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Artista malaio faz incríveis retratos de celebridades à base de rabiscos

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Para o ilustrador mediano, traçar linhas desorientadas não é a melhor maneira de criar retratos realistas. Entretanto Vince Low não é um ilustrador qualquer. O artista baseado em Kuala Lumpur, Malásia, de alguma forma, que a gente não consegue entender, consegue produzir retratos impecáveis de alguns dos maiores atores de Hollywood usando apenas rabiscos infantis.

O principal ilustrador da agência de publicidade malaia, Grey, tem um portfólio impressionante de obras de arte impressionantes, mas sua série de retratos mais recente, chamada Faces, é particularmente atraente. Isso porque as representações impressionantes de estrelas como Jack Nicholson, Morgan Freeman, Will Smith e Leonardo Di Caprio foram todas feitas exclusivamente com rabiscos em telas brancas.

A maioria das pessoas têm dificuldade em captar suas características únicas, utilizando técnicas de desenho clássico, mas ele cria representações faciais altamente precisas apenas utilizando milhares de linhas que se sobrepõem. Simplesmente incrível!

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Os 40 ranchos abandonados mais bonitos e bucólicos

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No interior existe uma espécie de construção para uso coletivo e colaborativo, normalmente conhecida como “rancho”. Na realidade é uma cabana de taipa de mão (pau a pique), que serve de pouso e guarida a pescadores, aventureiros, trilheiros, praticantes de campismo, entre outros. O bacana é que existe um código de conduta, entre pessoas que talvez nunca se conhecerão, de jamais deixar o rancho desabastecido (lenha, víveres e alimentos) e bagunçado.

Quando jovem, conheci muitos ranchos como estes quando ia acampar ou pescar e, em nenhuma oportunidade, nunca encontrei um rancho marginalizado. O mais incrível é que estes ranchos não têm um dono em específico. Muitas vezes ficam dentro da propriedade de alguém, que nunca lhes cobram pertinência. Falar a verdade? Nem sei se ainda existem.

Neste post mostramos uma compilação de ranchos e cabanas abandonados pelos 4 cantos do mundo. Não há como garantir que quando eram funcionais tinham as mesmas características coletivas dos ranchos do interior de Minas Gerais, mas gosto de pensar que sim, gosto de imaginar a lenha estalando no fogão de barro, enquanto as palavras soltas e os acordes de um violão vazam pelas frestas da taipa de terra batida, um ambiente tão rústico quanto aconchegante.

As fotografias, que infelizmente não contemplam créditos ou localização, são ao mesmo tempo bonitas e tristes, parecem esperar por seus donos que já não mais virão.rancho_abandonado_40 rancho_abandonado_39 rancho_abandonado_38 rancho_abandonado_37 rancho_abandonado_36 rancho_abandonado_35

Me lembrei de um episódio muito curioso e engraçado, de quando tinha mais ou menos uns 13 anos e junto a mais usn 10 amigos, todos crianças, fomos “escalaminhar” o Pico do Itaguaré, o “Gigante Adormecido”. O cume está a quase 2.500 metros de altitude, seu platô é inóspito, gelado e venta o tempo todo. O plano era acampar na sua base e fazer a escalaminhada de mais ou menos 1,2 km até o pico num dia de sol.

Quando chegamos próximos à base, para a alegria geral da molecada, encontramos um rancho recém-construído. Beleza, não precisaríamos construir as cabanas com folha de sapé e caeté (nós não tínhamos barracas então). Para a surpresa o rancho tinha de tudo, até goiabada cascão encontramos. Fizemos uma festa.

Para encurtar a história: no outro dia de noite quando cantávamos em volta da fogueira, chegou um senhor muito bravo, era o ermitão que morava ali há pouco. Na manhã do dia seguinte, 3 de nós, depois de um par ou ímpar bem disputado, voltamos até a cidade (16 km de caminhada) para repor o que havíamos usado da dispensa do Seu Serapião. emoticom

Fonte: Perfect Nature

Expectativa versus realidade na internet

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Quem é que nunca topou, em uma galeria ou compilação de fotografias, com uma imagem simpática, meiga ou bacana e pensou imediatamente: – “Puxa, que legal. Preciso fazer uma igual”. E lá vai, câmera na mão, pose igual, um pouco para direita e… Ok, agora sim. O resultado é uma piada sem graça, uma… duas… dez vezes, até ver que não é bem assim e que as coisas na vida real costumam obedecer a Lady Murphy.

