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A Liga participa de um culto numa igreja evangélica metaleira, a Crash Church

Publicado na TV UOL

Antônio Batista contou como saiu de uma igreja convencional para criar uma igreja de metaleiros, apresentou um dos ensaios do louvor e mostrou alguns dos fiéis de todas as idades que disseram como chegaram até a igreja.

Parte 2 – Mel leva vizinha para conhecer a igreja do metal

Parte 3 – A Liga acompanha casamento dentro da Crash Church

Parte 4 – Fiéis contam histórias de curas e Mel conversa com médico

Médicos vão congelar pacientes para aumentar chances de sobrevivência

Ripley em animação suspensa, em Alien (Foto: divulgação)

Ana Freitas, na Galileu

Hospital Presbiteriano de Pittsburgh, nos EUA, começa a partir desse mês a uma técnica de animação suspensa para tentar tratar pacientes em estado grave.Para isso, eles terão sua temperatura corporal reduzida drasticamente – sim, mais ou menos como na ficção científica, médicos vão congelar pessoas para ganhar tempo e salvá-las de acidentes graves.

O hospital pretende testar a técnica em dez pessoas com lesões fatais, que não teriam chance de sobreviver através de tratamentos mais tradicionais. A técnica consiste em remover todo o sangue e substituí-lo por uma solução salina gelada, o que resfria o corpo a menos de 15 graus celsius, diminui as funções e reduz a necessidade de oxigênio.

Parece arriscado, né? A técnica foi desenvolvida por um médico chamado Peter Rhee, que a testou em porcos com sucesso em 2000. Mas também foi observada como eficaz em humanos em acidentes: a sueca Anna Bågenholm sobreviveu por 80 minutos presa embaixo de uma camada de gelo, dentro da água, ao ter a temperatura de seu corpo reduzida a 13,7 graus. Em 2006, Mitsukaka Uchikoshi entrou em um estado de hibernação hipotérmica e sobreviveu por 24 dias sem água ou comida. O mesmo aconteceu com seu corpo: com a temperatura mais baixa, as funções vitais reduziram e, com elas, a necessidade de oxigênio.

Nos experimentos com os porcos, o médico induziu lesões fatais nos animais e aplicou a técnica em uma parte. Todos os porcos do grupo de controle morreram, como resultado dessa lesão. Aqueles que tiveram o sangue substituído por uma solução salina gelada tiveram taxas entre 30% e 90% de sobrevivência, dependente da velocidade em que tiveram seus corpos reaquecidos.

 

Médico é acusado de deixar namorada em seu lugar em plantão

Publicado no Estadão

Um médico é investigado no sul de Minas Gerais porque teria abandonado o plantão do Hospital São José, na cidade de Capetinga, no último final de semana e deixado sua namorada, que seria estudante de Medicina, em seu lugar. Ela teria atendido pacientes e receitado remédios, mas acabou descoberta pelas enfermeiras ao ver um homem com o braço quebrado e dizer que não sabia fazer sutura. A denúncia foi levada à Polícia Civil e ao Ministério Público pela prefeitura nesta quinta-feira, 24.

De acordo com o prefeito Daniel Bertholdi (PSDB), uma sindicância interna também foi aberta para apurar o problema, registrado nos dias 19 e 20. “É um caso de total irresponsabilidade e, se o médico assumiu compromisso com o município e não cumpriu, tem de ser punido”, afirmou. Ele diz que o número de pacientes atendidos pela mulher ainda está sendo apurado, assim como outros detalhes referentes ao caso. Mas já se sabe que o médico teria pegado carona em uma ambulância até a cidade de Passos (MG), onde ele permaneceu, tendo sua namorada retornado e ocupado o seu lugar no hospital.

Remédio. Durante o tempo em que esteve à frente do consultório, a mulher prescreveu remédios utilizando receitas assinadas pelo médico. O caso foi registrado na polícia como averiguação de exercício ilegal da medicina. Testemunhas e envolvidos serão chamados para depor. Na prefeitura, algumas pessoas já foram ouvidas, incluindo o motorista da ambulância que confirmou o transporte do casal. A mulher envolvida seria estudante da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), em Montes Claros (MG). Ela e o médico, de iniciais W.D.M., não foram localizados para comentar as denúncias.

‘Corrijo erros de Deus’, diz cirurgião que já fez 320 mudanças de sexo

Monge budista e cantora pop estão entre pacientes de médico coreano.
Considerado ‘pai dos transgêneros’ da Coreia do Sul, ele desafia cultura local

A cantora, atriz e modelo sul-coreana Harisu, uma das pacientes do Dr. Kim Seok-Kwun (foto: Ahn Young-joon/AP)

A cantora, atriz e modelo sul-coreana Harisu, uma das pacientes do Dr. Kim Seok-Kwun (foto: Ahn Young-joon/AP)

Publicado no G1

Conhecido como o “pai dos transgêneros sul-coreanos”, o médico Kim Seok-Kwun desafia os costumes conservadores de seu país. Ele já fez mais de 320 cirurgias de mudança de sexo em sua carreira – acredita-se que seja o maior número de operações desse tipo feitas por um único médico na Coreia do Sul. Cerca de 210 dessas cirurgias foram para transformar corpos masculinos em femininos.

