Líderes evangélicos saem em defesa de Israel e criticam Dilma

Menina dominicana leva cartaz com a frase "Basta, Israel" e a bandeira palestina, durante ato contra a operação militar israelense em Gaza, em Santo Domingo (República Dominicana) foto: Roberto Guzmán/Xinhua
Menina dominicana leva cartaz com a frase “Basta, Israel” e a bandeira palestina, durante ato contra a operação militar israelense em Gaza, em Santo Domingo (República Dominicana) foto: Roberto Guzmán/Xinhua

João Fellet, na BBC Brasil [via UOL]

A condenação do governo Dilma Rousseff à ação militar israelense em Gaza gerou forte reação contrária de líderes evangélicos brasileiros, expondo os crescentes laços entre igrejas protestantes e o governo de Israel.

A mobilização evangélica teve início em 23 de julho, quando o governo federal divulgou uma nota condenando os ataques israelenses em Gaza e convocando o embaixador brasileiro em Tel Aviv para consultas.

No dia seguinte, cerca de 80 pessoas – em sua maioria evangélicos – foram ao Ministério de Relações Exteriores protestar contra a decisão.

Uma das organizadoras do ato, a pastora Jane Silva – que preside a Associação Cristã de Homens e Mulheres de Negócios e a Comunidade Brasil-Israel – diz que líderes evangélicos de vários Estados e de diferentes igrejas compareceram à manifestação.

Com o apoio do deputado federal Lincoln Portela (PR-MG), um dos principais nomes da bancada evangélica no Congresso, Silva marcou uma audiência no Itamaraty para expressar a insatisfação do grupo. Eles foram recebidos pelo embaixador Paulo Cordeiro, subsecretário-geral do órgão para África e Oriente Médio.

“Ficamos ofendidos e magoados com a postura do governo brasileiro, que para nós não condiz com a posição da população cristã brasileira em relação ao conflito”, diz a pastora à BBC Brasil.

“Quando o governo fala mal de Israel, fala mal de nosso Jesus. E Israel tem o direito de se defender e de existir.”

O grupo entregou ao embaixador um manifesto em que critica o governo brasileiro por, entre outros pontos, ter condenado os ataques de Israel mas não ter censurado as ações do grupo Hamas, que controla Gaza.

“Nós amamos o povo palestino e temos orado pelas mães palestinas, os idosos, crianças, mas não aprovamos o terrorismo.”

Após deixar o Itamaraty, o grupo foi recebido na embaixada de Israel. Também participaram do protesto alguns membros da comunidade judaica de Brasília.

Presente no ato, a psicóloga judia Kelita Cohen diz que o apoio dos evangélicos “foi mais uma ação política do que de devoção religiosa”. “As comunidades cristãs partilham com a comunidade judaica da opinião de que a atitude do governo brasileiro não foi coerente.”

Passagem bíblica

No Amazonas, houve outro protesto em defesa de Israel organizado por evangélicos – este, liderado pelo apóstolo René Terra-Nova, fundador do Ministério Internacional da Restauração. Segundo organizadores, a manifestação reuniu 30 mil pessoas.

E em seu programa de TV no último sábado, o pastor Silas Malafaia, principal líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, também tratou do tema.

Ao se referir à posição do governo brasileiro quanto aos ataques israelenses, Malafaia citou uma passagem bíblica segundo a qual “a nação que amaldiçoa Israel também é amaldiçoada”.

Dizendo precisar “dar algumas dicas (sobre o conflito) para o povo de Deus”, ele afirmou no programa que os atos de Israel são “a reação de um estado soberano sendo atacado por terroristas”.

Na semana passada, a pomposa inauguração em São Paulo do Templo de Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus, também deu mostras da crescente aproximação entre grupos evangélicos brasileiros e Israel.

No caso da Universal, a aproximação também se dá com o Judaísmo: na cerimônia, bispos da Universal vestiam quipá e talit, acessórios tradicionais judaicos, e o hino de Israel foi executado. Do lado de fora do templo, foram hasteadas as bandeiras da Universal, do Brasil e de Israel.

