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App brasileiro Taxi Help ajuda descobrir se usuário está sendo enganado pelo taxista

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Kaluan Bernado, no startupi

Quem pega táxi, principalmente em uma cidade que não conhece, já pode ter ficado com uma pulga atrás da orelha, questionando se o motorista realmente estava fazendo o melhor caminho, levando um tempo justo e cobrando um preço razoável, sem agir de má fé.

Infelizmente, esse tipo de preocupação existe por que, apesar de existirem vários bons profissionais, ainda há alguns taxistas com menos pudores. Tentando reverter essa situação, o pessoal da Alternativa Software desenvolveu o Taxi Help, aplicativo que tenta calcular a rota, tempo médio, e preço médio de uma corrida de táxi.

O app utiliza o mapa do Google Maps para fazer um cálculo aproximado de todos esses valores. “Agora temos a Copa do Mundo, período atípico em nível de deslocamento e a presença de estrangeiros nas grandes cidades-sede”, explica Eduardo Machado, diretor de marketing da Alternativa Software e um dos idealizadores do app.  “É uma pena ainda termos espaço para esse tipo de aplicativo, esperamos que chegue um dia em que esse tipo de ‘ajuda’ não seja mais necessária”, lamenta.

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Mesmo assim, a equipe da Alternativa já pensa na expansão do app internacionalmente. “Quem não gostaria de ter uma noção de quanto sairia uma corrida de taxi em Paris, por exemplo, antes de planejar o seu roteiro de visita?”, comenta Machado.

O aplicativo é gratuito e deve ser monetizado via publicidade ou patrocínio. Mas, por enquanto, segundo Machado, o foco está nas funcionalidades e aplicabilidades da ferramenta, para torna-la mais útil aos usuários. “A comercialização seria uma consequência”, diz.

Com isso tudo em mente, eles conquistaram 300 downloads orgânicos apenas na primeira semana de lançamento. Ainda não pensam em parcerias com outros aplicativos de taxi, etc …, mas já cogitam pensam e estudam novos recursos para tornar o app mais funcional e preciso.

Baixe gratuitamente para iOS ou Android.

Videogame ajuda cientistas a estudar doenças como o câncer

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Publicado em O Globo

Os jogadores de “Genes in Space”, um novo aplicativo para smartphones, pilotam uma nave espacial através do cosmos coletando Alpha, um elemento precioso. A premissa é banal entre games estelares, não fosse por um detalhe: quem brinca com o joguinho ajuda a desvendar mistérios genéticos por trás do câncer de mama. Lançado em fevereiro para celulares iPhone e Android, “Genes in Space” representa um novo paradigma de colaboração entre leigos e cientistas, que recorrem a games para obter façanhas ainda impossíveis para laboratórios e computadores.

O app foi criado pelo Cancer Research UK, entidade britânica que investe em pesquisas sobre a doença. A sacada do software é tornar atraente uma tarefa científica repetitiva e tediosa. Delegando-a a milhões de jogadores, o trabalho que consumiria intermináveis horas a um grupo de especialistas pode ser realizado em uma fração minúscula desse tempo.

— Sabemos que há algo de errado nos genes de células cancerígenas. Algumas partes são copiadas, outras estão faltando, e é descobrindo onde estão as falhas que os cientistas conseguem desenvolver tratamentos. Em “Genes in Space” você precisa traçar uma rota seguindo os trechos mais densos de poeira cósmica. É o caminho escolhido que ajuda os cientistas, pois a localização da poeira cósmica é determinada pelo mapa genético de células com câncer — explica Hannah Keartland, responsável pela área de ciência cidadã no Cancer ResearchUK.

Os softwares ainda não tão bons quanto o olho humano na busca por falhas genéticas. “Genes in Space” foi a solução encontrada para “colocar mais olhos sobre o problema”. O game, que é gratuito, já foi baixado por mais de 280 mil pessoas e rendeu 2,6 milhões de análises de trechos genéticos relevantes. Os primeiros resultados estão sendo utilizados pela equipe do oncologista português Carlos Caldas, que conduz experimento baseado em amostras de dois mil tumores na mama. Mas Hannah diz que mais pessoas precisam baixar o game para que os dados se tornem mais acurados.

