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Vídeo indiano mostra as faces do assédio

Publicado no AdNews

Vídeo indiano mostra as faces do assédio e já tem 2 milhões de views (Reprodução)

Vídeo indiano mostra as faces do assédio e já tem 2 milhões de views (Reprodução)

Em dezembro, uma adolescente indiana sofreu dois estupros coletivos em ataques separados e depois morreu queimada viva. O Whistling Woods International Institute, uma escola de artes localizada em Mumbai, coincidentemente, lançou no mesmo mês uma campanha para promover o debate sobre o comportamento masculino no país.

O Instituto criou o filme Dekh Le, que tem como objetivo celebrar o aniversário de outro estupro coletivo cometido no país. O vídeo já tem mais de 2 milhões de views em apenas duas semanas no ar.

O vídeo mostra a face do assédio sexual se voltando para o homem. O olhar do abuso é refletido por objetos localizados no corpo das mulheres, deixando os homens desconcertados.

Como o homem que reagiria se o olhar perverso fosse voltado para ele? A resposta você vê abaixo.

Confira:

Indiano de 14 anos ganha prêmio mundial de fotografia

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Publicado no Hype Science

Udayan Rao Pawar, um indiano de 14 anos, foi reconhecido como o Jovem Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano em 2013, graças a sua fotografia belíssima cheia de crocodilos intitulada “Mother’s Little Headful” (algo como “a pequena cabeça cheia da mãe”).

A cena mostra gaviais (espécie de crocodilo) no rio Chambal, no estado de Madhya Pradesh, da Índia, uma área cada vez mais ameaçada pela mineração ilegal de areia e pesca.

Udayan disse aos juízes do concurso que acampou perto do rio durante a noite para obter essa imagem logo no início da manhã. “Quando amanheceu, eu vi essa cena”, disse ele. “A mãe subiu à superfície das profundezas escuras do rio, em resposta aos apelos guturais dos filhotes, que, em seguida, correram em sua direção e subiram em cima de sua cabeça exposta”.

Já o vencedor “sênior” de Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano ganhou por conta de uma imagem de elefantes. O sul-africano Greg du Toit disse: “Meu objetivo era jogar a precaução ao vento e abandonar práticas fotográficas convencionais na tentativa de capturar um retrato original de elefantes”.

A imagem feita por Du Toit mostra uma visão ao nível do solo de elefantes em um poço no norte de Botsuana. Ele usou velocidade lenta do obturador, filtro polarizador e um ajuste de balanço de branco para dar um ar “quase fantasmagórico” para a foto. E, justamente quando clicou o botão da câmera, um filhote de elefante correu em direção à lente do fotógrafo.

O resultado? A imagem premiada intitulada de “Essence of Elephants” (em português, “essência dos elefantes”).8C9392846-ss-131015-wildlife-photographer-10.blocks_desktop_large-600x377

“A imagem de Greg imediatamente nos catapulta para planícies africanas”, disse o fotógrafo Jim Brandenburg, presidente do corpo de jurados do concurso. “Esta fotografia se destacou tanto pela sua excelência técnica quanto pelo momento que capta – é verdadeiramente uma imagem única”.

Quase 43 mil fotografias foram enviadas de 96 países para a competição de 2013, realizada pelo Museu de História Natural de Londres e pela BBC Worldwide. Imagens incríveis foram selecionadas em 18 categorias, com foco em assuntos que vão desdecuriosidades animais a paisagens arrebatadoras.

As fotos de Du Toit, Udayan e outros vencedores devem ser apresentadas em uma exposição do museu a partir de sexta-feira (18). Eventualmente, a exposição sairá em turnê internacional. Enquanto isso não acontece, veja abaixo algumas das fotos mais belas do concurso:

“Snow moment”, ou “Momento de neve”, de Jasper Doest (Holanda), vencedor na categoria “visões criativas”

“Snow moment”, ou “Momento de neve”, de Jasper Doest (Holanda), vencedor na categoria “visões criativas”

“The flight path” ou “A trajetória de voo”, de Connor Stefanison (Canadá), vencedor do The Eric Hosking Portfolio Award, prêmio especial

“The flight path” ou “A trajetória de voo”, de Connor Stefanison (Canadá), vencedor do The Eric Hosking Portfolio Award, prêmio especial

“The water bear”, ou “O urso de água”, de Paul Souders (EUA), vencedor da categoria “animais em seu ambiente”

“The water bear”, ou “O urso de água”, de Paul Souders (EUA), vencedor da categoria “animais em seu ambiente”

