Blogueira de beleza emagrece mais de 20kg com ajuda de videogame

Anny Ribeiro, no Extra

A blogueira engordou ao longo de 12 anos de casamento (foto: Arquivo pessoal)
A blogueira engordou ao longo de 12 anos de casamento (foto: Arquivo pessoal)

Jogar videogame não é sempre sinônimo de sedentarismo. Foi com a ajuda do brinquedo que Amanda Pila, de 35 anos, emagreceu mais de 20kg. Depois de engordar ao longo de 12 anos de casamento e chegar a pesar 84kg, a blogueira de beleza do Espírito Santo mudou também a sua alimentação e chegou aos 59kg.

– Quando casei, pesava 57kg. Fui engordando de forma gradativa, sem perceber. No fim do ano passado, eu me vi com 27kg a mais. Parei de comprar roupas quando meu manequim chegou a 46, mas já estava quase vestindo 48. Eu nunca deixei de fazer nada por ser gorda, mas minha frustração era não poder usufruir de tudo o que todos podiam, por causa do meu tamanho. Foi aí que resolvi parar de beber refrigerantes, que eu tomava todos os dias e, às vezes, mais de uma vez por dia. Só com isso eu emagreci 2kg em um mês, mas parei por aí. Então, no fim de dezembro, nas tradicionais promessas de ano novo, eu disse que emagrecer seria minha meta para 2014 – recorda Amanda, que hoje entra em um manequim 38 e usa tamanho P.

A reeducação alimentar da capixaba começou mesmo em fevereiro desse ano, quando pesava quase 82kg. Sua primeira atitude em busca de comer bem foi superar o fato de não gostar de cozinhar:

– Minhas opções de refeição sempre foram restaurantes ou fast foods, porque eu nunca gostei de preparar comida em casa. Eu era a pior pessoa para comer, mas comecei substituindo algumas coisas: arroz branco por integral, passei a consumir carnes mais magras e usar menos gordura na comida. Sabia que esse cuidado não existia em restaurantes. Não teve jeito, tive que começar a preparar a minha própria refeição e parei de rejeitar alimentos sem provar. Hoje, antes de dizer que não gosto, provo. De tanto as pessoas falarem, passei até a tomar o suco verde. Não acho uma delícia, mas bebo porque me faz bem – conta ela, que, para se forçar a não comer mais doce, cortou de vez o chocolate da lista de supermercado: – Tive que tirar de dentro da minha casa, senão não conseguiria tirar da minha vida.

A fase inicial do emagrecimento contou com exercícios de um jogo de videogame (foto: Arquivo pessoal)
A fase inicial do emagrecimento contou com exercícios de um jogo de videogame (foto: Arquivo pessoal)

Nos primeiros cinco meses de emagrecimento, Amanda eliminou 14kg só com força de vontade. Além de fazer dieta por conta própria, ela saiu do sedentarismo:

– No começo, fiz meus exercícios sozinha. Caminhava e corria na praia e fazia aulas de dança, de zumba e ginástica no videogame, em casa mesmo. Nesse período, a mudança foi grande: cheguei a não ser reconhecida por uma colega que eu não via há apenas um ano. Foi o acontecimento que mais me marcou.

Passada essa fase inicial, a blogueira passou a fazer acompanhamento nutricional e entrou para a academia. No entanto, um acidente doméstico quase atrapalhou a sua meta de chegar aos 60kg:

– Um mês depois que comecei a malhar, quebrei um dedo do pé em uma topada boba na geladeira. Tive que colocar gesso e ficar parada durante um mês e meio. Entrei em desespero, mas minha nutricionista pediu para eu manter a dieta normalmente, de olho nas quantidades que comia. Acabei perdendo mais peso: massa gorda e massa magra. Mesmo sem exercício, eu emagreci.

Após a alta pelo ortopedista, Amanda, que testa produtos de beleza e faz resenhas para seu blog, começa um novo momento.

– Meu próximo objetivo é perder mais gordura e fortalecer os músculos. Ainda tenho a pele flácida pois perdi muito peso em pouco tempo. A musculação vai deixar tudo forte e no lugar – almeja a blogueira, deixando no passado os quilos a mais e o videogame que ajudou a emagrecer.

