Garotinha de apenas 2 anos faz sucesso no Instagram ao mostrar sua vida luxuosa

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publicado na Veja São Paulo

Suri Cruise? Rafa Justus? Que nada! A musa suprema do Instagram é a garotinha Pixie Curtis, de apenas 2 anos. De cabelos ruivos e uma carinha que dá vontade de apertar, a menina, que é filha da relações publicas Roxy Jacenko e do banqueiro Oliver Curtis, adora postar fotos de suas viagens exóticas, de seus jatos particulares e de suas roupas sob medida.

O estilo de vida luxuoso rendeu a pequena Pixie mais de 60 mil seguidores no Instagram — todos, óbvio, interessados em suas extravagâncias e no seu estilo de vida chique. “Para uma criança de dois anos, tudo é emocionante. Tudo é uma nova experiência. E esse é o meu objetivo: dar-lhe o máximo de conhecimento que puder”, disse a mamãe ao jornal Mirror.

Ainda de acordo com a publicação inglesa, a menina ainda tem sua própria linha de tiaras. Todo o dinheiro arrecadado com as vendas são enviados para um fundo de investimentos que ela poderá ter acesso quando alcançar a maioridade. Confira 15 momentos de fofura (e luxo) do Instagram de Pixie:

 

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Família suspeita de fraude com milhas no RJ responderá em liberdade

Movimentação foi de quase R$ 40 milhões, segundo a polícia.
Técnico em eletrônica comandaria esquema com 11 pessoas.

advenPublicado no G1

Uma família de Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio, é suspeita de movimentar R$ 39 milhões em transações ilegais com cartões de crédito e milhas. Segundo a polícia, os parentes usavam o dinheiro pra levar uma vida de luxo: com carros, compras e viagens pelo mundo todo. A reportagem foi exibida pelo Fantástico neste domingo (3).

Segundo o delegado Flávio Porto, os suspeitos podem responder em liberdade por formação de quadrilha, estelionato, falsidade ideológica, falsificação de documentos e lavagem de dinheiro. Procurados pela reportagem do Bom Dia Rio, os suspeitos não quiseram gravar entrevista.

O retrato de uma família feliz. Em Hollywood. Nos mais belos cartões postais dos Estados Unidos, da Europa, da América do Sul e até da China. Foram muitos os passeios e aventuras. Nos últimos anos, essa família brasileira realizou o sonho de conhecer o mundo. Mas a polícia suspeita que todas essas viagens foram realizadas graças a um golpe.

Uma armação cheia de criatividade digna de cinema, cujo roteiro começa nessa rua pacata de Padre Miguel, na Zona Oeste. Na manhã da última quinta-feira, as forças especiais da polícia bateram à porta. O técnico em eletrônica Bruno Will, de 27  anos, suspeito de comandar o esquema, e a mulher Evellin, foram surpreendidos ainda de pijama.

Na casa em frente, Jeverson e Ester, os pais de Bruno, foram acordados  por homens de fuzil na mão. Mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça foram cumpridos ali, e também em casas da família em Bangu, São Gonçalo e Niterói. Dezenas de cartões de crédito, extratos, passagens aéreas, reservas, boletos bancários, relatórios financeiros e computadores foram apreendidos.

O dinheiro movimentado por Will e outras 10 pessoas da família chamou a atenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras do Ministério da Fazenda. O gasto com carros, casas, patrimônio e viagens, segundo a polícia, é uma fortuna incompatível com a renda declarada por eles. Bruno, por exemplo, tem renda de R$ 1,7 mil.

O esquema
De acordo com o delegado chefe do Núcleo de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro, o esquema funcionava a base do acúmulo de milhas, utilizando de boletos bancários falsos.

Com o propósito de ganhar milhas, cartões de crédito eram usados em sequência para pagar contas e faturas de outros cartões. O valor de algumas faturas era altíssimo. Só uma delas custava R$ 32 mil. Bruno, a mulher e os pais dele, tiveram dezenas de cartões de crédito válidos apreendidos. Um cartão cobria a despesa de outro cartão e assim sucessivamente, o que não é crime. O problema é que o grupo decidiu cometer uma fraude e fabricar boletos falsos para acelerar o ganho de milhas. Bruno e a mulher emitiam boletos no nome deles. E eram pagos por eles mesmos.

