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“Candy Crush” ultrapassa “Angry Birds” e se torna jogo mais popular do mundo

Game "Candy Crush"

Game “Candy Crush”

publicado no F5

O jogo “Candy Crush Saga”, que virou mania na internet e nos smartphones, acaba de alcançar o topo das listas de jogos mais populares no Facebook, na Apple Store e no iOS.

O “Candy Crush” ultrapassou o até então jogo mais popular do mundo, “Angry Birds”.

A empresa King, desenvolvedora do game, bateu a Zynga, criadora do “Farmville”, e é atualmente a mais popular empresa de games sociais. As informações são do site “Daily Mail”.

Sediada em Londres, a King já registra mais de 66 milhões de usuários no mundo inteiro, dos quais 15 milhões jogam “Candy Crush” diariamente.

Já a Zynga está atrás, com 52 milhões de usuários. No auge de sua popularidade, o “Farmville” teve 82 milhões de usuários jogando diariamente.

Desde o lançamento do Candy Crush, os usuários já passaram o total de 103 mil anos jogando e mais de 1 trilhão de doces foram esmagados.

O presidente da King, Riccardo Zacconi, atribui o sucesso do jogo à facilidade de o usuário entender como funciona. “É o passatempo perfeito”, elogiou, em entrevista ao “The Sun”.

Segundo Zacconi, mais de 90% dos jogadores que zeraram o Candy Crush nunca gastaram dinheiro com o jogo e conseguiram zerar sozinhos ou com a ajuda dos amigos.

 

Prédio em SP vira telão para obras de arte baseadas em games

Os games clássicos, como “Space Invaders” e “Pac-Man”, vão enfeitar a fachada do edifício da sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)

Foto: Divulgação/SESI-SP

Foto: Divulgação/SESI-SP

Publicado originalmente no Adrenaline

Os games clássicos, como “Space Invaders” e “Pac-Man”, vão enfeitar a fachada do edifício da sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista, a partir desta segunda-feira (25/03). O prédio também vai virar um grande telão, com 3 mil m², para que as pessoas disputem partidas em dupla.

A atração é a mostra de arte digital Play!, que reúne seis trabalhos de consagrados criadores de videogames, três interativas (ou seja, jogos executáveis) e três em vídeo. São eles: Alberto Zanella, Andrei Thomaz, Suzete Venturelli e as equipes Midialab-UnB (Brasil), Les Liens Invisibles (Itália), Lummo (Espanha) e Mark Essen (Estados Unidos).

As grandes imagens que serão visualizadas na fachada do prédio são criadas por 100 mil lâmpadas de LEDs, uma cadeia elétrica que possibilita a transmissão de até 4,3 bilhões de combinações de cores.

A exposição acontece entre os dias de 25/03 e 07/04. Das 20h às 22h, os visitantes podem conferir as experiências interativas. Até as 5h haverá exibição das obras visuais no edifício.

 

 

Chinês contrata ‘assassino virtual’ para derrotar filho viciado em games

Pai afirmou que objetivo era fazer com que rapaz procurasse emprego. Xiao Feng, de 23 anos, era derrotado toda vez que entrava para jogar.

Pai precisou contratar 'assassinos' para que filhofosse forçado a parar de jogar (Foto: Ng Han Guan/AP)

Pai precisou contratar ‘assassinos’ para que filho
fosse forçado a parar de jogar (Foto: Ng Han Guan/AP)

publicado no Planeta Bizarro

Morador da província de Shaanxi, na China, um pai estava cansado de pedir para que seu filho jogasse menos videogame e fosse atrás de um trabalho. Como não obteve sucesso na conversa, o homem decidiu contratar um “assassino virtual” para que derrotasse sem parar o filho.

Xiao Feng, de 23 anos, começou a perceber que era insistentemente vencido no jogo por pessoas muito mais fortes do que ele, e que não deixavam ele se divertir, de acordo com o jornal chinês “People’s Daily”. O jovem acabou descobrindo o plano do pai ao conversar com diversas pessoas na web, que contaram o objetivo de sua missão.

