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Pastor faz ‘sermão de 1 minuto’ para ver jogo de futebol americano

Tim Christensen fez ‘versão abreviada’ para não perder partida.
Americano ‘perdoou’ todos os fiéis por seus pecados e disse ‘tô fora!’

Pastor Tim Christensen fez 'sermão de 1 minuto', abriu vestimenta para revelar camisa de time e disse 'tô fora!' (Foto: Reprodução/YouTube/YBuddy)

Pastor Tim Christensen fez ‘sermão de 1 minuto’, abriu vestimenta para revelar camisa de time e disse ‘tô fora!’ (Foto: Reprodução/YouTube/YBuddy)

Publicado no G1

Um pastor norte-americano de Montana, nos EUA, deixou os fiéis surpresos ao realizar um sermão de 1 minuto para que pudesse sair logo, e não perder uma partida de futebol americano do time San Francisco 49ers.

Assim que sobe no altar da igreja luterana Gold Hill , Tim Christensen anuncia que o sermão do dia seria um pouco diferente. “Vocês podem não saber, mas um jogo de futebol vai começar dentro de alguns instantes. Não que eu tenha algum interesse no jogo, mas acho que podemos ter uma espécie de serviço abreviado”, ironizou o pastor.

Em seguida, Christensen afirma que todos foram perdoados por seus pecados e que há “pão e vinho em cima da mesa”, convidando os fiéis a se servirem por conta própria.

Assim que termina de falar, em um sermão de pouco mais de um minuto, o pastor abre sua vestimenta e revela uma camiseta do San Francisco 49ers, que enfrentaria o Carolina Panthers naquele dia. “Tô fora!”, finalizou Tim em tom de brincadeira.

De acordo com o jornal “The Guardian”, a apresentação foi apenas uma brincadeira entre os frequentadores da igreja, e que a “versão completa” do sermão ocorreu logo após a partida, na qual o time do pastor foi o vencedor.

dica do Fernando Passarelli

Mario: a história obscura que você não sabia após ter zerado o jogo

Publicado no Zupi

Se você acredita que depois de salvar a princesa Peach, o reino dos cogumelos continuou com a sua rotina normal, engana-se. O ilustrador Anthony Jones criou a continuação da história que fez sucesso no mundo dos games. Acha que Bowser se deu mal e os irmãos bigodudos estão com tudo? Acho melhor você conferir abaixo a imagem e uma pequena descrição do rumo tomado por cada um dos personagens.

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Mario – Continua com a profissão de encanador e leva uma vida solitária, mas modesta. Ele mal consegue pagar o aluguel e a sua renda para pagá-lo vem da venda de uma droga chamada “Star”.

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Peach – Tornou-se uma atriz/modelo de sucesso e está chegando ao topo! Infelizmente a maioria de sua fama vem devido à ajuda do chege da máfia Bowser.

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Luigi – É o irmão de Mario. Eles começaram a trabalhar juntos no “negócio” das Stars até um dia Luigi virou um viciado. Mario consegue controlar o vício, diferente de seu irmão, que agora vem vivendo nas ruas perdido e confuso, esquecendo-se inclusive quem ele é e de onde vem

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Toad – Ele é, basicamente, a fonte de todas as conexões de drogas.

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Bowser –  É o chefe da máfia, é o responsável pelos crimes, drogas e corrupção no “Reino dos Cogumelos”. Ele também ajuda a atriz/modelo Peach a obter sucesso usando seu poder e riqueza. Quem não paga a Bowser é jogado no mar com botas de cimento.

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Wario – Tem um serviço de encanamento para tirar o seu maior concorrente, Mario, da jogada. Mas ele também recebe dinheiro de Bowser para os seus serviços de encanamento. Wario, no entanto, tem um plano para assumir o reinado de Bowser.

Igreja evangélica demoniza Cosme e Damião, mas vai distribuir guloseimas

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Publicado no Extra

Um grupo de evangélicos está tirando doce de criança com uma mão para dar com a outra. A troca acontece em pleno Dia de São Cosme e São Damião, comemorado em 27 de setembro na cultura popular. E dentro da igreja Projeto Vida Nova, na Vila da Penha, onde os pastores “convidam” mil meninas e meninos a entregar-lhes os saquinhos que conseguiram na rua para receber outros, “abençoados por Deus”.

