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Tatiele Polyana comete gafe e Faustão se irrita com ex-BBB

Publicado no Terra

Tatiele Polyana participou do Domingão do Faustão, neste domingo (30), e opinou sobre sua eliminação no BBB 14. Ao falar sobre os planos para o futuro, cometeu uma gafe que desagradou Fausto Silva. “Tenho recebido bastante propostas de trabalho. Vou trabalhar bastante. Mas, se nada der certo, viro bailarina”, disse.

“Mas você já está velha para isso. Para ser bailarina, precisa começar desde cedo. Olha, não é assim, não. As bailarinas tem que estudar bastante. Fala aí, Carol Nakamura, conta para ela”, disse. “É. Poxa, Poly! Eu tinha dito que gostava tanto de você. A gente estuda muito, ensaia muito. Para se formar, são nove anos”, disse. “Não, eu sei. Mas eu estudei. Fiz jazz e tal”, tentou consertar a moça.

Assim que Tatiele deixou o palco, ele disse: “ela pode estar nervosa, mas ser bailarina não é mole, não”, afirmou. Depois de apresentar um quadro de merchandasing, Faustão voltou no assunto, ainda inconformado.”Aí a outra vem aqui e fala das bailarinas. Elas dançam 4 horas e ensaiam 5 dias por semana”, completou.

Burrice

Durante sua participação, um rapaz da plateia questionou se Tatiele não se incomodou com a fama de “loira burra” com que ficou, devido aos seus constantes erros de português no reality show.

“Não me considero burra. É só o meu português que não é correto. Sou brincalhona, não tentei disfarçar. Uma hora as máscaras caem. Eu não ia dar uma de intelectual, se não sou. Se quiser me chamar de burra, que chame. Pra mim, indiferente”, disse.

faustaotatieledica do Weuller Rogerio

Ana Maria Braga é atropelada em programa ao vivo e vira hit na web

Reprodução/TV Globo

Reprodução/TV Globo

Publicado originalmente no MSN

Ana Maria Braga passou por apuros durante o programa “Mais Você”, desta segunda-feira (22).

A apresentadora levou um tombo daqueles ao ser atingida pela porta de um carro automático que estava sendo testado na área externa do Projac.

Tudo começou quando Ana Maria pilotou o veículo no início da atração. Até aí, tudo correu bem.

Depois, com o carro já estacionado, a apresentadora conversou com alguns especialistas e comentou sobre as curiosidades do veículo automatizado.

No entanto, por um descuido, o carro começou a andar sozinho para trás, atingindo parte da produção do programa e a apresentadora, que estava próxima da porta do veículo.

“Segura, segura, gente!”, disse ela, já caída no chão.

Logo após o susto, Ana Maria se levantou com a ajuda da produção, mas precisou chamar o intervalo para se recompor.

De volta à transmissão, Louro José precisou seguir a atração matinal sem a loira.

“A Ana Maria já volta, ela está bem, foi um tombão, mas ela já volta. E vamos rir um pouco para passar o susto!”, disse ele, exibindo alguns VTs genéricos da atração.

A gafe foi parar no Trending Topics do Twitter.

Logo que voltou a comandar o “Mais Você”, Ana Maria Braga afirmou que tudo não passou de um acidente.

 

gif: Morri de Sunga Branca

dica do Gerson Peçanha

7 lendas urbanas brasileiras (em que você já acreditou)

Publicado originalmente no Bhaz

É bem provável que você tenha escutado uma ou duas histórias de terror na vizinhança – uma loira misteriosa (e assombrada) que vive no banheiro da escola, aquele seu disco favorito que, na verdade, esconde uma mensagem do diabo ou um homem assustador que leva embora criancinhas que se comportam mal. Para você ficar mais tranquilo, a SUPER preparou uma lista com 7 lendas urbanas brasileiras que não passam de histórias pra boi dormir – ou será que não?

