Jovens americanos acham o Facebook mais estimulante do que sexo

Lu Galastri, na Galileu

Uma pesquisa, feita pela Universidade de Chicago, sugere que jovens americanos ficam mais tentados a entrar no Facebook e no Twitter do que a responder suas necessidades sexuais. É isso mesmo – fuçar no perfil das pessoas pode ser mais tentador e estimulante do que o ato sexual em si.

Para chegar a essas conclusões, cientistas entrevistaram 250 universitários e descobriram que a preferência vem da facilidade das mídias sociais. Segundo eles, o apelo do Facebook é comparável ao de uma janela – você não consegue ficar sem olhar por muito tempo, já que está lá ao seu lado, fácil. Já a vida sexual seria mais trabalhosa.

Além disso, quanto mais tempo os entrevistados ficavam sem usar redes sociais maior era sua urgência de retornar, sua vontade de olhar pela janela.

Você conhece gente que realmente se comporta assim? Sente que vive demais em suas redes sociais? Deixe sua opinião nos comentários.

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Carioca, do Pânico: “Sou fã do Edir Macedo”

Divulgação

título original: ‘Galvão Bueno é uma imitação inatingível’

Léo Dias, em O Dia

Tufão, Edir Macedo, Boris Casoy e Amaury JR. são alguns dos personagens do momento que Márvio Lúcio dos Santos Lourenço, o Carioca do ‘Pânico na Band’, encarna todos os domingos. Em entrevista à coluna, o humorista contou histórias de bastidores do programa, falou de suas imitações e de política. “Não votaria em Charles Henriquepédia”.

Aos 36 anos, o pai de Nicolas, de 3 anos, e Lorena, de 10 meses, vai subir ao altar em novembro com Lorena, mãe de seus filhos e com quem mora há seis anos. No bate-papo, Carioca contou que teve uma vida dura antes de se tornar famoso. “Tive que descarregar carreta de cimento aos 14 anos. Paguei meus estudos com muito trabalho”.

Você está bombando, com várias personagens no ‘Pânico, na Band’. É uma fase boa?
Acho que é trabalho mesmo. Estou muito focado. Fico prestando atenção em cada tipo de assunto, em ada personagem que se encaixa com aquilo. Coitados dos meus filhos, quase não os vejo mais.

Você viu muito vídeo do bispo Edir Macedo?
Eu sou fã do Edir Macedo, acredita?

Não, não acredito.
Acredite. Sou católico, meu casamento vai ser na igreja católica, mas o admiro como um cara que mobilizou a galera, criou uma seita, uma igreja. Ele é talentoso, tem retórica, a figura dele, a voz, o personagem. Foi ele que desenvolveu o estilo dele e é o precursor dessa parada aí.

Quando você o imita, você olha para cima, vira para o lado… Qual é a marca registrada dele?
Há muito tempo que eu queria fazer o Edir Macedo. Vejo sempre os vídeos dele na Internet, brigando com as novas seitas que aparecem, acho aquilo muito engraçado. Tinha uma pastora que caía no chão e ele começou a chamá-la de “cai-cai”. Vejo isso com humor. Esse cara é engraçado.

Você vai levar o Edir Macedo (fundador da Igreja Universal e da TV Record) para alguma festa da Globo?
Levei para a festa da novela ‘Balacobaco’, mas o elenco da Record é um pouco… (risos). Bom, particularmente, eu não conhecia ninguém ali.

Você tem total liberdade na Band?
Total liberdade. Para mim, não mudou nada. O que a gente não faz é por restrição jurídica. A lei tem que ser cumprida e eu não vou descumpri-la. Só quero fazer humor. Leia + aqui.

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Redes sociais viciam mais que sexo e cigarro

Carol Castro, no Ciência Maluca

Tá tão difícil assim controlar a vontade de ver quantas pessoas curtiram seu último post no Facebook? Você não está sozinho, amigo. Uma pesquisa da Universidade de Chicago mostra que é mais fácil suportar a vontade de fazer sexo, beber ou fumar do que aquela de checar as redes sociais.

Para chegar ao resultado, a equipe distribuiu smartphones a 205 voluntários, que tinham entre 15 e 85 anos. A cada meia hora, os pesquisadores entravam em contato com os participantes para saber quais eram os principais desejos de cada um deles – e quão irresistíveis eram. O teste durou uma semana.

Aí veio a surpresa: eles sentiam muito mais vontade de checar as redes sociais do que fazer qualquer outra coisa. Até fumar. Ou beber e fazer sexo. “As pessoas conseguiam resistir bem aos impulsos sexuais e consumistas, o que é surpreendente na cultura moderna, que tem uma falha desastrosa em controlar esses impulsos”, diz Wilhelm Hofmann, autor da pesquisa.

O cigarro e a bebida, acredita Hofmann, são menos tentadores por outro motivo: dinheiro. É mais barato checar o Twitter ou Facebook do que comprar um maço de cigarros ou uma latinha de cerveja.

Francamente, hein, pessoal.

Crédito da foto: flickr.com/chrisjl

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Vidente sabe toda a sua vida, afinal, ele está na internet

Marcelo Coleto, via Mistura Urbana

Já pensou se você vai em um desses videntes que tem por aí e o cara realmente sabe tudo da sua vida? Até eu acreditaria. O banco belga Febelfin resolveu pregar uma peça e ao mesmo tempo alertar os seus clientes.

Na ação criada pela agência Duval Guillaume, o que rolava era que os clientes do banco eram convidados a fazer uma “consulta” com o tal vidente e este, baseado nas informações que obteve à respeito dessas pessoas na internet “adivinhava” tudo o que se passava com elas.

O que o Febelfin queria era promover o seu internet banking e mostrar para seus clientes que era preciso tomar cuidado com as suas informações na internet, já que elas estavam disponíveis para quem as quisesse ver. Acho que isso não serve só para os belgas clientes do banco não é mesmo ?

Assista ao filme da campanha do Febelfin abaixo.

 

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Em 2014, só 37% do conteúdo na internet será original


Publicado originalmente em Olhar Digital

Se por um lado a dinâmica de compartilhamento dá vida à internet, por outro compromete a disseminação de conteúdo orginal. Um infográfico divulgado nesta segunda-feira, 24, pelo All Twitter aponta alta de 25% para 44%, entre 2009 e 2011, da circulação de conteúdo plagiado na internet.

Para 2014, a expectativa em torno do crtl C + ctrl V é ainda mais significativa. Daqui a dois anos, 63% de tudo o que se espalhar deverá ser conteúdo copiado. Segundo o estudo, a “culpa” por favorecer a falta de originalidade não se restringe a redes como Twitter ou Facebook, mas está também relacionada ao aproveitamento de textos e vídeos em sites ou blogs, muitas vezes sem autorização.

Todos os itens pesquisados tiveram aumento no nível de plágio. O vídeo passou de 20% para 32%, o aúdio, de 19% para 38%, apps, de 8% para 21%, web, e-mail e data, de 29% para 40% e o compartilhamento de arquivos, de 29% para 72%.

Nos últimos três anos, segundo o estudo, o tráfego da internet cresceu 1250%.

Confira o infográfico completo aqui.

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