena:

Xaropinho - Beleza, Brasil, vai começar o Programa do Ratinho!

Mascarenhas - Está louco, Xaropinho? Você está na igreja!

Xaropinho - Meu Deus, que povo estranho… aquele é o Maguila ou o Datena?

Mascarenhas - Não, ele é o pastor.

Xaropinho - Pastor é para pastar?

Mascarenhas - Não, é para pastorear!

Xaropinho - Pastorear o quê?

Mascarenhas - As ovelhas. Todo esse povo são as ovelhas!

Xaropinho - Nossa, tem cada ovelha feia! Sabia que ovelha faz cocô redondinho?

Mascarenhas - Você está louco! Aqui é a casa de Deus!

Xaropinho - Deus está me ouvindo? Estou ferrado!

O pastor Eduardo Mascarenhas manipula o boneco Xaropinho durante culto (foto: Arquivo pessoal)
O pastor Eduardo Mascarenhas manipula o boneco Xaropinho durante culto (foto: Arquivo pessoal)

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Após drogas e prisão, Justin Bieber vira fiel da Igreja Hillsong

Versículo bíblico tatuado nas costas do astro pop. (foto: Miami Beach Police Dept./AP)
Versículo bíblico tatuado nas costas do astro pop. (foto: Miami Beach Police Dept./AP)

Ricardo Feltrin, no UOL

O cantor canadense Justin Bieber está tentando mudar sua fama de bad boyzinho. Dessa vez parece ser sério. Desde que deixou a prisão, acusado de uso de drogas e vandalismo, o jovem astro passou a frequentar com assiduidade a Igreja Hillsong, nos Estados Unidos.

Em fevereiro, ele decidiu se batizar na Hillsong e no último final de semana também foi visto, novamente, na primeira fila de um culto da igreja em uma de suas unidades em Nova York. Estava com a estrela Vanessa Hudgens ao seu lado e parecia contrito, com as palmas em oração.

A Hillsong é uma igreja que surgiu na Austrália na primeira metade dos anos 80, fundada por dois pastores da Nova Zelândia, Brian e Bobbie Houston. Em 30 anos a igreja se espalhou pelo mundo e formou inúmeras bandas de gospel contemporâneo. Na verdade, se tornou a mais prolífica instituição religiosa-musical do planeta. A estimativa é que tenham vendido mais de 100 milhões de CDs e DVDs desde os anos 80. A Hillsong não tem sede no Brasil, mas suas bandas United e London já se apresentaram no país.

Os cultos inauguraram a chamada “Contemporary Worship”, o louvor e adoração a Deus e a Jesus por meio da música. Poderia ser chamada de religião musical, literalmente.

Esta coluna apurou que, nos últimos meses, emissários da sede da igreja na Austrália também vêm consultando eventuais parceiros brasileiros que possam ajudar sua entrada também no país até 2015.

Hillsong evita se instalar em países em conflito aberto ou que mantenham políticas de intolerância religiosa. Dá preferência,  obviamente, àqueles governos que oferecem subsídios e isenções às atividades da igreja. Na Austrália, Reino Unido e outros continentes, a Hillsong mantém escolas infantis, obras sociais, conservatórios para formação de cantores e músicos, além de produzir aplicativos religiosos para smathphones –de GPS a apps de namoro online.

Bieber sempre se declarou cristão, porém com falhas: “Sou cristão, mas não sou perfeito”, afirmou ele quando confrontado entre sua fé e algumas de suas atitudes cabeçudas e temerárias. No início do ano, um teste de sangue feito pela polícia dos EUA confirmou que o cantor havia misturado medicação controlada e maconha.

Ele também já frequentou outras denominações religiosas, como a Church City e a Igreja Batista. Desde o ano passado ele vinha ocasionalmente visitando cultos da Hillsong. Numa das vezes revelou ter chorado durante uma cerimônia.

Até a primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, já manifestou sua preocupação com o jovem, dizendo que Bieber é uma alma que precisa “ser resgatada”, e não punida.

