Igreja diz que Jesus foi o 1º tuiteiro da história

jesustuiteiroPublicado no Olhar Digital

Há cerca de 2 mil anos, antes de criada a internet – ou mesmo a telefonia -, já existia um tuiteiro célebre. Jesus, na opinião de um cardeal italiano, foi o primeiro tuiteiro do mundo.

Gianfranco Ravasi, que preside o Conselho Pontifício, deu o título a Jesus devido “às frases breves e brilhantes” que ele teria proferido.

Para o cardeal, “ame ao próximo” é um exemplo de mensagem que, embora tenha menos de 140 caracteres, podia ser bem entendida e causar impacto aos receptores.

As declarações foram feitas durante Átrio dos Gentios, fórum que reúne intelectuais, religiosos e o público em geral, na intenção de estimular a aproximação entre fiéis e não fiéis.

Com: O Globo.

dica do Ailsom Heringer

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Ex-Tiazinha, Suzana Alves vira evangélica e prega em igreja

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Publicado no Extra

Há tempos, Suzana Alves, a eterna Tiazinha, vem compartilhando com amigos e fãs nas redes sociais mensagens sobre Deus e amor ao próximo. A Retratos da Vida, então, descobriu que a bela, hoje casada com o ex-tenista Flávio Saretta, virou evangélica. E não é só isso! Ela anda dando testemunho de vida e de fé em templos religiosos.

Neste fim de semana, por exemplo, Suzana, hoje proprietária de um centro de de pilates, publicou um registro de uma igreja onde esteve. Ela escreveu a seguinte legenda: “Amor ao extremo: Jesus”, referindo-se ao nome do evento.

Nos comentários da imagem, a ex-modelo e atriz recebeu muitas mensagens que se referem a sua pregação no templo. “Muito bom a sua presença conosco, amiga!! Seu testemunho rendeu frutos eternos!”, escreveu uma internauta. “Seu testemunho mudou minha vida!!!! Agradeço muito a Deus e a você!!!! Deus te abençoe grandemente”, comentou outra.

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Os comentários são sobre o testemunho que Suzana deu no fim de semana, na Igreja Batista de Tambuá, em João Pessoa. O nome da ex-modelo aparece até no cartaz do evento.

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A mudança no estilo de vida de Suzana seria um dos motivos pelos quais a morena tem preferido se manter no anonimato nos últimos anos. De vez em quando, ela é chamada para ensinar pilates em programas de TV. Quando isso acontece, a bela sempre tem que falar do passado como a mascarada do extinto programa “H”, que fez sucesso sob o comando de Luciano Huck da década de 1990 ao início dos anos 2000. Na época, ela chegou a estampar uma memorável capa da “Playboy”.

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Ama e faz o que quiseres

Bíblia 10

Por Ed René Kivitz, no Facebook

Os debates morais têm em suas entrelinhas a discussão a respeito das fontes de autoridade para a normatização do que é aceitável e permitido, o que deve ser coibido e proibido. Existem várias fontes normativas: as escolas filosóficas, a ciência, a racionalidade (modernidade) e a subjetividade (pós modernidade) humanas, a antropologia e as construções culturais, são exemplos de critérios que ao longo do tempo vêm sendo usados para a definição do certo e errado. Mas não há dúvidas de que os textos sagrados são a fonte por excelência para um grande contingente de pessoas, notadamente as inseridas nas tradições religiosas: a Torah para os judeus, a Bíblia para os cristãos, o Corão para os islâmicos.

A Bíblia não pode ser lida de maneira literal e estática. Suas orientações éticas devem ser atualizadas. É necessário identificar o momento histórico e os contextos social e cultural em que foram pronunciados, buscar a inteligência das orientações, e verificar como se aplicam em diferentes períodos e circunstâncias.

