Em 2014, só 37% do conteúdo na internet será original


Publicado originalmente em Olhar Digital

Se por um lado a dinâmica de compartilhamento dá vida à internet, por outro compromete a disseminação de conteúdo orginal. Um infográfico divulgado nesta segunda-feira, 24, pelo All Twitter aponta alta de 25% para 44%, entre 2009 e 2011, da circulação de conteúdo plagiado na internet.

Para 2014, a expectativa em torno do crtl C + ctrl V é ainda mais significativa. Daqui a dois anos, 63% de tudo o que se espalhar deverá ser conteúdo copiado. Segundo o estudo, a “culpa” por favorecer a falta de originalidade não se restringe a redes como Twitter ou Facebook, mas está também relacionada ao aproveitamento de textos e vídeos em sites ou blogs, muitas vezes sem autorização.

Todos os itens pesquisados tiveram aumento no nível de plágio. O vídeo passou de 20% para 32%, o aúdio, de 19% para 38%, apps, de 8% para 21%, web, e-mail e data, de 29% para 40% e o compartilhamento de arquivos, de 29% para 72%.

Nos últimos três anos, segundo o estudo, o tráfego da internet cresceu 1250%.

Confira o infográfico completo aqui.

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Internet deixou o povo mais preguiçoso e o governo quer retirá-la do ar após a meia-noite

Redes sociais, jogos e MSN contribuíram para o crescimento da preguiça brasileira

publicado impagavelmente no G17

Segundo o governo, a Internet aumentou em grande proporção a preguiça dos brasileiros. As redes sociais, jogos e programas de comunicação instantânea contribuíram para o crescimento da preguiça brasileira.

Para reascender a coragem das pessoas, o governo pretende aprovar o Projeto de Lei que bloqueará a Internet, em todo o país, após a meia noite. De acordo com o projeto, a Internet não funcionará, em dias de semana, da 0h às 6hs. Os sábados e domingos ficam de fora das clausulas do projeto de Lei.

Para o governo, se a internet sair do ar após meia-noite, o brasileiro não tem alternativa senão dormir mais cedo. Acordando cedo o brasileiro produz mais, tanto no rendimento escolar como no trabalho.

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“Deixem os blogs ganharem dinheiro honestamente”

"Por que só os blogs não podem fazer isso?"

Stephanie Hering e Leonardo Araujo, no Adnews

Depois de merchandisings e anúncios relâmpagos em programas de televisão, outra forma de publicidade ganhou os holofotes nas últimas semanas. No dia 23 de agosto, o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) iniciou três procedimentos para investigar se a loja de cosméticos Sephora estaria pagando blogueiras para fazerem propaganda positiva de produtos vendidos em sua unidade. As denúncias surgiram após três blogueiras terem publicado posts idênticos sobre uma linha de maquiagem da marca Yves Saint Laurent.

Famosa no exterior e recém-inaugurada em São Paulo, no shopping JK Iguatemi, a loja negou as acusações e afirmou que não influencia qualquer resenha publicada na internet ou em qualquer outro veículo.

De acordo com o Conar, como prescreve o Código de Defesa do Consumidor, qualquer tipo de publicidade deve ser explicitada pelo meio de comunicação, não podendo ser “disfarçada”. Em meio à questão, outros debates têm sido suscitados. Afinal, a prática de pagar blogs para fazer propaganda é errado ou não? Para responder esta e outras perguntas, o Adnews entrevistou Felipe Morais, coordenador da Pós Graduação em Marketing Digital da Faculdade Impacta Tecnologia. Confira abaixo a entrevista:

Adnews: Qual a eficácia e o impacto desse tipo de publicidade?

Felipe Morais:Quando as pessoas seguem um blog é por que acreditam no blogueiro que está por trás daqueles textos. Independente do conteúdo, as pessoas querem saber o que esse blogueiro escreve ou acha de determinado assunto. Os blogueiros hoje são fortes formadores de opinião. Com a eficácia da propaganda boca-a-boca na web, que está mais potencializada do que nunca, os blogs tem sido armas publicitárias, pois é a opinião de formador de opinião referente a um produto. Já fiz campanhas com blogs que optaram gratuitamente em falar de algumas marcas multinacionais com grande sucesso.

Adnews: É uma alternativa válida e eficiente?

FP:Eu acho que sim. Não é um banner pago em um site falando do produto. É um formador de opinião que tem 10, 15, 20 mil seguidores diários esperando para saber o que o dono do blog tem a dizer.

Adnews: Existe algum conflito ético embutido nessa prática?

FP:Acho uma grande bobagem essa discussão de que blogueiro não pode ser pago para falar bem de marca. A Xuxa usa Monange? O Gianechinni compra no Pintos Shopping? A Paris Hilton ganhou 700 mil reais para fazer a propaganda da Devassa e duvido que ela sabia que essa cerveja existia 5 minutos antes da marca ligar para ela e fazer a proposta.

Por que eu (e sou blogueiro também) não posso fazer uma propaganda de uma marca no meu blog e receber por isso? O blog é um veículo de comunicação como qualquer outro e merece ser remunerado por propaganda. Eu já fiz propaganda de graça para divulgar livros e cursos dos meus amigos e isso nunca tirou a minha credibilidade. Fiz a propaganda, falei bem e não ganhei um centavo por isso, mas e se eu tivesse ganhado? O que mudaria na minha comunicação? Nada!

Adnews: E conflitos jurídicos?

FP: Não sou advogado para falar com precisão, mas em minha opinião, acredito que não. O blog é um veículo de comunicação escrito por uma pessoa. É como um apresentador que fala de Tekpix na televisão. Ele é pago para influenciar as pessoas a comprar um produto, por que só os blogs não podem fazer isso?

Adnews: Você acredita que esta prática pode implicar na perda de credibilidade para a marca e os blogueiros?FP:Não. Eu vejo o contrário. Primeiro porque esse papo de “post pago” não é percebido pelo consumidor final, leigo em comunicação. Ele é discutido no mercado de comunicação e marketing e só. O consumidor leigo em comunicação é um médico, advogado, psicóloga, empresária… São pessoas que não atuam na nossa área, mas que  compram os produtos.

Elas são sim influenciadas pelo blogueiro por que gostam dele e entendem que ele está sendo pago para aquilo, mas acreditam que assim como a Xuxa pintou os cabelos de preto para a propaganda da Wella ou o vocalista do Chiclete com Banana tirou a barba na campanha da Gillete, todos usam o produto e por isso divulgam.

Nós, publicitários, sabemos que não é bem assim, então, deixem os blogs ganharem dinheiro honestamente. Eles não estão roubando ninguém, não estão fazendo nada que qualquer outro veículo não faça há tantos anos!

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O vídeo mais fofo que você vai ver hoje


Débora Nogueira no Buzz

A reação dessas gêmeas à música que o pai toca no violão é tão divertida que até parece um desenho animado. Nossa parte favorita é no segundo 0:15 quando elas ouvem o primeiro acorde do violão e olham complacentes uma para a outra. O vídeo já tem 2,8 milhões de visualizações desde o dia 08 de agosto.

Apenas aperte o play e encha seu coração de fofura!

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