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Londres ganha exposição de ‘artista invisível’

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Publicado na BBC

Aclamado internacionalmente, o artista chinês Li Bolin acaba de ganhar a primeira exposição individual em Londres, no Reino Unido. Com a ajuda de assistentes, ele se camufla em meio às paisagens que deseja retratar, desde prateleiras de supermercado a estantes de biblioteca.

O objetivo do artista é fazer uma crítica social, levando o espectador a questionar a noção da superficialidade. A mostra, que inclui obras ainda não expostas ao público, é realizada na Scream Gallery.

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Pepsi assusta pedestres com imagens realistas no ponto de ônibus

Publicado por Adnews

Se a Pepsi já tem enorme penetração e uma marca forte em vários lugares do mundo, a sua extensão de linha Pepsi Max, refrigerante com baixo teor calórico, começa a se consolidar com campanhas criativas e com alto poder de viralização. Depois da pegadinha realizada em parceria com o tetracampeão da Nascar, Jeff Gordon, com um vendedor de carros, agora foi a vez de uma ação interessante de mídia out of home utilizando a tecnologia num ponto de ônibus. O conceito também é parecido com uma espécie de pegadinha.

A campanha “Unbelievable” (inacreditável, tradução livre) foi realizada em Londres, na Inglaterra e mostrou aos passageiros locais imagens realmente inacreditáveis, com a ajuda de uma tela digital espelhada, no ponto de ônibus, como se fosse uma placa sem o anúncio publicitário. De hora em hora, a tela exibia imagens assustadoras e com um efeito muito real, com direito a itens como meteoros, naves espaciais e tigres se aproximando dos pedestres, algo muito parecido com uma campanha da LG no Chile, que colocou uma televisão de 4K de 84 polegadas no lugar da janela (relembre aqui).

Uma câmera escondida instalada no local possibilitou o registro de todos os momentos. O resultado da campanha foi um filme com mais de um minuto e meio, que mostra a reação de cada uma das pessoas que aguardavam a chegada do transporte. Com menos de um dia no ar, o vídeo já tem quase 100 mil pageviews.

A campanha promove a Pepsi sem açúcar e diz que seu sabor é inacreditável, assim como os acontecimentos na ação. A criação é da AMV BBDO de Londres.

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Gordura saturada não é a vilã para o coração, diz estudo

As gorduras saturadas da manteiga, do queijo e da carne vermelha não são tão prejudiciais para o coração como se pensava, segundo um estudo

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Publicado na Exame

Londres – As gorduras saturadas da manteiga, do queijo e da carne vermelha não são tão prejudiciais para o coração como se pensava até agora, de acordo com um estudo publicado nesta quarta-feira na revista médica “British Medical Journal”.

A pesquisa foi coordenada por Aseem Malhotra, um dos cardiologistas mais prestigiados do Reino Unido e especialista do hospital universitário de Croydon, em Londres.

Em seu artigo, Malhotra afirma que o consumo de produtos com pouca gordura “paradoxalmente” aumentou o risco de ter doenças cardiovasculares.

Segundo o especialista, as pessoas consomem todo tipo de produtos desnatados pensando que são melhores para a saúde e que ajudarão a perder peso, mas que, na realidade, muitos deles contêm grandes quantidades de açúcares acrescentados.

A explicação é que a indústria alimentícia substitui as gorduras eliminadas nos alimentos por açúcares e adoçantes, já que a comida livre de gordura não é tão saborosa, acrescentou Malhotra.

No entanto, acrescenta o especialista, é necessário diferenciar as chamadas “gorduras trans” (encontradas em fast food, produtos de confeitaria e margarina), que são prejudiciais, e as gorduras do leite, do queijo e da carne, que não são ruins para a saúde.

O especialista criticou a “obsessão” médica com os níveis de colesterol, que levou milhões de pessoas a tomarem muitos remédios com estatinas para reduzir a quantidade de gorduras prejudiciais no sangue.

Para isso, o cardiologista recomenda que as pessoas com risco de sofrer doenças cardiovasculares façam uma dieta mediterrânea rica em peixes oleosos, azeite de oliva, verduras e frutos secos.

“É hora de romper o mito do papel das gorduras saturadas nas doenças do coração” que esteve presente na indicação dietética e nas recomendações nutricionais durante quase quatro décadas, afirmou Malhotra.