Segundo a polícia, não havia qualquer produto ou serviço vinculados aos pagamentos. Os investigadores descobriram que as milhas acumuladas eram vendidas para uma agência de viagem em Minas Gerais, que depositou milhares de reais em contas da família. Outras teriam sido trocadas por passagens aéreas.

As empresas aéreas e cartões de crédito proíbem em contrato a venda de milhas. Mas na internet há dezenas de sites e empresas que compram as milhas por valores que variam de acordo com a demanda.

A Justiça determinou o bloqueio das contas bancárias e das milhas dos 11 investigados. O delegado diz que a quebra do sigilo bancário deve mostrar quanto dinheiro foi obtido de forma ilegal. A polícia aguarda o resultado de perícia para saber como foram usados os milhões de reais que circularam nas contas do grupo. E espera entender por que uma família de classe média, religiosa, aparentemente e unida e feliz, atravessou a fronteira da criatividade para fazer uma viagem bem mais cara ao mundo do crime.

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Cadelinha de ‘lorde’ inglês vive em suíte exclusiva no Copacabana Palace

cadela-luxo

Publicado na Folha de S. Paulo

Há nove meses ela tem um endereço que é para poucos: uma suíte de 70 metros quadrados no prédio anexo do Copacabana Palace.

Ali, a inglesa Lady Bella, 11, conquistou privilégios que nenhum outro hóspede do hotel tem direito.

Ela é a única a ser convidada para dormir, dia sim, dia não, na cama da diretora-geral do hotel, Andrea Natal. Sempre que está cansada, ganha colinho dos funcionários.

Lady Bella é uma cadelinha branca, da raça bichon frisé -muitas vezes confundida com poodles, mas, dizem os especialistas, mais inteligentes e comportados.

A diária de uma suíte nessa parte do hotel custa no mínimo R$ 1.500. Mais exclusivo que a ala em que ela se hospeda, só mesmo o prédio principal, de frente para o mar.

Lady Bella tem funcionários do Copacabana Palace à sua disposição 24 horas por dia, seja para levá-la para uma caminhada ou uma leve corridinha pela praia.

São eles também que lhe fazem companhia quando seu “pai”, o inglês Benjamin Bowen, 39, conhecido no hotel como lorde Bowen, está em uma de suas viagens.

Desde julho do ano passado, Bowen vive no “Copa”. O inglês decidiu passar um período sabático no Rio, longe de seus negócios, acompanhado apenas da “filha”.

Nos últimos meses, porém, precisou fazer algumas viagens. Atualmente, está há quase um mês fora do hotel.

Para minimizar o impacto de suas ausências, ele mantem a suíte para que Bella não sinta falta de uma casa. Conta com a equipe do “Copa” para cuidar da cadelinha.

PET, PRAIA E MIMOS

“Levamos ao pet shop para banho e cuidados uma vez por semana e ela volta linda, parece um pompom”, explica Andrea Natal, diretora-geral do Copacabana Palace.

As fotos para esta reportagem foram marcadas para as 10h, sem atrasos, porque às 11h, ela tinha consulta com seu veterinário carioca –levada, é claro, por funcionários.

Os dias dessa bichon frisé são passados nos escritórios do hotel, com alguns intervalos para passeios na praia. Apesar de ser moradora vip, Bella só pode circular pelas áreas comuns no colo de alguém, para evitar reclamações de hóspedes.

Há outras restrições. Por ordem do lorde, a Lady não pode aproveitar as delícias dos restaurantes do “Copa”, como o italiano Cipriani ou o asiático Mee. “Ela come ração seca pela manhã e úmida à noite”, explica Andrea.

A diretora-geral se afeiçoou tanto a ela que a leva, em dias alternados, para dormir em sua suíte. Nas noites em que fica em sua própria “casa”, Bella é acompanhada por um funcionário.

O hotel costuma receber hóspedes com seus bichinhos, mas é a primeira vez que um deles fica sozinho.

