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Menina de 12 anos idade dá à luz bebê cujo pai é um menino de 13 anos

publicado no Gadoo

Uma menina de 12 anos e 3 meses e seu namorado, de 13 anos de idade, se tornaram os pais mais jovens da Grã-Bretanha. A mãe tinha apenas 10 anos quando conheceu o pai, e ainda estava na escola primária quando ficou grávida.

O jovem casal, do norte de Londres, comemorou o nascimento de sua filha bebê no fim de semana, e prometeu ficar juntos como uma família. A menina é 5 meses mais nova que a anterior mãe mais jovem do Reino Unido.

Segundo o jornal The Sun, o casal estava junto há mais de 1 ano. A família dos dois está dando apoio ao casal.

Menina de 12 anos e menino de 13 se tornam pais mais jovens da Grã-Bretanha

Menina de 12 anos e menino de 13 se tornam pais mais jovens da Grã-Bretanha

Menino de 4 anos morre após completar ‘lista de desejos’

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Publicado no G1

Um menino britânico de quatro anos que foi diagnosticado com um tumor no cérebro morreu na terça-feira após conseguir realizar sua lista de desejos.

Em fevereiro, ele recebeu a visita de Gary Barlow, vocalista do grupo pop britânico Take That, e uma mensagem de vídeo gravada pelo ator Matt Smith, que durante anos interpretou o personagem principal da famosa série britânica Dr. Who.

O menino, que tinha um irmão gêmeo, também realizou o desejo de ‘dirigir’ um caminhão de bombeiro e ter uma festa de Natal e aniversário antecipada.

Jack Robinson foi levado ao hospital de Southampton às pressas em janeiro depois de ficar sonolento e com as pupilas dilatadas.

Uma tomografia acusou o câncer no cérebro e médicos realizaram uma operação de cinco horas, tendo conseguido remover 40% do tumor.

Seis dias mais tarde a equipe médica deu a Jack apenas 5% de chance de sobrevivência após concluir que o resto do tumor não poderia ser removido.

Jack tinha como último desejo a vista do cantor Gary Barlow (Foto: BBC)

Jack tinha como último desejo a vista do cantor Gary
Barlow (Foto: BBC)

Ele foi submetido a tratamentos com quimioterapia e radioterapia, mas não resistiu.

Em sua conta no Twitter, Barlow pediu a todos que fizessem uma oração por Robinson. ‘Que menino corajoso’, disse ele.

Pelo Facebook, sua mãe Marie, de 41 anos, agradeceu o apoio e disse que ele terá um enterro muito especial.

Menino de 2 anos liga para a ambulância e salva vida da mãe

Riley, de 2 anos, no colo da mãe, Dana Henry Foto: BBCBrasil.com

Riley, de 2 anos, no colo da mãe, Dana Henry
Foto: BBCBrasil.com

Publicado no Terra

IO pequeno Riley foi condecorado por bravura pela polícia de do condado de Laicestershire, na Inglaterra.

Mesmo tendo só dois anos de idade, ele salvou a vida de sua mãe ao ligar para o serviço de emergência depois que viu ela desmaiar em casa.

Dana Henry foi levada ao hospital, onde passou por uma cirurgia de emergência para conter uma hemorragia em seu ovário.

Ela havia ensinado Riley a fazer a ligação, mesmo assim ficou surpresa quando o menino colocou os ensinamentos em prática.

 

Inglês de 11 anos com câncer anuncia em rede social que vai parar tratamento

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Publicado no Extra

Um estudante inglês, de 11 anos, que enfrenta uma batalha contra o câncer há seis, usou o seu perfil no Facebook, nesta semana, para anunciar que vai interromper o tratamento. Agora, Reece Puddington contará com ajuda da mãe, Kay, de 40, sua cuidadora em tempo integral, e do pai, Paul, de 48, um assistente de vendas, para viver os últimos momentos de sua vida. A decisão do menino emocionou internautas. As informações são do jornal The Mirror.

Puddington foi diagnosticado, em 2008, com neuroblastoma – um tumor raro, que se origina nos tecidos da glândula suprarrenal e pode se desenvolver no tecido nervoso do pescoço, tórax, abdômen ou pélvis.

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Para dividir suas angústias pessoais, com ajuda da mãe, ele criou uma página no Facebook e um blog para narrar sua luta contra a doença. Com pouco tempo de vida, ele criou uma lista de desejos que gostaria de realizar, como como conhecer o ator Johnny Depp e ver a mãe aprender a dirigir.

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Seus desejos desencadearam um esforço mundial de pessoas que queriam ajudá-lo a realizar os sonhos, fazendo doações. No entanto, ele decidiu abrir mão de tudo e apenas interromper o tratamento.

“O COMEÇO DO FIM… Como vocês sabem, após receber os últimos resultados de meus exames, eu fui enviado para casa para descansar e pensar sobre as duas opções possíveis… Eu poderia optar por outra avaliação médica, mas isso significaria viajar para o hospital e lidar com os efeitos colaterais das medicações e também poderíamos esperar estender a minha vida, ou… Eu poderia simplesmente não fazer nada, ficar em casa e deixar a natureza seguir seu curso, o que me levaria a perder a vida um pouco mais cedo do que se eu tivesse em tratamento”, escreveu o menino na rede social. “Minha mãe sempre pensou, nos últimos 5-6 anos, quando ela deveria ter a coragem de saber quando ‘basta’ fosse ‘basta’. Após cuidadosa consideração, minha mãe percebeu que se fosse por ela, ela continuaria a me levar para o tratamento e não me perderia… mas se fosse por mim, ela me deixaria partir. Bem, ela está me deixando partir”.

