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Mídia social: Qualquer pessoa pode ser encontrada em apenas 12 horas

Cientista do Instituto Masdar realiza estudo que mensura a rapidez com que é possível rastrear indivíduos aleatórios em todo o mundo utilizando redes sociais

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Publicado originalmente no ProXXIma

Em 1967, o psicólogo americano Stanley Milgram enviou 160 pacotes para pessoas escolhidas aleatoriamente nos EUA, pedindo-lhes para encaminhá-los a um único indivíduo que vivia em Boston. A tarefa incluiu uma regra simples: Os destinatários só poderiam enviar cada parcela para alguém que sabia em uma base do primeiro-nome.

Para sua surpresa, Milgram descobriu que o primeiro pacote chegou ao seu destino através de apenas duas pessoas. Em média, ele descobriu que as encomendas chegaram ao seu destino através de cinco pessoas, o que equivale a seis graus de separação.

Desde então, o trabalho de Milgram tem sido utilizado por diversas empresas e recentemente foi adotado nas redes sociais. Por exemplo, a Microsoft diz que as pessoas na sua rede do Messenger estão separados por 6,6 graus de liberdade. Já o Facebook relata que os seus usuários estão separados por apenas quatro graus.

Mas há outro elemento deste trabalho que tem sido menos bem estudado, que é o tempo que se leva para viajar via rede social. No experimento de Milgram, o primeiro pacote chegou em apenas quatro dias. Mas os outros levaram muito mais tempo.

Assim, uma questão interessante é a rapidez com que é possível percorrer uma rede social – para rastrear uma pessoa aleatória em toda a rede.

Hoje, temos uma resposta graças ao trabalho do Alex Rutherford, do Instituto Masdar de Ciência e Tecnologia, em Abu Dhabi. O cientista conseguiu medir o tempo que se leva para rastrear indivíduos aleatórios em todo o mundo, utilizando redes sociais.

A conclusão do estudo aponta que, em média, qualquer pessoa tem apenas 12 horas de separação de outra. O mais interessante foi a forma com que Rutherford conseguiu atingir esse resultado. O cientista e alguns amigos participaram de um concurso intitulado Desafio Tag, no qual o objetivo era encontrar cinco pessoas, em cinco cidades diferentes na América do Norte e Europa. Eles venceram o concurso e, de quebra, atingiram um resultado surpreendente.

Via Mashable

dica do Guilherme Massuia

Facebook revela até o que não é compartilhado

Um estudo da Universidade de Cambridge revelou a quantidade cada vez maior de informações pessoais que podem ser reunidas por programas de computador que rastreiam como as pessoas usam o Facebook. 

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Publicado originalmente no Observatório da Imprensa

Você sabe quem tem acesso a suas informações no Facebook? Um estudo da Universidade de Cambridge revelou a quantidade cada vez maior de informações pessoais que podem ser reunidas por programas de computador que rastreiam como as pessoas usam o Facebook. Tais programas podem mostrar, a partir de dados privados não divulgados e de opções de “curtir”, informações como a orientação sexual, uso de drogas e até mesmo se os pais separaram-se quando o usuário era criança.

Trata-se de um dos maiores estudos do tipo – contou com a participação de cientistas da equipe de psicometria e de um centro de pesquisa financiado pela Microsoft. Os profissionais analisaram dados de 58 mil usuários da rede social para prever traços e outras informações que não eram fornecidas por seus perfis.

Os algoritmos foram 88% precisos ao prever orientação sexual masculina, 95% para raça e 80% para religião e inclinações políticas. Tipos de personalidade e estabilidade emocional também foram diagnosticados com precisão de 62% a 75%.

O Facebook não quis comentar o estudo, que reforça preocupações crescentes sobre privacidade nas redes sociais, mesmo quando as pessoas ajustam as configurações de privacidade de seus perfis para restringir o compartilhamento de informações. Pelo menos 5% dos usuários que o estudo apontou como gays, por exemplo, não estavam conectados a nenhum grupo explicitamente homossexual.

Para Michal Kosinksi, um dos autores da pesquisa, as técnicas da universidade podem ser facilmente replicadas por empresas para mostrar determinados atributos que um usuário não gostaria de compartilhar, como inclinações políticas ou orientação sexual. “Usamos métodos genéricos e simples. Empresas de marketing e de internet podem gastar muito mais tempo e recursos e ter mais precisão do que nós”, afirmou.

Kosinski afirma, no entanto, que o estudo não teve o objetivo de desencorajar o compartilhamento de informações. “Eu não desencorajaria as pessoas a se abster da tecnologia – o leite já está derramado e já há muita informação por aí. Eu sugiro que sejam aumentados os níveis de privacidade e a pressão dos consumidores ao usar os serviços que oferecem maior privacidade”.

