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Masturbação: uma ‘mão’ para a evolução?

Lu Galastri, na Galileu

Você sabia que, só nos Estados Unidos, um filme pornô é produzido a cada 39 minutos? E que, a cada segundo, mais de 28 mil internautas clicam em material pornográfico? Antes que você torça o nariz e diga que toda essa indústria é mantida por desocupados e/ou tarados, saiba que a pornografia e, mais diretamente, a masturbação, podem ter contribuído para a evolução dos humanos.

Como? Eu explico. Ou melhor, o PhD. em psicologia Jesse Bering, autor do livro Why is the Penis Shaped Like That? (Por que o pênis tem este formato, ainda sem edição em português), explica. Ao se masturbar o homem ‘se livra’ de um esperma mais velho, dando espaço para a produção de novas células reprodutivas, de ‘melhor qualidade’.

Ok, mas se você tem um parceiro/a, por que se masturbar? Bering teoriza que é uma forma de pessoas continuarem monogâmicas. “Assim o casal não cai em um tédio erótico, comum em relacionamentos de longa duração”, explica o psicólogo.

Além disso, a masturbação, nos moldes que a conhecemos, requer uma capacidade cognitiva que teria aparecido só nos hominídeos: se imaginar em uma situação erótica.

Por causa disso, aliás, Bering levanta outra discussão no livro: como existe acesso fácil à pornografia online, os humanos estariam parando de fantasiar por conta própria? Afinal, com uma rápida busca em sites XXX, é possível encontrar material para todos os gostos. E, apesar de não haver nenhum estudo sobre isso, o psicólogo argumenta que é possível que a falta de exercício criativo neste sentido possa estar afetando nossa criatividade em outras situações – até mesmo na vida profissional.

E você, o que pensa sobre o assunto? Deixe sua opinião nos comentários.

Pesquisa: japoneses são os que fazem menos sexo

Fernando Moreira, no Page not Found

Uma pesquisa de uma grande fabricante de preservativos revelou detalhes curiosos sobre o comportamento sexual em 37 países. Trinta mil pessoas foram entrevistadas. Vamos aos principais resultados:

FREQUÊNCIA

- Os japoneses são o povo que faz menos sexo no planeta. Apenas 27% da população tem uma relação por semana. Os britânicos ocupam a penúltima posição, com 55%.

- Quem mais faz sexo no mundo são os colombianos: 89% têm pelo menos uma relação sexual por semana. Os indonésios e os russos vêm em segundo lugar, com 88%. Em seguida: China e Portugal (85%).

Média mundial: 71%

PRELIMINARES

Quantos minutos você gasta nas preliminares? Os gregos venceram, com 21,2 minutos. Os brasileiros ficaram com o vice-campeonato, com 20,8%. Quem gasta menos tempo e vai mais rapidamente ao “vamos ver” são os tailandeses (11,2 minutos) e os malaios (12,5 minutos).

TEMPO DE DURAÇÃO

Novo vice-campeonato para os brasileiros. Somos os segundos que têm as relações mais demoradas: 27,2 minutos. Só perdemos para Hong Kong (29,4 minutos). Os mais rapidinhos são os franceses (14,3 minutos) e os britânicos (14,5 minutos).

ORGASMO FEMININO

As mulheres que “mais chegam lá” estão na Hungria: 75% das entrevistadas disseram ter orgasmo com os parceiros. As gregas vem em seguida (71%). As chinesas (23%) e as sul-coreanas (25%) são as que menos chegam ao clímax.

USO DE CAMISINHA

Os chineses são os que usam mais camisinha: 77% deles afirmaram ter usado preservativo na última relação. Os brasileiros ficaram na sexta posição (67%). Os tchecos são os que menos se protegem: apenas 38% usaram camisinha na última vez.

OUTROS RESULTADOS

- Entre todas as práticas sexuais, a mais popular no mundo é… a massagem! Especialmente para gregos e sul-africanos.

- Sexo oral é mais comum entre austríacos (80%) e brasileiros (77%).

- Suíços (77%) lideram o ranking das fantasias sexuais.

- Os tailandeses são os que mais aderem ao uso de materiais eróticos para aumentar a libido (68%).

- Masturbação: liderança para os suíços (96%). Na última posição ficaram os nigerianos: 30%. Um terço dos entrevistados faz pelo menos uma vez por semana: homens (43%) / mulheres (22%).

11 coisas (ou pessoas) que você adoraria mandar para o inferno


Eberth Vêncio, na Revista Bula

Existe uma clássica piada na qual um padre (ou pastor), durante uma pregação, pergunta aos presentes: “— Quem quer ir para o Céu?”. Sem pestanejar, todos da manada levantam as mãos trêmulas para o alto, aprovando a ideia. “— E quem quer ir hoje?”, insiste o líder. É claro: a massa dobra os cotovelos. Todo o mundo deseja ir para o Céu, mas ninguém quer morrer. Risível? Eu achei.

