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Seguidores de Feliciano confundem 50 anos do golpe de 64 com aniversário do pastor

Publicado no Jornal GGN

ggn
Seguidores do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) protagonizaram um episódio cômico nas redes sociais. Na noite de quinta (3), a página oficial do parlamentar no Facebook postou uma imagem com os dizeres “1964/2014 – 50 anos” e, imediatamente, usuários começaram a parabenizar Feliciano, achando que a mensagem é referente ao quinquagésimo aniversário do pastor.

A imagem, na verdade, trata-se de uma chamada para a o discurso que Feliciano proferiu no Congresso por conta dos 50 anos do golpe de 1964, no último 31 de março. O parlamentar nasceu em 12 de outubro de 1972, e tem, portanto, 41 anos.

Quem percebeu que se tratava de alusão ao golpe de 1964 tentou corrigir os demais seguidores com mensagens que refletem adesão à linha de pensamento do deputado, que a exemplo de outros parlamentares, classificou o 31 de março como uma vitória contra a “ameaça comunista”. “O povo ignorante, é 50 anos do contra golpe militar, graças a ele hoje não somos cuba (sic)”, comentou um seguidor de Feliciano.

No discurso divulgado na internet, Feliciano afirma que “alguns historiadores defendem que naquele momento se fazia necessária uma intervenção cívico militar com o fito de evitar que o poder viesse a ser conquistado por uma classe proletários patrocinado pela extinta União Soviética inaugurando por essas bandas uma ditadura comunista.” O raciocínio completo está disponível aqui.

dica do Fabio Martelozzo Mendes

Emoções em redes sociais são contagiantes, diz estudo

Posts positivos geram felicidade nos demais usuários, enquanto os negativos induzem sentimentos depressivos

Facebook: expressões positivas são mais contagiantes do que as negativas (foto: Thinkstock)

Facebook: expressões positivas são mais contagiantes do que as negativas (foto: Thinkstock)

Publicado na Veja on-line

Uma olhada nas atualizações dos seus amigos no Facebook pode mudar o seu humor. Essa é a constatação de uma pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, publicada no periódico Plos One na quarta-feira. Segundo os autores do estudo, pessoas são contagiadas emocionalmente ao conferir o status de seus amigos na rede social — posts considerados positivos geram felicidade, enquanto os negativos induzem sentimentos depressivos. Posts positivos, concluíram os cientistas, são mais contagiantes.

Já era conhecido que o estado emocional de uma pessoa pode influenciar as outras ao seu redor, estranhas ou conhecidas. Mas os cientistas não sabiam se essa relação se repetia nas redes sociais — até agora.

Os pesquisadores analisaram anonimamente atualizações no Facebook de usuários das 100 cidades mais populosas dos Estados Unidos, de janeiro de 2009 a março de 2012. Nenhum dado como nome ou conteúdo postado foi arquivado. Os cientistas utilizaram um software que analisa automaticamente a emoção contida em cada texto e constataram que aqueles com viés negativo geravam 1,29 publicação com o mesmo sentimento entre os amigos. Já um positivo induzia a publicação de 1,75 post correlacionado. “As expressões mais contagiantes foram as que demonstraram positividade”, diz um dos autores da pesquisa, James Fowler, professor de ciência política da universidade.

Para relacionar as emoções, os pesquisadores fizeram uma pesquisa experimental, associando condições climáticas e sentimentos compartilhados. Em dias de tempo chuvoso, constataram que as publicações com cargas negativas, como tristeza, subiam 1,16%, enquanto as positivas, que demonstravam felicidade, caíam 1,19%.

Depois disso, os estudiosos separaram os usuários destas cidades que demonstraram sentimentos negativos e analisaram seus amigos que residiam em localidades diferentes. Apesar de não serem influenciados pelo tempo ruim, esses amigos também compartilharam alguma emoção negativa após o post daquele que vivia na cidade com chuva.

“Nós devemos fazer tudo para medir os efeitos das redes sociais e aprender a como criar uma epidemia do bem-estar”, diz Fowler.

Revoltados com preços altos no Rio, internautas criam moeda $urreal, com imagem de Salvador Dalí

As moedas de $urreal criadas por internautas para reclamar dos preços altos do Rio/ Reprodução

As moedas de $urreal criadas por internautas para reclamar dos preços altos do Rio/ Reprodução

Página que incentiva o boicote a estabelecimentos que cobram caro entrou no ar nesta sexta-feira e já tem milhares de seguidores

Cleo Guimarães em O Globo

RIO – Proposta pelo webdesigner Toinho Castro, o Surreal — a nova moeda que entraria em circulação no Rio, em substituição ao Real — já tem suas cédulas prontinhas. Elas têm o rosto de Salvador Dalí, o papa do Surrealismo, no lugar de tartarugas, garças, araras e peixes. As notas foram criadas pela jornalista Patrícia Kalil ao ler uma nota na coluna Gente Boa desta quinta-feira.

Na notinha, Toinho sugeria a substituição do Real pelo Surreal como forma de protesto pelos preços escorchantes cobrados no Rio. “O Surreal tem mais ver com a nossa realidade”, diz.

Patrícia conta que ao ler a proposta de Toinho, abriu o computador e mergulhou na criação da nova moeda do Rio. A associação do nome com a imagem de Salvador Dalí foi imediata. “Me deu vontade de fazer a imagem de uma moeda que pudesse circular. Abri o photoshop e em 15 minutos a arte estava pronta”, afirma.