1. As facas escondidas nos bonecos do Fofão

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Ninguém conseguia resistir ao charme das bochechas avantajadas do (aparentemente) inocente alienígena vindo do planeta Fofolândia. Fofão, personagem vivido na telinha por Orival Pessini, fez tanto sucesso ao lado da turma do Balão Mágico, no início da década de 80, que ganhou seu próprio programa na Rede Bandeirantes em 1986. Não muito tempo depois, ganhou também um boneco feito à sua imagem e semelhança, que virou febre entre a criançada – pelo menos, até inspirar uma lenda urbana pra lá de macabra. Dizia-se por aí que o recheio do brinquedo não era tão fofinho assim: quem abrisse sua barriga encontraria dentro do boneco uma faca negra. Pacto com o diabo era a explicação mais popular – e até a semelhança entre Fofão e Chucky, o brinquedo assassino, foi apontada. Quem já estripou o boneco garante que a “coluna vertebral” do Fofão era mesmo feita com um objeto pontudo. Será?

2. Xuxa e seu pacto com o demo

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Nada de “doce, doce, doce, a vida é um doce, vida é mel” – dizia-se que “sangue, sangue, sangue” era o refrão lado B da canção Doce Mel, um dos hits da rainha dos baixinhos. Na década de 80, teorias conspiratórias ligavam Xuxa ao diabo (só isso explicaria sua ascensão ao estrelato, aparentemente) e garantiam que seus discos escondiam mensagens satânicas. Para ouvir o refrão “alternativo”, era só girar o LP do álbum Xou da Xuxa no sentido anti-horário. Como se não bastassem as supostas mensagens subliminares escondidas em suas músicas, as bonecas da Xuxa também faziam parte da polêmica: reza a lenda que os brinquedos ganhavam vida durante a noite e assassinavam suas donas.

3. Chupa-cabra

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Apesar de as histórias sobre esta temível criatura terem começado em Porto Rico, não faltaram relatos para tornar a lenda popular (e assustadora) no Brasil durante os anos 1990. Tudo começou em 1995, quando foram descobertas oito cabras mortas com dentadas no pescoço e sangue completamente drenado. Mais de 150 casos semelhantes foram registrados até agosto daquele ano. Em dezembro, o número de animais mortos nestas circunstâncias já ultrapassava a marca de 1 mil. Razão suficiente para dar início à lenda sobre uma criatura semelhante a um morcego. Existem até testemunhas que garantem já terem avistado esse tal vampiro das Américas.

4. A loira do banheiro

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Uma lenda urbana com um fundinho de lição de moral. Você com certeza já ouviu a história da loira do banheiro. Reza a lenda que uma jovem e bela menina matava aulas no banheiro da escola e seu castigo foi mais do que pegar recuperação. As versões sobre a sua morte divergem: alguns dizem que a pobre garota escorregou e bateu a cabeça, outros afirmam que ela teria se suicidado ou, até mesmo, sido assassinada. Inconformada com a morte prematura, ela passou a assombrar os banheiros da escola, e não faltam relatos de estudantes que juram ter visto uma versão brasileira da Murta que Geme perambulando entre as privadas. Nada de matar aula no banheiro, crianças.

5. Homem do saco

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Nada melhor para educar filhos que contar uma história que vai matá-los de medo, diz a sabedoria popular. E se a lição do dia é sobre obediência, a história do homem do saco é uma boa pedida. Segundo a lenda, um velho assustador que perambula pelas ruas sequestra crianças que saem de casa sem a companhia de um adulto. Outra versão da história (ainda mais cruel com os pequenos), é que o Homem do Saco faria o trabalho inverso ao do bom velhinho: ao invés de visitar as crianças boazinhas e deixar presentes, como o Papai Noel, o velho malvado visitaria apenas os desobedientes e os levaria embora dentro de seu saco.

6. A Gangue do Palhaço

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Tudo começou quando o Notícias Populares, jornal que circulou em São Paulo entre os anos de 1963 e 2001, retomou na série “Crimes que abalaram o mundo”, publicada na década de 1990, a história de um palhaço que assassinou dezenas de criancinhas nos EUA nos anos 1960. Não demorou muito para que tivesse início um boato sobre a chamada “Gangue do Palhaço”, atuante na região metropolitana da maior capital brasileira. Como quem conta um ponto sempre aumenta alguns pontinhos, logo a lenda se tornou tão detalhada que parecia até verdade: dizia-se que o grupo de criminosos era liderado por um palhaço da cidade de Osasco que roubava órgãos em uma Kombi azul.