Amanda Pila é a personagem da semana do Projeto Toda Extra, no Instagram (@TodaExtra). Ela foi escolhida porque usou a hashtag #projetotodaextra em seus posts de antes e depois. As leitoras que têm histórias de emagrecimento, sem cirurgias e remédios, também podem ter suas trajetórias contadas no Extra Online. Para isso, devem fazer como Amanda e usar a hashtag #projetotodaextra. No Instagram da Toda Extra também tem dicas de moda, beleza, boa forma e comportamento.

A capixaba quer eliminar a flacidez que adquiriu com o emagrecimento (foto: Arquivo Pessoal)
A capixaba quer eliminar a flacidez que adquiriu com o emagrecimento (foto: Arquivo Pessoal)

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Homem assassina o filho para poder jogar videogame

Cody Wygant sufocou bebê de 16 meses porque criança estava chorando

Cody Wygant, em foto divulgada pela polícia da Flórida (Reprodução/TV)
Cody Wygant, em foto divulgada pela polícia da Flórida (Reprodução/TV)

Publicado na Veja on-line

Um homem na Flórida, nos Estados Unidos, incomodado com o fato de o choro do filho de dezesseis meses não deixá-lo jogar videogame matou a criança, disse a polícia nesta sexta-feira. Cody Wygant, de 24 anos, foi preso na quinta-feira acusado de assassinato em terceiro grau, que na legislação americana significa que ele não planejou a morte. Wygant também foi acusado de negligência infantil com grande dano corporal, disse a porta-voz do gabinete do xerife do condado Citrus, Heather Yates.

Um juiz determinou a fiança em 100.000 dólares para Wygant, que é de Homosassa, cerca de 148 km a oeste de Orlando. Wygant contou a investigadores que estava tentando jogar jogos de Xbox on-line às 1h de quinta-feira e ficou frustrado com o fato de o filho Daymeon chorar incontrolavelmente, de acordo com o depoimento de prisão. “É inconcebível que um pai mate seu filho”, disse o xerife de Citrus, Jeff Dawsy, em comunicado.

Wygant disse que colocou a mão sobre a boca e nariz do bebê por três a quatro minutos até que a criança pareceu exausta e letárgica. Depois, ele colocou a criança em um cercadinho e cobriu-o da cabeça aos pés, com várias camadas de roupas de cama – impedindo a circulação de, disseram os investigadores. A namorada de Wygant, mãe da criança, não estava em casa no momento.

O acusado não verificou o bebê por cinco horas, informaram os investigadores. Nesse tempo, ele ficou jogando videogame e assistiu três episódios do programa de televisão Fringe. Quando ele foi olhar a criança, Daymeon  estava com um aspecto azulado e já estava morto.

A porta-voz do gabinete do xerife disse que Wygant estava desempregado e tinha recentemente se mudado da Califórnia para a Flórida. Segundo ela, Wygant tem uma ficha criminal extensa na Califórnia, incluindo crimes de invasão e estupro.

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CBF teria oferecido R$ 4 milhões para Lusa desistir de ações e jogar Série B

Héverton teria jogado de forma irregular (Foto: Marcos Bezerra / Futurapress)
Héverton teria jogado de forma irregular
(Foto: Marcos Bezerra / Futurapress)

Publicado no Globo Esporte

Um documento supostamente enviado pela CBF à Portuguesa é o novo ingrediente do imbróglio que envolve o Campeonato Brasileiro do ano passado. Segundo informações veiculadas no programa “Sportscenter”, da ESPN Brasil, a entidade teria oferecido um empréstimo de R$ 4 milhões ao clube para que ele desista de qualquer tentativa de alterar a decisão do STJD, que tirou quatro pontos pela escalação irregular do meia Héverton, e dispute a Série B.

Em uma das cláusulas do documento, a CBF determina dez datas para que a Lusa pague esse empréstimo somente no ano de 2015, em parcelas iguais de R$ 400 mil. Ou seja, sem juros. A entidade também trata o dinheiro como um adiantamento.