O movimento pró-surreal tem feito sucesso no Facebook e no início da tarde desta sexta-feira foi criada a página “Rio $urreal – Não pague”. Até as 15h40m, ela já tinha sido curtida por 2.514 pessoas e o número não parava de subir. Quarenta minutos mais tarde, já estava em 5.967 adesões. E às 18h, eram 18.482.

A página, explica o texto de apresentação, “foi criada para incentivar o boicote a preços abusivos no RJ. Tá todo mundo de saco cheio. Mas o importante é que isso não seja apenas uma válvula de escape. Tem que fazer valer o objetivo da página. Não concorda com o preço por achar que é abusivo? Não pague. É a prática que pode reverter esse movimento do comércio de pedir valores surreais. Diga não. Não Pague.”

Ditados populares das redes sociais

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Publicado no youPIX

Ter perfil ativo nas redes sociais não é fácil. Todos os dias temos que conviver com vários tipos de pessoas programadas para matar a sua produtividade, o seu foco e a sua paciência, e fazer você rir muito, claro. E sempre um tiozão que aplica umas gírias idosas, piadinhas do tipo “é pavê ou pacumê?” e umas frases de efeito de gente gagá, né? Por mais que seja estúpido, é engraçado! Daí, que a gente resolver ser o tiozão e trouxemos os ditos populares para as redes sociais.

Frases profundas que refletem o comportamento do internauta que poderão guiar seus passos digitais(sic). Vem com a gente:

1) Em casa de blogueiro o espeto é viral.
2) Nem tudo o que reluz é moeda verde.
3) O pior seguidor é aquele que não quer retuitar.
4) Quem tem pressa usa script.
5) RT de promoção, 100 anos na prisão.
6) Antes forever alone, que mal seguido.
7) Não há marcas que o Google apague.
8) Em terra de badges, quem é mayor, é rei.
9) Nada como um poke atrás do outro.
10) Em Twitter privado não entra stalker.
11) As aparências enganam.
12) Quem com post fere, com comentário será ferido.
13) Twittar é poder.
15) Trollagem no perfil dos outros é refresco.
16) O bom follower a seguir torna.
17) Orkut de bêbado não tem dono.
18) O unfollowado é sempre o último a saber.
19) Quem publica o que quer, lê o que não quer.
20) Quem com tag em flyer fere com tag em flyer será ferido.
21) Post engraçado não se olha a fonte.
22) Tuítem bem, tuítem mal, mas tuítem de mim.
23) Tuita quem pode, retuita quem segue.
24) Diga-me o que lês no Google Reader e te direi quem és.
25) De atriz, blogueiro e dj o inferno tá cheio.
26) O mural do vizinho é sempre mais curtido que o nosso.
27) Roupa suja se lava por DM.
28) Comunidades paradas não movem tópicos.
29) De view em view o Youtube cria uma celebridade.
30) É melhor prevenir estudando do que remediar com o Yahoo! Respostas.
31) Antes uma badge roubada do que nenhuma.
32) Quem tem Google Maps vai a Roma. (E dá check-in).
33) Quem semeia quizes, colhe spams.
34) Em terra de apps quem tem iPhone é rei.
35) A união faz a Super Swarm Badge.
36) Anônimo do Formspring que ladra, não morde.
39) Azar no Angry Birds, sorte no poke.
40) Em briga de blogueiro não se mete o mouse.
42) A desculpa do troll é a zoeira.
43) Não adianta chorar sobre perfil hackeado.
44) O fake tem pernas curtas.
45) Dos encurtadores de URL, o menor.
47) Retuitou não leu, o pau comeu.
48) Mais vale um seguidor na mão do que dois unfollows.
49) Nunca diga “nesta rede social nunca entrarei”.
50) Onde há Trending, há Topics.

Vídeo de águia capturando bebê em parque no Canadá é falso

Gravação foi modificada digitalmente com ajuda de computação gráfica. Usuários do YouTube apontaram falhas no vídeo.

publicado no Planeta Bizarro

Um vídeo que mostra uma águia capturando uma criança em um parque no Canadá se espalhou pela rede, fazendo com que a gravação de 15 segundos alcançasse 447 mil visualizações em menos de 24 horas (veja aqui o original). Entretanto, o viral não passa de uma montagem muito bem feita, que utiliza computação gráfica para produzir o efeito.

De acordo com uma reportagem da emissora “CBS”, diversas pessoas no YouTube já apontaram que, por mais bem feito que o vídeo seja feito, a gravação passou por modificações digitais para reproduzir o efeito do “sequestro pelo ar”.

Usuário explica que movimentos do bebê e sombra estão fora de sincronia (Foto: Reprodução)Usuário explica que movimentos do bebê e sombra estão fora de sincronia (Foto: Reprodução)

Um usuário identificado como “ParaBreakdown” até publicou um outro vídeo (assista, em inglês) com velocidade reduzida no qual mostra que, quando o bebê cai na grama, a sombra da criança não acompanha o movimento feito quando ela é “levantada” pela águia. O usuário do canal afirma ainda que foi preciso estabilizar a imagem para identificar o erro; em outras palavras, a gravação ficou tremida de propósito para disfarçar a edição.

Vídeo falso foi filmado de longe, e gravação atingiu 447 mil visualizações (Foto: Reprodução)
Vídeo falso foi filmado de longe, e gravação atingiu 447 mil visualizações (Foto: Reprodução)