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Impressionante – Quinteto resume a evolução da música em 4 minutos

Ptxblacknwhite

Publicado originalmente na Galileu

Em menos de 5 minutos, um quinteto que usa só sons produzidos vocalmente, resume a evolução da música, desde um cântico do século 11, passando pelo Canon de Pachelbel até Michael Jackson e hits atuais de Rihanna e Justin Bieber.

O quinteto, grupo conhecido como Pentatonix, é famoso por sua impressionante técnica vocal. Eles foram campeões do programa americano The Sing-Off, em 2011. Para acompanhar os vídeos que eles divulgam no YouTube, basta ficar ligado em seu site aqui.

Lista de músicas

11th century-
Salve Regina

1600s-
Canon in D – Pachelbel

1800s-
Symphony No. 5 – Beethoven

1910s-
Danny Boy – Frederic Weatherly

1920s-
Old Man River – Jerome Kern & Oscar Hammerstein II

1930s-
Minnie The Moocher – Cab Calloway

1940s-
Boogie Woogie Bugle Boy – The Andrew Sisters

1950s-
I Walk The Line – Johnny Cash
La Bamba – Ritchie Valens

1960s-
Stand By Me – Ben E King
Barbara Ann – Beach Boys
I Want To Hold Your Hand – The Beatles
Respect – Aretha Franklin

1970s-
ABC – Jackson 5
Bohemian Rhapsody – Queen

1980s-
Celebration – Kool & The Gang
Don’t Stop Believin’ – Journey
Thriller – Michael Jackson

1990s-
Can’t Touch This – MC Hammer
…Baby One More Time – Britney Spears
Say My Name – Destiny’s Child
I Want It That Way – The Backstreet Boys

2000s
Hey Ya! – Outkast
Drop it Like Its Hot – Snoop Dogg
Crazy – Gnarls Barkley
Hips Don’t Lie – Shakira
Single Ladies – Beyoncé
I Kissed A Girl – Katy Perry
Bad Romance – Lady Gaga
I Gotta Feelin – Black Eyed Peas

2010s-
Baby – Justin Bieber
We Found Love – Rihanna
Some Nights – Fun.
Somebody That I Used To Know – Gotye
Gangnam Style – Psy
Call Me Maybe – Carly Rae Jepsen

Arrangement by Pentatonix and Ben Bram

dica do Nietzsche Ribeiro Robson

Justin Bieber é criticado por dizer que Anne Frank poderia ser uma ‘belieber’

Cantor adolescente foi ao museu na Holanda dedicado à memória de Frank. No livro de dedicatórias, Bieber escreveu que ela poderia ter sido fã dele.

(Foto: AP/Globo News)

(Foto: AP/Globo News)

Publicado originalmente no G1

O pop star adolescente Justin Bieber virou alvo nas mídias sociais após dizer que Anne Frank poderia ser uma “belieber”, nome pelo qual chama suas fãs.

A polémica começou após o museu Anne Frank House relatar que Bieber escreveu no livro de visitas da entidade esperar que a jovem vítima do Holocausto fosse uma “belieber”.

A entidade comunicou, por meio de seu perfil no Facebook, neste sábado (13) que Bieber havia visitado o museu na noite anterior e passado mais de uma hora, acompanhado de um grupo de amigos e guardas. Os fãs esperavam o astro do lado de fora por “um vislumbre dele”.

“Em nosso livro de visitas, ele escreveu: ‘Verdadeiramente inspirador poder vir aqui. Anne era uma grande menina. Esperançosamente ela teria sido uma belieber’”, disse o museu em sua publicação no Facebook.

A frase escrita no livro de visitas gerou centenas de comentários na rede social de pessoas reagindo negativamente à escolha de palavras de Bieber.

“Anne Frank uma belieber? Essa é de longe uma das coisas mais egoístas que eu já li, tipo sempre”, escreveu a usuária do Facebook, Tania Saez Pinto.

Comentaristas da mídia também se juntaram à polêmica. Scott Simon, apresentador da Rádio Pública Nacional dos EUA, disse no Twitter: “Anne seria sábia o suficiente para apenas rir”.

Um representante de Bieber não retornou as ligações ou um e-mail neste domingo a respeito da controvérsia sobre seu comentário no livro de visitas.

Anne Frank, que morreu aos 15 anos no campo de concentração de Bergen-Belsen em 1945, é uma das mais notórias vítimas judias do Holocausto.

Leitores em todo o mundo leram seu diário, publicado em 1947, e detalha privações e triunfos pessoais que ela e sua família passaram no tempo em que se esconderam da ocupação nazista na Holanda.

 

Como invocar Satã usando Justin Bieber

Por Viviane Werneck, no Blogs Pop

NJustinSantanCapaAntes de tudo, acalmem-se! Não vamos começar a ensinar magia negra por aqui. No entanto, é melhor vocês terem cuidado com esse cara aí…

Logo nas páginas iniciais da recente edição do quadrinho Abe Sapien: Dark And Terrible (volume 1), publicada pela editora Dark Horse, um homem desconhecido (mas visivelmente perturbado) começa um ritual demoníaco, entoando alguma espécie de prece e arrumando as oferendas.

NJustinSantanMeioAgora vem a parte curiosa: uma dessas “oferendas” é uma camiseta com a imagem de um jovem rapaz de franja, capuz na cabeça e chamado Justin! É claro que provavelmente não é a imagem do ídolo teen Justin Bieber, mas convenhamos… Quem pensou nisso certamente estava a fim de tirar um sarro.

Bem… Adivinha quem o homem perturbado invocou com a suposta camiseta do cantor canadense?

NJustinSantanMeioFino

Me deixe em paz

Arte de Paula Modersohn-Becker

Arte de Paula Modersohn-Becker

Publicado por Fabrício Carpinejar

Meu filho foge das fotografias.