Ainda segundo a emissora, que exibiu o documento, a diretoria da Portuguesa não estaria disposta a aceitar a oferta. Em rápido contato com a reportagem do GloboEsporte.com, o presidente Ilídio Lico não quis comentar o assunto:

– Não confirmo e nem desminto, me desculpe.

Lico disse ainda que iria esperar uma posição do departamento jurídico. O diretor dessa área não atendeu às ligações da reportagem.

Dois dos tópicos do documento mostrado pela ESPN apontam:

- A Portuguesa renuncia de forma irrevogável e irretratável seu direito a questionar junto ao Poder Judiciário ou ao Tribunal Arbitral do Esporte (Suíça), obedecendo o que dispõe o § 2 do artigo 52 da Lei 9.615/98 (nota da Redação: Lei Pelé*), da decisão proferida pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva – STJD.

– A Portuguesa renuncia de forma irrevogável e irretratável ao direito de disputar o Campeonato Brasileiro da Série A de 2014, como qualquer decisão do Poder Judiciário ou qualquer outro Tribunal venha a lhe conceder esse direito por decisão de qualquer natureza, inclusive liminar, antecipação de tutela ou por decisão tramitada em julgado.

Entenda o caso

No fim do ano passado, o STJD tirou quatro pontos da Portuguesa e do Flamengo por terem escalado Héverton e André Santos em condições irregulares, contra Grêmio e Cruzeiro, respectivamente. Esse cenário salvou o Fluminense, que havia caído para a Série B, e rebaixou o clube paulista. Uma série de liminares em ações impetradas por torcedores tem alterado a classificação do campeonato e incomodado a CBF.

* Obs: o trecho da Lei Pelé a que se refere o texto do documento diz que “o recurso ao Poder Judiciário não prejudicará os efeitos desportivos validamente produzidos em consequência da decisão proferida pelos Tribunais de Justiça Desportiva”.

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Conheçam o “Bocejo”: o indicador do “mimimi” nos comentários em blogs

Publicado por Leonardo Sakamoto

Tenho dormido muito pouco ultimamente. Umas três horas por noite. Em parte, culpa minha, pois trabalho demais. Mas gosto de jogar parte da responsabilidade em um sabiá-laranjeira que, lá pelas 3h30, se põe a cantar loucamente na minha janela como se não houvesse amanhã. Canalha.

Como gosto de viver perigosamente, às vezes aproveito o silêncio da madrugada para dar uma espiada na área de comentários do meu blog. Vou de botina, porque – não raro – aquilo está uma lama.

Descobri, nessas andanças da madrugada por esse mundo selvagem, que algumas coisas me dão tanta preguiça que – veja só – me ajudam a pegar no sono. “Ah, que falta de respeito, com seus leitores! Só porque você não tem argumentos para contrapor a realidade irrefutável de que os médico cubanos são uma ameaça…” Viu! Não dá sono?

Criei um indicador: o “Bocejo”, que vai de um (menos sonolência) para três (mais sonolência). Não tem a ver com a gravidade da besteira proferida mas com o nível de sono que isso causa, levando em conta fatores como a repetição do argumento (sic), sua virulência, enfim. Para falar a verdade, não obedece a critério científico nenhum. Eu sei que não devia fazer cyberbullying em que faz cyberbullying, mas foi mais forte do que eu.

Usei exemplos tirados dos comentários e já comentados aqui.

(Para uma experiência mais próxima do real, sugiro a leitura sob a trilha de um sabiá-laranjeira.)

“Tá com dó? Leva para casa.”
Vem sempre seguido de algum preconceito contra crianças pobres, população em situação de rua, usuário de psicoativos, enfim.
Avaliação: 

“Para que libertar escravos se eles vão gastar o dinheiro que ganham com cachaça, muitos deles até cometer crimes”.
Liberdade, desde que vigiada.
Avaliação : 

 “Jogue o seu diploma no lixo.”
“Você é um mala.”
“Volta para o Japão!”
“Como os seus amigos te agüentam?”
“Cara, você tem cara de pirralho.”
“Dou como 95 por cento de chances que o seu problema é falta de mulher!”