Jogo de astronomia foi pioneiro

Mistura de três conceitos populares na comunidade tecnológica — participação coletiva, “gameficação” e ciência cidadã —, jogos como “Genes in Space” são um fenômeno recente. Os pioneiros foram “Galaxy Zoo” e “Foldit”, lembra Luis von Ahn, professor de ciência da computação na universidade americana de Carnegie Mellon e uma das maiores autoridades do mundo em participação coletiva digital.

O primeiro foi lançado em 2007 e pedia a ajuda de internautas voluntários para classificar o formato de galáxias fotografadas pelo Observatório de ApachePoint, nos EUA. O jogo inspirou “Cell Slider”, de 2012, a primeira investida da Cancer Research UK nesse terreno. Segundo Hannah Keartland, seus jogadores analisaram em três meses volume de imagens de células que consumiria um ano e meio de trabalho dos patologistas.

Já “Foldit” é uma criação da Universidade de Washington (EUA) que estimula jogadores a elaborar estruturas de proteínas. Nesses termos, soa chato, mas o game é um quebra-cabeças divertido e desafiador, uma vez que prever a organização de aminoácidos é um dos problemas mais difíceis da biologia. Os cientistas analisam os modelos mais bem acabados criados pelos usuários de “Foldit” e podem usá-los no tratamento de doenças como Aids e Mal de Alzheimer.

— Sou um grande entusiasta da utilização de games como fator motivador. A cada ano, mais horas são consumidas em jogos do que o tempo gasto para construir alguns dos maiores projetos da humanidade, como as pirâmides do Egito e o Canal do Panamá — afirma Von Ahn, também criador do Duolingo, aplicativo gratuito em formato de jogo que ensina idiomas e visa a traduzir toda a web coletivamente. — A comunidade científica está empolgada com o recurso.

Proteínas: do ciberespaço à realidade

Outro título do setor é o game “EteRNA”. Criado em 2010 por pesquisadores de Stanford (EUA) e Carnegie Mellon, o jogo on-line desafia a organizar bolinhas coloridas segundo uma série de regras. Só que, na verdade, as “bolinhas” representam os nucleotídeos que compõem o ácido ribonucleico (RNA, na sigla em inglês), que sintetiza todas as nossas proteínas. E as normas do game são idênticas às da biologia, fazendo com que o RNA criado no jogo possa, de fato, existir.

Transformar a criação digital em vida é justamente o maior prêmio em “EteRNA”: 12,6 mil das estruturas mais complexas surgidas no game já foram sintetizadas em RNA de verdade em laboratórios de Stanford, conta Jeehyung Lee, designer do jogo. Essas moléculas ajudam os pesquisadores a entender melhor o funcionamento das células. “EteRNA” tem 152 mil adeptos ao redor do mundo, a maioria sem qualquer treinamento científico.

Recém-formado de 21 anos recebe US$ 25 milhões por aplicativo ainda em fase de testes

Reprodução/Twitter

Reprodução/Twitter

Publicado no UOL

O engenheiro da computação Lucas Duplan, 21, recebeu US$ 25 milhões (cerca de R$ 55,8 milhões) de investidores do Vale do Silício pelo aplicativo que desenvolveu com uma equipe de 50 pessoas. O detalhe é que esse programa ainda não está pronto: o jovem norte-americano conseguiu o dinheiro apenas com um protótipo do aplicativo testado por estudantes da Universidade de Standford, onde Duplan recentemente se formou.

O aplicativo chama Clinkle e, segundo o site americano “Business Insider”, é difícil definir o que ele faz. O site oficial dá poucos detalhes sobre o produto (“o Clinkle vai reconstruir sua carteira analógica do zero para levar você ao pagamento do futuro”) e Duplan também não detalha seu projeto, que deve ser lançado oficialmente no final do ano para Android e iOS (plataforma da Apple).