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“Somos apaixonadas por um padre”, desabafam 26 mulheres em carta ao papa Francisco

Jovens padres tocam violão e cantam na Praça de São Pedro, no Vaticano, durante a missa de beatificação dos papas João Paulo II e João XXIII | REUTERS/Tony Gentile
Jovens padres tocam violão e cantam na Praça de São Pedro, no Vaticano, durante a missa de beatificação dos papas João Paulo II e João XXIII | REUTERS/Tony Gentile

 

 

 

 

 

 

 

Publicado no Brasil Post

Vinte e seis mulheres escreveram uma carta ao papa Francisco na qual afirmam ser “apaixonadas por um padre” e pedem o fim do celibato na Igreja Católica Romana. “Nós amamos esses homens, e eles nos amam, e na maioria dos casos, apesar de todos os esforços de renúncia a esse sentimento, não conseguimos abrir mão de um laço tão sólido e bonito”, afirmaram as mulheres, segundo reportagem publicada pelo site Vatican Insider, do grupo de comunicação La Stampa, um dos mais importantes da Itália.

Na carta, cada uma das 26 mulheres assina apenas com o primeiro nome e a inicial do nome de família, mas no envelope elas incluíram seus sobrenomes por extenso assim como telefones de contato. Elas afirmam ser apenas uma amostra da grande quantidade de mulheres que “vive em silêncio”.

“Muito pouco se sabe sobre o sofrimento devastador de uma mulher que é profundamente apaixonada por um padre. Humildemente colocamos nosso sofrimento a seus pés na esperança de que algo possa mudar, não apenas para nós, mas para o bem de toda a Igreja”, escreveram.

Segundo as mulheres, quando há uma separação definitiva ambas as partes com frequência sofrem pelo resto da vida. As alternativas seriam o padre abandonar o sacerdócio ou o casal viver a relação em segredo.

“No primeiro cenário (…), queremos que o homem que amamos viva sua vocação sacerdotal inteiramente. Queremos estar ao seu lado e apoiá-lo em seu chamado”, dizem.

“A segunda alternativa significa viver uma vida escondida, frustrada por um amor incompleto, sem esperança de formar uma família, um amor que não vê a luz do dia”, continuam. “Infelizmente essa é frequentemente a única e dolorosa escolha devido à impossibilidade de desistir de um amor tão enraizado no Senhor.”

Na carta, as 26 mulheres apaixonadas pedem para se encontrar com o papa: “Esperamos com todo o nosso coração que o senhor abençoe nosso amor, presenteando-nos com a maior felicidade que um pai pode desejar a seus filhos: vê-los felizes.”

Segundo o Vatican Insider, especializado em cobrir a Igreja Católica, até o momento Jorge Mario Bergoglio, nome de batismo do papa argentino, nunca se posicionou pelo fim do celibato, mas em conversa com o rabino Abraham Skorka publicada no livro ‘No Paraíso e na Terra’, teria admitido que a mudança é possível. “A tradição tem um papel importante. Os ministros católicos gradualmente optaram pelo celibato. Até 1100 d.C alguns optavam por ele, outros não… é uma questão de disciplina, não de fé. Pode ser mudado”, afirmou.

Entretanto, nessa mesma conversa, ocorrida antes de sua escolha como papa, Bergoglio expressou claramente sua opinião contrária a padres viverem vidas duplas: “Se um padre me conta que engravidou uma mulher, eu tento acalmá-lo e devagar começo a explicar que o direito natural à vida vem antes de seus direitos como padre. Portanto, é sua obrigação deixar o sacerdócio e cuidar da criança, mesmo que não se case com a mulher.”

Já no caso de um padre que se diz apaixonado por uma mulher, o argentino diz tentar fazê-lo corrigir o erro: “Viver uma vida dupla não é bom para nós, é falso. Se não é capaz de fazer isso (respeitar o celibato), tome uma decisão.”

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