No começo era divertido, mas o povo vai repetindo ataques pessoais. Tá chato. Fala criatividade na direita brasileira!
Avaliação: 

“Você não entende os desígnios de Deus e não dá a mínima para a vida.”
Realmente, não entendo. E tenho que confessar que missa me dá sono.
Avaliação: 

“Os negros continuam nessa situação hoje porque não quiseram trabalhar pesado ao serem libertados.”
É isso mesmo! Esses indolentes!
Avaliação: 


“Deus criou o homem para governar e a mulher para estar ao seu lado.”
“O marido tem direito a bater em sua mulher.”
“Lei Maria da Penha não deveria existir porque em briga de marido e mulher não se deve meter a colher.”

A maior parte dos comentários machistas são anônimos. Por que será?
Avaliação: 

“Esses sem-terra são um bando de vagabundos. Apanhar é pouco, deveriam matar mais alguns para que parem de atacar a propriedade alheia.”
É aquilo que falei nesta semana. Somos cães de guarda da injustiça social.
Avaliação: .

 “Trabalhei quando criança e isso formou meu caráter. Criança tem que trabalhar para não ficar fazendo arruaça na rua.”
“O trabalho liberta”, já dizia um portão por aí…
Avaliação: 

“Queria ver você ter um filho homossexual.”
Pode ser. Mas só vou ter tempo depois da Copa.
Avaliação: 

“Se você critica tanto São Paulo, seu fdp, porque não se muda daqui? Tenho orgulho de ser bandeirante, sou a locomotiva que puxa este país!”
“Em Bandeira ou Monção,/Doma os índios bravios,/Rompe a selva, abre minas, vara rios!” São Paulo tem hino, sabia?
Avaliação: 

 “Bandido bom é bandido morto”
Diga-me com quem andas que te direi quem és. Matar é a solução, porque pau que nasce torto não tem jeito, morre torto. E, na periferia, filho de peixe, peixinho é. Revidar é nosso direito, pois quem com ferro fere com ferro será ferido. Ou eles ou nós, pois o pior cego é aquele que não quer ver!
Avaliação: 

 “Você pensa assim porque um destes pulhas malditos ainda não estupraram sua mãe. Seja mais corajoso, pára de ficar escrevendo só o politicamente correto”
Brasil, o país da vitória da experiência individual sobre a necessidade coletiva, da emoção do momento sobre a racionalização necessária para que não nos devoremos a cada instante.
Avaliação: 

“Por que o país não acaba com essa merda de direitos humanos?”
Por que você não vai estudar? Quer uns livros?
Avaliação: 

“Pelas leis de Deus, há direitos dentro da relação e ninguém pode se intrometer nisso. Você não sabe o que levou o homem a determinado ato, então não se intrometa.”
Se você não é casado, faça-nos um favor, não case.
Avaliação: 

“Vi dois caras se beijando na rua e tive que me segurar para não partir para cima. Tenho nojo.”
Já saiu uma cura para homofobia, sabia?
Avaliação: 

“Há sim uma imposição gayzista no mundo. Se existe homens que querem largar o homossexualismo, o governo Dilma não deixa, agora, se um heterossexual quiser assumir ser gay, para os gayzistas, isso é um ‘direito humano’. Ou seja, é uma verdadeira hipocrisia esse movimento gay!”
Hannah Arendt remexe-se no túmulo.
Avaliação: 

“A natureza criou o homem com pênis e a mulher com vagina para se unirem e procriarem. Ninguém nasce pelo ânus para dizer que ânus é sexo.”
Descobriu isso sozinho ou leu num livro?
Avaliação: 

Sakamoto, o nível do teu ataque à família é tão baixo, mas tão baixo, mas tão baixo que coloca em dúvida o seu “doutoramento”. A questão não é julgar algo que não se escolhe, mas o problema é a campanha desmesurada pró-gay, como se isso fosse a salvação do mundo.
 Ataca-se tudo e a todos os que não são a favor da cultura gay. E isso é quê? Ditadura, talvez? Você é um monstro, que hoje se refestela na tua “criação”. Vai ter o dia que você vai se arrepender amargamente disso tudo. Fique com Deus.
Zzzzzzzzzz…

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