A BBC Brasil perguntou à Universal qual sua posição em relação às ações israelenses em Gaza, mas não obteve resposta.

‘Soft power’ religioso

O crescente alinhamento entre líderes evangélicos e Israel não é fenômeno exclusivo do Brasil. Nos Estados Unidos, país que abriga a maior população protestante do mundo, os Sionistas Cristãos – como são conhecidos os evangélicos pró-Israel – exercem importante influência política.

Para estreitar os laços com o grupo, o governo israelense estimula visitas de grupos evangélicos à Terra Santa.

Em 2013, uma reportagem do Christian Science Monitor, uma das principais publicações mundiais sobre religiões, descreveu os bastidores de um evento anual organizado pelo governo israelense para homenagear líderes protestantes.

No encontro, o prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, disse aos presentes: “Vocês aqui são o melhor ataque e a melhor defesa que poderíamos ter (…). Aproveitem a cidade de Jerusalém (…) e voltem para casa como fortes embaixadores do Estado de Israel e da cidade de Jerusalém”.

A reportagem diz que, após se consolidar nos Estados Unidos, o movimento evangélico pró-Israel agora ganha força em países emergentes com crescente população protestante, como Brasil e Nigéria.

Peregrinações em risco

Para a pastora Jane Silva, caso o Brasil atenda grupos que pedem o rompimento das relações diplomáticas com Israel, os maiores prejudicados seriam fiéis brasileiros. “O governo estaria punindo os próprios brasileiros”, diz a pastora.

Segundo ela, muitos brasileiros visitam a Terra Santa todos os anos. “Só lá podemos ver o túmulo onde Jesus foi sepultado, onde ressuscitou, caminhar pelas ruas pavimentadas de milagres. Quando voltamos, logo começamos a programar a próxima visita.”

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Prece pela paz

Ricardo GondimPaz-Palestina-Israel

Meu Deus, quanto furor. Narinas não cessam de resfolegar ira em teu nome. Não basta o que já se horrorizou em nome de Jesus? Não há como esconder os navios com almas agrilhoadas. Espada e cruz se misturaram com o sangue de inocentes. Negociaram vidas sob o manto da fé. A fama do nazareno deu lucro aos senhores feudais. O silêncio religioso em chacinas, massacres e perversidades fala mais alto que todos os sermões juntos.

Humanos não podem se acostumar quando alguém destila peçonha, alegando te defender.

Por que alguns se sentem convocados a arvorar certezas com tanto ranho? O que falta para que peguem em armas para te advogar? Teólogos tentam te confinar a uma ideia. Nos compêndios, nas sumas, tu não passas de substantivo abstrato. Assim, ao construírem um deus menor, teu altar fica dois pavimentos mais baixo no panteão dos ídolos. Embora saibam que tu não aceitas os limites de suas definições, os áulicos sacerdotes insistem em te diminuir ao tamanho do incitador de contendas.

Rogo: perdoa os que projetam em ti um narciso cósmico.
Peço: anula a influência dos que se fiam em teu furor para justificar a própria perversidade.
Imploro: desconsidera os medíocres que tentam te cooptar como parceiro.
Insisto em suplicar: sê misericordioso com os que acreditam na força do medo e da coerção como caminho para a paz.

Boníssimo,

Transforma a arena em um prado;
a trincheira em uma horta;
o tanque em um arado;
o estrondo da guerra em uma canção de ninar.

Traze à lembrança de homens e mulheres de bem o que pode suscitar esperança;
Ressuscita sonhos mortos, precocemente, no coração da moça e do rapaz;
Reescreve em uma tábua de carne a utopia do cordeiro e do leão deitados na relva;
Para o sol no meridiano até que haja cura entre as nações.
Faze com que justiça e paz se beijem.

Nosso pecado é monstruoso.
Nossa história tem sido feia.
Nosso amanhã não precisa de um milagre teu.
Carecemos de nos tornar o milagre que esperamos.

