Silas Malafaia é criticado por internautas por comparar Aécio a Jesus Cristo

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Publicado no Extra

Grande opositor do PT, o pastor Silas Mafalaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, gerou mais uma polêmica nas redes sociais e despertou a indignação de fieis e internautas, que consideraram que o evangélico comparou Aécio Neves (PSDB) a Jesus Cristo.
Inconformado com a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), o pastor fez uma analogia com um texto bíblico citado nos evangelhos, no qual o povo pede que Pilatos liberte o ladrão Barrabás e crucifique Jesus.

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A reação dos internautas onsatisfeitos com o comentário foi imediata. “Não acredito que o senhor está comparando Aécio com Jesus. Me poupe o senhor, que diz ser um homem de Deus. Sinto vergonha de um dia ter admirado a sua pessoa!”, escreveu uma mulher.

Outra internauta considerou que “É até falta bom senso e respeito comparar o Aécio a JESUS CRISTO que é santo e misericordioso! Pegou pesado, hein”.

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Evangélicos que seguem o pastor pastor no Facebook usaram a própria Bíblia para repelir o comentário de Malafaia. “Toda a autoridade é instituída por Deus, sabia pastor?”, lembrou um internauta, em referência ao versículo de Romanos 13:1.

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Trilha mostra que Jesus era mochileiro e tinha boa forma

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Diogo Bercito, na Folha de S.Paulo

Jesus Cristo era mochileiro e, ademais, estava em boa forma. A ideia, quiçá profana, me acompanhou durante três dias -enquanto caminhava 60 quilômetros, escalando montanhas e cruzando rios secos na região da Galileia.

Eu seguia o trajeto de Cristo entre Nazaré e Cafarnaum. A trilha de Jesus, idealizada em meados de 2007 por dois viajantes, atrai hoje aventureiros e peregrinos ao norte de Israel.

É um trajeto por entre locais mencionados no Evangelho, com episódios relacionados a Jesus. Por exemplo, Tabgha, a praia onde ele teria multiplicado os peixes.

Caminhei sozinho, com a mochila nas costas e carregando em meu Kindle uma versão comentada da Bíblia. Já em cima da primeira montanha, poucas horas depois de deixar Nazaré, pensei no preparo físico de Cristo. Porque o caminho não seria fácil.

1º DIA – Cenário urbano fica para trás e entro no mato

A trilha começou às 7h em um hotel na cidade antiga de Nazaré. Os vendedores ainda dormiam, e as ruas estreitas eram flanqueadas pelas grades de ferro que cobriam as entradas das lojas. A caminhada seguiu por 460 longos degraus até o topo da montanha, de onde se via a paisagem. Destinos distantes. Mas o ponto final, Cafarnaum, não estava à vista.

O cenário urbano logo ficou para trás. A estrada desceu a ribanceira, cruzou uma rodovia e me jogou no mato. Às 9h, cheguei às ruínas de Séforis, possível berço de Ana, avó de Jesus Cristo.

Dali, o caminho era logo coberto pelas árvores de uma floresta de coníferas. Por ali passava, na Antiguidade, um importante aqueduto romano. Passei também. Às 11h30, estava em Mash’had, terra do profeta Jonas –aquele que, diz o texto bíblico, foi engolido por um grande peixe.

Começava, ali, um longo trecho de casebres árabes. Um vale adiante, visitei Caná, onde a Bíblia relata a transformação da água em vinho –para mim, em vez de um milagre, ali foi lugar do calvário do Sol e da fome.

Na saída de Caná, já diante de uma trilha de terra, encontrei minha própria revelação: um pequeno camaleão de olhos esbugalhados que consegui segurar nas mãos. Pensei em levá-lo comigo. Ocorreu-me que seria ilegal. Nós nos despedimos ali.

O primeiro dia acabou cedo. Às 15h, visitando a comunidade israelense de Ilaniya, já não tinha forças. Hospedei-me em uma fazenda de cabras e dormi à tarde, em uma cabana coberta por ramos de um pé de maracujá.

