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Homens sem grana preferem mulheres com peitos grandes

Carol Castro, no Ciência Maluca

Só os homens sem grana, né? Tá bom.

Alguns cientistas acreditam que, em tempos de escassez, os homens recuperam alguns instintos primitivos e preferem a abundância – vai que a fonte seca. E é por isso que eles preferem as mulheres mais fartas, com peitões, quando enfrentam uma crise financeira.

Para comprovar esta ideia, pesquisadores ingleses convidaram 266 homens, de ricaços a classes média e baixa, da Malásia para analisarem as imagens de mulheres de biquíni. A missão dos participantes era eleger as mais bonitas. Todas tinham o mesmo rosto, a única diferença era otamanho dos seios. A imagem era essa aqui:

E quanto mais pobre, maior era o gosto por seios fartos. Os ricos geralmente gostavam mais das mulheres com peitos menores.

Eles repetiram o teste na Inglaterra, mas com 66 homens famintos e outros 58 voluntários bem alimentados. O resultado foi o mesmo: homens com fome preferem mulheres com seios maiores, enquanto os saciados gostam mais das magrelinhas.

Faz sentido isso?

Ver fotos do próprio perfil no Facebook pode melhorar o humor do usuário

Pessoas que olham fotos antigas de si no Facebook melhoram o humor (Foto: Reprodução)

Pessoas que olham fotos antigas de si no Facebook melhoram o humor (Foto: Reprodução)

Carolina Ribeiro, no TechTudo

Usuários melhoram de humor quando olham suas fotos antigas no Facebook. É a conclusão de um Estudo feito pela Universidade de Portsmouth, na Inglaterra. E o resultado é ainda mais supreendente: pessoas com depressão ou ansiedade ficam confortadas ao verem fotografias de si mesmas na rede social.

O estudo teve a colaboração de 144 entrevistados com idade média de 34 anos. No grupo, 90% disseram usar a rede social para olhar as publicações no seu próprio mural com frequência. Entre eles, a maioria dos entrevistados também afirmou que, quando está se sentindo triste, a ação é ainda mais frequente.

Alice Good, uma das responsáveis pela pesquisa, acredita que ver as próprias fotos podem servir como tratamento para o mau humor. “Embora este tenha sido apenas um estudo pequeno, vamos continuar a pesquisar grupos maiores para ver se os resultados permanecem consistentes”, disse Good. Para o psicólogo Clare Wilson, as publicações das pessoas no Facebook influenciam para que elas mesmas não fiquem deprimidas.

O estudo conclui que é muito possível que as lembranças felizes das fotos ajudem no tratamento contra o mau humor. “As imagens que muitas vezes postamos são lembranças de um evento positivo passado. Quando estamos passando por um momento triste, é muito fácil esquecer como nos sentimos bem e as nossas mensagens positivas podem nos lembrar disso.”

Via Daily Mail

 

Para manter o amor vivo, marido de 91 anos lê diário para mulher com amnésia

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Jaque Barbosa, no Hypeness

O inglês Jack Potter não quer que sua esposa Phyllis esqueça o amor que os une há mais de 70 anos. Sabendo que Phyllis sofre de demência e falta de memória, o homem visita todos os dias a casa de repouso na cidade de Rochester, Inglaterra, e lê para ela o diário que guarda desde o dia em que se conheceram.

O inglês, de 91 anos, disse ao jornal Daily Mail Online que lembra exatamente do momento em que os dois se cruzaram, num baile. Foi em 1941 (casaram em 1943) e no diário escreveu: “Foi uma noite muito agradável. Dancei com uma garota muito legal. Espero encontrá-la novamente”.

Esses e outros momentos, como o casamento, as férias, as fotografias e todos os momentos partilhados a dois, estão nesse diário que Jack faz questão de ler para sua esposa demente. Apesar de debilitada, Phyllis se esforça para abraçar o marido. Eles festejaram 70 anos de casamento.

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Imagens por Casey Gutteridge e Andy Payton/SWNS

dica da cristina danuta

Arrumar a cama faz mal à saúde

É bagunçada, mas é limpinha

É bagunçada, mas é limpinha

Thiago Perin, no Ciência Maluca

Gostou, né? Se você é daqueles que “esquecem” ou “não têm tempo” de arrumar a cama quando levantam, não precisa mais se envergonhar por isso. Pelo contrário. Quando aparecer alguém te chamando de desleixado ou preguiçoso, pode dizer, com toda a dignidade, que você está apenas cuidando da saúde.

Uma pesquisa da Universidade de Kingston, na Inglaterra, mostrou que manter a cama desarrumada é uma forma de acabar com os ácaros que vivem nela (choque-se: pode ter até um milhão e meio deles por lá). E isso ajuda a prevenir uma porção de alergias e problemas respiratórios.

Por quê? Os ácaros precisam de calor e umidade para sobreviver. E, segundo o cabeça do estudo, uma cama bagunçada tende a ser mais fria e seca do que uma cama arrumadinha, o que mata os bichos por desidratação. (Mas bagunça também tem limite: não arrumar a cama não é a mesma coisa que não trocar os lençóis nunca, viu? Aí sim os bichos se reproduzem mais e mais.)

Doença rara em menino inglês causa coceira parecida com picadas de 500 mil mosquitos

Aaron e a mãe Jaqueline

Aaron e a mãe Jaqueline (Foto: Caters News/The Grosby Group / Caters News/The Grosby Group)

publicado no Extra

O pequeno Aaaron Higgins, de 4 anos, sofre de uma coceira incontrolável que, de acordo com os médicos, é como se estivesse sendo picado por 500 mil mosquitos, segundo o site Metro. A estranha sensação é causada por uma doença genética rara chamada Síndrome de Alagille, que acumula bile em seu corpo, atingindo órgãos vitais como o fígado e o coração. O menino faz parte de uma estatística em que apenas uma a cada 100 mil crianças é afetada.

Aaaron Higgins brinca em casa
Aaaron Higgins brinca em casa Foto: Caters News/The Grosby Group

- Acontece em ondas. Ele pode ficar algumas semanas sem sentir isso, depende do acúmulo de bile. Quando ele não está se coçando fica bem. É de cortar o coração. Quando ele está realmente mal fica nas escadas gritando ‘mamãe me ajude’ com sangue escorrendo de suas pernas ou ouvidos – contou a mãe, Jacqueline, ao site Metro.

Aaron já passou por quinze cirurgias, mas a única esperança de alívio para a coceira é um transplante de fígado, que não deve curá-lo completamente. No próximo mês ele será submetido a uma avaliação por especialistas em fígado do Kings College Hospital, em Londres, na Inglaterra.

 

Aaaron Higgins brinca em casa