“Sticky situation”, ou “Situação complicada”, de Isak Pretorius (África do Sul), vencedor da categoria “comportamento: aves”

“Sticky situation”, ou “Situação complicada”, de Isak Pretorius (África do Sul), vencedor da categoria “comportamento: aves”

“Lucky pounce”, ou “Ataque de sorte”, de Connor Stefanison (Canadá), vencedor do The Eric Hosking Portfolio Award, prêmio especial

“Lucky pounce”, ou “Ataque de sorte”, de Connor Stefanison (Canadá), vencedor do The Eric Hosking Portfolio Award, prêmio especial

“The spat”, ou “A disputa”, de Joe McDonald (EUA), vencedor na categoria “comportamento: mamíferos”

“The spat”, ou “A disputa”, de Joe McDonald (EUA), vencedor na categoria “comportamento: mamíferos”

“Dive buddy”, ou “Companheiro de mergulho”, de Luis Javier Sandoval (México), vencedor na categoria “comportamento: animais de sangue frio”

“Dive buddy”, ou “Companheiro de mergulho”, de Luis Javier Sandoval (México), vencedor na categoria “comportamento: animais de sangue frio”

“The cauldron”, ou “O caldeirão”, de Sergey Gorshkov (Rússia), vencedor na categoria “paisagem selvagem”

“The cauldron”, ou “O caldeirão”, de Sergey Gorshkov (Rússia), vencedor na categoria “paisagem selvagem”

Campanha produz imagens de deusas ‘agredidas’ para combater violência doméstica na Índia

Agência recorreu à religiosidade do povo indiano para lidar com a violência contra as mulheres

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Publicado no Catraca Livre

Segundo estatísticas, 68% das mulheres indianas sofrem violência doméstica. Para tentar mudar esta situação, uma agência de publicidade resolveu recorrer a um aspecto muito importante da cultura da Índia: a religião.

A empresa produziu imagens de figuras mitológicas femininas do hinduísmo, como as deusas Kali e Durga, com marcas de agressão no rosto. A campanha procura explorar a forte religiosidade do povo indiano para evidenciar a contradição entre venerar mulheres no campo espiritual e agredi-las no cotidiano. Confira:

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Matrimônio arranjado é melhor do que casar por amor, diz professor de Stanford

Procurar o amor de sua vida é um grande erro. A solução mais eficiente é pedir a ajuda da família para encontrar um bom casamento, afirma professor indiano Baba Shiv (ilustração: Bruno Oliveira Santos)

Procurar o amor de sua vida é um grande erro. A solução mais eficiente é pedir a ajuda da família para encontrar um bom casamento, afirma professor indiano Baba Shiv (ilustração: Bruno Oliveira Santos)

Adriana Garcia Martínez, na Serafina

O amor é cego, diz o ditado popular. Encontrar alguém, apaixonar-se e casar, a opção mais natural para a maioria das pessoas, é uma equação arriscada. Como evitar o arrependimento? Pense nos princípios do casamento arranjado, defende o professor indiano Baba Shiv, 52, guru do marketing na universidade Stanford, na Califórnia, uma das mais importantes dos EUA.

O professor é especialista em neuroeconomia, campo de pesquisa que une os estudos de neurociências, economia e psicologia para identificar o papel das emoções nas decisões que tomamos.

Ele acredita que qualquer escolha que fazemos em que conhecemos as opções uma depois da outra tende a trazer mais insatisfação do que aquelas nas quais você tem as opções todas na mesa ao mesmo tempo. Ou seja, é mais complicado escolher um marido tendo um namorado por vez do que namorando vários candidatos ao mesmo tempo.

O professor Shiv não ensina isso na faculdade, mas percebeu, um pouco pela prática, um pouco por seus estudos, que o casamento arranjado, à indiana, pode ser uma boa solução. Não defende a prática por respeito à tradição de seu país, mas sim por acreditar que a fórmula traz menos chances de erro.

Ele mesmo, apesar de ter nascido em uma família tida como liberal na Índia, optou por um casamento arranjado. Aos 27 anos, depois de tentar por conta própria arrumar uma namorada, sem sucesso, pediu ajuda à mãe para encontrar pretendentes.

“As famílias selecionam três ou quatro candidatos dentro de critérios estipulados pelo filho, como idade, classe social e passatempos”, diz. “E são os filhos que decidem se aceitam os pretendentes ou não. O processo dura cerca de um mês”, explica à Serafina em seu escritório, em Stanford, sede de um dos cursos de MBA mais famosos do mundo.