“O problema é que ela está ficando muito mimada. Com lorde Bowen ela se comporta como uma lady, mas está sendo tão paparicada a que agora até late se alguém demora para atender seus desejos”, afirma Andréa.

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Hotel de luxo simula favela para turistas “experimentarem” a pobreza

hotel-luxo-favelaPublicado no Pragmatismo Político

O Emoya Luxury Hotel and Spa, na África do Sul, tem uma atração especial para os seus hóspedes: a Shanty Town. Trata-se da reprodução de uma favela feita no resort de luxo para acomodar clientes “mais extravagantes”.

Com diária de R$ 192 (barraco para quatro pessoas), o cliente pode ter a experiência “autêntica” de viver em uma favela. O barraco é feito com os mesmos materiais das moradias originais da região.

Mas, ao contrário de um barraco tradicional – sem energia elétrica e aquecimento -, cada unidade da favela do resort tem sistema de aquecimento sob o chão e acesso à internet.

A favela de luxo recebe até 52 pessoas.

hotel-luxo-favela1dica do Vinícius Silva Mesquita

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Marca de luxo é ligada a trabalho degradante

Claudia Rolli, na Folha de S.Paulo

lelisblanc_grande Uma fiscalização, realizada em junho em São Paulo, encontrou 28 bolivianos em condições de trabalho análogas à escravidão em três oficinas que confeccionavam roupas das grifes Le Lis Blanc e Bo.Bô (Bourgeois e Bohême).

As marcas pertencem à Restoque, grupo com 212 lojas no país e que encerrou o primeiro trimestre com receita líquida de R$ 195 milhões.

À Folha a empresa informou que não tem relação com as oficinas fiscalizadas.

Após blitz feita em 18 de junho em oficinas de costura clandestinas por força-tarefa do Ministério do Trabalho, Ministério Público do Trabalho e Receita Federal, a grife foi autuada e pagou R$ 600 mil de indenização aos estrangeiros, a maior parte em situação irregular no país.

Cada trabalhador recebeu, em média, R$ 21 mil.

A empresa também recebeu 24 autos de infração pelas irregularidades cometidas. Os valores das autuações ainda estão sendo calculados, mas apenas uma das multas (por práticas discriminatórias por origem ou raça) deve chegar a R$ 250 mil.

Trabalho análogo à escravidão é a submissão a condições degradantes, como jornada exaustiva (acima de 12 horas), servidão por dívida e com riscos no ambiente de trabalho.

PRODUÇÃO EXCLUSIVA

Nove de cada dez peças fabricadas pelos 28 trabalhadores resgatados (18 homens e 10 mulheres) eram encomendadas pela Le Lis Blanc por meio de dois fornecedores intermediários: as confecções Pantolex e Recoleta (veja quadro na página 2).

As confecções intermediárias encomendavam as peças às oficinas e depois as entregavam prontas para a grife.

“Ficou evidente a dependência da empresa com o sistema de produção das oficinas e a responsabilidade do grupo”, diz o auditor fiscal Luís Alexandre Faria.

Sem carteira assinada, os costureiros faziam jornada de 12 a 14 horas em três oficinas na zona norte de São Paulo.

Eles trabalhavam e moravam nesses estabelecimentos considerados pelos fiscais em condições precárias de segurança e de higiene. Os cômodos eram separados por tapumes, e os banheiros, coletivos.

Alguns deles relataram que tinham de pedir permissão para deixar o local, apesar de terem a chave do portão e não ficarem trancados.

Cadernos de contabilidade mostram indícios de descontos de dívidas contraídas com os gerentes das oficinas para pagar o valor das passagens de vinda da Bolívia.

“Pegamos vales para pagar nossas contas e depois descontam nas faturas”, diz M., 37, que trabalha como costureiro há um ano. O salário é de R$ 800 a R$ 900, após o desconto até do wi-fi.

O gerente de uma das oficinas, H., diz que recebeu dos fornecedores de R$ 12 a R$ 15 por calça ou blazer costurado dependendo do grau de dificuldade, mas admite que apenas parte desse valor parte é repassada ao costureiros.

“Do valor de cada peça é tirado um terço para quem costura, um terço para o lucro e um terço para despesas de aluguel, água e comida.”

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