As expectativas mais buscadas são àquelas relacionadas com as crianças e animais, como nas fotos de publicidade para feriados de fim de ano. O problema é que o resultado quase sempre foge às suas expectativas, e as idéias simplesmente falham, conforme a compilação que ilustra este post.

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Sexo e álcool fazem você mais feliz do que crianças e religião

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Entre um de tantos estudos que proliferam com o fim de indicar as preferências do ser humano ou medir questões culturais e qualitativas, geralmente subjetivas, pesquisadores da Universidade de Canterbury, na Nova Zelândia, compilaram uma lista, resultante de uma coleta de mensagens de texto, para construir um mapa de atividades que as pessoas rotineiramente indicam por trazer mais ou menos felicidade para as suas vidas diárias.

Ainda que dificilmente todas estas pesquisas de opinião possam ser usadas como referência para descobrir os segredos da psique humana, os resultados mostram que o sexo é a atividade preferida por muitos em diferentes aspectos. Beber álcool e festar ficaram com o segundo lugar na escala desenvolvida por Carsten Grimm desta universidade neozelandesa.

As 10 atividades que mais felicidade proporcionam são:

  1. Sexo
  2. Consumo de álcool
  3. Trabalho voluntário
  4. Meditação/Religião
  5. Cuidar das crianças
  6. Escutar música
  7. Socializar
  8. Hobbies
  9. Fazer compras
  10. Jogar

Orkut, Facebook e Twitter são incubadoras de caprichosos, obsessivos e vaidosos

Publicado originalmente por Metamorfose Digital

Quem faz tal afirmação é um estudo científico que indica que este tipo de transtornos vinculados com as redes sociais são comparáveis com os caprichos de uma “criança pequena” em idade de chamar a atenção provocando seu meio para conseguir o que deseja, segundo esclarece Susan Adele Greenfield (Baronesa Greenfield), neurocientista e professora de farmacologia sináptica da Universidade de Oxford.

Segundo ela, o breve tempo de vida das redes sociais no mundo e a velocidade com a que crescem, não haviam ainda permitido conhecer com certeza seu poder de modificação do comportamento social, sobretudo no segmento dos “usuários ativos” das redes sociais. Particularmente, no caso dos jovens, esta rotina modificou as condutas e perfis de muitas pessoas entre 13 e 25 anos convertendo-os em exércitos de pessoas vaidosas, superficiais, necessitados de atenção e outros tipos de patologias relacionadas com uma típica crise de identidade.

Greenfield não alivia e diz que isto não é tudo, este tipo de crise poderia ter repercussões sérias no momento das relações sociais reais por parte destas novas gerações de vaidosos ou “Geração Facebook”. Os resultados obtidos nestes estudos foram possíveis depois de sete anos do começo da massificação das redes sociais (Orkut e Facebook abriram suas portas em 2004), período permitiu estudar toda uma faixa de usuários que passou praticamente toda sua adolescência diante de um computador.

Uma vantagem de estar no Twitter desde 2007 (um ano após seu nascimento) pode se converter para um profissional das redes sociais em um dado relevante para demonstrar seus conhecimentos trabalhistas, como também pode ser um denominador comum naqueles usuários que utilizam o microblogging como símbolo de status ou vaidade para diferenciar-se dos mais novatos ou com poucos anos/meses nesses mesmo âmbitos.

Este tipo de patologias detectadas no segmento de jovens que existem entre os cerca de 1 bilhão de usuários do Facebook e Twitter na atualidade, e entre as que se destaca a necessidade constante de atenção e a vaidade, teriam potenciais repercussões na concentração e nas relações reais, onde a perda das habilidades para interagir ou realizar contato visual com um interlocutor estão sendo substituídas aos poucos com habilidades relacionadas com a escrita e imagens onde, não por acaso, costumam ser favorecidos quem as compartilham.

A professora Greenfield analisa a situação desde um ponto de vista geracional e preocupa-se pelas repercussões que estes comportamentos poderiam ter nestes jovens e futuros adultos:

- Pense nos envolvimentos para a sociedade se as pessoas passarem a se preocupar mais do que outros pensam a respeito deles do que eles pensam sobre si mesmos…

Antes de pensar que Susan tem a língua maior que o cérebro, é melhor dar uma olhada em seu currículo. Ainda que a maioria das características humanas descritas pela baronesa, como resultado de atividades on-line, sempre estiveram ali, independentemente da existência das redes sociais. Mas a maioria da geração criticada não gostou nada do estudo e em decorrência disso, alguns comentaristas do Daily Mail dão conta de que Greenfield comeu cocô quente e saiu na chuva gelada. E você, o que acha?

Fonte: Daily Mail