O pai, descrito como “bem intencionado” entre os amigos de Feng, afirmou que o objetivo inicial era que o rapaz perdesse o interesse no jogo, e achasse uma vocação. O filho já vinha apresentando problemas na escola por causa dos jogos, e não consegue se manter em nenhum emprego.

O jornal não especifica se Xiao finalmente arrumou um emprego ou se o pai do gamer parou de pagar os assassinos.

O aniversário de onze anos de Lucas

Lucas (Arquivo Pessoal)

Leonor Macedo, no Eneaotil

Filho,

não sei bem qual foi o momento em que eu me tornei uma mãe de pré-adolescente, mais pra adolescente do que pra pré. Sei que não foi no dia em que você me pediu uma Playboy, por pura curiosidade e sem a mínima ideia do que fazer com aquelas páginas. Ali, você ainda era criança.

Também não foi no momento em que você deixou de me pedir brinquedos de aniversário e passou a me pedir aparelhos eletrônicos caríssimos que fazem sangrar o bolso de qualquer mãe jornalista. Ali, era o você de sempre, ágil com botões, jogos e lógica.

Certamente, não foi naquele Dia das Crianças em que você quis os CDs dos Beatles porque, filho, você sempre gostou de Beatles. E basta o dia estar ruim para eu me lembrar de você cantarolando “All my loving” para tudo melhorar.

Muito menos foi aquela vez em que você saiu do banho sem toalha e eu vi (você vai querer me matar!) pêlos e mais pêlos, por todos os lugares, e fiquei absolutamente aterrorizada porque para ser mãe de adolescente é preciso estar preparada. A natureza te prepara para isso, Lucas, da seguinte forma: primeiro, nascem os nenéns fofinhos que só choram, cagam e dormem, mas são tão bonitinhos que não tem como não amá-los. E aí o amor só aumenta porque eles passam a andar e a falar coisas engraçadinhas, e quando já não cabe tanto amor dentro do peito, eles se tornaram adolescentes.

Então, não tem devolução, você já não consegue mais mandar para um orfanato porque, mesmo que o seu filho tenha se tornado um monstrinho (no seu caso, um pré-monstrinho), você já resolveu amá-lo incondicionalmente. Mesmo com todas as respostas atravessadas, e as portas batidas em dias de mau humor, e discussões infindáveis por besteira pura. Mesmo quando vem um três em Geografia na escola, e uma reclamação da professora de matemática por péssimo comportamento.

Filho, a cada dia em que você acorda um pouco mais adolescente, eu vejo como o meu amor é verdadeiro e me sinto preparada. Preparada para enfrentar o que eu fui para os meus pais e o que você tem me ensinado todos os dias desde que ganhou esse bigodinho ralo na cara é me colocar no lugar do outro. No seu lugar. E me lembrar de como eu era, e do que eu gostava, e do que minha mãe fazia e que me dava vontade de morrer.

Eu sei, filho, que, ainda que não tenhamos tanta diferença de idade assim, por muitas vezes eu farei coisas que te darão vontade de morrer. Falarei algo na frente dos seus amigos que te fará sentir vergonha, contarei alguma história para uma namoradinha que te deixará a fim de arrumar uma trouxa de roupa e sumir.

Lu, por muitas e muitas vezes você vai achar que gosta menos de mim, é inevitável. Você pode ler isso e ficar indignado, gritar e espernear que “isso nunca vai acontecer!” e me fazer aquele carinho desajeitado na cabeça com um olhar complacente que eu ganho sempre que me faço de vítima.  Mas nesse caso, filho, eu sei.

Eu me lembro de todas às vezes que culpei meus pais pela minha infelicidade na adolescência e pelos males do mundo. De todas às vezes que tive a certeza de que meus pais não tinham a menor ideia do que estavam fazendo quando me negavam ou me proibiam de algo. Como assim eu não podia ficar até às 4h da manhã na casa do fulano que eles sequer conheciam? Me lembro de todas às vezes em que senti raiva deles, quis fugir, quis xingá-los, e bati portas, bati o pé, gritei, chorei até desidratar, até dormir. “Isso não pode ser amor”, eu pensava. Nem de lá, nem de cá.