É alguém alçar o celular para o alto e ele se esconde debaixo de colunas e cortinas. Não aguenta máquinas por perto.

Não me chateio, não obrigo que ele mude de ideia, nem lamento a desistência precoce da vida pública.

Ele não está doente, tampouco é timidez. Não colocarei Vicente em terapeuta para resolver sua retração. Não vou ofendê-lo de bicho de mato e constrangê-lo entre os amigos.

O nome do que sente é estresse. Uma postura defensiva extremamente sadia. Ele está farto de flash, de olhar para cá e ser feliz.

Bombardeamos nossos filhos com a facilidade de imagem. Exageremos na dose. Eles enjoaram, cansaram, taparam a câmera com a mão.

É Instagram. É Facebook. É Twitter. É Tumblr. Temos que alimentar diariamente os demônios das redes e eles são nossas vítimas prediletas.

Vicente entrava no ônibus da escola: foto! Vicente almoçava: foto! Vicente jogava futebol: foto! Vicente bocejava: foto! Vicente pulava na piscina: foto! Vicente chorava bonito: foto!

Coitado. Aos 11 anos, ele tem um acervo fotográfico do tamanho do de Justin Bieber. Desde o nascimento, são centenas de fotos minuto a minuto de sua existência. Não diria que ele possui um álbum, mas já uma fotobiografia.

Minha infância foi de plebeu, com 50 fotos no máximo, todas com roupas de domingo e ao lado dos irmãos. A infância do Vicente é de imperador, uma muralha da China de poses.

Os pais se transformaram em paparazzi alucinados e loucos para demonstrar seu amor digital. Montam guarda nas janelas. Realizam vigília nas portas do banheiro e do quarto.

Encantados com os aparelhos modernos e as versões anuais de Android e iPhone, perderam o pudor e o senso de medida. Seguem seus pequenos nas cenas mais recatadas e pessoais para obter o clique diferenciado, que ficará um luxo com o uso dos filtros.

Não é brincadeira. Subtraímos a privacidade das crianças. Hoje, estão expostas como atores e atrizes mirins, empurradas precocemente para a ribalta. Tudo é festa. Tudo é mostrado.

Os meninos e as meninas não têm sossego. Não podem nos olhar com cara engraçada. Não podem inventar de nos abraçar longamente. Um instante de bobeira, e seus familiares aproveitam o registro para pôr na web.

Vicente rejeita luzes. Ele pede:

– Me deixe crescer em paz.

Bem que ele faz.

“Era como ouvir Justin Bieber”, diz Caetano Veloso sobre álbum de estreia dos Beatles


 

Publicado por UOL

“Revolucionários”, “simplórios”, “diferentes”, “apaixonantes”… Cinquenta anos após o lançamento de “Please, Please Me”, primeiro álbum dos Beatles, artistas consagrados da música brasileira ainda divergem quando tentam explicar ao UOL o que sentiram ao ouvir pela primeira vez as músicas do quarteto de Liverpool.


 


 


 

“Ninguém sabia que ia virar esse fenômeno, mas chamou logo a atenção, porque era uma música rápida, uma música fácil, e era diferente”, recorda o cantor romântico Odair José no primeiro vídeo da série “Especial Beatles – 50 Anos de Beatlemania”, que o UOL começa a publicar nesta sexta-feira (15).

Dividida em quatro edições, a série mostra ainda a banda cover ZoomBeatles interpretando o álbum “Please, Please Me” na íntegra, com instrumentos e equipamentos de época para reproduzir a sonoridade original de 1963.

“Cara, em 1963, quando os Beatles apareceram e eu ouvi as primeiras vezes, era como hoje a pessoa ouvir Justin Bieber. Não era mais do que isso”, lembra Caetano Veloso. “Achei bonitinhas as canções, um negócio meio simplório assim, porque, veja bem, eu gostava do [jazzista] Thelonious Monk!”

Além de Caetano, o primeiro episódio traz depoimentos de Ronnie Von, Cauby Peixoto, Ritchie, Renato Barros (do grupo Renato & Seus Blue Caps) e Lilian Knapp (da dupla Leno & Lilian), que resume a sensação que teve ao botar o primeiro disco da vitrola: “Fiquei apaixonada. Foi amor à primeira vista.”

A série em vídeo foi gravada em HD e presta uma homenagem ao célebre “Rooftop Concert”, clássico show dos Beatles gravado no telhado da gravadora Apple, em Londres. As datas de lançamento são:

15/03 – Parte 1: Impacto
18/03 – Parte 2: Influências
20/03 – Parte 3: Beatlemania
22/03 – Parte 4: Legado

“Especial Beatles – 50 Anos de Beatlemania” – Making Of

“Please, Please Me”
Lançado em 22 de março de 1963, “Please, Please Me” surgiu na sequência do sucesso do single homônimo, o primeiro dos Beatles a alcançar o primeiro lugar nas paradas britânicas. Era o início oficial da chamada beatlemania.

Gravado e mixado ao vivo nos estúdios Abbey Road em menos de 10 horas, “Please, Please Me” traz clássicos como “I Saw Her Standing There”, “Love Me Do”, “Do You Want To Know a Secret”, “Twist And Shout” e a faixa-título. Como todos os álbuns de estúdio da banda, chegou ao primeiro lugar das paradas logo após o lançamento.

Sob o comando do produtor George Martin, a gravação procurou reproduzir a sonoridade dos shows dos Beatles no lendário Cavern Club, em Liverpool. As faixas misturavam algumas das melhores composições de Lennon & McCartney e covers que ilustravam bem as influências que guiavam a banda na época.

dica do Rogério Moreira