Grupo dos EUA cria jogos satânicos em reação à distribuição de Bíblias

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André Barcinski, na Folha de S.Paulo

Democracia é isso. Depois que o condado de Orange, na Flórida, nos EUA, permitiu que um grupo cristão distribuísse Bíblias em escolas públicas da região, um grupo chamado O Templo Satânico exigiu o mesmo direito e planeja distribuir nas escolas um livrinho infantil intitulado “O Grande Livro de Atividades das Crianças Satânicas”.

O volume traz jogos, desenhos para colorir e brincadeiras, como um “ligue os pontos” que forma o desenho de um pentagrama de cabeça para baixo e um labirinto ligando um simpático menininho, Damian, e seu cãozinho, Cérbero, a um presente: o “Necronomicon”, o fictício “Livro dos Mortos” criado pelo escritor norte-americano H.P. Lovecraft (1890-1937).

O livro pode ser baixado gratuitamente aqui.

A notícia irritou grupos católicos, que inundaram o governo local de mensagens de protestos. Um dos diretores do sistema de ensino disse, porém, não ter recebido ainda um pedido formal de distribuição do material pelo Templo Satânico.

Já o porta-voz do Templo, Lucien Greaves, disse à Folha que o material está sendo revisado, e que a próxima audiência pública sobre o assunto será em janeiro de 2015.

“O condado de Orange não tem a liberdade de rejeitar nossa literatura, já que permitiram a distribuição de material cristão.”

Greaves disse que espera que os alunos gostem do livro. “Supomos que as crianças estejam muito curiosas para ver o nosso material. Devem estar bem entediadas com o material cristão, e provavelmente não são familiarizadas com literatura satanista”, afirma.

“Os pais certamente não vão gostar, mas deveriam direcionar sua revolta à direção das escolas, que permitiu a entrada de materiais religiosos em escolas públicas. Se não fosse por essas pessoas estúpidas e sem visão, nada disso estaria acontecendo.”

LIBERDADE

Jogada de marketing ou não, a estratégia do Templo Satânico parece dar certo. Dias atrás, em uma reunião do conselho diretor de escolas do condado de Orange, um diretor sugeriu que todo o material religioso, de qualquer tipo, fosse banido do sistema público de ensino.

“Nossa missão é lembrar ao mundo que liberdade religiosa é a liberdade de praticar qualquer religião, e que o governo, se quiser respeitar tal liberdade, deve se manter neutro, sem mostrar preferência por nenhuma denominação, seita ou ponto de vista”, disse Greaves.

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Mãe cria aplicativo que obriga filhos a atenderem telefonemas dos pais

Caso não respondam aos chamados, crianças têm o celular bloqueado

Sharon Standifird decidiu criar o aplicativo depois de filhos ignorarem suas ligações (foto: Reprodução/ABC)
Sharon Standifird decidiu criar o aplicativo depois de filhos ignorarem suas ligações (foto: Reprodução/ABC)

Publicado em O Globo

Cansada de ter seus telefonemas ignorados pelos filhos, a americana Sharon Standifird resolveu agir. Em vez de dar broncas ou ameaçar com castigos e punições, ela inovou: criou um aplicativo que obriga as crianças a atenderem ou responderem as chamadas. Chamado Ignore No More, o app bloqueia o aparelho remotamente se o filho resolver ignorar os chamados dos pais.

“Quando você bloqueia o telefone dos seus filhos com Ignore No More, eles só têm duas opções: podem ligar de volta ou chamar um número de emergência. Sem telefonemas para amigos, mensagens de texto, sem jogos, até que te liguem de volta”, explica o site do aplicativo.

Bradley, porta-voz da empresa e filho adolescente de Sharon, deu sua opinião sobre o aplicativo criado pela sua mãe:

– Eu pensei que era uma boa ideia, mas para as outras pessoas, não para mim – disse, em entrevista à emissora CBS.

Disponível para Android, o aplicativo custa R$ 4,51 no Brasil. Segundo a descrição, é “virtualmente impossível” que a criança desabilite o programa do smartphone.

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Jogar videogame diariamente faz bem a crianças e adolescentes, diz estudo

Jogos como "Minecraft" estão entre os favoritos dos jovens e crianças
Jogos como “Minecraft” estão entre os favoritos dos jovens e crianças

Publicado no UOL

Crianças e adolescentes que jogam videogame menos de uma hora por dia, em dias de semana, são “melhor ajustadas” do que as que não jogam videogame, aponta um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra.

A universidade realizou um estudo com 5 mil jovens entre 10 e 15 anos de idade, onde 75% deles jogam videogame todos os dias. A pesquisa observou como os jovens socializam com seus pares, se eles ajudam outros com frequência e o grau de satisfação deles com suas vidas.

Comparados com outros grupos, os jovens ‘gamers’ que jogam menos de uma hora por dia sofriam menos com hiperatividade e problemas emocionais, além de informarem estar mais satisfeitos de forma geral.

“Pouco envolvimento [com jogos] foi associado com maior satisfação pessoal, comportamento pro-social e menos exteriorização ou internalização de problemas”, explicou o Dr. Andrew Przybylski, que conduziu o estudo. “Esse foi o resultado oposto do encontrado em [jovens com] altos níveis de jogatina”.

“Nenhum efeito foi observado em níveis moderados de jogo quando comparados a jovens que não jogam nada”.