E aí veio você, Lu, no meio de tudo isso. No meio mesmo, porque, como você já sabe, eu ainda era uma adolescente quando engravidei. Eu pensei que meus pais fossem me escalpelar, me expulsar de casa. Se eu era proibida de passar as madrugadas na rua, rindo e falando besteiras sem sentido com meus amigos, tocando um violão desafinado debaixo da janela de algum azarado, que dirá engravidar?

Quando eu contei a eles, foi difícil, filho (e você já ouviu essa história). Mais gritos, mais choro, mais vontade de morrer, de sumir, de fugir. Depois, vieram um cafuné desajeitado e um sorriso complacente (você tem a quem puxar), um travesseirinho de presente, a companhia no seu pré-natal, o choro na maternidade, o apoio diário, o cuidado contigo nas madrugadas em que estava doente, todas as vezes em que te buscaram na escola, as merendas com as suas guloseimas preferidas. Porque o amor, Luquinhas, mesmo que a gente não consiga enxergá-lo, está lá.

Ele está lá não só quando você deita no colo e até o Globo Repórter de sexta à noite fica divertido. Não só quando você diz que me ama sem motivo, no meio do meu expediente por mensagem instantânea. Não só quando você canta comigo no caminho da escola e me surpreende por saber uma letra inteira do Cartola. O amor está lá também entre palavras malditas, entre tons exagerados, entre uma lágrima e outra. Está lá do seu lado no meio de um castigo, de um não intransigente, das exigências por dedicação aos estudos, e até no confisco da sua mesada quando você não me ajuda em nada. E sempre estará lá.

No seu aniversário de 11 anos, filho, o que eu desejo é que você passe exatamente por tudo o que eu passei (não tudo, por favor, use camisinha!). Nessa fase que já começou sem a gente nem se dar conta de quando, eu espero que você ria por qualquer besteira, sem nenhum motivo aparente. Que você conheça os melhores amigos para a vida toda, mesmo que perca o contato com eles no dia seguinte. Que você mate umas aulas sem o meu consentimento para ir até algum lugar absolutamente sem graça, só pelo prazer de me enfrentar. Que você vá para a praia com os amigos e ache que viveu a melhor viagem da sua vida. Que tome uns goles escondido e ache que fez a sua maior contravenção (mas para isso espera um pouquinho mais, ok?! Vamos evitar brigas). Que você passe da meia noite em uma festa, quando marcamos de você voltar às onze. Que você se apaixone todos os dias por uma menina diferente e que elas esmaguem o seu coração, para você achar que a vida vai acabar, mas só até amanhã, quando conhecer uma nova. Que você continue sendo feliz.

E, no meio de tudo isso, que você se lembre que te amo, mesmo você sendo um adolescente. E que se lembre de me amar um pouquinho mesmo quando achar que eu não mereça.

Feliz aniversário.

Sua mãe, incondicionalmente.

Sim. Chorei mesmo! Amor de mãe mais lindo do mundo ♥

Olimpíadas: fotos em múltipla exposição permitem ver os movimentos dos atletas

Foto obtida com múltipla exposição na esgrima feminina, na disputa entre a alemã Carolin Golubytskyi e a italiana Elisa Di Francisca (Foto: Fabrizio Bensch / Reuters)

Ricardo Setti, na Veja

Usando múltipla exposição, ou longa exposição, fotógrafos recriaram — com resultados surpreendentes e belos –lutas, jogos, apresentações e performances de atletas nas Olimpíadas de Londres, que terminam hoje.

As fotos permitem que se visualize cada lance, cada passo, cada golpe, cada movimento de uma só vez.

Confira:

A atleta britânica Zoe Smith compete no levantamento de peso para mulheres até 58 quilos (Foto: Laurence Griffiths / Getty Images)

A foto com múltipla exposição permite que se vejam as diversas fases do salto da ginasta britânica Katherine Driscoll (Foto: Brian Snyder / Reuters)

O ginasta russo Denis Ablyazin na barra horizontal (Foto: Mike Blakev / Reuters)

Performance de cheerleaders no intervalo da partida de basquete entre Brasil e Canadá (Foto: Mike Segar / Reuters)

A chinesa Wang Yihan contra sua compatriota Li Xuerui numa partida de badminton (Foto: Toru Hanai / Reuters)

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