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A decisão de Puddington provocou uma onda de tristeza nos internautas que acompanham a história. A publicação já teve mais de 300 comentário e foi compartilhada quase 200 vezes.

“Sua história toca o meu coração e meus olhos estão cheios de lágrimas. Você é um menino. Como mãe, nem consigo imaginar o que a sua está passando. Você é muito especial e inspirador, menino”, comentou uma internauta. Já outro acrescentou: “Você é um jovem inspirador e sua mãe é muito corajosa. Ela deve te amar muito. Eu ainda vou rezar por um milagre para você”.

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Reece passou por tratamento de quimioterapia no The Royal Marsden, em Surrey, na Inglaterra. Surpreendentemente, no início de 2010, seu câncer havia desaparecido, o que significa que ele foi capaz de aproveitar a vida como um menino saudável por alguns meses. No entanto, em 2012, ele e sua família receberam a notícia de que um câncer havia aparecido em seu fígado. Apesar do tratamento com drogas recém-lançadas, meses depois ele descobriu que a doença havia se espalhado em seu organismo e que seu caso era terminal.

Pobre menino rico

Publicado no Conversando com Bernardo

O menino nasce na melhor maternidade do Estado. Sua mãe se recupera da cirurgia enquanto seus familiares e amigos celebram a chegada do herdeiro com champanhe e coquetel. Enquanto isso, o menino fica no berçário, exposto em uma vitrine com a sua melhor roupinha.

Em casa, seu quarto de capa de revista o aguarda. Berço e cama da babá com enxoval personalizado, com o seu nome bordado em dourado. Babá eletrônica de última geração, para os pais acompanharem com atenção os cuidados da babá com o maior tesouro da família.

Depois de algumas semanas, mamadeiras e chupetas ortodônticas importadas substituem o peito materno, porque a mãe tem pouco leite. Mas não faz mal, o menino vai se consultar com o melhor pediatra que irá lhe receitar o melhor leite artificial do mercado.

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Durante o dia, mãe e babá levam o menino para passear em seu carrinho de bebê importado. Frequentam os melhores clubes e shoppings da cidade. Enquanto a mãe compra as melhores roupinhas para o menino, a babá o distrai empurrando o carrinho. Em casa, os melhores brinquedos, com sons educativos, o mantêm entretido.

À noite, o menino chora. Quando colocado no berço, o berreiro é certo. A mãe se surpreende:
- A fralda está limpa! Não tem fome! Não tem frio! Parece que o berço tem espinho!
- É manha, alguém decreta.
- Deixa chorar que ele precisa aprender a dormir no berço, outro responde. Insegura, a mãe enfim concorda.

Quando completa um ano de idade, o menino comemora o aniversário no melhor buffet. 300 convidados o pegam no colo para o fotógrafo fazer o registro. O melhor fotógrafo da cidade, é claro. Depois da festa, o menino chega em casa e se depara com centenas de presentes em seu quarto. E ele se distrai mais com os embrulhos do que com os brinquedos.

Agora o menino já anda e quer explorar o mundo por conta própria. Mas, mesmo no parque, precisa ficar no carrinho para não sujar as suas roupas caras. Praia, nem pensar! A areia e o mar são imundos e podem passar doenças. Em casa, é montada um linda brinquedoteca, com piso emborrachado. É ali que ele deve brincar, em segurança.

Os pais viajam com freqüência, mas nunca levam o menino.
- Ele ainda não tem idade para aproveitar, diz o pai.
- Sim, ficará melhor em casa com a babá, seguindo a sua rotina, concorda a mãe.

Começa a falar e, quando chama a babá de “mamãe”, estranha que no dia seguinte aparece outra babá para o trabalho. Mal convive com o pai, que durante a semana chega do trabalho quando o menino já está dormindo. Afinal, precisa trabalhar bastante para garantir as melhores coisas para o menino: o apartamento no melhor condomínio, a melhor babá, o melhor clube, a melhor escolinha.

Aos finais de semana, o pai precisa relaxar. Sai com a mãe para festas e jantares com amigos. Como os ambientes não são apropriados para crianças, o menino fica em casa com a babá.

Perto dos dois anos de idade, o menino já não é mais tão bonzinho. Faz birra, faz malcriação, numa tentativa desesperada de chamar a atenção. Dão bronca, dão castigos, gritam:
- Menino ingrato! Tem tudo! Mimado!
Mas todos os brinquedos que tem não conseguem preencher o vazio que parece aumentar em seu pequeno peito.

O menino cresce mais um pouco e lhe enchem de atividades. Além da escola bilíngüe, inglês, mandarim, natação e tênis. Precisa se preparar desde já para o mercado profissional. O menino ainda tenta explicar que prefere jogar bola quando não está na escola, mas não lhe dão ouvidos.

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Com o tempo, o menino desiste. A birra dá lugar à apatia. Passa o tempo livre na frente da TV, do computador, do videogame. Numa última tentativa de fugir da realidade.

Até que os pais percebem que tem algo errado.
- Esse menino não se interessa por nada, não ri! Deve ter algum problema… Como isso é possível? Nós sempre lhe demos tudo!

Levam o menino a um psiquiatra, o melhor da cidade. É diagnosticado com TDAh ou qualquer outro distúrbio comportamental. Os pais respiram aliviados.

- Eu sabia que ele tinha algum problema! E voltam para casa, satisfeitos, com a caixinha do remédio que o médico receitou.

Pobre menino rico.

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“Pobre menino rico” é um texto de ficção. Mas poderia não ser. Infelizmente, as situações descritas são muito comuns nos dias de hoje, em que pais têm filhos apenas para atender o chamado da sociedade. Pais que nunca tiveram, realmente, vontade, disposição e desprendimento para o exercício pleno do papel.