- É apenas um convite. Só entrega os doces quem quer. Geralmente, os saquinhos são queimados, representando fim de todo o mal que, por ventura, foi direcionado às crianças – avisa o pastor Isael Teixeira.

Ele conta que geleia, pipoca doce, bananada e pirulito chegam às mãos de oito a dez mil crianças, nos 70 templos da unidade, ao lado de uma surpresa: a Bíblia. É para comer “orando”.

- A gente pede para trocar o doce abençoado (da igreja) pelo amaldiçoado. Nosso projeto é um meio de trazer as crianças (que não são evangélicas) para o bem, livrando-as do mal. Se a criança come doce (de rua), pode plantar uma semente dentro dela. Eles (outros religiosos) invocam os espíritos para que entrem nos doces – diz.

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A entrega dos sacos gospel é promovida na igreja há mais de 20 anos. Três deles com a presença da cabeleireira Raquel Cristo, de 36 anos, uma fiel convertida.

- Se alguém dá doce para meu filho na rua, eu até pego para não fazer desfeita. Mas depois jogo fora. Minha mãe foi espírita e nós vivíamos doentes. Ela fazia mesa de doces de Cosme e Damião e chamava sete crianças para comê-los. Hoje, acredito que a função disso era transferir a nossa doença para elas.

Para o presidente da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), babalaô Ivanir dos Santos, a ação evangélica “dá sentido a uma mentira”.

- Estão fazendo troca simbólica com as crianças porque, no fim das contas, também dão doces. Demonizar a fé de outra religião e ter um mesmo sentido, que é o doce, é um ato de intolerância. E isso, sim, é pecado.

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A vice-presidente do Movimento Umbanda do Amanhã (Muda), Marilena Mattos, concorda.

- Isso é um fiel retrato da intolerância religiosa. Eles estão mostrando que não aceitam a Umbanda como religião, pois estão denominando nossos rituais como sendo do mal – defende.

Outra casa de Deus onde também há entrega de doces é a católica Paróquia da Ressureição, no Arpoador. Mas algumas crianças atendidas lá ouviram que os saquinhos seriam do diabo.

- Algumas disseram que a professora falou isso. Esse fanatismo de alguns evangélicos pode nos levar a um extremismo. Incutem o medo nas crianças ao dizer que o doce é do diabo. E isso não é de Deus – diz o padre José Roberto Devellard.

Psicóloga especializada em crianças, Katia Campbell diz que as polêmicas religiosas não conseguem competir com o verdadeiro interesse dos pequenos.

- As crianças não entendem isso. Elas só querem o doce.

Intolerância assusta

Surpresa O padre José Roberto Devellard, da Paróquia da Ressurreição, no Arpoador, conta que ficou impressionado quando uma menina, sem saber quem ele é, lhe disse que os saquinhos de doce não são de Deus.

Um novo ciclo O pastor Isael Teixeira diz que a partir de amanhã pode ser aberto um ciclo de trabalhos em cima de crianças e jovens, já que São Cosme e São Damião são festejados pela igreja católica no dia 26; na Umbanda e no Candomblé, no dia 27, e na igreja ortodoxa em 1º de novembro.

Recado No lugar da foto dos santos gêmeos, o saco de doces do Projeto Vida Nova, na Vila da Penha, estampa a frase: “Jesus, o único protetor das crianças”.

Liberdade A troca de sacos de doce na igreja evangélica não é um ato de intolerância religiosa, afirma o pastor Isael Teixeira. “Temos a liberdade”, alerta.

Igualdade “Nossos doces são tão iguais ao dos pastores. Vamos à loja, compramos, enchemos os saquinhos e distribuímos às crianças. Não há nada que faça mal a elas. Respeitamos a distribuição de doces deles, mas repudiamos a troca dos saquinhos”, diz pai Renato de Obaluaê, presidente da Irmandade Religiosa de Cultura Afro-Brasileira.

Divergência “O problema não é dar doce, mas trocar os sacos”, opina o babalaô Ivanir dos Santos.

dica do Sidnei Carvalho

Você consegue identificar esta cena de filme?