*

2º DIA – Em trecho sem sombra, oliveiras me protegem do sol

O segundo dia foi a demonstração de uma natureza cruel. Depois de subir as montanhas do kibutz Lavi, vi finalmente o mar da Galileia, ao longe. Descansei nos Chifres de Hattin, onde os exércitos de Saladino derrotaram os cruzados europeus, em uma das batalhas mais épicas da região. Então veio o sol de 35°C. Sem sombra.

Deitei em um banco no santuário de Nabi Shuaib, túmulo do sogro de Moisés. Os drusos, povo de uma antiga e inacessível religião monoteísta, peregrinam até ali. Eu só pensava nos sintomas de uma insolação e em quando seria a hora de pedir ajuda.

Com esforço, e me escondendo embaixo de oliveiras, cheguei à comunidade de Arbel às 16h. Amir, de quem aluguei um quarto –fiz a reserva por telefone, no mesmo dia–, me recebeu com água gelada. Um banho frio finalmente me acalmou. Jantei às 18h. Dormi.

*

3º DIA – Após trilha quase suicida, larguei a mochila e mergulhei no lago

Apavorado pelo sol, acordei no terceiro dia às 5h. O primeiro raio de luz me colocou na estrada, me levando ao topo da montanha de Arbel –quebrada ao meio por um terremoto. A trilha, quase suicida, levava precipício abaixo entre pedras e a vertigem. Às 8h, estava no sopé.

Reabasteci as garrafas com três litros da água do vale da Pomba, que corre entre as duas faces da montanha rachada. Um pouco adiante, andando nas margens do mar da Galileia, já não temia o calor. Larguei a mochila e mergulhei no lago.

Então, um sorriso. Vi, atrás de um monte, a igreja da multiplicação dos peixes. Depois dela, uma placa para Cafarnaum. Mesmo sob a luz das 12h, os últimos quilômetros foram rápidos para mim.

Apenas um arranhão na perna, causado por plantas espinhentas, e uma dor muscular generalizada me lembravam aquela primeira ideia: Jesus estava em forma.

foto: Arquivo pessoal
foto: Arquivo pessoal

O paulistano Diogo Bercito, colaborador da Folha

Melhor vista
De cima do monte Arbel, vendo o mar da Galileia

Pior momento
Deitado sob uma oliveira, com sede e medo de insolação

Alívio
Nadar no mar da Galileia em um dia quente, após caminhada

Sorriso no rosto
Ver Cafarnaum aproximando-se

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“No céu, todo mundo trabalha”, diz menino que inspirou “O Céu É de Verdade”

ceu1Publicado por Roberto Sadovski

Colton Burpo atende ao telefone com voz grave. Aos 15 anos, ele não é mais o garotinho que fica na memória após uma sessão de O Céu É de Verdade, drama de inspiração cristã baseado em uma experiência que ele teve aos 4 anos de idade. Em 2003, um apêndice perfurado o levou a uma cirurgia de emergência arriscada. Quando estava na mesa de operação, Colton diz que deixou seu corpo, viu seus pais em outros pontos do hospital e foi levado ao Céu, ao paraíso cristão, por Jesus. Conheceu sua irmã que morreu antes de nascer, conversou com seu bisavô, teve um vislumbre da vida do outro lado… e voltou para contar a história. “O Céu é como a Terra, todo mundo trabalha, todo mundo tem uma função”, explica, ao telefone. “Só que tudo lá é mais bonito.”

