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Facebook permitirá que o namorado tenha acesso a conta da namorada e vice-versa

Recurso chamado de transparência no relacionamento evitará traições virtuais

publicado impagavelmente no G17

Para evitar traições virtuais o Facebook decidiu lançar o recurso “Transparência no Relacionamento”, permitindo que o usuário acesse a contra no Facebook de outra pessoa, desde que ambos estejam em relacionamento sério como namorando, noivo(a) ou casado(a).

Para o Facebook, permitir que o namorado acesse a conta da namorada, ou vice-versa, evitará que um cometa ato de infidelidade com o outro. Com o mesmo login será possível acessar as duas contas, exceto se o relacionamento terminar.

A novidade será inserida na próxima semana. A única coisa que o namorado não poderá fazer na conta da namorada – ou vice-versa – será excluir informações, fotos ou alterar dados. O internauta só poderá acessar a conta para visualizar o que ela faz, escreve ou conversa com as outras pessoas.

Marido se nega a lavar a louça e é preso no banheiro pela mulher, diz PM

Publicado originalmente no G1

Um morador de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, ligou para a Polícia Militar (PM) por volta das 17h30 de domingo (5) afirmando que estava sendo mantido em cárcere privado pela esposa.

Segundo a PM, quando a equipe chegou ao local constatou que o casal já havia se acertado. A mulher afirmou aos policiais que trancou o marido no banheiro como forma de castigo, já que ele se recusou a lavar a louça acumulada na pia.

Ainda de acordo com a polícia, ninguém precisou ser encaminhado para a delegacia.

foto: Alfa

putz, acho que ele ñ sabe que homens que lavam louça têm melhor vida sexual. :-)

Japão: cresce o número de ‘homens herbívoros’ que rejeitam sexo e parceira

Japão: cresce o número de 'homens herbívoros' que rejeitam sexo e parceira
Publicado originalmente no Protestante Digital
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Um estudo realizado pelo governo japonês confirma o crecente desinteresse pelo parceiro e o sexo na sociedade nipónica que, desde a década dos anos 70, baixou o número de casamentos.

60% dos homens e 50 % das mulheres entre 18 e 34 anos não tem parceiros. O informe sustenta que muitos dos jóvens nem sequer a buscam.

O informe também mostra o aumento da idade de quem se casa ; em 2010 a idade que um homem se casava era de 30,5 anos, enquanto que para a mulher era de 28,8; um aumento de 2,1 e 2,9 anos, respectivamente, nas últimas duas décadas.

Em contraste, o estudo mantém que  a taxa de divórcios subiu de maneira constante desde 1960 , chegando a um tope de 290.000 em 2002.

Os cientístas sustentan que  uma das causas das cifras pode ser o papel da mulher na vida laboral . Enquanto as japonesas trabalham uma média de 40 horas à semana fora de sua casa, e 30 horas dentro, seus maridos, de média, dedicam 3 horas semanais às tarefas de casa.

OS HOMENS HERVÍBOROS

Japão, berço de tendèncias, em 2007 já definiu uma nova categoria de homem, os soushokukei-danshi (homens herbívoros) que teríam como características a evasão pelo sexo, o gosto pela roupa, a dieta, a econômia e a necessidade de viver uma vida tranquila distante do estresse competitivo da sociedade nipónica.

Tal e como publicava The Japan time em 2009, cada sociedade tem seus próprios términos para definir suas gerações. O término soushokukei foi inventado pelo escritor Maki Fukasawa em 2007. O rotativo mostra como característica neste grupo de jóvens a  falta de competitividade no trabalho; o interesse pela moda; o cuidado da linha; estar muito apegados às mães e uma marcada falta de interesse em ter encontros e relações sexuais . O diário baseava a notícia em um estudo realizado em 2008 sobre 100 homens entre 20 e trinta anos.

Megumi Ushikubo, autor deste estudo, citava a mulheres em seu estudo que afirmavam que muitos dos homens com os que saíam, não queríam sair se não tivessem o cabelo em perfeito estado.