Mas nem sempre a lógica e a clareza parecem tão explícitas. Há vários anos um guru tresloucado chamado Jim Jones induziu centenas de seguidores a um suicídio coletivo (918 pessoas, de mamando a caducando), num dos episódios de fanatismo religioso mais estúpido que se tem notícia desde que Caim matou Abel a porretadas. Portanto, cuidado com líderes religiosos exaltados.

Mas este texto não foi escrito para enaltecer o Céu, e sim, lucubrar a respeito dos infernos nossos de cada dia. Falemos, então, desde ambiente enigmático e eternamente repelido pelo ser humano, até pelos crápulas mais desprezíveis.

O que mais se encontram na internet são listas. Infindáveis listas de preferência. Os 10 mais. Os 30 menos. Os 50 piores. Os 69 mais picantes. Os 100 indispensáveis. Os 1000 essenciais. E por aí vai.

Entrando nesta seara das listas com ranqueamentos descartáveis, fazendo alusão ao roqueiro Raul Seixas, “eu também vou ranquear”. Conclamo os valorosos leitores a um exercício, uma dinâmica em grupo engendrada individualmente (?), nalgum lugar do ciberespaço, cada qual no seu quadrado.

Imaginem-se sentados numa confortável poltrona de veludo, como se fossem um deus, um juiz, uma espécie de carrasco experimentado. A sua frente, uma enorme redoma de vidro por meio da qual vocês enxergam perfeitamente quem (ou o que) está dentro dela, embora a recíproca não seja verdadeira. Ou seja, há uma completa privacidade que os fazem se sentir deveras poderosos e confiantes, como se vocês fossem um senador da república votando secretamente contra os interesses do eleitorado, entendem? Ninguém irá pegá-los. Não há câmeras escondidas, nem escutas arapongas nas redomas imaginárias.

Prossigamos neste devaneio supervisionado. À sua direita, um botão vermelho cuja tarja identifica: “Go to the hell” (brasileiro que se preza tem complexo de inferioridade e adora gastar o velho inglês, ainda que chulo). Suponham que o universo, inclusive o seu misterioso criador e o exterminador de pragas urbanas aprovassem o seu tribunal particular de extermínios essenciais.

Munidos com tanto poder, quem (ou o que) vocês, desprovidos da pressão de escrúpulos ou remorsos, enviariam para o quinto dos infernos (Adendo muito relevante: a expressão “quinto dos infernos” advém dos tempos de Brasil Colônia, período em que 20% do que se produzia por aqui ia parar no tesouro de Portugal. Nos dias de hoje, estamos livres das ventosas portuguesas, contudo, judiados pelos 27,5% do Imposto de Renda, isto sem considerar o que se paga a contragosto de propina nas negociações de bastidores entabuladas entre gestores desonestos, políticos corruptos e empresários sanguessugas muito bem sucedidos).

Mas, continuemos, pois esta crônica tem limite de caracteres, de paciência, e carece ter um fim. Portanto, que coisa (ou gente), por meio de um suave toque do fura-bolo num rubro botão, vocês mandariam para o inferno, caso ele realmente existisse, se, de fato, houvesse nalgum espaço universal um antro caótico, um expurgo ainda mais sofrível que o planeta no qual caminhamos, deixando pegadas na areia e rastros de maldade?

Segue abaixo a minha lista. Nem que seja para aliviar o azedume cotidiano da bile, convido-os a fazerem também as suas listas de condenados virtuais. Não vale o auto-extermínio, pois não sou nenhuma espécie de Jim Jones tupiniquim. Como a um time de futebol, façam as suas próprias escalações para o corredor de todo esquecimento. Tenham juízo: só valem 11 itens.

1 — O dinheiro. Porque ele nos desumaniza.

2 — O medo (a insegurança). Porque ele (a) me humaniza sobremaneira e eu preferiria ter nascido nuvem passageira.

3 — Pedroso, o Professor de Ciências do colégio. Porque ele um dia disse que a masturbação era pecado, uma espécie de depravação que certamente provocava câncer, loucura, e impotência sexual. Hoje eu sei que sexo gera prazer, filhos, verrugas genitais, compêndios maravilhosos sobre o comportamento humano, e — eventualmente — uma nesga de rancor. Anos mais tarde eu soube que Pedro, além de terrorista da palavra, era pedófilo. Portanto, às cucuias tudo o que gera danos à sexualidade de uma pessoa!

4 — O rancor. Porque é cancerígeno e entope as coronárias.