Soli Deo Gloria

fonte: site do Ricardo Gondim

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Jesus é um homem; Cristo, uma ideia

Fernanda Torres, na Folha de S.Paulo

Os primeiros capítulos de “Zelota” -do escritor e estudioso de religiões americano-iraniano Reza Aslan- descrevem a Palestina no período em que Jesus veio ao mundo. A multiplicação de seitas entre a população carente, a aceitação dos valores romanos pela elite judaica, a presença ostensiva das legiões no território ocupado e o terror do apocalipse lembram, em tudo, os dias de hoje no Oriente Médio.

Com o avanço das tropas israelenses sobre Gaza, e a Síria embrenhada numa guerra civil sem solução, o paralelo entre a rejeição dos profetas do século 1º à civilização romana e a negação do Islã a se render ao capitalismo global é quase inevitável.

Mas a leitura de “Zelota” fala tanto do conflito entre Ocidente e Oriente naquela estreita faixa do planeta, como também elucida uma outra contenda, em curso aqui, neste sítio que permaneceu Paraíso até 1500 d.C.: a dos direitos sobre a imagem do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

Sem revelar nada que não seja conhecido, o autor parte da morte na cruz -punição prevista aos que cometessem crimes contra o Estado- para separar o Jesus histórico da figura de Cristo. O revolucionário, do pacifista.

Contrário à romanização dos hebreus, Jesus ambicionava estabelecer o Reino de Deus sobre a Terra, prometido a Davi por Javé. Para tanto, seria preciso expurgar abastados e sacerdotes subservientes a Roma e bani-la do solo sagrado. Jesus pregava uma revolução.

Ela viria, três décadas depois da crucificação e com trágicas consequências. Em 66 d.C., grupos radicais conquistaram Jerusalém e queimaram os arquivos contendo a dívida do povo. Farta, Roma enviou o general Tito -mais tarde imperador- à antiga Canaã e a varreu do mapa.

Do Templo de Jerusalém, só sobrou o Muro das Lamentações.

As imagens dos bombardeios a Gaza, estampadas nos jornais de hoje, bem ilustrariam a passagem histórica.

O massacre, comparável à invasão babilônica, tornou os sobreviventes avessos aos que defendiam o confronto direto com os Césares. Nesse cenário, surgiu Paulo de Tarso. Paulo afasta Jesus da causa judaica, elimina o caráter territorial do Reino de Deus e converte os gentios. Cristo é criação do letrado Paulo.

Jesus é um homem; Cristo, uma ideia. A quem pertence uma ideia? À humanidade, provaria Paulo. Em três séculos, o Império Romano se renderia ao Nazareno.

Em 2010, as famílias dos engenheiros responsáveis pela construção do Cristo Redentor perderam para a Arquidiocese do Rio de Janeiro, na Justiça, o direito sobre a imagem da estátua. O precedente deu à Cúria poderes para coibir o uso indevido, segundo a Igreja, do monumento. Os distribuidores do blockbuster “2012″ sofreram processo e os italianos foram impedidos de vesti-lo com a camisa azul da seleção.

Essa semana, a Arquidiocese liberou o episódio dirigido por José Padilha para a película “Rio, Eu te Amo”, onde o personagem de Wagner Moura, num sobrevoo de asa-delta, acusa o Senhor cara a cara de virar as costas para os problemas mundanos.

A Mona Lisa resistiu aos bigodes de Duchamp; Rodin, se vivo, teria orgulho da multiplicação de charges do Pensador e os punks se apropriaram da cruz. O veto inibe o ícone. Bem fez a Cúria em liberar.

Tratar o Redentor como posse é medir o Reino de Deus em metros quadrados. O convertido Saulo ensina que a mensagem deve circular livre de dogmas e de acordo com seu tempo.

O poder do Templo de Jerusalém era baseado no fato de ali, e somente ali, no Santo dos Santos, ser possível a comunicação com o Altíssimo. Sua arquitetura era voltada para dentro, com muros altos que separavam os milhares de visitantes em pátios internos, um labirinto que se afunilava até a presença divina.