A história de Colton, narrada em fragmentos para seus pais, o pastor Todd e sua mulher, Sonja, causou problemas em sua comunidade, a pequena Imperial, no estado de Nebraska. Muitos tomaram por alucinações na mesa de cirurgia. Outros, pela vívida imaginação de uma criança de 4 anos. “Eu mesmo duvidei de minha própria fé”, confessa Todd. “Mas ele contou coisas que ninguém sabia, descreveu pessoas e situações com uma riqueza de detalhes que ele não poderia inventar.” A história se tornou um livro, publicado em 2010. Hollywood não ignorou as vendas e o enorme público-alvo em potencial, e O Céu É de Verdade, com Greg Kinnear no papel de Todd Burpo, materializou-se pelo diretor Randall Wallace (Fomos Heróis). O resultado foi um arraso: o filme faturou 90 milhões de dólares, um sucesso absoluto.

A verdadeira família Burpo, à época da publicação de O Céu É de Verdade
A verdadeira família Burpo, à época da publicação de O Céu É de Verdade

“É bizarro e assustador ver sua história ser interpretada por outras pessoas em um filme”, conta Todd, sempre bem humorado. “O livro é nossa visão do que aconteceu, já o filme conta sua própria história.” Em outras palavras, Hollywood dramatizou um recorte da vida da família Burpo e a experiência de Colton. Apesar de estar descrito em várias obras literárias, inclusive a própria Bíblia, o Paraíso cristão é, para muitos, uma metáfora, uma demonstração poderosa da força do simbolismo religioso. Não para Colton. “Eu ainda lembro de tudo claramente”, conta, tímido. “Sentei no colo de Jesus, conheci meu bisavô. Eu sei o que vi e o que vivi”. E como a descrição de Hollywood se compara com o que ele testemunhou? “Ah, eles fizeram um trabalho bacana.” Todd acrescenta: “A primeira vez que eu vi Connor Corum, que interpreta Colton aos 4 anos, foi como se estivesse vendo meu filho. Eles recriaram alguns dos momentos mais difíceis de minha vida.”

Difíceis. Igualmente fantásticos. Para quem não compartilha a fé dos Burpo, uma fantasia elaborada. Quando eu pergunto como eles acham que alguém que segue o Islamismo ou o Budismo veria o Céu, caso tivesse uma experiência como a de Colton, a resposta é supersônica. “Não sei, não posso nem imaginar”, dispara Colton. “Acho que, ver o que eu vi, é para quem acredita em Jesus e em seu amor.” Religião é, de fato, assunto complexo. Mas Todd se apressa em fugir da pregação. “Muitas pessoas tiveram experiências como a de Colton”, continua. “Muitos adultos, porém, tem medo de relatar o que viveram, justamente pelo temor em serem chamados de malucos.” O pastor conta que, após a publicação do livro, muitos o procuraram, mesmo ser compartilhar sua fé cristã, para dizer que acreditam em Colton.

Colton foi ao Céu, voltou e nem trouxe uma camiseta…
Colton foi ao Céu, voltou e nem trouxe uma camiseta…

Se, como filme, a história pode ser encarada como uma fantasia cristã, do lado de cá a família Burpo enfrentou críticas pesadas. Vários líderes religiosos atacaram a descrição nada bíblica do Paraíso feita por Colton, com Jesus montado em um cavalo colorido como um arco-íris, Maria ajoelhada ante o trono de Deus e uma vida no pós-vida não muito diferente do que temos por aqui. Já personalidades não religiosas apontam que tudo não passou de uma fantasia infantil, já que a mente de um menino de 4 anos ainda seria incapaz de discernir realidade e fantasia.

“Já ouvi todo tipo de agressão, mas também ouvi muitos testemunhos de fé”, conclui Todd. “Não posso dizer a ninguém no que acreditar. Eu mesmo demorei para fazer as pazes com minhas crenças! Mas acredito em meu filho, e acredito no que ele experimentou.” Mais de uma década depois, Colton Burpo segue a vida, um adolescente normal, nenhuma sequela nem de sua operação, nem de sua experiência fora de seu corpo. “Você então está OK, Colton?”, pergunto, no que logo sou interrompido por Todd Burpo, que brinca: “Fisicamente ele está ótimo, mas seus irmãos nunca vão dizer que ele é OK”.


dica do Tércio Ribas Torres

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Jesus can’t be boring

A vida é curta, precária e frustrante, logo, uma hora dessas, ou Jesus ou Frontal vai bater na sua porta

foto: Rede Globo
foto: Rede Globo

Luiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo

Não, o título deste texto não é uma citação, apenas uma expressão que em inglês soa melhor. Se formos falar “Jesus não pode encher o saco” ou “Jesus não pode entediar”, isso não capta o sentido contemporâneo de Jesus como “commodity”.

