Menino dança e rouba a cena durante reportagem ao vivo

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Fernando Moreira, no Page not Found

A repórter Patranya Bhoolsuwan, da KLAS, estava falando ao vivo de um shopping center que estava sendo inaugurado em Las Vegas (Nevada, EUA) quando ao fundo surgiu a figura de um menino dançando como se fosse uma diva da música pop. Com os seus movimentos e suas caras e bocas, ele roubou a cena! O adolescente virou meme e o vídeo com a sua performance já teve mais de 1 milhão de visualizações desde o último sábado (11/10).

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Na CNBB, face diabólica da sucessão apareceu

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Josias de Souza, no UOL

Foi ao ar na noite passada o debate presidencial promovido pela CNBB, entidade máxima da Igreja Católica no Brasil. Deus esteve no controle até o terceiro bloco. Zelou para que as regras engessadas inibissem as possibilidades de confronto. No quarto bloco, Ele, que já não é full time, foi dormir. E o Diabo assumiu, ateando fogo no evento. O Coisa-Ruim proporcionou à plateia alguns dos mais eletrizantes momentos da atual temporada eleitoral. Passou a impressão de estar fechado com a evangélica Marina Silva.

Cavalgando a língua do Pastor Everaldo, o Tinhoso endereçou a Aécio uma açucarada pergunta sobre a Petrobras. O tucano alçou voo: “Os brasileiros estão envergonhados, indignados com aquilo que vem acontecendo com a nossa mais importante empresa pública, submetida à sanha de um grupo político que, para se manter no poder, permitiu que um vale-tudo fosse feito na nossa maior empresa.”

Aécio bicou: “…Uma gravíssima denúncia surgiu, que fez com que o mensalão parecesse coisa pequena. Denúncia feita pela Polícia Federal, que disse que existe uma organização criminosa atuando no seio da nossa maior empresa. A partir daí, um diretor nomeado pelo governo do PT e confirmado pela atual presidente da República disse que, durante todos esses últimos anos, financiava com propinas, com parcelas de recursos das obras sob sua alçada, a base de sustentação do governo.”

Sob olhares atentos de Marina, Aécio retorceu o bico: “…Não é possível que o Brasil continue a ser administrado com tanto descompromisso com a ética, com a decência, com os valores cristãos. A vida pública não é para ser exercida dessa forma. Quem não teve condições de administrar nossa maior empresa não tem condições de administrar o país.”

Abespinhada, Dilma solicitou direito de resposta. E Marina só de olho. Enquanto o pedido era analisado, o mediador sorteou o nome do candidato que faria a indagação seguinte. O Capiroto guiou a escolha: Aécio Neves pergunta para Luciana Genro. Quais são as suas propostas, candidata, para melhorar a educação no Brasil? Como que tomada pelo Cramulhão, a candidata do PSOL preferiu dizer a Aécio que sabia o que o tucanato fizera no verão passado.

“O senhor fala como se no governo do PSDB nunca tivesse havido corrupção”, disse Luciana Genro. “Na realidade, nós sabemos que o PSDB foi precursor do mensalão, com seu correligionário e conterrâneo Eduardo Azeredo. E o PT deu continuidade a essa prática de aparelhamento do Estado, que o PSDB já havia implementado durante o governo Fernando Henrique.”

A filha de Tarso Genro, o governador petista do Rio Grande do Sul, prosseguiu: “Também foi público e notório o processo de corrupção que ocorreu durante a compra da [emenda] da reeleição… E a corrupção nas empresas públicas que foram privatizadas, num processo que ficou conhecido como privataria tucana…”

Luciana chutou o balde: “Então, o senhor, Aécio, falando do PT, é como o sujo falando do mal lavado. Porque o senhor é de um partido que tem promovido a corrupção… As empreiteiras que fizeram o escândalo de corrupção da Petrobras são as mesmas que financiam a sua campanha, a da Marina e a da Dilma… Fale do PT, mas fale do seu partido também.”

Na tréplica, Aécio saudou o retorno da ex-petista Luciana Genro “às suas origens, atuando como linha auxiliar do PT”. Ignorando-a, pôs-se a falar bem de si mesmo, enaltecendo a obra educacional que realizara como governador de Minas. Mas Lúcifer reservara uma tréplica para Luciana: “Com todo o respeito, linha auxiliar é uma ova, candidato Aécio… O senhor não tem resposta para debater comigo a corrupção, até porque foi protagonista de um dos últimos escândalos…”

O Rabudo, definitivamente, apossara-se dos lábios de Luciana Genro. Ela recordou o caso do aeroporto da cidade mineira de Cláudio. “…O senhor é tão fanático pela corrupção que consegue usar dinheiro público para construir um aeroporto beneficiando exclusivamente a sua família. É realmente escandaloso o que o PSDB faz no Brasil.” Aécio requereu direito de resposta.