Os conflitos entre as normatizações bíblicas e os dilemas éticos do mundo contemporâneo são cada vez mais complexos. O herói bíblico Josué, sucessor de Moisés e comandante responsável por conduzir o exército de Israel na posse da terra prometida, seria hoje condenado como criminoso de guerra acusado de crime contra a humanidade e genocídio, nos termos dos acordos internacionais, como a Convenção de Genebra e o Estatuto de Roma, que regem a Corte Penal Internacional, o Tribunal de Haya.

Caso o encontro entre o apóstolo Paulo e Onésimo ocorresse hoje, Filemon seria denunciado no Ministério Público e acusado do crime de exploração de trabalho escravo. Também seria impensável hoje em dia a condição da mulher nos tempos bíblicos, como por exemplo a situação em que Ló oferece suas duas filhas virgens para que sejam violentadas pela multidão e assim evitar evitar o assassinato xenófobo de hóspedes estrangeiros.

As leis reguladoras do divórcio também sofreram consideráveis ajustes ao longo dos tempos. Previsto na Torah, a Lei de Moisés, o divórcio era compreendido pela comunidade de Israel como um direito da mulher repudiada. O repúdio era o ato de rompimento do vínculo conjugal feito pelo homem insatisfeito com sua mulher. Ao oferecer carta de divórcio, o homem abria mão da posse da mulher com quem esteve casado – na sociedade patriarcal judaica a mulher era propriedade econômica do pai e depois do marido. A mulher repudiada sem carta de divórcio permanecia vinculada ao ex-marido (que sem a carta de divórcio não era considerado ex), e impedida de casar-se novamente. A carta de divórcio, portanto, foi uma orientação reparadora de uma injustiça e um ato de proteção da mulher vitimada pelos caprichos masculinos. Hoje, entretanto, na maioria das igrejas evangélicas ainda existe a crença de que “Deus odeia o divórcio”, quando na verdade “Deus odeio o repúdio que não se faz acompanhar da carta de divórcio”. Jesus era a favor do divórcio, uma vez que constava da Lei de Moisés. Apenas não era favorável ao divórcio “em qualquer situação”, e nesse caso se alinhava à visão conservadora do rabino Shammai, em detrimento da postura mais flexível do rabino Hilel. A sociedade contemporânea, chamada secular, por sua vez, sequer compreende o fato de que divórcio e novo casamento sejam tratados como tabús nas comunidades religiosas.

Estes poucos exemplos servem para demonstrar as razões da suspeita de que a Bíblia seja um livro desatualizado em termos de normatizações para a vida em sociedade. É necessário compreender, entretanto, que Jesus ressignifica a Lei de Moisés e eleva a régua do debate a respeito do certo e errado. Manter o debate nas categorias da Lei implica necessariamente a armadilha do farisaísmo do primeiro século: julgar a qualidade dos homens com base em comportamentos morais.

Sendo verdadeiro que a moral é o conjunto de práticas aceitas e incentivadas e reprovadas e coibidas de uma sociedade, a ética pode ser entendida como os critérios através dos quais são feitos os julgamentos morais. Por exemplo, a escravidão é inadmissível (costume/moral) pois todos os homens são iguais porque criados à imago Dei (princípio ético). A lei, por sua vez, é a regulamentação objetiva e formal da moral. Nesse caso, a escravidão não é apenas um costume (moral) inaceitável, justificado por um princípio (ética), como também crime (lei).

Jesus, entretanto, vai além da lógica ética-moral-lei. Sua proposta para o discernimento do certo e errado extrapola os princípios da tradicão, da filosofia e da teologia, confronta todas as práticas aceitas socialmente e exige a completa reinterpretação e ressignificação da senso comum social. Por essa razão cura no sábado, deixa de lavar as mãos antes das refeições, toca os impuros e se deixa tocar por eles, vive rodeado de pessoas de reputação duvidosa, impede a adúltera de ser apedrejada, e estabelece comunhão com estrangeiros, dentre outras atitudes escandalosas para sua sociedade e sua época, mas elogiadas nos dias de hoje como superação de fundamentalismos, preconceitos e intolerâncias.