A exclusividade transformou o santuário num lucrativo mercado de oferendas e corrompeu o clero. É o que denuncia Jesus, pouco antes de promover o quebra-quebra que o levaria à prisão.

A natureza do Cristo da Guanabara é oposta. Plantado do cume do Corcovado, basta olhar para o alto para se dirigir a Ele.

Entendo que a Cúria zele pelo Nosso Senhor. Os engenheiros também têm razões para reivindicar seu quinhão, respeitando, é claro, os 60 anos do falecimento dos autores, todos mortais, não sujeitos à ressuscitação.

Mas o imaginário a Deus pertence.

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Quem é o meu inimigo

Aqueles a quem você trata mal são os inimigos que você é chamado a amar.

odio

Daniel Oudshoorn, no  Gospel Fragments [via A Bacia das Almas]

Certa vez, quando comia com os fariseus e publicanos, um dos anciãos sentado no lugar de honra à direita do anfitrião começou a perguntar a Jesus sobre as frases atribuídas a ele.

– Rabi – disse o ancião, – você nos disse para amar o próximo e nos disse quem é o nosso próximo. Ouvi dizer que você também disse para amarmos os nossos inimigos e orar pelos que nos perseguem, mas você não foi tão claro a respeito de quem são os nossos inimigos. Diga-me, rabi, quem é o meu inimigo, para que eu o ame? Quem é aquele que me persegue, para que eu ore por ele?

Em resposta à pergunta Jesus contou a seguinte história:

– Um certo homem, cuja esposa faleceu, foi deixado sozinho para criar uma única filha. A fim de criá-la e protegê-la, educá-la e economizar dinheiro para o seu dote, esse homem trabalhava longas horas fazendo trabalho exaustivo para um mestre ingrato. Ele porém sempre saudava o seu mestre com respeito, sorria e assentia e ria das piadas dele. Levantava-se quando o mestre se levantava e só sentava quando ele o convidava a fazê-lo. Nunca reclamava quando era espancado, não interrompia e agradecia sempre ao mestre pelo salário e pela oportunidade de trabalhar para ele. Certas vezes, quando o mestre lhe batia no ombro ou lhe dava um cumprimento de mão depois de um trabalho bem feito, ele expressava um deleite particularmente grande. O trabalho, no entanto, era árduo, e o homem com frequência chegava em casa cansado e aborrecido. Se sua filha não tinha preparado o jantar ele perdia a paciência com ela. Se suas roupas de trabalho não estavam bem levadas e dobradas no lugar certo na manhã seguinte, ele gritava com ela. Certas vezes, quando estava particularmente cansado ou aborrecido, ou tinha sido espancado pelo mestre, ele batia na filha. Foi assim por um determinado tempo até que o homem teve um acidente no trabalho. Ficou incapacitado de executar suas tarefas mas esperava que, depois de anos de serviço, o mestre se sentisse inclinado a lhe dar uma outra função. Infelizmente não foi assim, e o mestre o mandou embora. Sem poder achar emprego, o homem teve de recorrer à mendicância. O pouco dinheiro que conseguia mendigando com a filha – ela agora o acompanhava nisso – não bastava para que sobrevivessem. Com muitas lágrimas, o homem fez o que muitos outros fizeram antes e depois dele: vendeu a menina como escrava, e aquela foi a última vez que ele viu sua única filha.

Houve um grave silêncio à mesa quando Jesus terminou a história. Ele então perguntou:

– Digam-me: quem era o inimigo daquele homem?

Sem hesitar, o ancião que havia dado início à conversa respondeu:

– Certamente o mestre rigoroso é o inimigo! Certamente é a ele que o homem é convidado a amar!