7. Bebê-diabo

bebe-diabo

Novamente o Notícias Populares. No dia 11 de maio de 1975, a capa do jornal estampava a manchete “Nasce o bebê diabo”. A lenda, um produto do próprio jornalismo, surgiu desprentensiosamente: o jornalista Marco Antônio Montadon resolveu escrever uma crônica de horror inspirada no (nem um pouco sobrenatural) nascimento de uma criança com um prolongamento no cóccix e duas saliências na testa em um hospital do ABC paulista. A história fez tanto sucesso que acabou virando uma série – ao longo de mais de um mês os passos (verídicos ou não) do monstrinho apareceram no jornal.

Carla Perez se irrita com piada em que confunde Niemeyer com Neymar: ‘Sem noção’

Publicado originalmente no Extra

Uma brincadeira de mau gosto deixou a ex-dançarina do É o Tchan Carla Perez indignada. Numa montagem, que circula na internet, a loira se confunde e lamenta a morte do jogador do Santos, Neymar: “O futebol brasileiro nunca mais será o mesmo sem você, descanse em paz Neymar”, diz o primeiro comentário postado no dia que o arquiteto Oscar Niemeyer morreu, na última quinta-feira. “Eu adorava ver ele jogando no Santos, tão jovem, menino de ouro”, diz o segundo comentário.

Procurada pela coluna, a apresentadora se recusou a comentar o assunto, mas desabafou no seu Instagram. “Meus amores, por favor não deem atenção a essa bobagem não! Isso é mais uma brincadeira de mau gosto no pior momento, pois o país ainda está se refazendo da grande perda do nosso querido Oscar Niemeyer. A pessoa que cria uma coisa assim é insensível, sem noção e sarcástica. Não é tudo que se pode fazer piada!!! Ainda tem pessoas inocentes, ludibriadas que acabam acreditando num absurdo desse. Deus abençoe a todos”, escreveu Carla.

l-u-d-i-b-r-i-a-d-a-s, carla?

o mundo já pode acabar. #bye

Salve Jorge: Globo corta cena de estupro gravada por Carolina Dieckmann

publicado no MSN

Desde o lançamento de “Salve Jorge”, uma das cenas mais esperadas pela equipe e por parte dos telespectadores era o estupro de Jéssica (Carolina Dieckmann).

Considerada pela atriz uma das sequências mais fortes de sua carreira, o telespectador se decepcionou ao ver o resultado exibido no capítulo da última segunda-feira (6). A direção apenas deu a atender que a jovem foi violentada. Nada mais que isso foi mostrado.

Segundo o blog do jornalista Fernando Oliveira, a Globo cortou as fortes cenas para não chocar a audiência. Na cena gravada, toda a ação se passaria atrás de uma cortina. Nada seria exibido explicitamente.

Pelo Twitter, a autora Glória Perez confirmou o corte. Mas, negou que tenha sofrido censura por parte do direção do canal. “Bom senso”, ao ser questionada por um internauta.

No dia da gravação, a cena emocionou toda a equipe presente no estúdio. Para Carolina, a sequência foi a mais dramática de sua carreira. Ao Famosidadesa atriz contou que foi mais difícil gravar o estupro do que raspar a cabeça na antológica cena de “Laços de Família”.

Após a finalização, a atriz teve uma crise de choro de mais de 20 minutos por conta do abalo psicológico exigido pela personagem.

A jornalista Patrícia Kogut, do jornal “O Globo” criou polêmica ao publicar que a loira recorreu a uma dublê para filmar parte da cena. “A atriz substituta foi usada nos momentos de maior tensão da sequência, que terá ainda Adriano Garib, o Russo. Irritado com a rebeldia da vítima do tráfico de mulheres, o capanga de Lívia (Claudia Raia) partirá para a violência sexual. Abalada, Dieckmann precisou de meia hora para voltar ao trabalho e foi acalmada pelo elenco e pelos diretores.”

Pelo Twitter, Carolina desmentiu a informação. Ela afirmou ter usado dublê apenas na sequência em que sua personagem leva uma surra do cafetão. ‘Na cena do espancamento, a direção achou necessário usar dublê em alguns takes, e eu respeito muito o trabalho dos dublês. Na cena do estupro, o foco é a emoção, então não foi necessário usar dublê… simples assim.’

Vale lembrar que essa não é a primeira vez que a Globo corta toda uma sequência escrita e gravada pela equipe de Glória Perez. Em “América” (2005), a emissora vetou o beijo gay entre os personagens de Bruno Gagliasso e Erom Cordeiro que deveria ter sido exibido no último capítulo da obra.