A essa altura, o Pata-Rachada já havia decidido que Dilma teria direito de responder aos petro-ataques do rival tucano. O Chifrudo concedeu-lhe um minuto. E ela: “Ao longo da minha vida, eu tive sempre tolerância zero com a corrupção.” No que se refere ao convívio com malfeitores, não teve a mesma intolerância.

“No caso da Petrobras, eu quero lembrar ao candidato Aécio que quem investigou e descobriu todos os crimes foi um integrante do governo.” Um integrante do governo? Imaginou-se que Dilma anunciaria ao país o nome de um investigador secreto. Mas ela se equivocara. Quisera dizer não um integrante, mas um órgão do governo, a Polícia Federal.

Expressando-se num idioma muito parecido com o português, Dilma afirmou: “Fica claro que não é fácil descobrir um sistema daquele tamanho, na medida em que está metida a Polícia Federal, o Ministério Público e o Judiciário.” Quem ouviu ficou com a sensação de que a presidente acusava os investigadores de estarem metidos nos crimes. Mas ela queria dizer o oposto.

“Quero dizer que nós fortalecemos a Polícia Federal, criamos o Portal da Transparência… Nunca escolhemos engavetador-geral da República. Se hoje descobrem atos de corrupção e ilícitos é porque nós não varremos para baixo do tapete…” Dilma se absteve de mencionar que o governo testa permanentemente os órgãos de controle do Estado, fornecendo-lhes escândalos em série. O tapete ficou pequeno.

Antes de encerrar o penúltimo bloco, o Demo autorizou Aécio a usufruir do direito de responder aos ataques de Luciana Genro. “Política é isso: aquele que se propõe a governar o Brasil tem que ouvir impropérios. E aqueles que são irrelevantes fazem acusações absolutamente irresponsáveis e levianas.” Falou de sua infância católica, de sua formação cristã, do seu apreço pela ética, de sua obra no governo mineiro. Nada que pudesse suscitar um novo pedido de resposta de Luciana Genro.

No último bloco do debate, dedicado às considerações finais, Marina Silva, que observara calada a troca de ofensas, caminhou sobre o mar de lama. “Tenho dito que quem vai ganhar essas eleições não são as estruturas dos partidos da polarização: PT e PSDB, que acabaram de aqui se digladiar. Quem vai ganhar as eleições é uma nova postura, principalmente do cidadão brasileiro, que está disposto a fazer a mudança, blá, blá blá…”

Eis as duas grandes mensagens que o Príncipe das Trevas passou por meio do debate da CNBB: 1) o que o país está assistindo nos últimos 20 anos é apenas uma sucessão de exemplos de tucanos e petistas distraídos sendo usados, vendo sua respeitabilidade e sua boa imagem exploradas por gatunos. 2) se Aécio e Dilma estiverem corretos, Marina é apenas uma biografia imaculada que ainda não teve de negociar um projeto de lei com a bancada do PMDB.

montagem: Internet

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Artista leva memes de gato a um novo patamar ao inserir seu bichano em pinturas famosas

publicado no Hypeness

Engraçadinhos e fofos, não é à toa que os gatos fazem sucesso na internet. Levando os memes a um novo patamar, a artista russa Svetlana Petrova decidiu colocar seu gato, Zarathrusta, dentro de algumas das mais famosas pinturas do mundo. E não é que a Mona Lisa fica ótima acompanhada do bichano?

O projeto, intitulado Fat Cat Art, traz obras de grandes pintores, como Michelangelo, Botticelli, Manet e Delacroix. A brincadeira teve início em 2008, quando a mãe de Svetlana e dona de Zarathrusta faleceu, deixando o gato para a artista cuidar. Calmo e brincalhão, o bichano adora posar para as fotos e faz um ótimo trabalho “incorporando” personagens antigos.

Svetlana Petrova utiliza não só meios de edição digital para criar as montagens, mas também recria diversas delas usando tinta a óleo. Com tanta criatividade da artista e carisma do gato, as obras do Fat Cat art conquistaram a internet e foram parar inclusive em museus.

Veja algumas delas:

Olympia – Edouard Manet

Fat Cat Art

A criação de Adão – Michelangelo

Fat Cat Art

Retrato de Cecilia Gallerani – Leonardo da Vinci

Fat Cat Art

Mona Lisa – Leonardo da Vinci

Fat Cat Art

O nascimento de Vênus – Sandro Botticelli

Fat Cat Art

Vênus – Lucas Cranach the Elden

Fat Cat Art

A Grande Onda de Kanagawa – Katsushika Hokusai

Fat Cat Art

A Liberdade Guiando o Povo- Eugene Delacroix

Fat Cat Art

O Grito – Edvard Munch

Fat Cat Art

American Gothic – Grant Wood

Fat Cat Art

A persistência da memória – Salvador Dalí

Fat Cat Art

Todas as fotos © Svetlana Petrova

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De onde surgiu a brilhante ideia de ir ao cinema 3D e ver o filme sem os óculos 3D?