“Estar envolvido com videogames pode dar uma linguagem em comum para as crianças”, disse Pryzbylski ao canal britânico BBC. “E para alguém que não faz parte dessa conversa, isso pode acabar deixando o jovem de fora”.

Benefícios dos games

O estudo da Universidade de Oxford é a mais recente pesquisa que aponta os benefícios de jogar videogame. Outros projetos concluíram que os jogos podem aumentar o tamanho do cérebro, afetar a percepção e o comportamento e aprimorar a atividade cerebral.

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18 coisas que você tem feito errado toda a sua vida

Publicado no BuzzFeed

1. Jogar Monopoly.

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As regras são bem explícitas: Se você parar numa propriedade, pode comprá-la. Se você decidir não comprar, a propriedade pode ser leiloada a todos os outros jogadores.
O lance pode começar com qualquer valor. Jogar por estas regras encurta dramaticamente o jogo, e o torna significativamente menos irritante.

2. Comer biscoitos digestivos de chocolate.

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O CHOCOLATE ESTÁ EMBAIXO.

3. Comer asas de frango.

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Se você pegar os dois ossos (o menor primeiro), torcer e puxá-los, você terá uma asa de frango desossada – algo glorioso de fato.

4. Cortar bolo.

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Na realidade, você deve cortar o bolo do meio para fora, se quer que ele fique fresco.
#alucinado.

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5. Tirar a camiseta.

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Sim, você pode fazer isso com uma mão. É fácil assim.

6. Comer Tic Tacs.

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Deixe o sulco da tampa fazer a sua mágica e tire um de cada vez.

7. Descascar uma manga.

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Tudo que você precisa é de um copo resistente e um pouco de coordenação.

8. Descascar uma banana.

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Abra-a na outra ponta para evitar que ela se divida e fique amassada enquanto você tenta abri-la.

9. Comer Toblerone.

Apenas quebre-o para trás num movimento fácil.

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10.
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11. Guardar suas camisetas.

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Coloque-as de lado e você poderá ver exatamente o que tem e não vai bagunçar toda a gaveta.

12. Usar livro de receitas.

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É só fazer uma tatuagem temporária.

13. Levar seu celular para a praia.

Não há necessidade de capas caras à prova d’agua.

14. Comprar lâminas de barbear.

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Tudo que você precisa fazer é afiar sua lâmina atual usando um par de calças jeans.

15. Cortar tomates.

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Coloque-os entre dois pratos e corte pelo vão, usando uma faca afiada para evitar uma sujeira.

16. Guardar as chaves.

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É só usar o Lego.

17. Cozinhar ovos.

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18. Pedalar de saia.

Use um elástico e uma moeda para manter a saia no lugar.

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Equipes que não podiam fazer sexo já caíram fora da Copa do Mundo

Técnico da seleção mexicana, durante entrevista.
Técnico da seleção mexicana, durante entrevista.

Natasha Romanzoti, no HypeScience

Sexo e esportes = polêmica.

Existe uma noção de que fazer sexo antes de uma partida importante pode distrair ou atrapalhar o jogador de alguma maneira. Mas o que a ciência tem a dizer sobre isso?

Que essa afirmação não tem embasamento. Calma, não estamos falando que sexo antes do jogo ajuda; estamos falando que não sabemos.

Mas, se a teoria nos diz muito pouco, a prática conta uma história diferente: fazer sexo não parece ser uma coisa ruim para competidores durante torneios importantes – pelo menos não foi para os times disputando o mundial de futebol.

O que sabemos

De acordo com a pesquisadora Terri D. Fisher, as pesquisas sobre a relação entre o prazer sexual e o desempenho atlético não são conclusivas. No entanto, muito do que é falado sobre essa relação não passa de boatos infundados.

“Todas as equipes com políticas anti-sexo na Copa do Mundo foram eliminadas. Grande parte de tudo o que os treinadores pensam que sabem sobre a relação entre a liberação sexual e desempenho atlético é mito”, explica Terri.

As equipes que proibiram totalmente o sexo durante a competição foram Rússia, Bósnia Herzegovina, Chile e México. A maioria liberou totalmente a atividade sexual. Quatro equipes impuseram condições, incluindo o Brasil: o técnico Felipão disse que seus comandados podiam fazer sexo, mas não “acrobático” – brasileiros estão proibidos de inventar novas posições para evitar lesões. Outra curiosidade é a equipe da Costa Rica, que só podia fazer sexo se passasse para a segunda fase. Isso que é motivação!

De acordo com ela, o que (a pouca) pesquisa científica feita sugere é que a atividade sexual antes de um jogo pode ser útil se resultar em relaxamento e uma boa noite de sono.

Além do aspecto psicológico, testes fisiológicos afirmam que atletas não perdem força ou resistência dos músculos quando fazem sexo antes de competirem. Não há efeitos significantes em potência aeróbica, pulso, oxigenação ou pressão sanguínea.

O problema é que também não podemos dizer claramente que fazer sexo ajuda o desempenho atlético.

Fisher especula que a pesquisa é escassa porque as pessoas apenas analisam o sexo como uma atividade divertida que relaxa as pessoas, em vez de pensar no sexo como uma atividade possivelmente ruim, assustadora, que poderia dar às pessoas uma doença.

Ok, temos que admitir que, cientificamente falando, não dá para dizer que sexo é recomendado a atletas antes de competições. Mas, se levarmos em conta somente a pequena amostra da Copa do Mundo, há definitivamente uma correlação entre falta de sexo e derrota. [Jezebel, Band]

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