Inglês é o idioma ideal para o mundo da mercadoria, porque vendemos tudo melhor em inglês. Imagine se fôssemos fazer um comercial sobre como Jesus tem que ser legal para você, se você for um jovem ou uma jovem de 20 anos? “Jesus can’t be boring” soaria muito melhor… Ou seja: Jesus tem que ser legal… E somar à sua vida… (ou “agregar valor”, expressão que eu pessoalmente detesto).

Estamos falando de mercado religioso. Sim, as religiões competem no mercado de “bens religiosos”: festas, significados para vida e para o sofrimento, laços sociais e afetivos dentro das comunidades de fiéis, casamentos, educação de filhos, narrativas de fim de mundo, rituais mágicos ou não, ferramentas de comunicação espiritual ou similares como TV ou mídias sociais, enfim, tudo o que uma religião oferece em termos de “bens de consumo”.

A vida não tem sentido aparente, é curta (só parece longa quando sua vida é muito péssima), precária, escassa, frustrante; logo, uma hora dessas, ou Jesus ou Frontal vai bater na sua porta. Se você for mais chique, um Buda light serve.

Vale lembrar que tudo o que falamos aqui sobre Jesus poderia ser falado sobre qualquer outra figura religiosa de peso. Não se trata de nenhuma forma de ironia ou sarro com o cristianismo especificamente. Como estamos numa sociedade majoritariamente cristã, nas suas diversas denominações, podemos falar em “Jesus como bem religioso” como símbolo de todo o processo de commoditização das religiões.

Commoditização das religiões significa a transformação das religiões em bens de consumo tratados via ferramentas de marketing, num mercado de comportamentos em que elas devem competir entre si e com as opções seculares.

Opções seculares são: ateísmo, quase ateísmo, agnosticismo (“não temos provas definitivas nem de que Deus existe nem de que não existe”, afirmação que para os ateus é ateísmo que não saiu do armário), humanismo ateu como o do autor britânico A. C. Grayling em seu livro “The God Argument, The Case Against Religion and for Humanism”, ou simplesmente, “bode dos deuses, e vamos viver o dia a dia para ver no que dá”.

As religiões devem vencer umas às outras como produto, e aos seculares também. É briga de cachorro grande. Nesse processo, a Igreja Católica apanha dos protestantes que já nasceram com a vocação para o business. As afro-brasileiras têm a seu favor a coisa de que são religiões de vítimas sociais –e,se você é branco e vai nelas, você é legal e sem preconceitos.

Como dizem os especialistas em religião e mídia Stewart M. Hoover e Lynn S. Clark, na coletânea organizada por eles, “Practicing Religion in the Age of the Media“, da Columbia University Press, de 2002, ou Heidi A. Campbell, no recente, de 2013, “Digital Religion: Understanding Religious Practices in New Media Worlds“, da editora inglesa Routledge: as religiões combatem o risco de invisibilidade num mundo veloz e pautado por projetos do self (já digo o que é isso), aprendendo a se tornarem commodities que circulam nas mídias falando a língua de pessoas voltadas para o consumo de bens de comportamento que tornem a vida mais fácil.

“Projetos do self”, conceito discutido por Hoover e Clark, são modos de viver em que tudo deve ser ajustado a personalidades narcísicas (leia “Cultura do Narcisismo“, de Christopher Lasch, clássico de 1979, sobre o que é ser um narcisista no mundo contemporâneo).