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Leo Martins, no Gizmodo

Ninguém aqui é muito fã do 3D no cinema, e temos algumas razões para tal – o escurecimento da tela, a dificuldade para quem já tem óculos e muitas vezes não há nenhuma vantagem em relação ao filme em 2D. Mas, se eu compro um ingresso para um filme 3D, eu sei que vou ter que colocar um óculos para meus olhos lidarem bem com as imagens, e sei que não faz o menor sentido assisti-lo com os olhos nus. Parece que o pessoal do portal R7 não acha isso e, acima de tudo, ainda acredita que tal experiência – o 3D sem ver em 3D – rende uma pauta.

O repórter Thiago Calil, do R7, relata sua experiência em uma galeria de 10 fotos (tudo em prol dos pageviews) e já abre a matéria contando que “o R7 aceitou o desafio de encarar uma exibição de Wolverine: Imortal sem o incômodo acessório [óculos 3D]“. Que desafio foi esse? Quem entrou lá na redação e disse “DUVIDO VOCÊ VER UM FILME 3D SEM ÓCULOS 3D” e alguém disse “ah, mas eu não sou de negar desafios!”?

Mas o que segue a partir daí, meus amigos, é uma série de surrealismo analítico. Para você não ter que visitar o site, enchê-lo de audiência e fazer com que algum editor diga “viu só, valeu a pena, tá bombando na net!”, separamos os melhores momentos do texto para você acompanhar:

A primeira sensação quando se decide abrir mão dos óculos 3D no cinema é de rebeldia.

(Aqui, eu só consigo imaginar ele fazendo um horn metal com a mão no meio do cinema, sozinho, meio cabisbaixo, mas se sentindo bem rebeldão.)

As imagens, como já era esperado, ficam embaçadas. Em dez minutos na sala, a cabeça já dói e o olho começa a incomodar.

(“Como já era esperado”: essa é a máxima do texto. Como já era esperado, essa ideia não fez o menor sentido.)

Pode ser que a rebeldia de não querer usar óculos 3D resulte em usar óculos de grau no futuro, mas pelo menos é possível chegar até o final do filme

(Certo, então para vencer o desafio imposto pela entidade misteriosa, talvez você ganhe uns graus de miopia. Realmente, o que importa é chegar até o final.)

Chama a atenção, porém, a quantidade de tempo em que Wolverine (Hugh Jackman) aparece com total nitidez na tela, como se fosse um filme convencional

(A incrível constatação de que nem tudo em um filme 3D é realmente 3D. Daí para não usar os óculos existe um gigantesco passo lógico.)

Para quem está de óculos, são nestes momentos onde o efeito de profundidade é mais impressionante

(Acho que você não tem condições de atestar isso, já que… bem… você estava sem os óculos.)

E, por fim:

Conclusão: Confesso que não sou muito fã de filmes de heróis. Isso me permite assistir ao filme sem lamentar tanto pelos detalhes perdidos — seja pela falta de nitidez das imagens ou por estar prestando atenção em outras curiosidades que surgem em uma aparência dessa. Mas, se você se incomoda com o óculos 3D, a melhor coisa é escolher uma sessão convencional em vez de ficar bancando o rebelde/babaca nos cinemas

É isso. Thiago Calil gastou 3.553 toques, usou 637 palavras e 10 fotos de divulgação de um filme para concluir que, bem, se você não gosta de cinema 3D, é melhor achar uma sessão sem 3D. Espero que isso sirva de lição para muitas e muitas gerações de rebeldes cinematográficos: dor de cabeça, miopia, depressão e tristeza não valem a rebeldia de ver um filme 3D sem os óculos 3D.

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Blogueira da Capricho vira piada nas redes

Publicado originalmente no Adnews

Uma usuária do Facebook vem causando polêmica nas redes sociais. Em um post divulgado publicamente em seu perfil no Facebook, Giovanna Ferrarezi reclamou que foi tratada de forma hostil por funcionários de uma balada. Segundo a moça, nem o fato de ser “blogueira da Capricho” ajudou a “olhar” o local sem precisar entrar na fila (veja o post aqui que a usuária também divulgou em seu blog).

Não deu outra, internautas entenderam a situação como uma tentativa de dar o famoso “jeitinho”, ou em outros termos, a famosa “carteirada” e transformaram a moça no mais novo meme.

Algumas marcas também aproveitaram a postagem de Giovanna. Foi o caso do Ponto Frio, Walmart e Netflix Brasil. A rival da Capricho, a Atrevida, também aproveitou a gafe para divulgar uma reportagem.

a blogueira já ganhou fan page p/ comemorar tanta ~riqueza~: Giovanna Boladona

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capri6capri7capri8capri9capri10 dica da Fabiana Zardo

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