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Inglês escala sem proteção pontes e guindastes. E faz acrobacias lá em cima

Reprodução/Instagram

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Paulo Anshowinhas, no UOL

Se você tem medo de altura é melhor não ver esses vídeos. É sério. Eles mostram o inglês James Kingston escalando sem proteção pontes e guindastes com mais de 100 metros de altura. Lá em cima, ele ainda desafia a morte se pendurando com apenas uma das mãos ou fazendo acrobacias em lugares estreitos.

A última peripécia de Kingston aconteceu na cidade de Kiev, na Ucrânia. Ao lado de um dos mais alucinados escaladores do mundo, que atende pelo nome de Mustang Wanted, ele subiu a Ponte Moscou, de 119 metros de altura. O vídeo foi veiculado pelo canal online Epic TV, especializado em esportes radicais.

Como se não bastasse ter feito a escalada sem cordas ou algum outro tipo de proteção, Kingston desafia o perigo (e a vertigem dos telespectadores) ao dar um cambalhota no topo da estrutura.

O vídeo mais famoso de Kingston, que o transformou em celebridade na internet, foi gravado há dois anos em Southampton. Na ocasião, ele escalou também sem proteção um guindaste de mais de 100 metros. “Eu não tive medo. Você não pode ficar com medo quando você está pendurado pelos dedos de suas mãos. Eu fiz isso por aventura. A vida é muito curta para ficar sentado preocupado com o futuro. Eu não fui até lá para morrer. Eu fui lá para viver”, ”, disse o rapaz de 23 anos, praticante de escalada livre e parkour, em entrevista para o jornal britânico The Sun na época.

Repórter estrangeiro vem conhecer o Rio – e é assaltado

Episódio foi mencionado em matéria do jornal inglês The Independent. Objetivo da viagem, paga pelo governo brasileiro, era promover imagem positiva do país

Orla de Copacabana, no Rio: a caminhada rápida entre restaurante e hotel de madrugada "provou-se uma má ideia - e talvez ingênua" por parte do grupo de repórteres estrangeiros no Brasil

Orla de Copacabana, no Rio: a caminhada rápida entre restaurante e hotel de madrugada “provou-se uma má ideia – e talvez ingênua” por parte do grupo de repórteres estrangeiros no Brasil

Marco Prates, na Exame

O jornalista inglês Ian Herbert veio ao Brasil para conhecer três cidades sede da Copa do Mundo 2014 e, naturalmente, escrever sobre elas no jornal em que trabalha, The Independent. A ironia é que a viagem, custeada pelo governo brasileiro para melhorar a imagem do país, acabou envolvendo uma desagradável tentativa de assalto na madrugada do Rio de Janeiro.

“A caminhada deste correspondente na praia de Copacabana com outras quatro pessoas às duas horas da manhã provou-se uma má ideia – e talvez ingênua – quando meia dúzia de jovens se materializou exigindo relógios e dinheiro e empunhando armas”, escreveu ele na reportagem, publicada no último domingo.

Apesar do susto, o repórter afirma que o grupo foi embora sem levar “nada”. Em entrevista ao UOL, que descobriu o caso, o jornalista disse que os profissionais gritaram para chamar atenção e que a chegada de um casal acabou dispersando os ladrões.

A viagem, que durou toda a semana passada, foi oferecida pelo governo brasileiro. Chamadas de “press trips”, esses convites são usados rotineiramente pelo poder público e por empresas para apresentar a pessoas da imprensa novos produtos e lugares (e estimular que abordem o assunto em textos jornalísticos, se acharem interessante).

Outros cinco profissionais também vieram ao país. Mas um deles, do jornal The Guardian, não fez referência ao episódio em matéria publicada no último sábado.

A Embratur, órgão que promove o turismo nacional no Brasil e exterior, foi quem bancou a viagem, que incluiu ainda as cidades de Fortaleza e Manaus. O valor gasto não foi divulgado até o momento.

Apesar da tentativa de promoção, o titulo da matéria do The Independent – “É caos no Brasil, mas não entre em pânico” indica que a iniciativa acabou tendo efeito contrário.

Uma leitura atenta, porém, mostra que o jornalista Ian Herbert, apesar de mencionar todos os problemas envolvendo a organização do evento, teve olhos mais benevolentes e contextualizadores que a média do que é publicado lá fora.

“Nada disso significa que a Copa não funcionará”, salienta ele em determinado trecho, completado por uma fala do secretário-executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes.

“Se as pessoas não tiverem uma visão mais generosa (em relação aos países em desenvolvimento), então esses eventos se tornarão festas de homens ricos”, afirmou o segundo homem na hierarquia do Ministério do Esporte.

O Independent cita também que várias obras não teriam começado sem o Mundial, e que hoje é possível “enviar e-mail com um vídeo de um celular enquanto se navega no rio Amazonas, se você preferir não olhar para os jacarés Cayman”.

“O torneio que está para começar pode ter imperfeições, mas vai viver por muito tempo na memória”, encerra a reportagem do jornalista. E tudo isso apesar do assalto.

dica do Ailsom Heringer

Jornal inglês se preocupa com risco de encontrar jacarés em Manaus

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Publicado no Terra

As polêmicas entre Inglaterra e Manaus, sede da Copa do Mundo de 2014 que receberá a estreia da equipe britânica contra a Itália, em 14 de junho, não param. Neste domingo, o jornal Daily Mail publicou uma nota em que destaca a possibilidade de encontrar jacarés na capital amazonense, tomando como base um panfleto de turismo divulgado na cidade.

Segundo a publicação, os “piores medos” da comissão técnica inglesa foram confirmados quando a partida contra a Itália foi sorteada para Manaus. O jornal também classificou como “bastante preocupante” a possível aparição dos jacarés na capital do Amazonas, descrita como “cidade da selva”.

O técnico da Inglaterra, Roy Hodgson, já havia causado mal-estar antes mesmo do sorteio aoafirmar que Manaus era a “sede a ser evitada”, por conta de fatores como distância, calor e umidade. A prefeitura rebateu dizendo que preferia que os ingleses não viessem, e sim uma seleção “com futebol melhor”.

No último sábado, a Fifa anunciou alterações em horários de jogos da Copa do Mundo e apimentou ainda mais a relação Inglaterra-Manaus: o jogo contra os italianos, que aconteceria às 21h (de Brasília), foi mudado para as 18h. Os ingleses reclamaram de pressão de emissoras de TV para a alteração da partida, mas a Fifa declarou que as condições em ambos os horários seriam “similares”.

Nestas imagens, apenas uma pessoa está em movimento

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Valerie Scavone, no Hypeness

O designer gráfico e fotógrafo inglês Nicolas Ritter criou uma série de GIF´s intitulada One, onde ele destaca, dentro de uma fotografia rodeada de pessoas, apenas uma em movimento.

O projeto incide sobre um único indivíduo na multidão. Praticamente imita a forma que o olho humano enxerga. Não costumamos observar muitas pessoas como muitas pessoas, há a captação de micro cenas.” Em One, o foco se resume em encontrarmos o movimento na foto, no estilo “Onde está Wally”.