E MULHERES CARNÍVORAS

Contra, a sociedade nipónica também criou um término para referir-se às mulheres que buscam encontrar parceiro, as nikushokukei-joshi (mulheres carnívoras), geralmente ao redor dos trinta anos.

Viúvas idosas superam suas perdas com auxílio da religião

Texto de Mariana Soares publicado originalmente no UOL

Em estudo com mulheres idosas e viúvas, o enfermeiro Adriano Luiz da Costa Farinasso observou que a religião é uma grande aliada para que elas superem a morte de seus companheiros. Em sua pesquisa A vivência do luto em viúvas idosas e sua interface com a religiosidade e espiritualidade: um estudo clínico-qualitativo, defendida na Escola de enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, Farinasso buscou compreender os sentidos que as viúvas idosas tinham a respeito do luto, levando em conta sua espiritualidade.

A pesquisa constatou que tanto a igreja como a religiosidade funcionam como combustíveis para superar a perda do marido, e que o fato destas mulheres já terem vivenciado muitas perdas durante a vida ajudou na superação do luto, ao invés de torná-lo mais difícil. O pesquisador diz que essa reação, denominada resiliência, mostrou-se muito evidente no grupo estudado.

A mostra foi composta por 6 mulheres com idade igual ou superior a 60 anos que perderam seus maridos entre um mês e um ano antes do período da pesquisa. O estudo se baseou em entrevistas abertas, valorizando o aspecto qualitativo e não o quantitativo: “meu estudo se relaciona com a subjetividade das pessoas, e não com estatísticas”, diz Farinasso. As idosas são da cidade de Arapongas (PR) e todas vivem inseridas na comunidade. Inicialmente procurou-se envolver participantes de religiões variadas, porém, a amostra constituiu-se em viúvas católicas ou evangélicas. O pesquisador constatou também que todas elas tinham algum relacionamento com um grupo religioso, sem uma necessidade estrita da ida até a igreja para o culto ou missa. O simples relacionamento com os “irmãos” de igreja já lhes era benéfico e ajudava durante o processo.

Luto e religião
O enfermeiro conta que, historicamente, há uma divisão entre ciência e religião, e que muitos estudos focam o lado negativo de sua influência na saúde mental das pessoas. Entretanto, novas pesquisas, onde a dele se inclui, vêm mostrando que a religiosidade e espiritualidade possuem um papel positivo na saúde, especialmente na saúde mental. Esses dados demonstram a importância da religião para este grupo, já que ela ameniza o sofrimento no processo de luto e pode evitar consequências negativas como depressão, doenças físicas e até a mortalidade. Por isso, o pesquisador espera que sua pesquisa possa levar a outras, que unam os dois campos (religião e ciência), mas sem beneficiar uma determinada doutrina.

Segundo o pesquisador, a relação da religiosidade e do luto ainda não foi bem estudada, especialmente na faixa etária escolhida por ele. Farinasso explica que o estudo se deu com mulheres idosas, pois, por terem uma expectativa de vida mais alta, há mais viúvas do que viúvos. E é mais comum que os homens na mesma situação se casem novamente, ao contrário do que normalmente acontece com elas.

Particularidades
Dentre os fatores destacados pela mostra foram a vida após a morte, a culpa e o estereótipo da viúva. A respeito da vida após a morte, Farinasso diz que “o fato de as religiões fornecerem explicações para o que acontece após a morte facilita a superação da perda dos companheiros, pois dá um certo sentido para a vida e um sentimento de continuidade”.

A pesquisa também aponta que a culpa, reação normal durante o luto, não foi atribuída a nenhum ente divino ou à Igreja. “Isso mostra mais uma vez como o relacionamento dessas idosas com a igreja e suas crenças mostrou-se muito positivo, pois nenhum elemento negativo ligado à religião foi observado” diz o enfermeiro.

O olhar da sociedade sobre as viúvas também teve certa influência na superação do luto: em um caso, uma idosa disse que tinha dificuldade em superar a perda de seu marido porque a sociedade da viúva um comportamento retraído, triste e recluso, que dificulta a adoção de comportamentos voltados à reorganização da vida sem a figura do marido.