5 — A mentira. Porque mentir não é pecado, Pedro, mas um atributo normal extremamente humano, como amar ou matar alguém.

6 — O verbo Amar. Porque é difícil para eu conjugá-lo. Por mais que eu me esforce, só consigo verbos mais brandos e comedidos como Gostar, Admirar e Posso Te Pagar Um Sorvete.

7 — Matadores de aluguel. Porque são umas das criaturas mais abjetas que se tem notícia. Em termos de excelência em desprezo, só perdem para os que matam de graça, pois o fazem apenas para apreciarem o tombo.

8 — A corrupção (propinas, chantagens, mimos e cafezinhos). Porque faz faltar bandeide nos hospitais públicos, azeda a merenda escolar e deixa as estradas brasileiras esburacadas.

9 — Torturadores de todas as épocas. Porque me fazem supor que Deus teria errado a mão ao criar o Homem a sua imagem e semelhança.

10 — Seitas e religiões. Porque a simples leitura atenta da História da Humanidade já as desmoraliza.

11 — Academias literárias. Porque ninguém merece tantos imortais escrevendo por aí.

Edir Macedo: “O batismo no Espírito Santo é a única solução definitiva para a masturbação”


Publicado originalmente no Blog do Edir Macedo [via Arca Universal]

“Bispo Macedo, meu nome é Werick, eu tenho 16 anos e queria saber se a masturbação é normal ou não. Quando vem o pensamento de me masturbar, eu tento resistir, mas é mais forte do que eu. Tenho 8 anos de IURD e quando eu vou falar com Deus peço a Ele que me dê muita força, mas não sinto essa força. Fico muito triste de fazer isto. Por favor, me ajude, bispo. Deus abençoe o senhor.”

Resposta:

Meu caro Werick,

Sua dúvida é, na verdade, a da maioria das pessoas. Especialmente quando se trata de cristãos sinceros. Pedi à médica Eunice Higuchi que desse um parecer científico sobre o assunto. Ela retornou dizendo:

“Bispo,

A masturbação, devido principalmente aos estudos da Sexologia, é entendida como uma prática normal na infância, adolescência, fase adulta e velhice.

Na adolescência (10 aos 20 anos), a produção de hormônios sexuais, novos interesses e descobertas próprias dessa fase, provocam um desejo sexual de maior intensidade, sendo a masturbação uma forma de aliviar a tensão sexual e de conhecimento e descobertas do próprio corpo. Inclusive, faz parte de um aprendizado importante para a satisfação sexual na vida adulta. Porém, ela é preocupante quando praticada de uma maneira compulsiva, prejudicando o desenvolvimento de outras áreas da vida (estudos, esportes, vida social, etc.), ou quando praticada com objetos que possam causar lesões. Nessas duas circunstâncias, seria aconselhável procurar um médico.”

Espiritualmente, a masturbação é uma inclinação carnal. O ato em si não é pecado. Mas, sim, o motivo pelo qual é feito. Ou seja, o pensamento que o motiva. Conciliar a boa consciência cristã e tal prática é impossível, penso eu. O que fazer? Paulo ensina: É melhor casar do que viver abrasado. Mas, e os abrasados impedidos de casar? Acredito que a masturbação seria a saída mais segura. Isso se não houver intenção impura no coração.  Mateus 5.28

O batismo no Espírito Santo, creio, é a única solução definitiva para este problema. Por conta disso, o cristão reúne condições de vencer o mau pensamento.  É capaz de resolver o problema, já que Ele oferece saídas.  Porém, enquanto isso não acontece, é normal, especialmente entre jovens em formação. É como disse a doutora Eunice.

O ideal seria ocupar a mente com pensamentos puros. Sendo assim, não haverá masturbação. E sem masturbação não haverá acusação maligna.

“Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer.” Gálatas 5.16

Que o Espírito de Deus seja com todos.

dica do Tércio Ribas Torres

Estudo: 31% dos homens se masturbam durante o trabalho

Publicado originalmente no Terra

Uma pesquisa feita pelo site Glamour constatou que 31% dos homens se masturbam no trabalho. O estudo anual “1000 Men” levantou também que 31% deles o fazem quando estão visitando os pais e 10% em festas.

O foco da pesquisa é saber o que se passa pelas cabeças dos homens, que as mulheres não têm conhecimento. Sobre qual a primeira parte do corpo que eles reparam em uma mulher, 52% disseram que são os seios.

A mentira mais contada para levar uma mulher para a cama é de que o homem se preocupava com ela mais do que na realidade acontecia. Se eles fossem o ator Brad Pitt por um dia, 38% gostariam de passar a noite com Angelina Jolie. Entre outras constatações, a pesquisa concluiu que 39% dos homens preferem a mulher por cima na hora da cama.

foto: Getty Images