Para encontrar o caminho a seguir nas encruzilhadas dos dilemas éticos, morais e legais, Jesus propõe o amor. A vida humana é complexa demais para que todas as questões sejam resolvidas através de regras e leis. O ser humano é valioso demais para que seja tratado de acordo com a letra fria das leis e da impessoalidade das regras. A ética, a moral, e a lei devem servir de referência para as decisões e relações. Mas toda vez que tiverem a última palavra, a lógica de Jesus estará invertida, como se “o homem tivesse sido criado para o sábado”. Diante de um ser humano em conflito a respeito do certo e do errado, vale o amor. Eis o desafio aos cristãos contemporâneos: viver a proposta de Jesus, interpretada por Santo Agostinho: “ama e faz o que quiseres”.

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Fundamentalismo evangélico – ameaça à democracia

Cerca de 8 mil fiéis participam de concentração na Praça do Rádio (Foto: Yarima Mecchi/G1 MS)
Cerca de 8 mil fiéis participam de concentração na Praça do Rádio (Foto: Yarima Mecchi/G1 MS)

Carlos Eduardo Calvani, no Campo Grande News

Campo Grande não merecia, na comemoração dos seus 114 anos de emancipação, o desprazer de assistir a tal “Marcha para Jesus” organizada por pastores-políticos e políticos-pastores reunindo cerca de 40 mil fanáticos para ouvir o “mais do mesmo” – as bobagens retrógradas de Silas Malafaia, Robson Rodovalho e outros.

O movimento evangélico hoje é um dos maiores perigos para a sociedade brasileira e o Estado Laico por seu potencial fundamentalista Malafaia, Feliciano, Rodovalho, Macedo, R.R. Soares e outros nomes menores que estão despontando (e outros que ainda despontarão) são a pior espécie de fanatismo religioso possível. A única diferença entre esse grupo e o fundamentalismo islâmico está nos referenciais religiosos nos quais se apóiam.

É certo que a grande maioria dos muçulmanos não é fundamentalista; mas os poucos que alcançam o poder cometem barbaridades em nome de sua fé. O fundamentalismo evangélico caminha pelo mesmo rumo. Alguém em são consciência e com um mínimo de instrução ou sensibilidade consegue acreditar neles e em seus discursos? Somente os analfabetos funcionais, que pouco lêem (aliás, sequer a Bíblia lêem, ou lêem com olhares medievais) os apóiam.

Não nos iludamos. Os evangélicos têm um projeto de tomada de poder na sociedade brasileira. Os evangélicos têm um projeto político muito perigoso para o Brasil. Utilizam as Escrituras Sagradas do modo como lhes convém, para interferir na Comissão de Direitos Humanos, para propor ou alterar leis e infringir descaradamente as cláusulas pétreas da Constituição Federal. Eles se infiltram nos partidos e conseguem ser eleitos para cargos no executivo e no legislativo.

Mas eles não têm fidelidade partidária nem princípios sociais claros. São mesquinhos e egoístas. Seus princípios são os da promiscuidade “igreja-estado”. A bancada evangélica é, comprovadamente, a mais inútil do Congresso Nacional.

No fundo, seu projeto é acabar com as manifestações religiosas com as quais não compartilham, sejam elas católico-romanas, espíritas, do candomblé, umbanda ou de qualquer outra religião que não a deles; desejam interferir na orientação sexual privada das pessoas “em nome de Deus”; fazem acusações levianas de que o movimento LGBT deseja acabar com as famílias; querem dominar o Ensino Religioso nas Escolas Públicas e, se conseguirem tomar o poder, não hesitarão em se infiltrar nas forças armadas utilizando o potencial bélico brasileiro para seus objetivos.

Sim, matarão se for preciso, invocando textos bíblicos, o “Deus guerreiro” do Antigo Testamento e seus exércitos sanguinários; sim, destruirão o “Cristo Redentor” e qualquer outro monumento de outra religião; sim, se tiverem pleno poder proibirão o carnaval, festas juninas, romarias marianas, terreiros de candomblé e exigirão conversão forçada a seu modelo de vida e à sua religião; o fundamentalismo que os inflama não terá qualquer restrição em proibir shows populares, biquínis nas praias e utilizarão armas químicas para fazer valer seus ideais. Viveremos um “talibã evangélico”, com homens com o mesmo olhar raivoso de malafaia, e gays internados em campos de concentração para que sejam “curados”.