– Ah, cego e insensato! – Jesus respondeu. – Não é de admirar que você esteja sentado a esta mesa no lugar em que está. O mestre rigoroso não é o inimigo daquele homem. Você não vê que o homem tratava sempre o mestre como amigo, que era sempre respeitoso na sua presença e mostrava sempre deleite na sua companhia? Não: o homem tratava o mestre como amigo e portanto seu amigo ele era, não importa como o tratava o mestre. O verdadeiro inimigo – aquele que o homem tratava como inimigo – era a filha. Era com ela que ele perdia a paciência, com ela que ele gritava; era nela que ele batia e foi ela que ele por fim vendeu como escrava, não importando seus sentimentos por ela. Aqueles a quem você trata mal são os inimigos que você é chamado a amar em palavras e atos, pois amor é mais fazer do que sentir. O mestre, no entanto, era aquele que perseguia o homem. Não digo que você deva obrigatoriamente amar uma pessoa dessas – ele já não foi tratado como amigo até mesmo por quem explorava? – mas pode valer à pena orar por ela. Quem sabe meu Pai que está nos céus ouvirá as suas orações e fará dele um bom mestre em vez de um mestre cruel; se isso se mostrar muito difícil, meu Pai que está nos céus ouvirá as suas orações e o fará cair morto.

– O seu inimigo não é quem maltrata você, mas quem você trata mal. Portanto eu lhes digo: não tratem mal a ninguém. Quanto aos que os perseguem, deixe-os nas mãos de Deus. Roma está oprimindo vocês – Roma que vocês tratam como amiga – e vocês oprimem o povo – a quem vocês tratam como inimigos embora sejam carne da sua carne e sangue do seu sangue. Vocês não podem parar Roma, mas Roma será parada. Se vocês mesmos serão ou não parados naquela ocasião depende de se vocês cessarão ou não de fazer violência contra os que estão abaixo de vocês. Se vocês não aprenderem a amar ativamente os seus inimigos, quando o juízo sobrevir a Roma aqueles que vocês trataram como inimigos podem decidir aceitar o título e levantar-se contra vocês. Eles cantarão canções de liberdade enquanto transformam arados em espadas; vocês serão ceifados como a sega, e nenhum de vocês será poupado.

Quando Jesus terminou de falar, muitos dos que estavam reunidos à mesa entenderam que era hora de levar a sério a ideia de uma conspiração para matá-lo.

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‘Jesus seria a favor do casamento gay’, diz Elton John

Cantor planeja se casar com seu companheiro, David Furnish, no próximo ano

Elton John e seu companheiro, David Furnish, em foto de 2010 (foto: Evan Agostini / AP)
Elton John e seu companheiro, David Furnish, em foto de 2010 (foto: Evan Agostini / AP)

Publicado em O Globo

Em entrevista para um programa da “Sky News”, o cantor inglês Elton John, de 67 anos, afirmou que Jesus defenderia o casamento gay caso fosse vivo nos dias de hoje.

O músico, que irá se casar em 2015 com seu companheiro, David Furnish, também afirmou que leis como a do celibato para integrantes do clero da Igreja Católica e a que proíbe o casamento de membros gays da Igreja da Inglaterra, eram “velhas e estúpidas”.

— “(Jesus) acreditava no amor, na compaixão, no perdão e na tentativa de unir as pessoas. As igrejas deveriam se preocupar com isso — disse o astro.

Sir Elton John também comentou sobre o atual arcebispo de Canterbury, Justin Welby, líder da igreja da Inglaterra, e o Papa Francisco, a quem chamou de “maravilhoso”.

— Ele resumiu tudo à humildade da fé e disse basicamente que apenas o amor e a inclusão importam. Isto também deve ser encorajado pela Igreja da Inglaterra.

O cantor aproveitou para falar sobre a sua intenção de apresentar membros da comunidade gay a Vladimir Putin, presidente da Rússia, para mostrar o impacto de uma legislação “profundamente divisionista”.

— Não é positivo quando dizem que eu não devo falar com esse tipo de gente. A única maneira de resolver problemas é conversando com as pessoas.

Elton John também afirmou que seu casamento será “bastante discreto”, já que houve uma grande festa quando o casal celebrou sua união civil, em 2005.

dica do Gerson Caceres Martins

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