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Publicado por Alexandre Inagaki

FilmWise é um site que se torna um vício imediato para qualquer cinéfilo e amante de cultura pop, graças a seus jogos de trivia. Ideia de dois amigos, Brian Kirk e Jim Balquist, que começaram a brincadeira a partir de uma simples pergunta: “Você consegue adivinhar a qual filme pertence esta cena?”.

O mais popular jogo criado pelo FilmWise é o Movie Invisibles, que desafia cinéfilos a reconhecerem um filme a partir de uma cena photoshopada na qual só é possível enxergar as roupas usadas por atores que aparecem tal qual o Griffin do livro de H. G. Wells.

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Santander e Itaú fazem “duelo” de rimas por cliente, que fecha com Bradesco

Publicado no Terra

Um consumidor resolveu fazer uma campanha no Twitter na quinta-feira para escolher seu próximo banco. Na disputa, convocou o Itaú e o Santander a atendenderem a uma solicitação: fazer uma boa rima para garantir a abertura da conta. Os dois bancos entraram no jogo e responderam com bom humor para conseguir o cliente.

“Santander é um Banco manero, bom lugar p/ poupar dinheiro. Aqui vc não perde nada, escolha sua conta combinada”, começou o Santander. “Você pode conhecer outros bancos e tem a opção de escolher, mas lembre que só o Itaú foi feito para você”, respondeu a outra instituição bancária. Na “tréplica”, o Santander afirmou no microblog. “Se é pra escolher, o Santander vai responder: Free, Flex, Light, Fit. Decida a que mais combina com você”.

Ao final da disputa, o consumidor respondeu que quem venceu a batalha de rimas foi “a internet inteira”, mas que ele abriria a conta no Bradesco, o banco que ainda não tinha aparecido na história. Ainda assim, o Santander agradeceu a interação com o potencial cliente.

Interação com o consumidor
O designer Vyktor Berriel, que fez a provocação aos bancos, afirmou que teve ideia da abordagem quando percebeu que os perfis institucionais no Twitter têm ficado mais “bobos e descontraídos”. “Resolvi fazer isso pra ver até onde eles iam. Eu propus a brincadeira achando que eles iam se ofender e pra minha surpresa os dois bancos começaram a rimar. Fiquei surpreendido com as respostas e o esforço dos responsáveis pela mídias sociais dos dois. Achei legal terem entrado na brincadeira”, comenta.

Ele afirmou que escolheu um favorito, mas prefere não divulgar. “Ainda estou no aguardo se algum outro queira participar da brincadeira e me impressionar”. Ele ficou surpreso com a repercussão da história, que até essa sexta tinha cerca de 600 compartilhamentos no Twitter.

“Eu não esperava que fosse repercutir dessa forma. Acho que é porque a imagem que todo mundo tem dos bancos são aqueles funcionários e gerentes de cara fechada e mal humorados. Quando você vê dois bancos concorrentes brincarem de batalha de rimas na internet, é de se espantar mesmo. Independente da brincadeira,acho que quem ganhou no fim das contas foi a internet”, diz.

Segundo Eduardo Tracanella, superintendente de marketing institucional do Itaú, o banco gostou da interação do cliente e buscou responder de uma forma mais próxima, ressaltando o “humor inteligente” da instituição que está presente nas redes sociais. “O banco responde no Twitter e nas outras redes sociais de forma mais próxima, sem perder a essência e sem perder a identidade. (…) As pessoas estão mudando muito e muito rápido e o que a gente percebe é que as marcas tem que seguir esse movimento”, comenta.

De acordo com Clau Duarte, superintendente executiva de comunicação externa do Santander a instituição monitora tudo o que é falado do banco nas redes sociais e busca interagir na mesma linguagem que as pessoas usam nesses meios. Esse contato com o consumidor também está em consonância com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (Sac). A resposta “rimada” no Twitter ontem foi uma conjunção dessa estratégia.

“O caso de ontem foi muito feliz, conseguimos mostrar proximidade com o consumidor e que somos uma marca legal com a qual os consumidores querem interagir. O número de pessoas que são “curtem” a marca nas redes só aumenta”, diz Clau.

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