Kim é cirurgião plástico no Hospital Universitário Dong-A, na cidade de Busan, no sul do país. Ele se especializou em deformidades faciais e começou a fazer cirurgias de mudança de sexo em 1986, após ser procurado por vários pacientes homens usando roupas de mulher, que pediram que ele construísse vaginas para eles.

O cirurgião Kim Seok-Kwun com um paciente em seu consultório (foto: Ahn Young-joon/AP)

O cirurgião Kim Seok-Kwun com um paciente
em seu consultório (foto: Ahn Young-joon/AP)

Protestante, o médico diz que inicialmente se questionou se deveria realmente fazer esse tipo de procedimento. Seu pastor foi contra. Amigos e colegas de trabalho brincaram que ele iria para o inferno.

“Decidi desafiar a vontade de Deus”, diz Kim, de 61 anos, em uma entrevista logo antes de operar um monge budista que nasceu mulher, mas toma hormônios e vive como homem há muitos anos. “No início, eu pensei muito se deveria fazer essas operações porque pensava se estaria desafiando a vontade de Deus. Mas meus pacientes precisavam das cirurgias desesperadamente. Sem isso, eles se matariam”, diz. Ele acredita estar corrigindo o que ele chama de “erros de Deus”.

Agora, Kim afirma ser um profissional realizado por ajudar pessoas que se sentem aprisionadas no corpo errado. A cirurgia do monge, que não quis dar entrevista, durou 11 horas.

O médico Kim Seok-Kwun em uma cirurgia de mudança de sexo (foto: Ahn Young-joon/AP)

O médico Kim Seok-Kwun em uma cirurgia de mudança de sexo (foto: Ahn Young-joon/AP)

Cantora transexual
A maioria dos pacientes de Kim tem cerca de 20 anos. As cirurgias para transformar homens em mulheres custam de US$ 10 mil (cerca de R$ 22,7 mil) a US$ 14 mil (cerca de R$ 31,8 mil). O procedimento oposto, mais complexo, custa cerca de US$ 29 mil (R$ 65,8 mil).

Sua cliente mais conhecida é a mais famosa transexual do país, a cantora, modelo e atriz Harisu. Segundo ela, a dor que sentiu após a cirurgia que a transformou em mulher em 1995 era “como se um martelo estivesse batendo em seus genitais”. Mas dias depois, ao deixar o hospital, ela se sentiu renascida.

Kim é um pioneiro na lenta mudança na visão sobre sexualidade e gênero na Coreia do Sul, onde mesmo discussões básicas sobre sexo são um tabu para muita gente.

Mas a situação vem mudando. Filmes e seriados com personagens gays se tornaram famosos. Um ator que já foi banido do show business por ser homossexual voltou a trabalhar. Um conhecido diretor de cinema fez uma cerimônia simbólica para se unir ao seu parceiro – o casamento gay não é reconhecido na Coreia do Sul.

Antes de operar seus pacientes, Kim pede que eles tenham o testemunho de ao menos dois psiquiatras afirmando que há transtorno de identidade de gênero. Eles também são orientados a viver por ao menos um ano usando roupas do gênero oposto e a conseguir a aprovação dos pais.

Muitos pacientes veem a operação como uma questão de vida ou morte. Antes da cirurgia, Harisu assinou um termo afirmando ter conhecimento de que poderia morrer durante o procedimento – apesar de Kim dizer que isso nunca aconteceu com nenhum de seus pacientes. “Se eu continuasse vivendo como um homem, eu já estaria morto, de qualquer forma”, diz Harisu. “Eu já era mulher, exceto pelos meus genitais. Eu sou uma mulher, então eu queria viver como uma.”

Bebê que segura dedo de médico ao nascer vira sensação na web

Foto foi tirada pelo pai da criança, chamada Nevaeh. Mãe descreveu momento como ‘algo para se lembrar para sempre’.

publicado no Planeta Bizarro

Após a cirurgia de cesariana para o nascimento da filha, a americana Alicia Atkins, moradora de Phoenix, no estado do Arizona, publicou uma imagem que mostra a pequena Nevaeh apertando o dedo do médico, Allan Sawyer, assim que sua mão deixa o útero da mãe.

A fotografia, feita pelo marido de Alicia, se espalhou pela rede e, até o momento, possui mais de 1.700 compartilhamentos. “É algo para se lembrar para sempre”, definiu a mulher.

Momento que Nevaeh dedo do médico ao nascer foi registrado pelo marido de Alicia (Foto: Reprodução)

Momento que Nevaeh dedo do médico ao nascer foi registrado pelo marido de Alicia (Foto: Reprodução)