Alguns dirão que estou exagerando. Porém, Malafaia disse ao microfone: “Nós declaramos que vamos tomar posse dos meios de comunicação, das redes de internet, do processo político, nós vamos fazer a diferença, vamos influenciar o Brasil com o evangelho de Jesus”.

Se permitimos que seu projeto vá à frante, preparem as burcas. Nosso futuro será sombrio.

Reverendo Carlos Eduardo Calvani é da Igreja Anglicana no Brasil

dica da Ana Claudia Paiva

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Viagens no tempo registradas na Bíblia?

VIAGEM NO TEMPO BIBLIA

Publicado por Hermes Fernandes

O texto que se segue é um exercício daquilo que chamo de “Ficção Teológica”. Não deve, portanto, ser tomado como doutrina. Apesar da coerência do que proponho aqui, não me atrevo a classificá-lo desta forma.

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“O que foi, isso é o que há de ser, e o que se fez, isso se tornará a fazer; nada há novo debaixo do sol”. Eclesiastes 1:9

A Bíblia é um livro cheio de histórias e personagens misteriosos. Entre eles, destacamos Melquisedeque e Elias. Ambos aparecem do nada, para depois desaparecerem súbita e misteriosamente.

De Melquisedeque se diz que era “rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, que saiu ao encontro de Abraão quando este regressava da matança dos reis, e o abençoou”. Seu nome significa “rei de justiça” “rei de paz”.

As Escrituras sempre relataram a genealogia de seus personagens, demonstrando com isso, que eram seres reais, que viveram em determinada época da História, e não seres míticos. Porém,  Melquisedeque aparece do nada, “sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias, nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus”. Como se não bastasse, lemos que ele “permanece sacerdote para sempre”. O escritor de Hebreus nos leva a considerar “quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu o dízimo”. E aqui, “sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior”. E ele arremata, afirmando que Melquisedeque é “aquele de quem se testifica que vive” .

Ora, diante de todas essas evidências, que alternativa temos, senão admitir que Melquisedeque é ninguém menos que o próprio Cristo? Alguns teólogos afirmam que Melquisedeque seria uma espécie de Teofania, uma manifestação de Cristo pré-encarnado. Ora, se isso fosse verdade, Melquisedeque não surgiria como um ser humano, de carne e osso, e sim, como um espírito.

Creio que Melquisedeque era o próprio Jesus, em carne e osso, trazendo conSigo o DNA de Maria, Sua mãe terrena. Aquele corpo que segurava o pão e o vinho oferecidos a Abraão, era o mesmo que segurou o pão e o vinho na noite da Santa Ceia. Como isso seria possível se todavia Jesus não havia encarnado? Ora, Jesus não encarnou mais de uma vez. Foi na Plenitude dos tempos que Ele Se fez carne, e habitou entre nós. Apesar disso, afirmo que foi com Cristo que o patriarca Abraão se encontrou naquele dia. Isso é testificado pelo próprio Jesus, ao declarar: “Vosso pai Abraão exultou por ver o meu dia; viu-o e alegrou-se”.

Se Melquisedeque é Cristo, e este só Se fez carne uma vez, logo, como se explicaria a aparição de Melquisedeque/Cristo como uma pessoa de carne e osso muitos séculos antes da encarnação? Seria apenas uma ilusão de ótica? Ou, quem sabe, uma espécie de holograma?

Creio que não!

Não poderia o Filho de Deus ter viajado no tempo, voltando dois mil anos, até os dias de Abraão, para apresentar-Se ao patriarca? A menos que não creiamos que para Ele tudo seja possível, isso me parece factível.

Investiguemos o caso de Elias.

Esse profeta excêntrico surge repentinamente na História, em um momento de grande crise espiritual em Israel.

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