A teoria foi respaldada por outros especialistas como David Haslam, Chefe do Fórum Nacional sobre a Obesidade, que afirmou que a evidência científica está demonstrando atualmente que os carboidratos refinados e o açúcar são na realidade os culpados pelo aumento da gordura no sangue.

Timothy Noakes, professor de ciências do esporte e da atividade física na Universidade da Cidade do Cabo, acrescentou que “o pior erro médico de nossa época foi considerar a alta concentração de colesterol no sangue como a causa exclusiva da doença cardíaca coronária”.

dica da Rina Noronha

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35 fotos do passado que você deve ver

Felipe Brandão, no Tudo Interessante

35 imagens realmente interessantes que contam um pouco do nosso passado. O desembalar da cabeça da Estátua da Liberdade, Elvis Presley no exército, o teste do colete à prova de balas, a construção do Muro de Berlim, entre outras fotos históricas!

1- A cabeça da Estátua da Liberdade sendo desembalada

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2- Hipopótamo de circo puxando uma carroça

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3- Gaiola de bebê utilizada para garantir que crianças que moram em apartamento recebam luz solar e ar fresco suficiente

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4- Charlie Chaplin com 27 anos

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5- Soldado desconhecido no Vietnam, em 1965 (“Guerra é inferno” no capacete)

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6- Livraria destruída por um ataque aéreo em Londres, 1940

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7- Máquina de bronzeamento artificial, 1949

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8- Walter Yeo, um dos primeiros homens a se submeter a uma cirurgia plástica avançada e a um transplante de pele, em 1917

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9- Martin Luther King e seu filho removendo uma cruz queimada do seu quintal, 1960

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10- Medindo roupas de banhos. Se fossem muito curtas, as mulheres eram multadas. Década de 20

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Nova orientação para psicólogos prega que adolescência agora vai até os 25 anos

Diretriz propõe extensão do período para que a maturidade emocional e o desenvolvimento hormonal esperem desenvolvimento total do córtex pré-frontal

Infantilização: mais anos dependentes dos pais (foto: Julia Freeman-Woolpert / StockPhoto)

Infantilização: mais anos dependentes dos pais (foto: Julia Freeman-Woolpert / StockPhoto)

Publicado em O Globo

LONDRES – Uma nova orientação para psicólogos americanos prega que a adolescência agora vai até os 25 anos, e não apenas até os 18 anos como estava previsto.

- A ideia de que de repente, aos 18 anos, a pessoa já é adulta não é bem verdade – disse à BBC a psicóloga infantil Laverne Antrobus, que trabalha na Clínica Tavistock, em Londres. – Minha experiência com jovens é de que eles ainda precisam de muito apoio e ajuda além dessa idade.

A mudança serve para ajudar a garantir que quando os jovens atingem a idade de 18 anos não caiam nas lacunas no sistema de saúde e educação – nem criança, nem adulto – e acompanha os acontecimentos em nossa compreensão de maturidade emocional, desenvolvimento hormonal e atividade cerebral.

Há três estágios da adolescência: dos 12 aos 14, dos 15 aos 17 e dos 18 em diante. A neurociência tem mostrado que o desenvolvimento cognitivo de uma pessoa jovem continua em um estágio mais tardio e que, sua maturidade emocional, a autoimagem e o julgamento são afetados até que o córtex pré-frontal seja totalmente desenvolvido.

O professor de sociologia Frank Furedi, da Universidade de Kent, defende que já há um grande número de jovens infantilizados e que a medida só vai fazer com que homens e mulheres fiquem ainda mais tempo na casa dos pais.

- Frequentemente se apontam as razões econômicas para este fenômeno, mas não é bem por causa disso – diz . – Houve uma perda da aspiração por independência. Quando eu fui para a universidade, se fosse visto com meus pais decretaria minha morte social. Agora parece que esta é a regra.

Furedi acredita que esta cultura da infantilização intensificou o sentimento de dependência passiva, que pode levar a dificuldades na condução dos relacionamentos maduros. E não acredita que o mundo virou um lugar mais difícil para se viver.

- Acho que o mundo não ficou mais cruel, nós seguramos nossas crianças por muito tempo. Com 11, 12, 13 anos não deixamos que saiam sozinhos. Com 14, 15, os isolamos da experiência da vida real. Tratamos os estudantes universitários da mesma maneira que tratamos alunos da escola, então eu acho que é esse tipo de efeito cumulativo de infantilização que é responsável por isso.