“Nosso objetivo é modernizar a forma de pagamento. Queremos fazer com que seu telefone, pela primeira vez, rivalize com dinheiro e cartão de crédito”, disse Duplan, segundo a “Business Insider”. Segundo ele, o nome vem do barulho das moedas (além disso, a escolha foi feita porque o domínio na internet estava disponível).

A ideia de criar o aplicativo, de acordo com o “Techcrunch”, surgiu quando o estudante era calouro e viajou ao Reino Unido. Ele conseguia usar aplicativos para muitas funções – falar com amigos, ouvir músicas, jogar -, mas não para pagar por um sanduíche. Ao voltar para a Califórnia, o então estudante de Standford alugou uma casa em Palo Alto com outros dez alunos e liderou o desenvolvimento do Clinkle.

As reportagens sobre o jovem não detalham como ele manteve a empresa até receber o investimento milionário, anunciado no final de junho. Reportagem do “Wall Street Journal” em abril deste ano diz apenas que ele já havia recebido dinheiro de investidores, sem especificar quanto.

“Candy Crush” ultrapassa “Angry Birds” e se torna jogo mais popular do mundo

Game "Candy Crush"

Game “Candy Crush”

publicado no F5

O jogo “Candy Crush Saga”, que virou mania na internet e nos smartphones, acaba de alcançar o topo das listas de jogos mais populares no Facebook, na Apple Store e no iOS.

O “Candy Crush” ultrapassou o até então jogo mais popular do mundo, “Angry Birds”.

A empresa King, desenvolvedora do game, bateu a Zynga, criadora do “Farmville”, e é atualmente a mais popular empresa de games sociais. As informações são do site “Daily Mail”.

Sediada em Londres, a King já registra mais de 66 milhões de usuários no mundo inteiro, dos quais 15 milhões jogam “Candy Crush” diariamente.

Já a Zynga está atrás, com 52 milhões de usuários. No auge de sua popularidade, o “Farmville” teve 82 milhões de usuários jogando diariamente.

Desde o lançamento do Candy Crush, os usuários já passaram o total de 103 mil anos jogando e mais de 1 trilhão de doces foram esmagados.

O presidente da King, Riccardo Zacconi, atribui o sucesso do jogo à facilidade de o usuário entender como funciona. “É o passatempo perfeito”, elogiou, em entrevista ao “The Sun”.

Segundo Zacconi, mais de 90% dos jogadores que zeraram o Candy Crush nunca gastaram dinheiro com o jogo e conseguiram zerar sozinhos ou com a ajuda dos amigos.

 

Aplicativo promete remover todos os traços de ex-namorados no perfil do Facebook

Site do Kill Switch, aplicativo que promete remover vestígios de ex-namorados do Facebook

Site do Kill Switch, aplicativo que promete remover vestígios de ex-namorados do Facebook

Publicado originalmente na Folha de S.Paulo

“Terminar um relacionamento na era digital é realmente uma porcaria”, diz o site do Kill Switch, um aplicativo que promete “discretamente remover todos os traços de seu ex do seu perfil do Facebook”.

Por enquanto, o programa está disponível apenas para smartphones com sistema Android, a R$ 2 no Google Play. Uma versão para iOS chegará em breve.

O Kill Switch promete remover fotografias, atualizações de status, vídeos e tudo o mais que conter o nome ou a marcação de seu ex.

Todas as fotos deletadas vão para um álbum de imagens privado, para que você possa “rir delas depois” ou restaurá-las depois que a relacionamento se tornar amigável.

O site do serviço ainda diz que parte do dinheiro arrecadado com o aplicativo vai para a American Hearth Association em Nova York, instituição dedicada a melhorar a saúde cardíaca dos norte-americanos e reduzir o número de infartos. “Assim, corações partidos ajudam corações partidos”, diz o site.