O lucro da privacidade

Recentemente, a União Europeia concordou em derrubar propostas para uma avaliação radical da regulação de privacidade. A atitude revela a relutância de governos em constranger empresas de internet que poderiam estimular o crescimento econômico e é um reflexo do lobby feroz de companhias como Facebook e Google.

A pesquisa de dados pessoais na internet vêm se tornando um grande negócio. A Wonga, que concede empréstimos online no Reino Unido, realiza análises de crédito em segundos com base em milhares de dados, incluindo perfis de Facebook. Já a cadeia de supermercados Tesco começou a usar seu histórico de consumidores para vender anúncios online direcionados.

Internet Explorer proibirá internauta de fazer download de outro navegador

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publicado impagavelmente no G17

A Microsoft resolveu tomar uma medida para evitar a falência do Internet Explorer. O navegador terá recurso de segurança que impedirá o internauta de baixar outro navegador, como Chrome, Firefox, Opera, e outros.

“Um estudo interno feito pela empresa apontou que as pessoas só usam o Internet Explorer para fazer download de outro navegador”, disse um engenheiro da Microsoft, acreditando que, se o Explorer impedir o download de outro navegador, o internauta terá que usá-lo obrigatoriamente, evitando a falência do produto.

Brevemente uma atualização automática enviará o recurso de segurança, que impede download de outros navegadores, para o Internet Explorer.

Microsoft encerrará MSN no dia 15 de março

Publicado por Olhar Digital

Serviço será integrado ao Skype

Divulgação

Divulgação

O MSN Messenger já tem data de sepultamento: 15 de março. A Microsoft começou a enviar email a seus usuários nesta quarta-feira, 9, avisando que o serviço será encerrado e integrado ao Skype.

O único local em que ele ainda continuará funcionando será na China.

“Atualize para o Skype e entre utilizando uma conta da Microsoft (a mesma de seu login no MSN) e todos os contatos de seu Messenger estarão em suas mãos. Você poderá falar por mensagens instantâneas e chat de vídeo assim como antes, além de descobrir novas maneiras de utilizar o Skype em seu smartphone ou tablet.”, diz o comunicado.

O Skype está disponível para Android eiOS. Para Windows Phone 8 ainda há só uma versão de preview.

A  Microsoft comprou o  Skype em maio de 2011 por US$ 8,5 bilhões.

A decisão foi tomada porque, para a empresa, não fazia mais sentido manter dois serviços semelhantes funcionando.

Microsoft lança rede social para concorrer com o Facebook; veja como ela é

Bruno Garattoni, no site da Superinteressante

A rede social da Microsoft, que está em desenvolvimento há mais de um ano (e já funcionava em versão restrita a convidados), finalmente abriu as portas hoje. Ela se chama So.cl - uma abreviação modernosa da palavra “social” -, e não requer cadastro: você se loga usando a sua conta do Facebook. A nova rede funciona nos mesmos moldes das outras, ou seja, você pode adicionar amigos, compartilhar conteúdo e dar “like” nas coisas – ação que, na rede da Microsoft, se chama dar um “smile” (sorriso). Por enquanto, ela só pode ser acessada via navegador. Ainda não há aplicativos para iOS ou Android.

A rede So.cl é bem montada, organizada, arrumadinha. Não tem nenhum grande diferencial, mas também não tem defeitos evidentes. Seu grande desafio será atrair usuários e atingir massa crítica, o que comprovadamente não é fácil – embora tenha se firmado e conquistado um nicho, a rede Google+ não chegou nem perto do tamanho do Facebook.

dica do Marcos Florentino

Os dez maiores erros de Photoshop de 2012

publicado no Polo Criativo

Empresas e marcas tendem a exagerar um pouco nos retoques feitos nas fotos de campanhas. Em alguns dos casos, as modelos chegam a ficar com membros “amputados” pelos exageros do Photoshop. Quem não lembra do clássico anúncio da Microsoft que esqueceu de alterar a cor do braço do rapaz quando resolveu trocar o rosto do modelo – rosto branco e braço negro ?

Business Insider fez uma compilação dos maiores “crimes” do Photoshop cometidos neste ano. Confira os dez mais bizarros.
1) Simply Be e a mão deformada:

2) In Style a falta de cintura:

 
3) Bazaar e a superflexibilidade:

4) O dedo estranho:

 
5) Onde está o braço?

6) Metade de uma bicicleta

 

7) O pé sumiu

8) A perna

10) O cavalo sem corpo