Os encontros não duram mais de 20 minutos. Ele, por exemplo, rejeitou sua primeira candidata simplesmente porque não foi com a cara dela. Mas se encantou com a segunda e foi correspondido. Reva é sua mulher há quase 25 anos. Mudaram-se para os Estados Unidos na década de 1990, para que ele continuasse os estudos, tiveram um casal de filhos e se dizem muito felizes.

Sem nunca ter ficado ou namorado, passado pela primeira briga ou pela primeira viagem, como isso pode dar certo? Como abrir mão da possibilidade de dar de cara com um grande amor?

O maior problema da escolha amorosa como a conhecemos, diz o professor, é exatamente o fato de que há apenas um candidato por vez –a “escolha sequencial ou por amor”, como ele chama–, o que levanta a suspeita de que talvez o próximo seja mais interessante.

“Na escolha por amor, tendemos a acreditar que pode haver coisa melhor no futuro”, diz. “Aí, cada pequeno problema que surge na relação gera uma insatisfação enorme, e você começa a duvidar da opção que fez.”

O casamento arranjado pode ter vários problemas, mas esse não é um deles. “A decisão simultânea, na qual há vários candidatos e um é escolhido, traz menos dúvidas,” afirma. “Você, que optou por uma entre três mulheres, e não por uma entre todas as mulheres do mundo, sabe o que deixou para trás. Então a aceita e vai em frente.”

Apesar da defesa do professor, o casamento arranjado está caindo em desuso na Índia. Cada vez mais, as novas gerações indianas adotam costumes ocidentais. Elas ainda pedem ajuda aos pais para achar candidatos, mas preferem namorar antes de casar.

Mas Baba adverte: com o passar do tempo, os casamentos arranjados tendem a funcionar melhor. “Todos os relacionamentos têm altos e baixos. Mas, no casamento arranjado, a família trabalha pelo sucesso da união, porque foi envolvida desde o começo.”

Segundo o professor indiano, o tempo traz outras complicações ao matrimônio: “Chegam os filhos, as pessoas envelhecem, têm problemas no trabalho. Aí, os atributos que fizeram a pessoa tomar a decisão de se casar com aquele parceiro, como compatibilidade sexual e companheirismo, podem ser afetados”.

Para não cair nas mesmas armadilhas que os casais ocidentais, que têm índices de divórcios muito mais altos que os indianos, Baba Shiv tem sugestões.

A ideia é combinar a tradição indiana com o casamento ocidental. “Precisamos criar critérios para a seleção do parceiro, assim podemos aumentar a segurança da nossa decisão e, consequentemente, a satisfação do casamento.”

É O QUE TEMOS

O truque, segundo ele, é não procurar uma pessoa ideal, mas uma pessoa possível. E a melhor base para a comparação são os ex-namorados ou namoradas (já que será complicado convencer os outros de que você precisa namorar várias pessoas ao mesmo tempo).

O que você classifica como defeitos e qualidades dos seus ex são as mesmas coisas que deve evitar ou procurar.

O professor alerta: “Nas sociedades ocidentais, tudo é muito focado no indivíduo. Até o sucesso de um casamento é uma decisão individual”.

Envolver a sogra na briga com sua mulher ou seu marido, acredita o indiano, pode ser a melhor solução.

E se Jesus encontrasse Freud para um drink?

Por Bia Amorim, no Mixologynews

O canal History Channel lançou uma série de vinhetas chamada “E se os mais importantes personagens da história se encontrassem para um drinque?!” com personagens históricos conversando em um balcão de bar.

Aqui no Mixology News nós já escrevemos sobre As Personalidades Que Gostaríamos De Ter Servido Um Drinque. Acompanhe.

jesus.freud_Quando você imaginaria Jesus Cristo conversando com Sigmund Freud, o pai da psicanálise?

E que tal imaginar o pacifista indiano Mahatma Gandhi se encontrando em um pub londrino com o Jack Estripador?!

E se a mandona rainha do Egito Cleópatra encontrasse com o capitão Napoleão Bonaparte, choramingando por aí.

Thomas Edison, o grande inventor bate um papo com o imperador doidão Nero, que queimou Roma.

Pra terminar, olha o que deu quando Robin Hood, que roubava dos ricos para das aos pobres, encontrou o filósofo chinês Confúcio.

Parabéns à Tortuga Studios, que realizou todo projeto de animação. Todos os vídeos podem ser encontrados na página do designer Fabio Corazza no vimeo.