Essa personalidade “líquida”, como diz o Bauman, não tolera nada que pese como uma mala sem alça.

Amores, viagens, trabalho (claro, se eles têm grana, se não todo esse papinho vira pó), sexo, deuses, Jesus, tudo deve nos ajudar a emagrecer, a ter uma vida saudável, a cuidar de nosso corpo, e a me ensinar que eu sou a coisa mais importante para mim mesmo.

Sério! Quem quer um Jesus “para baixo”? Logo Jesus terá que vir de bike para a missa, e nada de cruz nas costas.

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Xuxa comenta polêmica em Brasília: ‘Nem Jesus Cristo agradou todo mundo’

Após receber críticas do deputado Pastor Eurico, a apresentadora Xuxa Meneghel pede ajuda dos fãs e diz: ‘Ele já teve o seu momento de fama, não vamos dar mais força a ele’

Xuxa Meneghel (Blad Meneghel)
Xuxa Meneghel (Blad Meneghel)

Publicado na Caras

Xuxa Meneghel fez um desabafo no Facebook, nesta sexta-feira, 23, sobre a polêmica com o deputado Pastor Eurico, que a criticou durante a última sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. A apresentadora pediu para que os fãs não culpassem os evangélicos pelo episódio.

“Gente, estava lendo o desabafo e a opinião de vocês sobre o acontecido no Congresso. Por favor, não culpem os evangélicos. Minha mãe é evangélica e me ensinou que nem Jesus Cristo agradou todo mundo, por que eu iria? Sei que minha mãe ficou muito triste com esse senhor. Mas ele já teve o seu momento de fama, não vamos dar mais força a ele”, disse Xuxa. “Mais uma vez obrigada pelas lindas palavras de carinho e respeito com meu trabalho, vou precisar de vocês e muito, e sei que vou poder contar sempre. Vejo isso lendo cada palavra de amor de vocês por mim, obrigada, obrigada, obrigada, obrigada”, publicou.

O ator e cantor Junno Andrade, namorado de Xuxa, já tinha se manifestado sobre a polêmica. Em seu texto publicado também na rede social, ele defendeu sua amada, que recebeu críticas do deputado durante a votação da lei que tem o objetivo de coibir a violência contra a criança, agora chamada de Lei Menino Bernardo. Além disso, Junno festejou o sucesso da votação, que levará a lei para ser aprovada pelo senado. “Falta muito pouco… Tem pessoas que vieram pra esse mundo a passeio, outras, nem deveriam ter vindo, pois usam essa passagem apenas para benefício próprio, e pior, na maioria das vezes tirando de quem não tem, se aproveitando da carência, esperança e inocência dos menos favorecidos, alguns hipócritas tem o desplante e a coragem de agir “EM NOME DE DEUS” e ainda se sentem à vontade e no direito de apontar seus dedos sujos, cheios de culpa e preconceito para julgar alguém!!! Por outro lado, tem “GENTE” que veio nesse planeta pra fazer a diferença, pra realizar, pra nos encher de admiração e nos dar exemplo! Hoje creio eu, podemos marcar um “X” nessa data, pois se deu um passo de imensurável tamanho, onde as crianças e adolecentes terão os mesmos direitos de um Ser Humano. Parabéns à todos os envolvidos nesse caminho pra aprovar a “Lei da Palmada”, hoje Lei Bernardo, principalmente pra uma pessoa que poderia estar tirando onda numa praia qualquer, e no entando passa a vida se preocupando com razões sociais! Parabéns Xuxa (Xuxuca), hoje você demonstrou um pouco mais da sua linda missão nesse planeta! Posso imaginar o tamanho do seu sorriso nesse momento! Que HONRA poder caminhar ao seu lado!!!”, falou.

A emenda pretende alterar a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, para estabelecer o direito da criança e do adolescente de serem educados e cuidados sem o uso de castigos corporais ou de tratamento cruel ou degradante.

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