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Luxúria é o pecado capital mais comum entre os homens; entre as mulheres, orgulho

Thiago Perin na Superinteressante

É, os sexos pecam diferente. Elas são, por exemplo, mais orgulhosas e invejosas do que eles — que, por sua vez, são mais gulosos, preguiçosos e, hum, safadinhos do que elas.

A pesquisa, segundo o site Psychology Today, foi feita pelo padre italiano Roberto Busa, que compilou a lista dos pecados mais comuns com base no que ouvia no confessionário.

Mas pôxa, padre, pode isso?

Dá uma olhada no ranking completo.

Homens
1 – Luxúria
2 – Gula
3 – Preguiça
4 – Raiva
5 – Orgulho
6 – Inveja
7 – Avareza

Mulheres
1 – Orgulho
2 – Inveja
3 – Raiva
4 – Luxúria
5 – Gula
6 – Avareza
7 – Preguiça

Crédito da foto: flickr.com/neogabox

Estudo avalia nível de inveja no Facebook

A rede da inveja

Publicado originalmente noAdnews

Internautas que passam mais tempo no Facebook tendem a ser mais tristes do que os outros. Isso porque, ao verem fotos de passeios, viagens, compras etc. dos contatos, sentem uma pontada de inveja que os faz ver a vida do próximo como mais interessante.

Essa é a constatação de um estudo realizado pelo Departamento de Ciência Comportamental da Universidade de Utah, nos Estados Unidos. A pesquisa foi batizada de “They Are Happier and Having Better Lives than I Am”: The Impact of Using Facebook on Perceptions of Others’ Lives (algo como “eles são mais felizes que eu e têm uma vida melhor: o impacto do uso do Facebook na percepção de outras vidas”).

Hui-Tzu Grace Chou e Nicholas Edge, que comandaram a pesquisa, contataram 425 estudantes e perceberam que a ideia da maioria é: os posts alheios mostram que os outros fazem coisas mais interessantes, por isso eles são mais felizes.

Essa percepção aumenta junto com a quantidade de “amigos” mantidos no Facebook – principalmente em relação àqueles que a pessoa sequer conhece pessoalmente. Além disso, quem passa mais tempo na rede social acaba vendo mais atualizações “felizes”, então fica ainda mais triste.

Uma das conclusões do estudo é que quanto mais tempo fora da rede de Mark Zuckerberg, mais feliz é a pessoa, até porque ela tem possibilidade de, depois, publicar fotos e vídeos de passeios que efetivamente teve – e, assim, deixar os outros infelizes.

via UOL

O ego rasgado

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Juliana Dacoregio

“Paralelo ao pódio principal existe outro, não concreto, e que só pode ser visto pelos olhos de quem sabe crer que no fracasso há vitória.”

(Pe. Fábio de Melo, Tempo de Esperas)

Quando parece que já aprendemos, percebemos que ainda buscamos o primeiro lugar. A maior beleza, a mais alta posição, a primeira mordida na maçã, antes de jogá-la fora e deixar os restos para a plebe. Todos devem ser menores, porque somos especiais; querendo crescer em cima das derrotas alheias, rindo dos defeitos, debochando como se ainda estivéssemos na 8ª série.

É engraçado enquanto nos banqueteamos na mesa do escárnio, mas depois quem come as migalhas podres somos nós. Nós mesmos trocamos nossa paz por minutos de mesquinharias. O riso corre solto e a bebida desce amarga nos fazendo engolir o próprio veneno; e para o expulsarmos vomitamos mais e mais maldadezinhas de pré-escola, até que na solidão não sabemos porque a noite foi tão vazia.

Tantos assuntos, tanta vivência, tanta cultura… para nada. Trocamos tudo isso por vaidade. Egos descontrolados subindo ladeira, esquecidos de que a queda vai ser grande e desengonçada. Os saltos vão quebrar, as roupas vão se encharcar de bebida barata, os joelhos vão estar ralados e não lembraremos de onde surgiram tantas manchas roxas pelo corpo.

Mas o pior é que essas manchas estarão lá dentro, bem mais feias do que por fora. Lá sim, doendo. Lá sim, chagas malditas porque escolhemos usar nossos lábios como esgoto e nossas mentes como fábricas de dejetos. Tudo isso porque não queremos nos enxergar.

É mais fácil enxergar o outro e rir daquilo que temos medo, desdenhar aqueles por quem gostaríamos de sermos amados, não admitir que a suposta indiferença é obsessão, e que o ódio é inveja.

fonte: Paperback Writer Girl